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Foram encontradas 40 questões.

Sobre as atribuições das comissões permanentes da Câmara Municipal de Londrina, previstas no seu regimento interno, relacione a coluna da esquerda com a da direita.
(I) Comissão dos Direitos Humanos e Defesa da Cidadania. (A) Emitir parecer sobre recursos interpostos às decisões da Presidência.
(II) Comissão de Política Urbana e Meio Ambiente. (B) Emitir parecer sobre ordenação e exploração dos serviços de transporte de passageiros e cargas.
(III) Comissão de Educação, Cultura e Desporto. (C) Zelar pela preservação e proteção das culturas populares e étnicas do Município.
(IV) Comissão de Justiça, Legislação e Redação. (D) Opinar em proposições que versem sobre organização institucional da saúde no Município.
(V) Comissão da Seguridade Social. (E) Emitir parecer sobre gestão da documentação governamental e patrimônio arquivístico municipal.
Assinale a alternativa que contém a associação correta.
 

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1569297 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Leia o texto a seguir e responda à questão.
Juíza diz que trabalhadores resgatados da escravidão são “viciados”
“Os trabalhadores são, em sua maioria, viciados em álcool e em drogas ilícitas, de modo que gastam todo o dinheiro do salário, perdem seus documentos e não voltam para o trabalho, quando não muitos praticam crimes.”
O comentário acima parece ter sido feito há mais de 100 anos, nos primórdios do mercado de trabalho assalariado no Brasil, mas foi proferido por uma juíza do Trabalho em Santa Catarina, neste ano. A juíza Herika Machado da Silveira Fischborn se referia a 156 trabalhadores que não recebiam salários há pelo menos dois meses e tiveram seus documentos retidos pelos donos da fazenda onde colhiam maçãs, em abril de 2010. Por lei, o empregador é obrigado a devolver a carteira de trabalho de um funcionário em até 48 horas após a assinatura do documento. Porém, segundo a juíza, a infração resultou em um suposto “benefício à sociedade”. Sem dinheiro, documentos e transporte, os trabalhadores não conseguiam voltar para suas casas no interior do Rio Grande do Sul, de onde haviam saído com promessas de emprego. Eles sequer A), B) conseguiam chegar à cidade mais próxima, São Joaquim, a 40 quilômetros da fazenda onde trabalhavam, por estrada de chão. Diante do caso, auditores fiscais do trabalho constataram o cerceamento de liberdade, suficiente para caracterizar trabalho análogo ao escravo, como define o Art. 149 do Código Penal. A juíza, porém, anulou parte dos autos de infração registrados pelos auditores. Segundo a magistrada, eles agiram “de forma cruel” ao permitir que os trabalhadores voltassem “ao ciclo vicioso de trabalho inadequado, vício, bebida, drogas, crack, crime e Estado passando a mão na cabeça”.
Juíza pede que Polícia Federal investigue auditores fiscais
A magistrada não só anulou parte da operação dos auditores fiscais do trabalho, mas também pediu que a Polícia Federal os investigasse. Segundo Fischborn, eles “praticaram crime” porque “forçaram, inventaram e criaram fatos inexistentes”. Ao negar os problemas encontrados no local, a juíza citou o procurador Marcelo D’Ambroso, que, durante a fiscalização, questionou a existência de trabalho escravo na fazenda. O procurador, hoje juiz do trabalho, teria dito que “não foi constatada a presença de barracos de lona ou choupanas para acomodação dos trabalhadores, uma das características típicas do trabalho escravo contemporâneo”. As cenas descritas pelos auditores fiscais e as fotografias tiradas na fazenda, porém, mostram que os alojamentos não se encaixam nos padrões mínimos determinados pelo Ministério do Trabalho, que devem nortear o trabalho dos auditores nessas fiscalizações.
Colchões não tinham cobertores e pregos estavam aparentes
Em uma das regiões mais frias do Brasil, os trabalhadores da fazenda moravam em um barracão de alvenaria, em camas com pregos expostos, sem lençóis ou cobertores, e em colchões de espumas desgastadas. Segundo a descrição feita à época, “os banheiros não possuíam portas e eram integrados aos quartos, fazendo com que a água do banho escorresse por debaixo das camas e aumentasse a umidade do local.” Ali, também não existiam sequer C) vassouras e outros equipamentos de limpeza. Lilian Rezende, a auditora fiscal que coordenou a ação, diz que não inventou fatos e que sequer D), E) foi ouvida pela juíza, que teria extrapolado as suas funções. “É um processo que desde o início me condena de pronto, sem permitir minha defesa.” Neste mês de setembro, a auditora levou o caso – cuja sentença foi proferida em março – ao Conselho Nacional da Justiça, responsável pela supervisão dos juízes em todo o país, e à Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae), vinculada à Secretaria de Direitos Humanos do Ministério da Justiça.
Outra juíza já havia derrubado autos de infração
A decisão de Herika não é a primeira a favor do empregador. O trabalho de fiscalização já havia sido derrubado por outra juíza do trabalho de Santa Catarina, em 2012. Na ocasião, a magistrada anulou a caracterização de trabalho análogo ao de escravo. O caso chegou ao Tribunal Superior do Trabalho, que devolveu o processo novamente para as instâncias inferiores, em Santa Catarina. O tribunal pediu que os 24 problemas encontrados pelos auditores fossem analisados separadamente, e que os juízes não entrassem no mérito do que definia ou não o trabalho escravo. Diante dessa sequência de decisões judiciais, o empregador não responderá na Justiça pelo crime de redução de pessoas a trabalho análogo ao de escravo. Já os auditores fiscais são os únicos que continuam a ter que se defender nesse caso.
(Adaptado de: LOCATELLI, P. Carta Capital. 19 set. 2016. Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/
sociedade/juiza-diz-que-trabalhadores-resgatados-da-escravidao-sao-201cviciados201d>. Acesso em: 16 nov. 2016.)
Sobre o termo “sequer”, assinale a alternativa correta.
 

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1542920 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Sobre o relacionamento do assessor de imprensa com os diversos atores envolvidos em sua rotina de trabalho, considere as afirmativas a seguir.
I. No que se refere à prevenção e à gestão de crises, espera-se que os assessores de imprensa descontextualizem informações e frases, alterem falas, simplifiquem questões complexas, enfatizem ângulos positivos.
II. No que se refere aos jornalistas que atuam nos meios de comunicação, espera-se que os assessores de imprensa sejam transparentes, não soneguem informações, ajam como facilitadores e mediadores, atendam agilmente às demandas, encaminhem soluções aos problemas apresentados.
III. No que se refere aos assessorados, espera-se que os assessores de imprensa planejem estrategicamente sua atividade, preparem as fontes para as entrevistas, criem oportunidades de gerar mídia espontânea, tenham estabilidade e sangue frio nos momentos de crise.
IV. No que se refere aos assessorados, alguns erros frequentes são que desejam ser notícia sempre, são prolixos, deixam perguntas sem respostas, ignoram o papel da assessoria.
Assinale a alternativa correta.
 

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1515039 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia a citação a seguir.
A triagem e a organização do material que chega à redação constituem o processo de conversão dos acontecimentos observados em notícias.
(GOLDING; ELLIOTT, 1979. p.102 apud WOLF, M. Teorias da Comunicação. Lisboa: Presença, 2002. p.240.)
Com base nessa citação e nos conhecimentos sobre as funções de uma assessoria de imprensa, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Gerar, sempre que possível, acontecimentos noticiáveis, independentemente de sua articulação com o planejamento estratégico da organização.
( ) Gerar e fornecer material credível e relevante, produzido segundo as convenções jornalísticas e no timing adequado aos meios de comunicação.
( ) Gerar o maior números de fatos noticiáveis possível, sejam eles positivos ou negativos, para criar maior visibilidade na mídia.
( ) Produzir e enviar, diariamente, releases aos meios de comunicação, mesmo quando não há fatos noticiáveis, na tentativa de garantir presença constante no noticiário.
( ) Apropriar-se dos valores-notícia e promover o agendamento dos acontecimentos institucionais de acordo com a rotinização das redações dos meios de comunicação.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
 

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1509865 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia o texto a seguir.
As crises, quando migram para a mídia, por menores que sejam, têm o poder de incomodar as organizações e os governos. Eles não sabem lidar bem com a imprensa nesses momentos e ficam extremamente vulneráveis e lentos para tomar decisões.
(FORNI, J. J. Comunicação em tempo de crise. In. DUARTE, J. Assessoria
de Imprensa e Relacionamento com a Mídia. São Paulo: Atlas, 2010. p.399.)
Sobre algumas recomendações para lidar bem com uma situação de crise, considere as afirmativas a seguir.
I. Criar um comitê de crise composto por altas lideranças, grupo de apoio de especialistas e comunicação para estudar vulnerabilidades e propor soluções.
II. Eleger um porta-voz que tenha conhecimento, habilidade e credibilidade no trato com a imprensa para centralizar a divulgação de informações.
III. Uma política de relacionamento é o caminho seguro para prevenir ou gerenciar crises.
IV. Quando o jornalista ou o veículo comete um erro ou uma injustiça que gera uma crise, deve-se acioná-los judicialmente.
Assinale a alternativa correta.
 

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1509716 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Quanto aos produtos e aos serviços desenvolvidos pelo jornalista de assessoria de imprensa, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Organização de press releases solicitados pela empresa ou organização e dirigidos à mídia impressa, eletrônica e web mídia.
( ) Produção de matérias, audiovisuais e artigos para uma sala de imprensa na web e house organs.
( ) Desenvolvimento de sites corporativos e Intranet para atendimento ao cliente e à equipe técnica da organização.
( ) Planejamento e organização de protocolos de relacionamentos nas mídias sociais.
( ) Desenvolvimento e execução de projeto para media training e preparação de porta-vozes.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
 

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1221610 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia a citação a seguir.
A assessoria de imprensa tem o papel de administrar informações jornalísticas das fontes para os meios de comunicação e vice-versa nas áreas pública e privada.
(LOPES, B. O que é assessoria de imprensa. São Paulo: Brasiliense, 2003. p.19.)
Com base na citação e nos conhecimentos sobre o desenvolvimento da Assessoria de Imprensa Pública no Brasil, assinale a alternativa correta.
 

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756645 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Leia o texto a seguir.
Há notícias de grande impacto local, regional, nacional ou internacional que jamais seriam publicadas na mídia impressa nem veiculadas na mídia eletrônica se não fosse a atividade de assessoria de imprensa.
(VIVEIROS, R.; EID, M. A. O Signo da Verdade: assessoria de imprensa feita por jornalistas. São Paulo: Summus, 2007. p.22.)
Em relação ao papel do assessor de imprensa, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Manter rotina de visitas pessoais e contatos telefônicos com clientes da empresa ou público externo da instituição assessorada.
( ) Interagir com os órgãos de imprensa, fornecendo-lhes informações relativas à empresa ou à instituição assessorada e organizar entrevistas quando necessário.
( ) Manter mailing atualizado dos veículos de comunicação e dos jornalistas para fornecer, sistematicamente, informações da organização assessorada.
( ) Criar, planejar e executar programas de integração com os públicos interno e externo das empresas assessoradas.
( ) Elaborar produtos jornalísticos, como fotografias e vídeos, e produtos da web mídia e da house organs.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
 

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355385 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Leia o texto a seguir e responda à questão.
Juíza diz que trabalhadores resgatados da escravidão são “viciados”
“Os trabalhadores são, em sua maioria, viciados em álcool e em drogas ilícitas, de modo que gastam todo o dinheiro do salário, perdem seus documentos e não voltam para o trabalho, quando não muitos praticam crimes.”
O comentário acima parece ter sido feito há mais de 100 anos, nos primórdios do mercado de trabalho assalariado no Brasil, mas foi proferido por uma juíza do Trabalho em Santa Catarina, neste ano. A juíza Herika Machado da Silveira Fischborn se referia a 156 trabalhadores que não recebiam salários há pelo menos dois meses e tiveram seus documentos retidos pelos donos da fazenda onde colhiam A), B), C) maçãs, em abril de 2010. Por lei, o empregador é obrigado a devolver a carteira de trabalho de um funcionário em até 48 horas após a assinatura do documento. Porém, segundo a juíza, a infração resultou em um suposto “benefício à sociedade”. Sem dinheiro, documentos e transporte, os trabalhadores não conseguiam voltar para suas casas no interior do Rio Grande do Sul, de onde haviam saído D), E) com promessas de emprego. Eles sequer conseguiam chegar à cidade mais próxima, São Joaquim, a 40 quilômetros da fazenda onde trabalhavam, por estrada de chão. Diante do caso, auditores fiscais do trabalho constataram o cerceamento de liberdade, suficiente para caracterizar trabalho análogo ao escravo, como define o Art. 149 do Código Penal. A juíza, porém, anulou parte dos autos de infração registrados pelos auditores. Segundo a magistrada, eles agiram “de forma cruel” ao permitir que os trabalhadores voltassem “ao ciclo vicioso de trabalho inadequado, vício, bebida, drogas, crack, crime e Estado passando a mão na cabeça”.
Juíza pede que Polícia Federal investigue auditores fiscais
A magistrada não só anulou parte da operação dos auditores fiscais do trabalho, mas também pediu que a Polícia Federal os investigasse. Segundo Fischborn, eles “praticaram crime” porque “forçaram, inventaram e criaram fatos inexistentes”. Ao negar os problemas encontrados no local, a juíza citou o procurador Marcelo D’Ambroso, que, durante a fiscalização, questionou a existência de trabalho escravo na fazenda. O procurador, hoje juiz do trabalho, teria dito que “não foi constatada a presença de barracos de lona ou choupanas para acomodação dos trabalhadores, uma das características típicas do trabalho escravo contemporâneo”. As cenas descritas pelos auditores fiscais e as fotografias tiradas na fazenda, porém, mostram que os alojamentos não se encaixam nos padrões mínimos determinados pelo Ministério do Trabalho, que devem nortear o trabalho dos auditores nessas fiscalizações.
Colchões não tinham cobertores e pregos estavam aparentes
Em uma das regiões mais frias do Brasil, os trabalhadores da fazenda moravam em um barracão de alvenaria, em camas com pregos expostos, sem lençóis ou cobertores, e em colchões de espumas desgastadas. Segundo a descrição feita à época, “os banheiros não possuíam portas e eram integrados aos quartos, fazendo com que a água do banho escorresse por debaixo das camas e aumentasse a umidade do local.” Ali, também não existiam sequer vassouras e outros equipamentos de limpeza. Lilian Rezende, a auditora fiscal que coordenou a ação, diz que não inventou fatos e que sequer foi ouvida pela juíza, que teria extrapolado as suas funções. “É um processo que desde o início me condena de pronto, sem permitir minha defesa.” Neste mês de setembro, a auditora levou o caso – cuja sentença foi proferida em março – ao Conselho Nacional da Justiça, responsável pela supervisão dos juízes em todo o país, e à Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae), vinculada à Secretaria de Direitos Humanos do Ministério da Justiça.
Outra juíza já havia derrubado autos de infração
A decisão de Herika não é a primeira a favor do empregador. O trabalho de fiscalização já havia sido derrubado por outra juíza do trabalho de Santa Catarina, em 2012. Na ocasião, a magistrada anulou a caracterização de trabalho análogo ao de escravo. O caso chegou ao Tribunal Superior do Trabalho, que devolveu o processo novamente para as instâncias inferiores, em Santa Catarina. O tribunal pediu que os 24 problemas encontrados pelos auditores fossem analisados separadamente, e que os juízes não entrassem no mérito do que definia ou não o trabalho escravo. Diante dessa sequência de decisões judiciais, o empregador não responderá na Justiça pelo crime de redução de pessoas a trabalho análogo ao de escravo. Já os auditores fiscais são os únicos que continuam a ter que se defender nesse caso.
(Adaptado de: LOCATELLI, P. Carta Capital. 19 set. 2016. Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/
sociedade/juiza-diz-que-trabalhadores-resgatados-da-escravidao-sao-201cviciados201d>. Acesso em: 16 nov. 2016.)
Quanto à concordância das formas verbais “colhiam” e “haviam saído”, assinale a alternativa correta.
 

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1674138 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, como devem ser desdobrados os artigos dos textos legais, conforme definido em legislação federal.
Questão Anulada e Desatualizada

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