Foram encontradas 75 questões.
Em uma empresa, apuraram-se os seguintes fatos contábeis:
I. Aluguel no valor de 350,00, a vencer em janeiro de 2010, pago em dezembro de 2009.
II. Juros de 300,00 recebidos em dezembro de 2009, que só venciam em janeiro de 2010.
III. Salários de dezembro de 2009, no valor de 500,00, só foram pagos em janeiro de 2010.
IV. Serviços prestados em dezembro de 2009, no valor de 1.200,00, para recebimento somente no mês seguinte.
II. Juros de 300,00 recebidos em dezembro de 2009, que só venciam em janeiro de 2010.
III. Salários de dezembro de 2009, no valor de 500,00, só foram pagos em janeiro de 2010.
IV. Serviços prestados em dezembro de 2009, no valor de 1.200,00, para recebimento somente no mês seguinte.
Estes fatos haviam sido contabilizados no exercício de 2009, pelo regime contábil de caixa. Porém, a lei determina que, para fins de balanço, o regime a ser adotado é o da competência, em razão de ser um princípio fundamental de Contabilidade.
A modificação contábil do regime de caixa para o de competência, provocará efeitos na apuração final do resultado no exercício de 2009. Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Pelo duto de uma usina hidrelétrica passam 1,25 mil !$ dm^3 !$ (decímetros cúbicos) de água por segundo. Se 1 litro de água equivale a 1 !$ dm^3 !$, quantos litros passam por esse duto em 5 segundos?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
408422
Ano: 2011
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FGR
Orgão: Câm. Itatiaiuçu-MG
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FGR
Orgão: Câm. Itatiaiuçu-MG
Provas:
A Lei Complementar n° 55, de 15 de abril de 2010, reestrutura a organização geral da Administração Direta do Município de Itatiaiuçu. Com base na citada lei, marque aalternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO 1
A mão ativa o cérebro
Luís Guilherme Barrucho
O momento em que o homem começou a expressar-se por meio da escrita(C, gravando caracteres em tabletas de argila há cerca de 5000 anos, marca o fim da pré-história e a pedra fundamental das civilizações tal como as conhecemos hoje(A. Mas a maneira como desde então a humanidade vem perpetuando sua memória e transmitindo conhecimento de uma geração para outra pode virar peça de museu. Na semana passada, uma decisão tomada nos Estados Unidos veio reforçar essa ideia que tanto atormenta os (cada vez mais raros) entusiastas do lápis e do papel. Em ato inédito, o governo do Estado de Indiana desobrigou as escolas de ensinar a escrita cursiva (aquela em que as letras são emendadas umas nas outras) e recomendou que elas passassem a dedicar-se mais à digitação em teclados de computador decisão que deve ser acompanhada por outros quarenta Estados seguidores do mesmo currículo. Oficializa-se com isso algo que, na prática, já se percebe de forma acentuada, inclusive no Brasil(B. Diz à VEJA o especialista americano Mark Warschauer, professor da Universidade da Califórnia: "Ter destreza no computador tomou-se um bem infinitamente mais valioso do que produzir uma boa letra".
Ninguém de bom senso discorda disso. Um conjunto recente de pesquisas na área da neurociência, no entanto, sugere uma reflexão acerca dos efeitos devastadores do computador sobre a tradição da escrita em papel. Por meio da observação do cérebro de crianças e adultos, verificou-se, de forma bastante clara, que a escrita(D de próprio punho provoca uma atividade significativamente mais intensa que a da digitação na região dedicada ao processamento das informações armazenadas na memória (o córtex pré-frontal), o que tem conexão direta com a elaboração e a expressão de ideias. Está provado também que o ato de escrever desencadeia ligações entre os neurônios naquela parte do cérebro que faz o reconhecimento visual das palavras, contribuindo assim para a fluidez na leitura. Com a digitação, essa área fica inativa. "Pelas habilidades que requer, o exercício da escrita manual é mais sofisticado, por isso põe o cérebro para trabalhar com mais vigor", explica a neurocientista Elvira Souza Lima, especialista em desenvolvimento humano. Isso só vem reforçar a complexidade do problema sobre o qual as escolas estão hoje debruçadas.
Na Antiguidade, os egípcios tinham nas letras um objeto sagrado, inventado pelos deuses. Sinônimo de status, a caligrafia irretocável foi por séculos na China um pré- requisito para ingressar na prestigiada carreira pública. No Brasil, a caligrafia constava entre as habilidades avaliadas nos exames de admissão do antigo ginásio até a década de 70, e era ensinada com esmero na sala de aula. O hábito da escrita vem caindo em desuso à medida que o computador - cujo primeiro chip foi traçado pelo americano Gordon Moore de posse de um velho lápis - se dissemina. Até aqui, foi a palavra eternizada em papel (ou pedra, pergaminho, papiro) que se encarregou de registrar a história da humanidade, não raro em garranchos deixados por seus protagonistas. O computador traz uma nova dimensão à aquisição de conhecimento e à interação entre as gerações que chegam aos bancos escolares. Para elas, escrever à mão corre o risco de se tornar apenas mais um registro do passado guardado em arquivo digital.
(Veja. ed. 2227, ano 44, nº 30, p. 94, 27 de julho de 2011.) Texto adaptado.
Marque a alternativa em que a colocação do pronome oblíquo átono destacado pode ser feita por meio da próclise ou da ênclise.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Marque o lançamento CORRETO, uma vez que seus históricos estão adequados:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Tendo em vista que:
I. A Contabilidade estuda e controla o patrimônio, registrando todas as ocorrências nele verificadas.
II. A Contabilidade estuda e controla o patrimônio, para fornecer informações sobre sua composição e variações, bem como sobre o resultado econômico decorrente da gestão da riqueza patrimonial.
Estas afirmativas correspondem respectivamente:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO 1
A mão ativa o cérebro
Luís Guilherme Barrucho
O momento em que o homem começou a expressar-se por meio da escrita, gravando caracteres em tabletas de argila há cerca de 5000 anos, marca o fim da pré-história e a pedra fundamental das civilizações tal como as conhecemos hoje. Mas a maneira como desde então a humanidade vem perpetuando sua memória e transmitindo conhecimento de uma geração para outra pode virar peça de museu. Na semana passada, uma decisão tomada nos Estados Unidos veio reforçar essa ideia que tanto atormenta os (cada vez mais raros) entusiastas do lápis e do papel. Em ato inédito, o governo do Estado de Indiana desobrigou as escolas de ensinar a escrita cursiva (aquela em que as letras são emendadas umas nas outras) e recomendou que elas passassem a dedicar-se mais à digitação em teclados de computador decisão que deve ser acompanhada por outros quarenta Estados seguidores do mesmo currículo. Oficializa-se com isso algo que, na prática, já se percebe de forma acentuada, inclusive no Brasil. Diz à VEJA o especialista americano Mark Warschauer, professor da Universidade da Califórnia: "Ter destreza no computador tomou-se um bem infinitamente mais valioso do que produzir uma boa letra".
Ninguém de bom senso discorda disso. Um conjunto recente de pesquisas na área da neurociência, no entanto, sugere uma reflexão acerca dos efeitos devastadores do computador sobre a tradição da escrita em papel. Por meio da observação do cérebro de crianças e adultos, verificou-se, de forma bastante clara, que a escrita de próprio punho provoca uma atividade significativamente mais intensa que a da digitação na região dedicada ao processamento das informações armazenadas na memória (o córtex pré-frontal), o que tem conexão direta com a elaboração e a expressão de ideias. Está provado também que o ato de escrever desencadeia ligações entre os neurônios naquela parte do cérebro que faz o reconhecimento visual das palavras, contribuindo assim para a fluidez na leitura. Com a digitação, essa área fica inativa(III. "Pelas habilidades que requer, o exercício da escrita manual é mais sofisticado, por isso põe o cérebro para trabalhar com mais vigor", explica a neurocientista Elvira Souza Lima, especialista em desenvolvimento humano. Isso só vem reforçar a complexidade do problema sobre o qual as escolas estão hoje debruçadas.
Na Antiguidade, os egípcios tinham nas letras um objeto sagrado, inventado pelos deuses. Sinônimo de status, a caligrafia irretocável foi por séculos na China um pré-requisito para ingressar na prestigiada carreira pública(I. No Brasil, a caligrafia constava entre as habilidades avaliadas nos exames de admissão do antigo ginásio até a década de 70, e era ensinada com esmero na sala de aula(II. O hábito da escrita vem caindo em desuso à medida que o computador - cujo primeiro chip foi traçado pelo americano Gordon Moore de posse de um velho lápis - se dissemina. Até aqui, foi a palavra eternizada em papel(IV (ou pedra, pergaminho, papiro) que se encarregou de registrar a história da humanidade, não raro em garranchos deixados por seus protagonistas. O computador traz uma nova dimensão à aquisição de conhecimento e à interação entre as gerações que chegam aos bancos escolares. Para elas, escrever à mão corre o risco de se tornar apenas mais um registro do passado guardado em arquivo digital.
(Veja. ed. 2227, ano 44, nº 30, p. 94, 27 de julho de 2011.) Texto adaptado.
O texto apresenta alguns períodos nos quais o uso ou o não-uso da vírgula foi feito de maneira INCORRETA.
I. “[...] a caligrafia irretocável foi por séculos na China um pré-requisito para ingressar na prestigiada carreira pública.”
II. “[...] a caligrafia constava entre as habilidades avaliadas nos exames de admissão do antigo ginásio até a década de 70, e era ensinada com esmero na sala de aula.”
III. “Com a digitação, essa área fica inativa.”
IV. “Até aqui, foi a palavra eternizada em papel [...]”
Pode-se afirmar que o uso ou o não- uso da vírgula está gramaticalmente CORRETO:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO 1
O menino que mentia
Um pastor costumava levar seu rebanho para fora da aldeia.
Um dia resolveu pregar uma peça nos vizinhos.
─ Um lobo! Um lobo! Socorro! Ele vai comer minhas ovelhas! Os vizinhos largaram o trabalho e saíram correndo para o campo para socorrer o menino.
Mas encontraram-no às gargalhadas. Não havia lobo nenhum.
Ainda outra vez ele fez a mesma brincadeira e todos vieram ajudar; e ele caçoou de todos.
Mas um dia o lobo apareceu de fato e começou a atacar as ovelhas. Morrendo de medo, o menino saiu correndo.
─ Um lobo! Um lobo! Socorro!
Os vizinhos ouviram, mas acharam que era caçoada. Ninguém socorreu e o pastor
perdeu todo o rebanho.
perdeu todo o rebanho.
Moral: Ninguém acredita quando o mentiroso fala a verdade.
BENNETT, William J. O livro das virtudes para crianças. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997. Disponível em http://www.coronelsarmento.xpg.com.br/4serie_5ano.pdf. Acesso em: 27 ago. 11
O TEXTO 1 pertence ao gênero textual fábula, ou seja, é uma pequena narrativa em que são narrados fatos imaginários ou não para sugerir uma reflexão de ordem moral com intervenção de pessoas e animais. No final da fábula, aparece uma frase chamada de moral da história, uma reflexão que resume a narrativa.
Com base na moral da história do texto 1, marque a alternativa cujo provérbio confirma a moral da história desse texto.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No Balanço Financeiro em que nos ingressos extra- orçamentários constam a rubrica Restos a Pagar com valores diferentes de zero, é CORRETO afirmar que o fato demonstra:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Quanto aos direitos sociais previstos na Constituição Federal de 1988, todas as alternativas estão corretas, EXCETO:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container