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Foram encontradas 235 questões.

2444261 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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Considera-se função institucional do Ministério Público, prevista pela Constituição Federal:

 

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2444189 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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No Windows XP, a combinação de teclas ALT+TAB:

 

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2444052 Ano: 2012
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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A Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde trata amplamente dos riscos ocupacionais:

 

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2444033 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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As dotações destinadas à aquisição de bens de capital já em utilização, classificam-se como:

 

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2443944 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Encantos e ilusões do namoro virtual

Esqueça o olho no olho ou as paixões à primeira vista. O futuro do sexo e do amor pode estar na frente da tela de um computador ou de um celular. Hoje, boa parcela dos jovens (não apenas eles) busca seu par pelos meios virtuais. E não são apenas os tímidos. Os mais exibidos também usam a internet, muitas vezes de forma arriscada, para iniciar contatos. As redes sociais são o ponto de encontro preferencial. Vasculhando o perfil de amigos e conhecidos, é possível localizar alguém que desperte o interesse e, melhor, com algum tipo de referência (mesmo que mínima). Galanteios virtuais e mensagens cifradas podem iniciar a paquera. Com aplicativos de celulares, que usam ferramentas de localização e mapeiam quem está por perto, é possível enxergar os alvos em potencial e iniciar a corte.

O encontro pode ser às cegas. As salas de bate-papo dos principais provedores de acesso e sites especializados estão lotadas. Ali o risco é maior, pela falta de referências. É claro que, do total desconhecimento ao encontro real, pode haver algumas etapas. Uma espiada numa rede social, a troca de fotos, o contato por câmera e uma conversa por voz podem dar algumas pistas. Mas o efeito surpresa persiste.

Um fator que alimenta as relações virtuais é a economia de tempo (cada vez mais escasso na vida urbana). Tem gente que passa muito mais tempo na rede do que no mundo real, um sintoma revelador de certa dificuldade de se relacionar com o outro. À distância, pela internet, as pessoas parecem mais desinibidas para expressar emoções e desejos que demorariam mais para aparecer em outras circunstâncias. Num mundo em que a evasão da privacidade virou quase uma regra, exibir sentimentos e imagens pode parecer uma conduta apropriada.

Mas os namoros virtuais levantam várias questões. A primeira envolve a fidelidade. Da mesma forma que as duas almas se encontraram no vasto espaço virtual, será que amanhã não vão facilmente teclar em busca de outros contatos? Os relacionamentos têm acabado quando um dos envolvidos encontra provas cabais de atividades “extraoficiais” em e-mails, mensagens instantâneas ou recados em redes sociais. Além disso, como avaliar as intenções da pessoa? São frequentes os relatos de problemas (inclusive violência) nos encontros nascidos de contatos virtuais. E aonde vão parar fotos e vídeos que, no calor do momento, revelam muito mais do que seria adequado? Como apagar da internet as memórias que podem atrapalhar e comprometer o futuro afetivo e até profissional? Se a internet facilita tanto os encontros, também é importante repensar esse grande espaço por onde hoje podemos levar nosso coração para passear.

(BOUER, Jairo.Revista Época. São Paulo: editora Globo. nº 715, de 30.01.2012. p.27)

Apenas uma opção está em DESACORDO com as ideias do autor:

 

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2443920 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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Leia o texto e responda à questão proposta:

Ainda não estive com o livro nas mãos, mas já ouvi algo a respeito e me parece que deve ser uma leitura não só interessante como necessária. Chama-se “O culto da emoção”, do filósofo francês Michel Lacroix, onde ele defende que a busca irrefreável por emoções fortes, tendência dos dias de hoje, é, no fundo, um sintoma da nossa insensibilidade. “É de lirismo verdadeiro que precisamos, não de adrenalina”, diz o autor. Ou seja, andamos muito trepidantes e frenéticos, mas pouco contemplativos.

Generalizando, dá pra dizer que todos nós ficamos meio robotizados e só conseguimos nos emocionar se formos estimulados pela velocidade e pelo risco: só se houver perigo, só se for radical, só se for inédito, só se causar impacto. Não que isso deva ser contraindicado. Creio que uma dose de enfrentamento com o desconhecido faz bem para qualquer pessoa. Testar os próprios limites pode ser não só prazeroso como educativo, desde que você se responsabilize(a) pelo que faz e não arraste forçosamente aqueles que nada têm a ver com suas ambições aventureiras. Vá você e que Deus lhe acompanhe.

O que não dá é para viciar-se em novidades e perder a capacidade de comover-se com o banal, pela simples razão que emoção nenhuma é banal se for autêntica. Só as emoções obrigatórias é que são ordinárias. Nascimentos, casamentos e mortes emocionam apenas os que estão realmente envolvidos, senão é teatro − aquele teatrinho básico que se pratica em sociedade.(b)

Lembro como se fosse ontem, mas aconteceu há exatos 20 anos. Eu estava sozinha − não havia um único rosto conhecido a menos de um oceano de distância − sentada na beira de um lago, recanto especialmente bonito. Foi então que me bateu uma felicidade sem razão(c) e sem tamanho. Deve ser o que chamam de plenitude. Não havia acontecido nada, eu apenas havia atingido uma conexão absoluta comigo mesma. Não há como contar isso sem ser piegas. Aliás, não há como contar, ponto. Não foi algo pensado, teorizado, arquitetado: foi apenas um sentimento, esta coisa tão rara.

De lá pra cá, nem hino nacional, nem gol, nem parabéns a você me tocam de fato. Isso são alegrias encomendadas, e mesmo quando bem-vindas, ainda assim são apenas alegrias, que é diferente de comoção . O que me cala profundamente(d) é perceber uma verdade que escapou dos lábios de alguém, um gesto que era pra ser invisível mas eu vi, um olhar que disse tudo, uma demonstração sincera de amizade, um cenário esplendoroso, um silêncio que se basta. E também sensações íntimas e indivisíveis: você conquistou, você conseguiu, você superou. Quem, além de você, vai alcançar a dimensão das suas pequenas vitórias particulares?

Eu disse pequenas? Me corrijo(e). Contemplar um lago, rever um amigo, rezar para seu próprio deus, ver seu filho crescer, perdoar, gostar de si mesmo: tudo isso é gigantesco pra quem ainda sabe sentir.

(MEDEIROS, Martha. Revista O GLOBO: 09/07/2006)

A ênclise do pronome átono que constitui exigência da variante formal da língua escrita encontra-se indicada em:

 

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2443697 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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Analise as assertivas abaixo e assinale a que está em DESACORDO com a Lei Orgânica Municipal de Linhares.

 

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2443645 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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A circunstância segundo a qual, em tese, poderia o procedimento de licitação ser realizado, mas que, pela particularidade do caso, decidiu o legislador não torná-lo obrigatório, designa-se:

 

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2443588 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Nós, os brasileiros

Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil.

Como sempre, eles falam da floresta amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, e olhos de serpentes hirtas acariciando esses corpos como dedos amorosos”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir aliumgrãozinho de realidade.

Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi sobretudo com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta –, fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos.

– A senhora é brasileira? – comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

Depois de ler num congresso de escritores em Amsterdam um trecho de um de meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos:

– Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!

Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo:

– Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?

A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.

Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também é culpa nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.

Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e...mato.

E eu, mulher, essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens neuróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais.

Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso.

E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

(LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record: 2005 (fragmento).)

Assinale a opção que indica, cor reta e respectivamente, a classe gramatical a que pertencem as palavras destacadas na frase: “Uma editora EUROPEIA ME pede QUE traduza poemas de autores estrangeiros SOBRE o Brasil.”

 

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2443557 Ano: 2012
Disciplina: Arquivologia
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

A Lei Federal n° 8.159, de 8/1/1991, define gestão de documentos como o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes à sua produção, tramitação, uso avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária, visando a sua eliminação ou o seu recolhimento para guarda permanente. Desta conceituação, pode-se considerar como fases básicas de gestão de documentos:

 

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