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Foram encontradas 315 questões.

2307725 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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No uso dos recursos do Edge da Microsoft, um funcionário de nível superior da Câmara Municipal de Mangaratiba executou dois atalhos de teclado, descritos a seguir.
I. Ctrl + E, para abrir uma pesquisa em uma das Barras do browser.
II. Ctrl + J, para abrir a janela de um Painel do mesmo browser.
A Barra e o Painel são, respectivamente, de
 

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2307724 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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A planilha da figura abaixo foi criada no software Calc da suíte LibreOffice 7.0.0.3, em Português.
Enunciado 3561518-1
Nessa planilha, foram executados os seguintes procedimentos:
I. Em D6, foi inserida uma expressão que adiciona exclusivamente os valores mostrados nas células A6 e A10.
II. Em D8, foi inserida uma expressão usando a função MENOR para determinar o menor número dentre todos nas células A6, A7, A8, A9 e A10.
III. Em D10, foi inserida a expressão =SE(MOD(D6;3)=0;"ALFA";"BETA").
As expressões inseridas em D6 e em D8 e o conteúdo mostrado em D10 são, respectivamente,
 

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2307723 Ano: 2020
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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De forma semelhante aos sistemas operacionais Windows, as distribuições Linux disponibilizam ambientes gráficos que funcionam como gerenciadores de pastas e arquivos. Dois exemplos desses gerenciadores no Linux são
 

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2307722 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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O texto abaixo foi digitado no editor Word do pacote MS Office 2019 BR, tendo sido aplicados negrito e itálico à citação “Nossa Senhora da Guia”, no quarto parágrafo, por meio de dois atalhos de teclado.
Enunciado 3561516-1
Os atalhos de teclado foram, respectivamente:
 

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2307721 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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A multifuncional 3 em 1 constitui exemplo de um dispositivo de entrada e saída de dados, existindo nas versões a laser ou a jato de tinta, possibilitando a integração das funcionalidades de três equipamentos num só. Além da impressão propriamente dita, as multifuncionais suportam as funções de
 

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2307720 Ano: 2020
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Leia o texto a seguir:

“No mundo globalizado atual, em que as culturas e mazelas sociais – com suas inevitáveis consequências ampliam-se a todos os campos da atividade humana, a segurança sobressai como uma das principais necessidades do homem no seu convívio social”.

O Brasil adota a teoria do monopólio estatal da força para constituir a garantia de segurança interna e liberdade. A autodefesa está adstrita à legítima defesa, estado de necessidade, exercício regular de direito, ou, por fim, como medida preventiva, a contratação de segurança privada. As atividades de segurança privada, com números cláusulos, são reguladas, controlados e fiscalizadas pela Polícia Federal. A segurança privada é subsidiária e complementar à segurança pública e subordina-se aos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade. Fora de controle, corre-se o risco de se perder de vista a distinção entre o público e o privado no domínio da segurança interna, bem como poderão surgir “milícias populares”, para grupos divergentes defenderem interesses próprios ou uns contra os outros, “exércitos particulares” para guardar áreas de domínio do crime, ou o combate da criminalidade por ‘iniciativa privada. ¹’

A profissão de vigilante possui regramento próprio no ordenamento jurídico brasileiro, onde há a definição dos requisitos mínimos para o exercício da função, os direitos e deveres, assim como as atividades a serem desempenhadas.

Dentre tais atribuições podemos destacar a de organizar o estacionamento e fiscalizar a entrada e estada de visitantes do local de trabalho, retirando os desrespeitosos quando assim necessário, verificar a segurança do local e seu entorno, assim como outras que lhe forem atribuídas.

Desta forma, podemos perceber que o exercício da função de vigilante é de suma importância para o bom funcionamento e segurança do local onde prestará seus serviços.

(Fonte: Manual do Vigilante. Brasil. Sitio eletrônico: www.pf.gov.br)

Com relação ao uniforme do vigilante, com base na Portaria nº 3.233/12, assinale a afirmativa correta.

 

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2307719 Ano: 2020
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Leia o texto a seguir:

“No mundo globalizado atual, em que as culturas e mazelas sociais – com suas inevitáveis consequências ampliam-se a todos os campos da atividade humana, a segurança sobressai como uma das principais necessidades do homem no seu convívio social”.

O Brasil adota a teoria do monopólio estatal da força para constituir a garantia de segurança interna e liberdade. A autodefesa está adstrita à legítima defesa, estado de necessidade, exercício regular de direito, ou, por fim, como medida preventiva, a contratação de segurança privada. As atividades de segurança privada, com números cláusulos, são reguladas, controlados e fiscalizadas pela Polícia Federal. A segurança privada é subsidiária e complementar à segurança pública e subordina-se aos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade. Fora de controle, corre-se o risco de se perder de vista a distinção entre o público e o privado no domínio da segurança interna, bem como poderão surgir “milícias populares”, para grupos divergentes defenderem interesses próprios ou uns contra os outros, “exércitos particulares” para guardar áreas de domínio do crime, ou o combate da criminalidade por ‘iniciativa privada. ¹’

A profissão de vigilante possui regramento próprio no ordenamento jurídico brasileiro, onde há a definição dos requisitos mínimos para o exercício da função, os direitos e deveres, assim como as atividades a serem desempenhadas.

Dentre tais atribuições podemos destacar a de organizar o estacionamento e fiscalizar a entrada e estada de visitantes do local de trabalho, retirando os desrespeitosos quando assim necessário, verificar a segurança do local e seu entorno, assim como outras que lhe forem atribuídas.

Desta forma, podemos perceber que o exercício da função de vigilante é de suma importância para o bom funcionamento e segurança do local onde prestará seus serviços.

(Fonte: Manual do Vigilante. Brasil. Sitio eletrônico: www.pf.gov.br)

Sobre as técnicas de vigilância preventiva, analise as afirmativas a seguir.

I. O vigilante deve estar alerta a tudo e a todos, tendo controle da situação local, por meio da inspeção visual em todo o local de segurança.

II. A atuação do vigilante é, prioritariamente, de caráter preventivo, de modo a inibir, dificultar e impedir qualquer ação delituosa, mostrando-se dinâmico nas suas atitudes.

III. Para que possam atuar com segurança preventiva, os vigilantes devem, além de ter aptidão física e mental para exercerem sua função, ser capazes de avaliar atitudes e comportamentos, prever cenários, inspecionar regularmente as dependências da empresa, controlar o fluxo e monitorar a movimentação de pessoas, agir adequadamente durante tumultos e manifestações, deliberar sobre pequenos problemas, entre outras atividades.

Assinale:

 

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2307717 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Sempre me intriga a notícia de que alguém foi preso “em atitude suspeita”. É uma frase cheia de significados. Existiriam atitudes inocentes e atitudes duvidosas diante da vida e das coisas e qualquer um de nós estaria sujeito a, distraidamente, assumir uma atitude que dá cadeia!
Delegado, prendemos este cidadão em atitude suspeita.
— Suspeita.
— Compreendo. Bom trabalho, rapazes. E o que é que ele alega?
— Diz que não estava fazendo nada e protestou contra a prisão.
Humm. Suspeitíssimo. Se fosse inocente não teria medo de vir dar explicações.
— Mas eu não tenho o que explicar! Sou inocente!
— É o que todos dizem, meu caro. A sua situação é preta. Temos ordem de limpar a cidade de pessoas em atitudes suspeita.
— Mas eu só estava esperando o ônibus!
— Ele fingia que estava esperando um ônibus, delegado.
Foi o que despertou a nossa suspeita.
— Ah! Aposto que não havia nem uma parada de ônibus por perto. Como é que ele explicou isso?
— Havia uma parada sim, delegado. O que confirmou a nossa suspeita. Ele obviamente escolheu uma parada de ônibus para fingir que espera o ônibus sem despertar suspeita.
— E o cara-de-pau ainda se declara inocente! Quer dizer que passava ônibus, passava ônibus e ele ali fingindo que o próximo é que era o dele? A gente vê cada uma…
— Não senhor, delegado. No primeiro ônibus que apareceu ele ia subir, mas nós agarramos ele primeiro.
— Era o meu ônibus, o ônibus que eu pego todos os dias para ir pra casa! Sou inocente!
— É a segunda vez que o senhor se declara inocente, o que é muito suspeito. Se é mesmo inocente, por que insistir tanto que é?
— E se eu me declarar culpado, o senhor vai me considerar inocente?
—Claro que não. Nenhum inocente se declara culpado, mas todo culpado se declara inocente. Se o senhor é tão inocente assim, por que estava tentando fugir?
— Fugir, como?
— Fugir no ônibus. Quando foi preso.
— Mas eu não tentava fugir. Era o meu ônibus, o que eu tomo sempre!
— Ora, meu amigo. O senhor pensa que alguém aqui é criança? O senhor estava fingindo que esperava um ônibus, em atitude suspeita, quando suspeitou destes dois agentes da lei ao seu lado. Tentou fugir e…
— Foi isso mesmo. Isso mesmo! Tentei fugir deles.
— Ah, uma confissão!
— Porque eles estavam em atitude suspeita, como o delegado acaba de dizer.
— O quê? Pense bem no que o senhor está dizendo. O senhor acusa estes dois agentes da lei de estarem em atitude suspeita?
— Acuso. Estavam fingindo que esperavam um ônibus e na verdade estavam me vigiando. Suspeitei da atitude deles e tentei fugir!
— Delegado…
— Calem-se! A conversa agora é outra. Como é que vocês querem que o público nos respeite se nós também andamos por aí em atitude suspeita? Temos que dar o exemplo. O cidadão pode ir embora. Está solto. Quanto a vocês…
— Delegado, com todo o respeito, achamos que esta atitude, mandando soltar um suspeito que confessou estar em atitude suspeita é um pouco…
— Um pouco? Um pouco?
— Suspeita.
(Luis Fernando Veríssimo)
“Humm. Suspeitíssimo. Se fosse inocente não teria medo de vir dar explicações”. Nessa frase há um adjetivo flexionado no grau
 

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2307716 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Sempre me intriga a notícia de que alguém foi preso “em atitude suspeita”. É uma frase cheia de significados. Existiriam atitudes inocentes e atitudes duvidosas diante da vida e das coisas e qualquer um de nós estaria sujeito a, distraidamente, assumir uma atitude que dá cadeia!
Delegado, prendemos este cidadão em atitude suspeita.
— Suspeita.
— Compreendo. Bom trabalho, rapazes. E o que é que ele alega?
— Diz que não estava fazendo nada e protestou contra a prisão.
— Humm. Suspeitíssimo. Se fosse inocente não teria medo de vir dar explicações.
— Mas eu não tenho o que explicar! Sou inocente!
— É o que todos dizem, meu caro. A sua situação é preta. Temos ordem de limpar a cidade de pessoas em atitudes suspeita.
— Mas eu só estava esperando o ônibus!
— Ele fingia que estava esperando um ônibus, delegado.
Foi o que despertou a nossa suspeita.
— Ah! Aposto que não havia nem uma parada de ônibus por perto. Como é que ele explicou isso?
— Havia uma parada sim, delegado. O que confirmou a nossa suspeita. Ele obviamente escolheu uma parada de ônibus para fingir que espera o ônibus sem despertar suspeita.
— E o cara-de-pau ainda se declara inocente! Quer dizer que passava ônibus, passava ônibus e ele ali fingindo que o próximo é que era o dele? A gente vê cada uma…
— Não senhor, delegado. No primeiro ônibus que apareceu ele ia subir, mas nós agarramos ele primeiro.
— Era o meu ônibus, o ônibus que eu pego todos os dias para ir pra casa! Sou inocente!
— É a segunda vez que o senhor se declara inocente, o que é muito suspeito. Se é mesmo inocente, por que insistir tanto que é?
— E se eu me declarar culpado, o senhor vai me considerar inocente?
—Claro que não. Nenhum inocente se declara culpado, mas todo culpado se declara inocente. Se o senhor é tão inocente assim, por que estava tentando fugir?
— Fugir, como?
— Fugir no ônibus. Quando foi preso.
— Mas eu não tentava fugir. Era o meu ônibus, o que eu tomo sempre!
— Ora, meu amigo. O senhor pensa que alguém aqui é criança? O senhor estava fingindo que esperava um ônibus, em atitude suspeita, quando suspeitou destes dois agentes da lei ao seu lado. Tentou fugir e…
— Foi isso mesmo. Isso mesmo! Tentei fugir deles.
— Ah, uma confissão!
— Porque eles estavam em atitude suspeita, como o delegado acaba de dizer.
— O quê? Pense bem no que o senhor está dizendo. O senhor acusa estes dois agentes da lei de estarem em atitude suspeita?
— Acuso. Estavam fingindo que esperavam um ônibus e na verdade estavam me vigiando. Suspeitei da atitude deles e tentei fugir!
— Delegado…
— Calem-se! A conversa agora é outra. Como é que vocês querem que o público nos respeite se nós também andamos por aí em atitude suspeita? Temos que dar o exemplo. O cidadão pode ir embora. Está solto. Quanto a vocês…
— Delegado, com todo o respeito, achamos que esta atitude, mandando soltar um suspeito que confessou estar em atitude suspeita é um pouco…
— Um pouco? Um pouco?
— Suspeita.
(Luis Fernando Veríssimo)
A característica principal do texto é
 

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2307715 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Sempre me intriga a notícia de que alguém foi preso “em atitude suspeita”. É uma frase cheia de significados. Existiriam atitudes inocentes e atitudes duvidosas diante da vida e das coisas e qualquer um de nós estaria sujeito a, distraidamente, assumir uma atitude que dá cadeia!
Delegado, prendemos este cidadão em atitude suspeita.
— Suspeita.
— Compreendo. Bom trabalho, rapazes. E o que é que ele alega!$ ^{(a} !$?
— Diz que não estava fazendo nada e protestou contra a prisão.
— Humm. Suspeitíssimo. Se fosse inocente não teria medo de vir dar explicações.
— Mas eu não tenho o que explicar! Sou inocente!
— É o que todos dizem, meu caro. A sua situação é preta. Temos ordem de limpar a cidade de pessoas em atitudes suspeita.
— Mas eu só estava esperando o ônibus!
— Ele fingia que estava esperando um ônibus, delegado.
Foi o que despertou a nossa suspeita.
— Ah! Aposto que não havia nem uma parada de ônibus por perto. Como é que ele explicou isso?
— Havia uma parada sim, delegado. O que confirmou a nossa suspeita. Ele obviamente escolheu uma parada de ônibus para fingir que espera o ônibus sem despertar suspeita.
— E o cara-de-pau ainda se declara inocente! Quer dizer que passava ônibus, passava ônibus e ele ali fingindo que o próximo é que era o dele? A gente vê cada uma…
— Não senhor, delegado. No primeiro ônibus que apareceu ele ia subir, mas nós agarramos ele primeiro.
— Era o meu ônibus, o ônibus que eu pego todos os dias para ir pra casa! Sou inocente!$ ^{(b} !$!
— É a segunda vez que o senhor se declara inocente, o que é muito suspeito. Se é mesmo inocente, por que insistir tanto que é?
— E se eu me declarar culpado, o senhor vai me considerar inocente?
—Claro que não. Nenhum inocente se declara culpado, mas todo culpado se declara inocente. Se o senhor é tão inocente assim, por que estava tentando fugir?
— Fugir, como?
— Fugir no ônibus. Quando foi preso.
— Mas eu não tentava fugir. Era o meu ônibus, o que eu tomo sempre!
— Ora, meu amigo. O senhor pensa que alguém aqui é criança? O senhor estava fingindo que esperava um ônibus, em atitude suspeita, quando suspeitou destes dois agentes da lei ao seu lado. Tentou fugir e…
— Foi isso mesmo. Isso mesmo! Tentei fugir deles!$ ^{(c} !$.
— Ah, uma confissão!
— Porque eles estavam em atitude suspeita, como o delegado acaba de dizer.
— O quê? Pense bem no que o senhor está dizendo. O senhor acusa estes dois agentes da lei de estarem em atitude suspeita?
— Acuso. Estavam fingindo que esperavam um ônibus e na verdade estavam me vigiando. Suspeitei da atitude deles e tentei fugir!
— Delegado…
— Calem-se! A conversa agora é outra!$ ^{(e} !$. Como é que vocês querem que o público nos respeite se nós também andamos por aí em atitude suspeita? Temos que dar o exemplo. O cidadão pode ir embora!$ ^{(d} !$. Está solto. Quanto a vocês…
— Delegado, com todo o respeito, achamos que esta atitude, mandando soltar um suspeito que confessou estar em atitude suspeita é um pouco…
— Um pouco? Um pouco?
— Suspeita.
(Luis Fernando Veríssimo)
Assinale a opção em que a forma verbal da frase está flexionada no tempo passado.
 

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