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Tanta Gente
Quando, como hoje, relembro minha infância, imediatamente eles surgem arrastando trapos, descalços uns, mal calçados outros, vozes guturais em alguns, aqui e ali vozes claras, figuras físicas diversas, homens e mulheres, gordos e magros, todos vivendo além da fronteira da razão.
Relembro agora dos tipos populares de minha terra, no tempo de menina.
O “Diabo atrás da saia” era uma negra alta, magra, de pernas finas e tuíras. Sempre com um guarda-chuva que, de tanto fazer-lhe companhia, terminara parecendo com ela, fisicamente. Andava sempre espantando o diabo, que a perseguia colado à sua saia de cor indecisa. Gritava-se: ”Diabo atrás da saia!” e o guarda-chuva movimentava-se, ela esbravejava, dizia todos os palavrões do mundo e corria atrás dos moleques que éramos todos nós, meninos de meu tampo, ricos e pobres, negros e brancos.
Quantos anos teria aquela mulher? Como e onde vivia? Ninguém saberia dizê-lo, e só muito mais tarde, já mocinha, comecei a respeitá-la. “Diabo atrás da saia” teria uma estória de mocidade e de vida. Que fora, onde vivera? Foram perguntas que se impuseram mais tarde; nos dias de infância eu me divertia apenas gritando a alcunha da velha indiferente a seus sofrimentos, aos palavrões, à agitação que provocávamos naquela vida tão triste.
MORAIS, Eneida Costa de. Antologia Escolar de Crônicas, Rio de Janeiro, Edições de Ouro, [s/d]. p. 57-58.
Assinale a alternativa em que a divisão silábica está correta:
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No atendimento ao público NÃO devemos demonstrar:
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Tanta Gente
Quando, como hoje, relembro minha infância, imediatamente eles surgem arrastando trapos, uns, mal calçados outros, vozes guturais em alguns, aqui e ali vozes claras, figuras físicas diversas, homens e mulheres, gordos e magros, todos vivendo além da fronteira da razão.
Relembro agora dos tipos populares de minha terra, no tempo de menina.
O “Diabo atrás da saia” era uma negra alta, magra, de pernas finas e tuíras. Sempre com um guarda-chuva que, de tanto fazer-lhe companhia, terminara parecendo com ela, fisicamente. Andava sempre espantando o diabo, que a perseguia colado à sua saia de cor . Gritava-se: ”Diabo atrás da saia!” e o guarda-chuva movimentava-se, ela esbravejava, dizia todos os palavrões do mundo e corria atrás dos moleques que éramos todos nós, meninos de meu tampo, ricos e pobres, negros e brancos.
Quantos anos teria aquela mulher? Como e onde vivia? Ninguém saberia dizê-lo, e só muito mais tarde, já mocinha, comecei a respeitá-la. “Diabo atrás da saia” teria uma estória de mocidade e de vida. Que fora, onde vivera? Foram perguntas que se impuseram mais tarde; nos dias de infância eu me divertia apenas gritando a alcunha da velha indiferente a seus sofrimentos, aos palavrões, à que provocávamos naquela vida tão triste.
MORAIS, Eneida Costa de. Antologia Escolar de Crônicas, Rio de Janeiro, Edições de Ouro, [s/d]. p. 57-58.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto:
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Material é o ideal e seguro para se esterilizar as mãos depois de lavá-las:
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1300870
Ano: 2014
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Mamborê-PR
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Mamborê-PR
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NÃO é uma atribuição do Servente Geral na Câmara Municipal de Mamborê:
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1295732
Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Mamborê-PR
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Mamborê-PR
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Que tipo de comportamento deve ser adotado por todos os funcionários nos locais de trabalho?
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Tanta Gente
Quando, como hoje, relembro minha infância, imediatamente eles surgem arrastando trapos, descalços uns, mal calçados outros, vozes guturais em alguns, aqui e ali vozes claras, figuras físicas diversas, homens e mulheres, gordos e magros, todos vivendo além da fronteira da razão.
Relembro agora dos tipos populares de minha terra, no tempo de menina.
O “Diabo atrás da saia” era uma negra alta, magra, de pernas finas e tuíras. Sempre com um guarda-chuva que, de tanto fazer-lhe companhia, terminara parecendo com ela, fisicamente. Andava sempre espantando o diabo, que a perseguia colado à sua saia de cor indecisa. Gritava-se: ”Diabo atrás da saia!” e o guarda-chuva movimentava-se, ela esbravejava, dizia todos os palavrões do mundo e corria atrás dos moleques que éramos todos nós, meninos de meu tampo, ricos e pobres, negros e brancos.
Quantos anos teria aquela mulher? Como e onde vivia? Ninguém saberia dizê-lo, e só muito mais tarde, já mocinha, comecei a respeitá-la. “Diabo atrás da saia” teria uma estória de mocidade e de vida. Que fora, onde vivera? Foram perguntas que se impuseram mais tarde; nos dias de infância eu me divertia apenas gritando a alcunha da velha indiferente a seus sofrimentos, aos palavrões, à agitação que provocávamos naquela vida tão triste.
MORAIS, Eneida Costa de. Antologia Escolar de Crônicas, Rio de Janeiro, Edições de Ouro, [s/d]. p. 57-58.
Assinale a alternativa em que o plural se faz da mesma forma que “guarda-chuva” – “guarda-chuvas”:
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Uma casa é edificada em 52 dias por uma equipe de 15 pedreiros. Considerando o mesmo ritmo de trabalho, se essa equipe fosse constituída por 20 pedreiros, essa mesma casa seria edificada em:
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Ao lavar os cabelos diariamente você só NÃO elimina:
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Por uma questão de higiene, a toalha ideal a ser utilizada em locais com grande afluxo de pessoas deve ser fabricada em:
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