Foram encontradas 188 questões.
Língua Portuguesa: uma herança maldita?
Há uns bons anos, o debate público sobre a língua trazia
como novidade a noção de variante linguística, que, por si só,
tornava obsoleta a velha noção de erro gramatical. O que poderia haver, em determinadas circunstâncias, era o desvio da
norma-padrão, sendo esta uma das variedades da língua – notadamente a de maior prestígio social – entre outras também
válidas.
Nessa variante, rechaçada pelas classes letradas, a estrutura sintática é mais sintética que a da norma-padrão: o pronome “nós” já assinala o sujeito, que não precisaria ser repetido
na desinência verbal “-mos” de “pegamos”, e o artigo “os” já
assinala o plural, que não precisaria ser repetido na desinência
de plural “-s” “de peixes”. Em suma: “Nós pegamos os peixes” e
“Nós pega os peixe” têm o mesmo grau de eficiência comunicativa, sendo variantes de estrato social (chamadas “variantes
diastráticas”).
Se, de um ponto de vista essencialmente gramatical, as
duas construções são válidas, a sociedade se vê obrigada a
aceitar que o ensino da norma-padrão é elitista, pois valoriza
o registro da classe dominante. A discussão desloca-se, portanto, do terreno da gramática para o da sociologia.
Sendo a norma-padrão a norma dos estratos mais altos
e mais bem escolarizados da sociedade, claro está que essas
pessoas são os seus defensores naturais (ou assim se presume). Os estratos menos escolarizados, usuários de variantes de menor prestígio, por sua vez, dificilmente se engajam
nesse debate, que é, afinal, acadêmico. A classe média, no entanto, é o estrato que parece mais preocupado com a questão
do preconceito linguístico, decorrente dessa diferença de prestígio entre as variantes.
Que fazer, então, para eliminar o odioso preconceito linguístico? Foram (e têm sido) muitos os textos e livros publicados
sob essa rubrica, mas, na prática, o que se via era uma atitude
condescendente em relação às variantes de baixo prestígio e a
continuação da adoção da norma-padrão como cânone nas
escolas. O professor passou a levar a questão das variantes para
a sala de aula, mas continuava a ensinar a norma-padrão, que é,
afinal, a variante mais cultivada pelos escritores da tradição e,
em razão de seus recursos, aparentemente mais apropriada
para a escrita de textos filosóficos, científicos e jurídicos, entre
outros.
Hoje, esse debate ganhou novos contornos. A norma-padrão passou do status de variante elitista, que deveria ser
apreendida durante a vida escolar, ao de língua do colonizador,
tida agora como um repositório ideológico eurocêntrico, que se
impôs no Brasil mediante o apagamento de diferentes matrizes
culturais. Estamos diante de um problema bem mais complexo.
Conquanto se fale muito no apagamento de importantes
matrizes culturais, especialmente as dos povos indígenas e as
dos africanos, suas marcas estão presentes no português do Brasil. A olho nu, estão no léxico comum e na toponímia (nomes
de lugares, cidades, acidentes geográficos, rios etc.) e, mais que
isso, pesquisadores têm buscado mostrar que o ritmo de nossa
fala e diversas características fonéticas do nosso português deitam raízes na influência africana em solo brasileiro.
A língua tem o poder de absorver e refletir os jogos de
forças que se travam na sociedade. Mais importante do que
cascavilhar o dicionário em busca de expressões de conotação negativa “que devem ser evitadas” é empreender a luta
concreta em defesa dos direitos de todos os segmentos oprimidos, porque a língua, necessariamente, vai refletir as conquistas reais e concretas de todos.
Mesmo essa adesão, porém, ainda que bastante presente
no ambiente universitário, é pouca coisa diante da discussão
sobre “decolonização”, a qual, no plano da língua, se corporifica,
mais uma vez, na ojeriza à norma-padrão. A crítica, agora, parece subir de tom. Seu alvo não são mais as nossas “elites letradas” (as que aplicam as regras de concordância), mas a nossa
herança cultural eurocêntrica. Que fazer? Abolir a norma-padrão?
Queimar as gramáticas da língua portuguesa em praça pública?
Parece mais sensato deixar que a norma-padrão, que é
uma norma de referência para a produção de textos escritos
formais, vá sendo naturalmente alargada ou modificada, como,
de resto, tem ocorrido na história. A ideia de que a diversidade
deve substituir a unidade, pois esta seria falsa e opressiva enquanto aquela seria real, leva-nos a imaginar, no futuro, um
Estado das dimensões do Brasil como um território linguisticamente fragmentado. Essa questão, como se pode intuir, é política. Aguardemos
(NICOLETI, Thaís. Língua portuguesa: uma herança maldita? Folha de
São Paulo, 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/
thais-nicoleti/2022/08/lingua-portuguesa-uma-heranca-maldita.shtml.
Acesso em: 29/08/2022. Adaptado.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Língua Portuguesa: uma herança maldita?
Há uns bons anos, o debate público sobre a língua trazia
como novidade a noção de variante linguística, que, por si só,
tornava obsoleta a velha noção de erro gramatical. O que poderia haver, em determinadas circunstâncias, era o desvio da
norma-padrão, sendo esta uma das variedades da língua – notadamente a de maior prestígio social – entre outras também
válidas.
Nessa variante, rechaçada pelas classes letradas, a estrutura sintática é mais sintética que a da norma-padrão: o pronome “nós” já assinala o sujeito, que não precisaria ser repetido
na desinência verbal “-mos” de “pegamos”, e o artigo “os” já
assinala o plural, que não precisaria ser repetido na desinência
de plural “-s” “de peixes”. Em suma: “Nós pegamos os peixes” e
“Nós pega os peixe” têm o mesmo grau de eficiência comunicativa, sendo variantes de estrato social (chamadas “variantes
diastráticas”).
Se, de um ponto de vista essencialmente gramatical, as
duas construções são válidas, a sociedade se vê obrigada a
aceitar que o ensino da norma-padrão é elitista, pois valoriza
o registro da classe dominante. A discussão desloca-se, portanto, do terreno da gramática para o da sociologia.
Sendo a norma-padrão a norma dos estratos mais altos
e mais bem escolarizados da sociedade, claro está que essas
pessoas são os seus defensores naturais (ou assim se presume). Os estratos menos escolarizados, usuários de variantes de menor prestígio, por sua vez, dificilmente se engajam
nesse debate, que é, afinal, acadêmico. A classe média, no entanto, é o estrato que parece mais preocupado com a questão
do preconceito linguístico, decorrente dessa diferença de prestígio entre as variantes.
Que fazer, então, para eliminar o odioso preconceito linguístico? Foram (e têm sido) muitos os textos e livros publicados
sob essa rubrica, mas, na prática, o que se via era uma atitude
condescendente em relação às variantes de baixo prestígio e a
continuação da adoção da norma-padrão como cânone nas
escolas. O professor passou a levar a questão das variantes para
a sala de aula, mas continuava a ensinar a norma-padrão, que é,
afinal, a variante mais cultivada pelos escritores da tradição e,
em razão de seus recursos, aparentemente mais apropriada
para a escrita de textos filosóficos, científicos e jurídicos, entre
outros.
Hoje, esse debate ganhou novos contornos. A norma-padrão passou do status de variante elitista, que deveria ser
apreendida durante a vida escolar, ao de língua do colonizador,
tida agora como um repositório ideológico eurocêntrico, que se
impôs no Brasil mediante o apagamento de diferentes matrizes
culturais. Estamos diante de um problema bem mais complexo.
Conquanto se fale muito no apagamento de importantes
matrizes culturais, especialmente as dos povos indígenas e as
dos africanos, suas marcas estão presentes no português do Brasil. A olho nu, estão no léxico comum e na toponímia (nomes
de lugares, cidades, acidentes geográficos, rios etc.) e, mais que
isso, pesquisadores têm buscado mostrar que o ritmo de nossa
fala e diversas características fonéticas do nosso português deitam raízes na influência africana em solo brasileiro.
A língua tem o poder de absorver e refletir os jogos de
forças que se travam na sociedade. Mais importante do que
cascavilhar o dicionário em busca de expressões de conotação negativa “que devem ser evitadas” é empreender a luta
concreta em defesa dos direitos de todos os segmentos oprimidos, porque a língua, necessariamente, vai refletir as conquistas reais e concretas de todos.
Mesmo essa adesão, porém, ainda que bastante presente
no ambiente universitário, é pouca coisa diante da discussão
sobre “decolonização”, a qual, no plano da língua, se corporifica,
mais uma vez, na ojeriza à norma-padrão. A crítica, agora, parece subir de tom. Seu alvo não são mais as nossas “elites letradas” (as que aplicam as regras de concordância), mas a nossa
herança cultural eurocêntrica. Que fazer? Abolir a norma-padrão?
Queimar as gramáticas da língua portuguesa em praça pública?
Parece mais sensato deixar que a norma-padrão, que é
uma norma de referência para a produção de textos escritos
formais, vá sendo naturalmente alargada ou modificada, como,
de resto, tem ocorrido na história. A ideia de que a diversidade
deve substituir a unidade, pois esta seria falsa e opressiva enquanto aquela seria real, leva-nos a imaginar, no futuro, um
Estado das dimensões do Brasil como um território linguisticamente fragmentado. Essa questão, como se pode intuir, é política. Aguardemos
(NICOLETI, Thaís. Língua portuguesa: uma herança maldita? Folha de
São Paulo, 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/
thais-nicoleti/2022/08/lingua-portuguesa-uma-heranca-maldita.shtml.
Acesso em: 29/08/2022. Adaptado.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Língua Portuguesa: uma herança maldita?
Há uns bons anos, o debate público sobre a língua trazia
como novidade a noção de variante linguística, que, por si só,
tornava obsoleta a velha noção de erro gramatical. O que poderia haver, em determinadas circunstâncias, era o desvio da
norma-padrão, sendo esta uma das variedades da língua – notadamente a de maior prestígio social – entre outras também
válidas.
Nessa variante, rechaçada pelas classes letradas, a estrutura sintática é mais sintética que a da norma-padrão: o pronome “nós” já assinala o sujeito, que não precisaria ser repetido
na desinência verbal “-mos” de “pegamos”, e o artigo “os” já
assinala o plural, que não precisaria ser repetido na desinência
de plural “-s” “de peixes”. Em suma: “Nós pegamos os peixes” e
“Nós pega os peixe” têm o mesmo grau de eficiência comunicativa, sendo variantes de estrato social (chamadas “variantes
diastráticas”).
Se, de um ponto de vista essencialmente gramatical, as
duas construções são válidas, a sociedade se vê obrigada a
aceitar que o ensino da norma-padrão é elitista, pois valoriza
o registro da classe dominante. A discussão desloca-se, portanto, do terreno da gramática para o da sociologia.
Sendo a norma-padrão a norma dos estratos mais altos
e mais bem escolarizados da sociedade, claro está que essas
pessoas são os seus defensores naturais (ou assim se presume). Os estratos menos escolarizados, usuários de variantes de menor prestígio, por sua vez, dificilmente se engajam
nesse debate, que é, afinal, acadêmico. A classe média, no entanto, é o estrato que parece mais preocupado com a questão
do preconceito linguístico, decorrente dessa diferença de prestígio entre as variantes.
Que fazer, então, para eliminar o odioso preconceito linguístico? Foram (e têm sido) muitos os textos e livros publicados
sob essa rubrica, mas, na prática, o que se via era uma atitude
condescendente em relação às variantes de baixo prestígio e a
continuação da adoção da norma-padrão como cânone nas
escolas. O professor passou a levar a questão das variantes para
a sala de aula, mas continuava a ensinar a norma-padrão, que é,
afinal, a variante mais cultivada pelos escritores da tradição e,
em razão de seus recursos, aparentemente mais apropriada
para a escrita de textos filosóficos, científicos e jurídicos, entre
outros.
Hoje, esse debate ganhou novos contornos. A norma-padrão passou do status de variante elitista, que deveria ser
apreendida durante a vida escolar, ao de língua do colonizador,
tida agora como um repositório ideológico eurocêntrico, que se
impôs no Brasil mediante o apagamento de diferentes matrizes
culturais. Estamos diante de um problema bem mais complexo.
Conquanto se fale muito no apagamento de importantes
matrizes culturais, especialmente as dos povos indígenas e as
dos africanos, suas marcas estão presentes no português do Brasil. A olho nu, estão no léxico comum e na toponímia (nomes
de lugares, cidades, acidentes geográficos, rios etc.) e, mais que
isso, pesquisadores têm buscado mostrar que o ritmo de nossa
fala e diversas características fonéticas do nosso português deitam raízes na influência africana em solo brasileiro.
A língua tem o poder de absorver e refletir os jogos de
forças que se travam na sociedade. Mais importante do que
cascavilhar o dicionário em busca de expressões de conotação negativa “que devem ser evitadas” é empreender a luta
concreta em defesa dos direitos de todos os segmentos oprimidos, porque a língua, necessariamente, vai refletir as conquistas reais e concretas de todos.
Mesmo essa adesão, porém, ainda que bastante presente
no ambiente universitário, é pouca coisa diante da discussão
sobre “decolonização”, a qual, no plano da língua, se corporifica,
mais uma vez, na ojeriza à norma-padrão. A crítica, agora, parece subir de tom. Seu alvo não são mais as nossas “elites letradas” (as que aplicam as regras de concordância), mas a nossa
herança cultural eurocêntrica. Que fazer? Abolir a norma-padrão?
Queimar as gramáticas da língua portuguesa em praça pública?
Parece mais sensato deixar que a norma-padrão, que é
uma norma de referência para a produção de textos escritos
formais, vá sendo naturalmente alargada ou modificada, como,
de resto, tem ocorrido na história. A ideia de que a diversidade
deve substituir a unidade, pois esta seria falsa e opressiva enquanto aquela seria real, leva-nos a imaginar, no futuro, um
Estado das dimensões do Brasil como um território linguisticamente fragmentado. Essa questão, como se pode intuir, é política. Aguardemos
(NICOLETI, Thaís. Língua portuguesa: uma herança maldita? Folha de
São Paulo, 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/
thais-nicoleti/2022/08/lingua-portuguesa-uma-heranca-maldita.shtml.
Acesso em: 29/08/2022. Adaptado.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Língua Portuguesa: uma herança maldita?
Há uns bons anos, o debate público sobre a língua trazia
como novidade a noção de variante linguística, que, por si só,
tornava obsoleta a velha noção de erro gramatical. O que poderia haver, em determinadas circunstâncias, era o desvio da
norma-padrão, sendo esta uma das variedades da língua – notadamente a de maior prestígio social – entre outras também
válidas.
Nessa variante, rechaçada pelas classes letradas, a estrutura sintática é mais sintética que a da norma-padrão: o pronome “nós” já assinala o sujeito, que não precisaria ser repetido
na desinência verbal “-mos” de “pegamos”, e o artigo “os” já
assinala o plural, que não precisaria ser repetido na desinência
de plural “-s” “de peixes”. Em suma: “Nós pegamos os peixes” e
“Nós pega os peixe” têm o mesmo grau de eficiência comunicativa, sendo variantes de estrato social (chamadas “variantes
diastráticas”).
Se, de um ponto de vista essencialmente gramatical, as
duas construções são válidas, a sociedade se vê obrigada a
aceitar que o ensino da norma-padrão é elitista, pois valoriza
o registro da classe dominante. A discussão desloca-se, portanto, do terreno da gramática para o da sociologia.
Sendo a norma-padrão a norma dos estratos mais altos
e mais bem escolarizados da sociedade, claro está que essas
pessoas são os seus defensores naturais (ou assim se presume). Os estratos menos escolarizados, usuários de variantes de menor prestígio, por sua vez, dificilmente se engajam
nesse debate, que é, afinal, acadêmico. A classe média, no entanto, é o estrato que parece mais preocupado com a questão
do preconceito linguístico, decorrente dessa diferença de prestígio entre as variantes.
Que fazer, então, para eliminar o odioso preconceito linguístico? Foram (e têm sido) muitos os textos e livros publicados
sob essa rubrica, mas, na prática, o que se via era uma atitude
condescendente em relação às variantes de baixo prestígio e a
continuação da adoção da norma-padrão como cânone nas
escolas. O professor passou a levar a questão das variantes para
a sala de aula, mas continuava a ensinar a norma-padrão, que é,
afinal, a variante mais cultivada pelos escritores da tradição e,
em razão de seus recursos, aparentemente mais apropriada
para a escrita de textos filosóficos, científicos e jurídicos, entre
outros.
Hoje, esse debate ganhou novos contornos. A norma-padrão passou do status de variante elitista, que deveria ser
apreendida durante a vida escolar, ao de língua do colonizador,
tida agora como um repositório ideológico eurocêntrico, que se
impôs no Brasil mediante o apagamento de diferentes matrizes
culturais. Estamos diante de um problema bem mais complexo.
Conquanto se fale muito no apagamento de importantes
matrizes culturais, especialmente as dos povos indígenas e as
dos africanos, suas marcas estão presentes no português do Brasil. A olho nu, estão no léxico comum e na toponímia (nomes
de lugares, cidades, acidentes geográficos, rios etc.) e, mais que
isso, pesquisadores têm buscado mostrar que o ritmo de nossa
fala e diversas características fonéticas do nosso português deitam raízes na influência africana em solo brasileiro.
A língua tem o poder de absorver e refletir os jogos de
forças que se travam na sociedade. Mais importante do que
cascavilhar o dicionário em busca de expressões de conotação negativa “que devem ser evitadas” é empreender a luta
concreta em defesa dos direitos de todos os segmentos oprimidos, porque a língua, necessariamente, vai refletir as conquistas reais e concretas de todos.
Mesmo essa adesão, porém, ainda que bastante presente
no ambiente universitário, é pouca coisa diante da discussão
sobre “decolonização”, a qual, no plano da língua, se corporifica,
mais uma vez, na ojeriza à norma-padrão. A crítica, agora, parece subir de tom. Seu alvo não são mais as nossas “elites letradas” (as que aplicam as regras de concordância), mas a nossa
herança cultural eurocêntrica. Que fazer? Abolir a norma-padrão?
Queimar as gramáticas da língua portuguesa em praça pública?
Parece mais sensato deixar que a norma-padrão, que é
uma norma de referência para a produção de textos escritos
formais, vá sendo naturalmente alargada ou modificada, como,
de resto, tem ocorrido na história. A ideia de que a diversidade
deve substituir a unidade, pois esta seria falsa e opressiva enquanto aquela seria real, leva-nos a imaginar, no futuro, um
Estado das dimensões do Brasil como um território linguisticamente fragmentado. Essa questão, como se pode intuir, é política. Aguardemos
(NICOLETI, Thaís. Língua portuguesa: uma herança maldita? Folha de
São Paulo, 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/
thais-nicoleti/2022/08/lingua-portuguesa-uma-heranca-maldita.shtml.
Acesso em: 29/08/2022. Adaptado.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2651259
Ano: 2022
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Provas:
Firewall, uma importante técnica de segurança adotada para
proteger uma rede, é inserida entre a rede local e a internet
para estabelecer uma conexão controlada e erguer um muro
de segurança externo ou perímetro. Sobre os respectivos tipos
de firewalls, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Firewall de filtragem de pacotes. 2. Gateway no nível de circuito. 3. Firewall de inspeção com estado. 4. Gateway de nível de aplicativo.
( ) Atua como um retransmissor de tráfego no nível de aplicativo. Pode ser configurado para suportar apenas recursos específicos de um aplicativo que o administrador da rede considera aceitáveis, enquanto recusa todos os demais. ( ) Aplica um conjunto de regras a cada pacote IP de entrada e saída; registra informações de conexões TCP. ( ) Aplica um conjunto de regras a cada pacote IP de entrada e saída. Em seguida, pode encaminhar ou descartar o pacote. ( ) Pode ser um sistema independente ou uma função especializada realizada por uma porta de entrada no nível de aplicativo para determinados aplicativos.
A sequência está correta em
1. Firewall de filtragem de pacotes. 2. Gateway no nível de circuito. 3. Firewall de inspeção com estado. 4. Gateway de nível de aplicativo.
( ) Atua como um retransmissor de tráfego no nível de aplicativo. Pode ser configurado para suportar apenas recursos específicos de um aplicativo que o administrador da rede considera aceitáveis, enquanto recusa todos os demais. ( ) Aplica um conjunto de regras a cada pacote IP de entrada e saída; registra informações de conexões TCP. ( ) Aplica um conjunto de regras a cada pacote IP de entrada e saída. Em seguida, pode encaminhar ou descartar o pacote. ( ) Pode ser um sistema independente ou uma função especializada realizada por uma porta de entrada no nível de aplicativo para determinados aplicativos.
A sequência está correta em
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2651258
Ano: 2022
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Provas:
- Gestão de ServiçosITILITIL v3Gestão de Incidentes (ITILv3)
- Gestão de ServiçosITILITIL v3Gestão de Problemas (ITILv3)
A indústria de Tecnologia da Informação (TI) é dinâmica,
com constantes mudanças em sua estrutura e nas práticas
de serviço. O ITIL é um conjunto de diretrizes que surgiu
como forma de contornar esses desafios, bem como ajudar
os profissionais de TI a fornecerem serviços com qualidade.
Sobre os respectivos conceitos de ITIL v3, assinale a afirmativa INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2651257
Ano: 2022
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Provas:
O ciclo de vida de serviço do modelo ITIL (Information Technology Infrastructure Library) é composto por cinco elementos.
Cada elemento exerce influência sobre os demais, contando
com entradas e realimentações entre si. Além disso, o ciclo de
vida de serviço assegura que, quando a demanda de negócio
muda, os serviços podem ser adaptados, respondendo de forma
eficiente. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. Mover os serviços para o ambiente de produção. II. Avaliar os serviços e identificar formas de melhorar sua utilidade e garantia no suporte aos objetivos do negócio. III. Prever e conceituar um conjunto de serviços que ajuda o negócio a alcançar os seus objetivos. IV. Gerenciar os serviços em produção para assegurar que sejam alcançados os seus objetivos de utilidade e garantia. V. Desenhar ou projetar os serviços, tendo em vista os objetivos de utilidade e garantia.
A associação está correta em
I. Mover os serviços para o ambiente de produção. II. Avaliar os serviços e identificar formas de melhorar sua utilidade e garantia no suporte aos objetivos do negócio. III. Prever e conceituar um conjunto de serviços que ajuda o negócio a alcançar os seus objetivos. IV. Gerenciar os serviços em produção para assegurar que sejam alcançados os seus objetivos de utilidade e garantia. V. Desenhar ou projetar os serviços, tendo em vista os objetivos de utilidade e garantia.
A associação está correta em
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2651256
Ano: 2022
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Provas:
- Conceitos BásicosPrincípiosAutenticidade
- Conceitos BásicosPrincípiosConfidencialidade
- Conceitos BásicosPrincípiosDisponibilidade
- Conceitos BásicosPrincípiosIntegridade
A segurança de computadores se define como a proteção
oferecida a um sistema de informação automatizado para
atingir os objetivos apropriados de preservação da integridade, disponibilidade e confidencialidade de ativos de sistemas de informação (incluindo hardware, software, firmware,
informações/dados e telecomunicações). Sobre os requisitos
necessários para segurança de computadores, assinale a afirmativa INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2651255
Ano: 2022
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Provas:
- Ataques e Golpes e AmeaçasMalwaresRootkit
- Ataques e Golpes e AmeaçasMalwaresSpywareKeyloggers
- Ataques e Golpes e AmeaçasMalwaresWorms
Programas maliciosos ou malwaressão programas projetados
para causar danos ou usar todos os recursos do computadoralvo. Esses programas podem se esconder dentro ou se disfarçar de um programa legítimo. Em alguns casos, podem se
espalhar para outros computadores via e-mail ou discos infectados.
(STALLINGS, 2016, p. 385.)
Sobre a termologia de programas maliciosos, analise as afirmativas a seguir.
( ) Keyloggers: capturam as teclas digitadas em um sistema comprometido. ( ) Spyware: integram publicidade em um determinado programa, gerando anúncios pop-ups ou redirecionando o navegador para um site comercial. ( ) Vírus: é um programa malicioso que, ao ser executado, tenta se replicar em outro código executável. Quando o código infectado é executado, o vírus também executa. ( ) Rootkit: são quaisquer mecanismos que driblam uma verificação de segurança normal; podem permitir o acesso não autorizado a funcionalidades do sistema. ( ) Worm: é um programa malicioso que pode ser executado de maneira independente e propagar uma versão funcional completa de si mesmo para outros hospedeiros em uma rede.
A sequência está correta em
(STALLINGS, 2016, p. 385.)
Sobre a termologia de programas maliciosos, analise as afirmativas a seguir.
( ) Keyloggers: capturam as teclas digitadas em um sistema comprometido. ( ) Spyware: integram publicidade em um determinado programa, gerando anúncios pop-ups ou redirecionando o navegador para um site comercial. ( ) Vírus: é um programa malicioso que, ao ser executado, tenta se replicar em outro código executável. Quando o código infectado é executado, o vírus também executa. ( ) Rootkit: são quaisquer mecanismos que driblam uma verificação de segurança normal; podem permitir o acesso não autorizado a funcionalidades do sistema. ( ) Worm: é um programa malicioso que pode ser executado de maneira independente e propagar uma versão funcional completa de si mesmo para outros hospedeiros em uma rede.
A sequência está correta em
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2651254
Ano: 2022
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Parauapebas-PA
Provas:
Uma rede sem fio (Wireless Local Address Network – WLAN) é
uma rede que permite dispositivos se comunicarem através de
um meio de transmissão sem fio, utilizando o padrão 802.11.
Em relação às características de redes sem fio IEEE 802.11,
assinale a afirmativa INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container