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Marcar a alternativa que traduz a corrente do pensamento contábil dentro da escola italiana chamada Personalismo.
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“Não existiria som
Se não houvesse o silêncio
Não haveria luz
Se não fosse a escuridão
A vida é mesmo assim,
Dia e noite, não e sim...”
(Lulu Santos – Nelson Motta)
Disponível em <http://letras.terra.com.br/lulu-santos/35063/>.
Acesso em 04/12/09
Assinale a alternativa correta quanto às formas verbais “existiria” e “é”.
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Para brasileiros, aquecimento global não é
o maior problema Publicidade
RICARDO MIOTO
da Folha de S. Paulo
O brasileiro não considera o aquecimento global uma prioridade e erra feio ao apontar as suas causas. Mas se diz disposto a pagar para amenizá-lo, mostra pesquisa Datafolha.
O Datafolha ouviu 2.073 pessoas em 124 municípios em todas as regiões do Brasil entre 9 e 11 de setembro. Numa lista de dez grandes problemas mundiais, apenas 5% dos entrevistados mencionaram o aquecimento global como sua maior preocupação. Pobreza, violência e fome aparecem nos primeiros lugares.
Em empate técnico (a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos) aparecem mortalidade infantil (6%), falta de acesso à educação (5%) e terrorismo (4%). A biodiversidade aparece como preocupação principal de apenas 1%
dos entrevistados.
Podendo escolher mais de uma opção, os entrevistados apontaram a falta de cuidado com o lixo (com 60%) e com a água (45%) como os maiores culpados pela mudança climática. Só depois surgem carros (36%) e desperdício de energia (32%), que estão entre as principais causas do problema.
Ainda assim, as pessoas se dizem dispostas a gastar dinheiro em nome do combate ao aquecimento global, seja em mais impostos, em uma conta de luz mais cara ou no supermercado. A maioria dos entrevistados (58%) diz que pagaria imposto para preservar a Amazônia e reduzir as emissões.
"É a resposta socialmente esperada. Mostra que há receptividade [à questão ambiental]. Mas pergunte quando as pessoas pagaram mais caro para favorecer o ambiente. Provavelmente ninguém saberá dizer", diz Fábio Mariano, especialista em consumo da ESPM.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u662504.sht
ml
O plural da expressão “É a resposta socialmente esperada” é:
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Marcar a alternativa que apresente o que é a oposição do chefe do poder executivo quanto ao projeto, e é apreciado pelo poder legislativo, que pode aceitá-lo ou rejeitá-lo.
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A camada de ozônio está se recuperando?
Redução no uso do CFC ajudou a diminuir os
danos à camada que protege a Terra dos raios UV
O ozônio (O3) é um gás que pode ser vilão ou mocinho, dependendo de onde é encontrado. Próximo à superfície, é um dos gases que mais poluem o ar e é um veneno para os pulmões. Mas, na estratosfera, forma uma camada que absorve os raios ultravioleta emitidos pelo sol. Segundo um estudo da NASA, se não fosse o ozônio, apenas alguns minutos de exposição ao Sol já causariam graves queimaduras e a população sofreria muito mais com o câncer de pele. O problema é que, com o uso de gases que destroem o ozônio, essa camada protetora foi se afinando entre 1979 e 1997. Dados da NASA demonstram que o afinamento da camada de ozônio parou de aumentar depois que entrou em vigor o Protocolo de Montreal, em 1989. Com o tratado internacional, líderes de vários países concordaram em criar leis para diminuir o uso dos clorofluorcarbonetos, gases que mais afetam o ozônio e eram utilizados principalmente em aerosóis e geladeiras.
Apesar de se falar em buraco na camada de ozônio, na verdade, não existe uma ruptura, como explica Expedito Rebello, chefe do serviço de Pesquisas Aplicada do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). "O buraco é uma região na Antártida em que a camada é mais fina. E o auge desse afinamento acontece todos os anos em setembro", explica. Acontece que, durante o inverno polar, quando não há Sol na região, os gases ficam ligados em cadeias estáveis. Quando chega a primavera no Hemisfério Sul e o Sol volta a aparecer, os raios ultravioleta fazem com que as moléculas de cloro e brometo provenientes do CFC se soltam e ficam prontas para capturar o O3. Por causa disso, todas as medições da camada de ozônio são feitas durante a primavera.
Em 2006, a NASA divulgou um boletim afirmando que a camada de ozônio estava se recuperando. Segundo os dados, que levaram em conta variáveis que podem influir nos níveis de ozônio (como os ventos e os ciclos solares), a camada está se tornando mais espessa. E a estimativa é de que na metade deste século, ela poderia voltar a ser como era em 1980, ano em que foi detectado o afinamento da camada. Porém, Expedito Rebello é mais pessimista, "entre 3% e 7% do ozônio que compunha a atmosfera já foi destruído e é provável
que nunca volte a ser como era", diz.
Texto disponível em
<http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/fundamentos/camadaozonio-
esta-se-recuperando-472803.shtml>. Acesso em 04/12/09.
“...Mas, na estratosfera, forma uma camada que absorve os raios ultravioleta emitidos pelo sol.”
O elemento destacado é
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Para brasileiros, aquecimento global não é
o maior problema Publicidade
RICARDO MIOTO
da Folha de S. Paulo
O brasileiro não considera o aquecimento global uma prioridade e erra feio ao apontar as suas causas. Mas se diz disposto a pagar para amenizá-lo, mostra pesquisa Datafolha.
O Datafolha ouviu 2.073 pessoas em 124 municípios em todas as regiões do Brasil entre 9 e 11 de setembro. Numa lista de dez grandes problemas mundiais, apenas 5% dos entrevistados mencionaram o aquecimento global como sua maior preocupação. Pobreza, violência e fome aparecem nos primeiros lugares.
Em empate técnico (a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos) aparecem mortalidade infantil (6%), falta de acesso à educação (5%) e terrorismo (4%). A biodiversidade aparece como preocupação principal de apenas 1%
dos entrevistados.
Podendo escolher mais de uma opção, os entrevistados apontaram a falta de cuidado com o lixo (com 60%) e com a água (45%) como os maiores culpados pela mudança climática. Só depois surgem carros (36%) e desperdício de energia (32%), que estão entre as principais causas do problema.
Ainda assim, as pessoas se dizem dispostas a gastar dinheiro em nome do combate ao aquecimento global, seja em mais impostos, em uma conta de luz mais cara ou no supermercado. A maioria dos entrevistados (58%) diz que pagaria imposto para preservar a Amazônia e reduzir as emissões.
"É a resposta socialmente esperada. Mostra que há receptividade [à questão ambiental]. Mas pergunte quando as pessoas pagaram mais caro para favorecer o ambiente. Provavelmente ninguém saberá dizer", diz Fábio Mariano, especialista em consumo da ESPM.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u662504.sht
ml
Assinale a alternativa cujo substantivo não é do gênero feminino.
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1211653
Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Irati-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Irati-PR
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O Município de Irati, segundo o site oficial da Prefeitura, conta com um total de 39.636 eleitores que votam nas 140 sessões e 60 locais de votação distribuidos pela cidade. Assinale a alternativa INCORRETA.
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Estudo de 30 anos descarta ligação de celular com tumor
cerebral
MAGGIE FOX
da Reuters, em Washington
Um amplo estudo feito ao longo de 30 anos com praticamente todos os habitantes da Escandinávia -- região do norte da Europa-- demonstrou que não há correlação entre o uso de telefones celulares e o surgimento de tumores cerebrais, disseram pesquisadores nesta quinta-feira (3). Embora o uso dos celulares tenha disparado a partir da década de 1990, os tumores cerebrais não se tornaram mais comuns nesse período, segundo o artigo publicado na "Revista do Instituto Nacional do Câncer dos EUA".
Alguns grupos de ativistas e uns poucos pesquisadores já demonstraram preocupação com uma possível ligação entre os celulares e vários tipos de câncer, inclusive tumores cerebrais, embora ao longo dos anos as pesquisas não tenham comprovado isso. "Não detectamos nenhuma mudança clara nas tendências de longo prazo na incidência de tumores cerebrais entre 1998 e 2003 em qualquer subgrupo", escreveram Isabelle Deltour, da Sociedade Dinamarquesa do Câncer, e seus colegas.
Registros detalhados
A equipe analisou a incidência anual de dois tipos de tumores cerebrais --glioma e meningioma-- entre adultos de 20 a 79 anos na Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia, entre 1974 e 2003. Esses países têm registros detalhados sobre os casos conhecidos de câncer.
A amostra, portanto, representou quase toda a população adulta de 16 milhões de pessoas da região. Ao longo de 30 anos, quase 60 mil pacientes foram diagnosticados com tumores cerebrais.
"Na Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia, o uso de telefones celulares aumentou fortemente em meados da década de 1990; portanto, as tendências temporais na incidência do tumor cerebral depois de 1998 podem fornecer informações sobre possíveis riscos de tumores associados ao uso de telefones celulares", escreveram os pesquisadores.
Eles notaram um ligeiro aumento contínuo na incidência de tumores cerebrais, mas iniciado em 1974, bem antes da existência dos celulares.
Disponível em
<http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u661704.shtml>.
Acesso em 04/12/09
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao emprego da regência.
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Complete corretamente a assertiva abaixo. Atos do poder executivo não são apenas as leis oriundas do poder legislativo que são _______________, mas também as normas provenientes do poder executivo.
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A camada de ozônio está se recuperando?
Redução no uso do CFC ajudou a diminuir os
danos à camada que protege a Terra dos raios UV
O ozônio (O3) é um gás que pode ser vilão ou mocinho, dependendo de onde é encontrado. Próximo à superfície, é um dos gases que mais poluem o ar e é um veneno para os pulmões. Mas, na estratosfera, forma uma camada que absorve os raios ultravioleta emitidos pelo sol. Segundo um estudo da NASA, se não fosse o ozônio, apenas alguns minutos de exposição ao Sol já causariam graves queimaduras e a população sofreria muito mais com o câncer de pele. O problema é que, com o uso de gases que destroem o ozônio, essa camada protetora foi se afinando entre 1979 e 1997. Dados da NASA demonstram que o afinamento da camada de ozônio parou de aumentar depois que entrou em vigor o Protocolo de Montreal, em 1989. Com o tratado internacional, líderes de vários países concordaram em criar leis para diminuir o uso dos clorofluorcarbonetos, gases que mais afetam o ozônio e eram utilizados principalmente em aerosóis e geladeiras.
Apesar de se falar em buraco na camada de ozônio, na verdade, não existe uma ruptura, como explica Expedito Rebello, chefe do serviço de Pesquisas Aplicada do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). "O buraco é uma região na Antártida em que a camada é mais fina. E o auge desse afinamento acontece todos os anos em setembro", explica. Acontece que, durante o inverno polar, quando não há Sol na região, os gases ficam ligados em cadeias estáveis. Quando chega a primavera no Hemisfério Sul e o Sol volta a aparecer, os raios ultravioleta fazem com que as moléculas de cloro e brometo provenientes do CFC se soltam e ficam prontas para capturar o O3. Por causa disso, todas as medições da camada de ozônio são feitas durante a primavera.
Em 2006, a NASA divulgou um boletim afirmando que a camada de ozônio estava se recuperando. Segundo os dados, que levaram em conta variáveis que podem influir nos níveis de ozônio (como os ventos e os ciclos solares), a camada está se tornando mais espessa. E a estimativa é de que na metade deste século, ela poderia voltar a ser como era em 1980, ano em que foi detectado o afinamento da camada. Porém, Expedito Rebello é mais pessimista, "entre 3% e 7% do ozônio que compunha a atmosfera já foi destruído e é provável
que nunca volte a ser como era", diz.
Texto disponível em
<http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/fundamentos/camadaozonio-
esta-se-recuperando-472803.shtml>. Acesso em 04/12/09.
Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. O ozônio (O3) encontrado próximo à superfície forma uma camada que absorve os raios ultravioleta emitidos pelo sol.
II. De acordo com um boletim de 2006 da NASA, a camada de ozônio estava se recuperando.
III. O buraco na camada de ozônio está localizado no Hemisfério Norte.
IV. Para Expedito Rebello, na metade deste século, a camada de ozônio poderia voltar a ser como era em 1980.
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