Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

1165942 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Lagoa Prata-MG
São poderes independentes e harmônicos no âmbito do Município:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1165941 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Lagoa Prata-MG
A expressão N(t) = N0 (0,5)-t/prelaciona a quantidade inicial de material radioativo (N0) e o tempo de desintegração da amostra (t). O tempo que um elemento leva para desintegrar metade de sua massa é chamado meia-vida do elemento radiotivo (p). Em um fenômeno análogo a desintegração radiotiva, essa expressão permite conhecer a absorção de medicamentos pelo organismo humano, desde que se conheça a meia-vida do medicamento e a dosagem inicial. Assim sendo, se uma pessoa ingeriu 50 mg de um determinado medicamento cuja meia-vida é de 3 horas, então é CORRETO afirmar que, após 12 horas de sua ingestão, a quantidade de medicamento ainda presente no organismo dessa pessoa, em mg,corresponde a:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1165940 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Lagoa Prata-MG
Se os ângulos internos de um triângulo estão em Progressão Aritmética de razão 40º, então é CORRETO afirmar que a medida do menor ângulo agudo desse triângulo é igual a:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1165939 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Lagoa Prata-MG

A intensidade I de um terremoto, medida na escala Richter, é um número real tal que 0 ≤ I ≤ 8,9 sendo 8,9 a intensidade do maior terremoto já conhecido. Nessa escala, a intensidade é dada pela expressão enunciado 1165939-1 representando E a energia liberada pelo terremoto, medida em quilowatt-hora, E0 = 7 X 10-3 kwh.

Nessas condições, É CORRETO afirmar que a energia liberada em um terremoto de intensidade igual a 8 na escala Richter, em KWh, corresponde a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1165938 Ano: 2016
Disciplina: Estatística
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Lagoa Prata-MG
Uma fábrica de roupas produz três tipos de camisas masculinas: TIPO A (social), TIPO B (esporte) e TIPO C (esporte fino). A produção de cada um dos três modelos demanda os serviços de três departamentos: corte, costura e embalagem. A tabela abaixo informa sobre o número de horas que cada camisa permanece em cada departamento, bem como o total de horas que cada departamento pode funcionar semanalmente durante a produção das camisas. De acordo com as informações da tabela, é CORRETO afirmar que a quantidade de camisas do tipo social produzida por semana nessa fábrica é igual a: enunciado 1165938-1
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1165936 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Lagoa Prata-MG
Provas:

Viver para postar

Gregório Duduvier

Amo fazer aniversário. Quando era pequeno (continuo pequeno, eu sei, mas nessa época era bem pequeno), lembro da frase mágica: "Hoje você pode fazer o que você quiser" – e o que eu queria era muita coisa. Queria o Tívoli Park, o chico cheese, o Parque da Mônica, tudo ao mesmo tempo. Sempre acabava optando pelo Tívoli Park – Pasárgada da minha infância, onde era feliz – e sabia.

Hoje já não tem Tívoli Park – minha Pasárgada fechou depois de diversos casos de assalto dentro do trem-fantasma – mas a memória dessa liberdade plena e irrestrita volta sempre que faço aniversário. Por isso, não reclamem se esta coluna flertar com a autoajuda. Hoje esse é o meu Tívoli Park.

Ser feliz é a melhor maneira de parecer um idiota completo. Para muita gente, a felicidade dos outros é um acinte. E não estou falando dos invejosos. Não consigo acreditar que existam invejosos de mim, para mim essa paranoia com a inveja alheia é delírio narcísico.

Estou falando dos cronicamente insatisfeitos – esses sim existem, e são muitos. Experimenta dizer que está feliz. O olhar vai ser fulminante, assim como a resposta mental: "Como é que esse imbecil pode ser feliz num país desses, num calor desses, com um dólar desses?".

Aprendi que reclamar do calor ou do dólar não reduz a temperatura nem o dólar. Aprendi que a lei de Murphy só existe pra quem acredita nela. E aprendi que reparar na felicidade te ajuda a reconhecê-la quando esbarrar com ela de novo – e acho que isso foi o mais importante.

"A gente só reconhece a felicidade pelo barulhinho que ela faz quando vai embora", dizia o Jacques Prévert. Dificílimo reconhecer a felicidade quando ela ainda está no recinto. Caso reconheça, é fundamental fotografar, escrever, desenhar, filmar. Para isso servem nossos smartphones: para estocar os mais diversos tipos de felicidade em pixels, áudios e blocos de nota. Às vezes a necessidade de registro pode parecer uma fuga do presente, mas, pelo contrário, é a documentação da felicidade que estica o presente para a vida toda.

Sempre que se depara com os melhores momentos da vida – e no caso dele isso acontece quase todo dia – meu padrasto exclama, com voz de barítono: "Felicidade é isso aqui". Aproveito para dizer: hoje faço 29 anos e estou irremediavelmente feliz. Desculpem todos. Vai passar. Mas enquanto isso, aproveito para exclamar, antes que passe: "Felicidade é isso aqui”.

Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2015/04/1615741-viver-parapostar.shtml Acesso em:7 set. 2016.

Vocabulário:

Tivoli Park foi um parque de diversões localizado no bairro da Lagoa, na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Funcionou de 1973 a 1995.

Em: “Ser feliz é a melhor maneira de parecer um idiota completo”, o termo destacado exerce a função de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1165933 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Lagoa Prata-MG
Provas:
A crase é obrigatória em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1165930 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Lagoa Prata-MG
Provas:
Há hiato em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1165925 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Lagoa Prata-MG
Provas:

Viver para postar

Gregório Duduvier

Amo fazer aniversário. Quando era pequeno (continuo pequeno, eu sei, mas nessa época era bem pequeno), lembro da frase mágica: "Hoje você pode fazer o que você quiser" – e o que eu queria era muita coisa. Queria o Tívoli Park, o chico cheese, o Parque da Mônica, tudo ao mesmo tempo. Sempre acabava optando pelo Tívoli Park – Pasárgada da minha infância, onde era feliz – e sabia.

Hoje já não tem Tívoli Park – minha Pasárgada fechou depois de diversos casos de assalto dentro do trem-fantasma – mas a memória dessa liberdade plena e irrestrita volta sempre que faço aniversário. Por isso, não reclamem se esta coluna flertar com a autoajuda. Hoje esse é o meu Tívoli Park.

Ser feliz é a melhor maneira de parecer um idiota completo. Para muita gente, a felicidade dos outros é um acinte. E não estou falando dos invejosos. Não consigo acreditar que existam invejosos de mim, para mim essa paranoia com a inveja alheia é delírio narcísico.

Estou falando dos cronicamente insatisfeitos – esses sim existem, e são muitos. Experimenta dizer que está feliz. O olhar vai ser fulminante, assim como a resposta mental: "Como é que esse imbecil pode ser feliz num país desses, num calor desses, com um dólar desses?".

Aprendi que reclamar do calor ou do dólar não reduz a temperatura nem o dólar. Aprendi que a lei de Murphy só existe pra quem acredita nela. E aprendi que reparar na felicidade te ajuda a reconhecê-la quando esbarrar com ela de novo – e acho que isso foi o mais importante.

"A gente só reconhece a felicidade pelo barulhinho que ela faz quando vai embora", dizia o Jacques Prévert. Dificílimo reconhecer a felicidade quando ela ainda está no recinto. Caso reconheça, é fundamental fotografar, escrever, desenhar, filmar. Para isso servem nossos smartphones: para estocar os mais diversos tipos de felicidade em pixels, áudios e blocos de nota. Às vezes a necessidade de registro pode parecer uma fuga do presente, mas, pelo contrário, é a documentação da felicidade que estica o presente para a vida toda.

Sempre que se depara com os melhores momentos da vida – e no caso dele isso acontece quase todo dia – meu padrasto exclama, com voz de barítono: "Felicidade é isso aqui". Aproveito para dizer: hoje faço 29 anos e estou irremediavelmente feliz. Desculpem todos. Vai passar. Mas enquanto isso, aproveito para exclamar, antes que passe: "Felicidade é isso aqui”.

Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2015/04/1615741-viver-parapostar.shtml Acesso em:7 set. 2016.

Vocabulário:

Tivoli Park foi um parque de diversões localizado no bairro da Lagoa, na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Funcionou de 1973 a 1995.

Há traços de linguagem oral em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1165924 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Lagoa Prata-MG
Provas:

Viver para postar

Gregório Duduvier

Amo fazer aniversário. Quando era pequeno (continuo pequeno, eu sei, mas nessa época era bem pequeno), lembro da frase mágica: "Hoje você pode fazer o que você quiser" – e o que eu queria era muita coisa. Queria o Tívoli Park, o chico cheese, o Parque da Mônica, tudo ao mesmo tempo. Sempre acabava optando pelo Tívoli Park – Pasárgada da minha infância, onde era feliz – e sabia.

Hoje já não tem Tívoli Park – minha Pasárgada fechou depois de diversos casos de assalto dentro do trem-fantasma – mas a memória dessa liberdade plena e irrestrita volta sempre que faço aniversário. Por isso, não reclamem se esta coluna flertar com a autoajuda. Hoje esse é o meu Tívoli Park.

Ser feliz é a melhor maneira de parecer um idiota completo. Para muita gente, a felicidade dos outros é um acinte. E não estou falando dos invejosos. Não consigo acreditar que existam invejosos de mim, para mim essa paranoia com a inveja alheia é delírio narcísico.

Estou falando dos cronicamente insatisfeitos – esses sim existem, e são muitos. Experimenta dizer que está feliz. O olhar vai ser fulminante, assim como a resposta mental: "Como é que esse imbecil pode ser feliz num país desses, num calor desses, com um dólar desses?".

Aprendi que reclamar do calor ou do dólar não reduz a temperatura nem o dólar. Aprendi que a lei de Murphy só existe pra quem acredita nela. E aprendi que reparar na felicidade te ajuda a reconhecê-la quando esbarrar com ela de novo – e acho que isso foi o mais importante.

"A gente só reconhece a felicidade pelo barulhinho que ela faz quando vai embora", dizia o Jacques Prévert. Dificílimo reconhecer a felicidade quando ela ainda está no recinto. Caso reconheça, é fundamental fotografar, escrever, desenhar, filmar. Para isso servem nossos smartphones: para estocar os mais diversos tipos de felicidade em pixels, áudios e blocos de nota. Às vezes a necessidade de registro pode parecer uma fuga do presente, mas, pelo contrário, é a documentação da felicidade que estica o presente para a vida toda.

Sempre que se depara com os melhores momentos da vida – e no caso dele isso acontece quase todo dia – meu padrasto exclama, com voz de barítono: "Felicidade é isso aqui". Aproveito para dizer: hoje faço 29 anos e estou irremediavelmente feliz. Desculpem todos. Vai passar. Mas enquanto isso, aproveito para exclamar, antes que passe: "Felicidade é isso aqui”.

Disponível em:http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2015/04/1615741-viver-parapostar.shtml Acesso em:7 set. 2016.

Vocabulário:

Tivoli Park foi um parque de diversões localizado no bairro da Lagoa, na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Funcionou de 1973 a 1995.

A ideia expressa pelos articuladores sintáticos está corretamente determinada entre parênteses, EXCETO em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas