Foram encontradas 40 questões.
2160810
Ano: 2022
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Contas
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Pirapora-MG
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Contas
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Pirapora-MG
Provas:
Sobre a responsabilidade do auditor de comunicar
apropriadamente, aos responsáveis pela governança
e à administração, as deficiências de controle interno
que foram identificadas na auditoria das demonstrações
contábeis, assinale com V as afirmativas verdadeiras
e com F as falsas, considerando os dispositivos da
NBC TA 265.
( )Ao determinar se foram identificadas uma ou mais deficiências de controle interno da entidade, o auditor pode discutir os fatos e as circunstâncias relevantes das suas observações com o nível adequado da administração. Essa discussão fornece oportunidade para o auditor alertar tempestivamente a administração sobre a existência de deficiências sobre as quais a administração possivelmente não tinha conhecimento.
( )Ao discutir as condições das suas observações com a administração, o auditor deve obter outras informações relevantes para consideração adicional, como o entendimento das causas reais ou suspeitas de deficiências, as exceções causadoras de deficiências reportadas pela administração, as distorções não contempladas pelos controles internos e a avaliação preliminar da administração a respeito de sua resposta às observações.
( )A comunicação de deficiências significativas por escrito aos responsáveis pela governança (RG) reflete a importância desses assuntos e os auxilia a cumprirem suas responsabilidades de supervisão geral (RSG). Ao determinar quando emitir a comunicação por escrito, o auditor pode considerar se o recebimento dessa comunicação seria um fator importante para permitir que os RG desempenhem suas RSG.
( ) Independentemente da época prevista para a comunicação por escrito de deficiências significativas, o auditor deve comunicá-las verbalmente em primeira instância à administração e, quando apropriado, aos responsáveis pela governança para auxiliá-los a tomar tempestivamente as medidas corretivas para minimizar os riscos inerentes relevantes. Isso isenta o auditor da responsabilidade de comunicar as deficiências significativas por escrito.
Assinale a sequência correta.
( )Ao determinar se foram identificadas uma ou mais deficiências de controle interno da entidade, o auditor pode discutir os fatos e as circunstâncias relevantes das suas observações com o nível adequado da administração. Essa discussão fornece oportunidade para o auditor alertar tempestivamente a administração sobre a existência de deficiências sobre as quais a administração possivelmente não tinha conhecimento.
( )Ao discutir as condições das suas observações com a administração, o auditor deve obter outras informações relevantes para consideração adicional, como o entendimento das causas reais ou suspeitas de deficiências, as exceções causadoras de deficiências reportadas pela administração, as distorções não contempladas pelos controles internos e a avaliação preliminar da administração a respeito de sua resposta às observações.
( )A comunicação de deficiências significativas por escrito aos responsáveis pela governança (RG) reflete a importância desses assuntos e os auxilia a cumprirem suas responsabilidades de supervisão geral (RSG). Ao determinar quando emitir a comunicação por escrito, o auditor pode considerar se o recebimento dessa comunicação seria um fator importante para permitir que os RG desempenhem suas RSG.
( ) Independentemente da época prevista para a comunicação por escrito de deficiências significativas, o auditor deve comunicá-las verbalmente em primeira instância à administração e, quando apropriado, aos responsáveis pela governança para auxiliá-los a tomar tempestivamente as medidas corretivas para minimizar os riscos inerentes relevantes. Isso isenta o auditor da responsabilidade de comunicar as deficiências significativas por escrito.
Assinale a sequência correta.
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2160809
Ano: 2022
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Contas
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Pirapora-MG
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Contas
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Pirapora-MG
Provas:
Sobre o processo de comunicação entre o auditor e os
responsáveis pela governança, tomando por base os
ditames da NBC TA 260, assinale com V as afirmativas
verdadeiras e com F as falsas.
( )Caso a comunicação entre o auditor e os RG não seja adequada e a situação não possa ser resolvida, o auditor deve modificar sua opinião com base na limitação ao alcance, obter assessoria jurídica sobre as consequências desse fato, ou comunicar o órgão regulador ou autoridade superior na estrutura da governança, mas não pode retirar-se do trabalho de auditoria, por força das normas contábeis e dos regulamentos aplicáveis vigentes.
( )A comunicação tempestiva durante a auditoria contribui para um diálogo recíproco robusto entre os responsáveis pela governança (RG) e o auditor. Contudo, a época apropriada das comunicações irá variar de acordo com as circunstâncias do trabalho de auditoria. Circunstâncias relevantes incluem a importância e a natureza do assunto, e a ação que se espera que seja tomada pelos responsáveis pela governança.
( ) O auditor não precisa planejar procedimentos específicos para corroborar a avaliação da comunicação recíproca com os RG. Em vez disso, essa avaliação pode ser baseada em observações resultantes de procedimentos de auditoria executados para outros fins. Essas observações podem incluir a adequação e a tempestividade das medidas tomadas pelos RG em resposta aos assuntos levantados pelo auditor.
( ) Antes de comunicar os assuntos da auditoria aos RG, o auditor deve discuti-los com a administração, a menos que isso não seja permitido pelos RG. Ainda que isso seja permitido, não é apropriado discutir questões sobre a competência ou a integridade da administração com a própria administração. Essas discussões podem esclarecer fatos e assuntos, mas podem inibir a administração de fornecer informações e explicações.
Assinale a sequência correta.
( )Caso a comunicação entre o auditor e os RG não seja adequada e a situação não possa ser resolvida, o auditor deve modificar sua opinião com base na limitação ao alcance, obter assessoria jurídica sobre as consequências desse fato, ou comunicar o órgão regulador ou autoridade superior na estrutura da governança, mas não pode retirar-se do trabalho de auditoria, por força das normas contábeis e dos regulamentos aplicáveis vigentes.
( )A comunicação tempestiva durante a auditoria contribui para um diálogo recíproco robusto entre os responsáveis pela governança (RG) e o auditor. Contudo, a época apropriada das comunicações irá variar de acordo com as circunstâncias do trabalho de auditoria. Circunstâncias relevantes incluem a importância e a natureza do assunto, e a ação que se espera que seja tomada pelos responsáveis pela governança.
( ) O auditor não precisa planejar procedimentos específicos para corroborar a avaliação da comunicação recíproca com os RG. Em vez disso, essa avaliação pode ser baseada em observações resultantes de procedimentos de auditoria executados para outros fins. Essas observações podem incluir a adequação e a tempestividade das medidas tomadas pelos RG em resposta aos assuntos levantados pelo auditor.
( ) Antes de comunicar os assuntos da auditoria aos RG, o auditor deve discuti-los com a administração, a menos que isso não seja permitido pelos RG. Ainda que isso seja permitido, não é apropriado discutir questões sobre a competência ou a integridade da administração com a própria administração. Essas discussões podem esclarecer fatos e assuntos, mas podem inibir a administração de fornecer informações e explicações.
Assinale a sequência correta.
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2160808
Ano: 2022
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Contas
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Pirapora-MG
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Contas
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Pirapora-MG
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Analise as afirmativas a seguir relativas ao planejamento
da auditoria de demonstrações contábeis.
I. O processo de definição da estratégia global auxilia o auditor a determinar, dependendo da conclusão dos procedimentos de avaliação de risco, temas como: os recursos a serem alocados em áreas de auditoria específicas e os recursos a alocar áreas de auditoria específicas, tais como o número de membros da equipe alocados para observar as contagens de estoque em locais relevantes ou o orçamento de horas de auditoria a serem alocadas nas áreas de alto risco.
II. O plano de auditoria é mais detalhado que a estratégia global de auditoria, visto que inclui a natureza, a época e a extensão dos procedimentos de auditoria a serem realizados pelos membros da equipe de trabalho. O planejamento desses procedimentos de auditoria deve ser feito antes do início dos trabalhos de auditoria. Esses trabalhos somente devem ser iniciados quando o plano de auditoria já está concluído. Tanto a avaliação do risco como o planejamento de procedimentos de auditoria precedem o início dos trabalhos.
III. Em decorrência de imprevistos, mudanças nas condições ou na evidência de auditoria obtida na aplicação de procedimentos de auditoria, o auditor pode ter que modificar a estratégia global e o plano de auditoria e, portanto, a natureza, a época e a extensão dos procedimentos adicionais de auditoria planejados, considerando a revisão dos riscos avaliados. Tal modificação pode ser necessária quando a informação identificada pelo auditor difere significativamente da informação disponível quando do planejamento de auditoria.
Tomando como base os preceitos da NBC TA 300, estão corretas as afirmativas
I. O processo de definição da estratégia global auxilia o auditor a determinar, dependendo da conclusão dos procedimentos de avaliação de risco, temas como: os recursos a serem alocados em áreas de auditoria específicas e os recursos a alocar áreas de auditoria específicas, tais como o número de membros da equipe alocados para observar as contagens de estoque em locais relevantes ou o orçamento de horas de auditoria a serem alocadas nas áreas de alto risco.
II. O plano de auditoria é mais detalhado que a estratégia global de auditoria, visto que inclui a natureza, a época e a extensão dos procedimentos de auditoria a serem realizados pelos membros da equipe de trabalho. O planejamento desses procedimentos de auditoria deve ser feito antes do início dos trabalhos de auditoria. Esses trabalhos somente devem ser iniciados quando o plano de auditoria já está concluído. Tanto a avaliação do risco como o planejamento de procedimentos de auditoria precedem o início dos trabalhos.
III. Em decorrência de imprevistos, mudanças nas condições ou na evidência de auditoria obtida na aplicação de procedimentos de auditoria, o auditor pode ter que modificar a estratégia global e o plano de auditoria e, portanto, a natureza, a época e a extensão dos procedimentos adicionais de auditoria planejados, considerando a revisão dos riscos avaliados. Tal modificação pode ser necessária quando a informação identificada pelo auditor difere significativamente da informação disponível quando do planejamento de auditoria.
Tomando como base os preceitos da NBC TA 300, estão corretas as afirmativas
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2160807
Ano: 2022
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Contas
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Pirapora-MG
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Contas
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Pirapora-MG
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Com relação aos riscos fiscais, tomando como base o MDF (manual de demonstrativos fiscais aplicado à união e aos
estados, distrito federal e municípios), assinale a alternativa incorreta.
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Em um campeonato regional juvenil, estudantes de uma
escola se inscreveram para participar de competições
em três modalidades, conforme mostra a tabela a seguir.

Considerando os dados apresentados pela tabela, pode-se afirmar que o número de inscritos foi de

Considerando os dados apresentados pela tabela, pode-se afirmar que o número de inscritos foi de
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Uma editora vai doar livros literários para uma escola
pública. Observe na tabela a seguir a quantidade dividida
em três gêneros literários.

Esses livros serão divididos em prateleiras com o mesmo número e a maior quantidade de livros em cada uma delas. A quantidade em cada prateleira será de

Esses livros serão divididos em prateleiras com o mesmo número e a maior quantidade de livros em cada uma delas. A quantidade em cada prateleira será de
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
O que é pobreza menstrual e por que ela afasta
estudantes das escolas
Jornal, pedaços de pano ou folhas de árvores usados de
forma improvisada no lugar de um absorvente para conter
a menstruação. Se para a maior parte da população que
menstrua os cuidados são apenas mais um hábito de
higiene, para uma pequena, mas significativa, parcela
desse público a realidade são condições precárias de
higiene, como falta de acesso a itens básicos, falta de
informação e de apoio nesse período.
A pobreza menstrual, como a situação ficou conhecida,
chegou ao Senado por iniciativa popular. Vindas de
mulheres. Duas sugestões legislativas tramitam na Casa
depois de conseguirem na internet os 20 mil apoios
necessários para serem analisadas pela Comissão de
Direitos Humanos e Participação Legislativa (CDH).
Ambas propõem a distribuição gratuita de absorventes
para quem não tem condição de comprá-los.
Com a medida, o conselho quer assegurar a mulheres,
meninas, homens trans e demais pessoas com útero o
acesso a itens como absorventes femininos, tampões
íntimos e coletores menstruais. O documento sugere
ainda que sejam priorizados produtos com menor
impacto ambiental.
Desde 2014, a Organização das Nações Unidas (ONU)
considera o acesso à higiene menstrual um direito que
precisa ser tratado como uma questão de saúde pública
e de direitos humanos.
Fundamentada nesses posicionamentos, a senadora
Zenaide Maia (Pros-RN), relatora da SUG 43/2019,
apresentada pela cidadã pernambucana Emilly Silva,
deu parecer favorável à proposição. Pelo texto,
calcinhas absorventes, absorventes externos e internos
e coletores menstruais, descartáveis ou não, devem ser
distribuídos gratuitamente em postos de saúde e nas
unidades prisionais. Zenaide Maia estima um gasto de
R$ 30 por ciclo menstrual. Ela destaca que, como quase
13% da população vive com menos de R$ 246 reais por
mês, “menstruar pode ser caro”.
– Quando você não tem dinheiro nem mesmo para
comprar comida, itens de higiene como absorventes
são itens de luxo. Imagine essa realidade no Brasil da
pandemia, que tem 19 milhões de pessoas passando
fome – afirmou a senadora à Agência Senado.
Menstruar na escola
Diante do pouco dinheiro para produtos básicos de
sobrevivência, são adolescentes o alvo mais vulnerável
à precariedade menstrual. Sofrem com dois fatores:
o desconhecimento da importância da higiene menstrual
para sua saúde e a dependência dos pais ou familiares
para a compra do absorvente, que acaba entrando na
lista de artigos supérfluos da casa.
A falta do absorvente afeta diretamente o desempenho
escolar dessas estudantes e, como consequência,
restringe o desenvolvimento de seu potencial na vida
adulta. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2013,
do IBGE, revelaram que, das meninas entre 10 e 19
anos que deixaram de fazer alguma atividade (estudar,
realizar afazeres domésticos, trabalhar ou até mesmo
brincar) por problemas de saúde nos 14 dias anteriores
à data da pesquisa, 2,88% delas deixaram de fazê-la
por problemas menstruais. Para efeitos de comparação,
o índice de meninas que relataram não ter conseguido
realizar alguma de suas atividades por gravidez e parto
foi menor: 2,55%.
Dados da ONU apontam que, no mundo, uma em cada
dez meninas falta às aulas durante o período menstrual.
No Brasil, esse número é ainda maior: uma entre
quatro estudantes já deixou de ir à escola por não ter
absorventes.
A opção por ficar em casa é justificada ao se ver quão
hostil pode ser o ambiente escolar para estudantes que
menstruam. Como ainda estão em fase de crescimento,
os ciclos costumam ser irregulares, o que pode provocar
um fluxo de sangue inesperado, manchando a roupa
e as tornando alvo de brincadeiras de mau gosto e
preconceito. Além disso, não há, em boa parte das
escolas, infraestrutura de higiene suficiente para atender
suas necessidades básicas.
De acordo com o estudo “Pobreza Menstrual no Brasil:
desigualdade e violações de direitos”, mais de 4 milhões
de estudantes frequentam colégios com estrutura
deficiente de higiene, como banheiros sem condições
de uso, sem pias ou lavatórios, papel higiênico e sabão.
Desse total, quase 200 mil não contam com nenhum
item de higiene básica no ambiente escolar.
A situação é ainda pior quando se leva em conta que
713 mil meninas não têm acesso a nenhum banheiro
(com chuveiro e sanitário) em suas casas. E outras
632 mil meninas vivem sem sequer um banheiro de uso
comum no terreno ou propriedade.
O relatório do Unicef aponta os riscos para a saúde
de um manejo inadequado da menstruação: alergia e
irritação da pele e mucosas, infecções urogenitais como
a cistite e a candidíase, e até uma condição conhecida
como Síndrome do Choque Tóxico, que pode levar à
morte. E acrescenta a esses riscos o dano emocional
provocado pela pobreza menstrual.
Na Câmara dos Deputados tramitam hoje pelo menos
dez propostas que tratam do assunto. O Projeto de
Lei 61/2021, que propõe a distribuição de absorventes
higiênicos pelo SUS; e o PL 4.968/2019, que cria
um programa de distribuição gratuita de absorventes
higiênicos para todas as alunas das escolas públicas,
são exemplos.
Já os PLs 128/2021, 1.702/2021 e 3.085/2019 tratam
da isenção de impostos para produtos de higiene
menstrual. A intenção é zerar alíquotas da Contribuição
para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e
da contribuição para o PIS/Pasep incidentes sobre os
absorventes e tampões higiênicos.
A isenção de tributos em produtos de higiene menstrual
já é prática em países como Alemanha, Canadá, Quênia
e Índia. A Escócia, em novembro do ano passado,
tornou-se a primeira nação a tornar gratuito e universal
o acesso a esse tipo de produto. A lei determina que
os governos locais devem garantir que absorventes
externos, internos, de pano e produtos como coletores
menstruais estejam disponíveis em escolas, faculdades,
banheiros públicos, centros comunitários e farmácias,
sem a exigência de cobrança.
Disponível em: https://bityli.com/HHRpB.
Acesso em: 26 out. 2021 (adaptado).
“Como ainda estão em fase de crescimento, os ciclos costumam ser irregulares, o que pode provocar um fluxo de sangue inesperado, manchando a roupa e as tornando alvo de brincadeiras de mau gosto e preconceito. Além disso, não há, em boa parte das escolas, infraestrutura de higiene suficiente para atender suas necessidades básicas.”
As palavras e expressões destacadas indicam, no contexto, respectivamente as seguintes relações de sentido:
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
O que é pobreza menstrual e por que ela afasta
estudantes das escolas
Jornal, pedaços de pano ou folhas de árvores usados de
forma improvisada no lugar de um absorvente para conter
a menstruação. Se para a maior parte da população que
menstrua os cuidados são apenas mais um hábito de
higiene, para uma pequena, mas significativa, parcela
desse público a realidade são condições precárias de
higiene, como falta de acesso a itens básicos, falta de
informação e de apoio nesse período.
A pobreza menstrual, como a situação ficou conhecida,
chegou ao Senado por iniciativa popular. Vindas de
mulheres. Duas sugestões legislativas tramitam na Casa
depois de conseguirem na internet os 20 mil apoios
necessários para serem analisadas pela Comissão de
Direitos Humanos e Participação Legislativa (CDH).
Ambas propõem a distribuição gratuita de absorventes
para quem não tem condição de comprá-los.
Com a medida, o conselho quer assegurar a mulheres,
meninas, homens trans e demais pessoas com útero o
acesso a itens como absorventes femininos, tampões
íntimos e coletores menstruais. O documento sugere
ainda que sejam priorizados produtos com menor
impacto ambiental.
Desde 2014, a Organização das Nações Unidas (ONU)
considera o acesso à higiene menstrual um direito que
precisa ser tratado como uma questão de saúde pública
e de direitos humanos.
Fundamentada nesses posicionamentos, a senadora
Zenaide Maia (Pros-RN), relatora da SUG 43/2019,
apresentada pela cidadã pernambucana Emilly Silva,
deu parecer favorável à proposição. Pelo texto,
calcinhas absorventes, absorventes externos e internos
e coletores menstruais, descartáveis ou não, devem ser
distribuídos gratuitamente em postos de saúde e nas
unidades prisionais. Zenaide Maia estima um gasto de
R$ 30 por ciclo menstrual. Ela destaca que, como quase
13% da população vive com menos de R$ 246 reais por
mês, “menstruar pode ser caro”.
– Quando você não tem dinheiro nem mesmo para
comprar comida, itens de higiene como absorventes
são itens de luxo. Imagine essa realidade no Brasil da
pandemia, que tem 19 milhões de pessoas passando
fome – afirmou a senadora à Agência Senado.
Menstruar na escola
Diante do pouco dinheiro para produtos básicos de
sobrevivência, são adolescentes o alvo mais vulnerável
à precariedade menstrual. Sofrem com dois fatores:
o desconhecimento da importância da higiene menstrual
para sua saúde e a dependência dos pais ou familiares
para a compra do absorvente, que acaba entrando na
lista de artigos supérfluos da casa.
A falta do absorvente afeta diretamente o desempenho
escolar dessas estudantes e, como consequência,
restringe o desenvolvimento de seu potencial na vida
adulta. Dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2013,
do IBGE, revelaram que, das meninas entre 10 e 19
anos que deixaram de fazer alguma atividade (estudar,
realizar afazeres domésticos, trabalhar ou até mesmo
brincar) por problemas de saúde nos 14 dias anteriores
à data da pesquisa, 2,88% delas deixaram de fazê-la
por problemas menstruais. Para efeitos de comparação,
o índice de meninas que relataram não ter conseguido
realizar alguma de suas atividades por gravidez e parto
foi menor: 2,55%.
Dados da ONU apontam que, no mundo, uma em cada
dez meninas falta às aulas durante o período menstrual.
No Brasil, esse número é ainda maior: uma entre
quatro estudantes já deixou de ir à escola por não ter
absorventes.
A opção por ficar em casa é justificada ao se ver quão
hostil pode ser o ambiente escolar para estudantes que
menstruam. Como ainda estão em fase de crescimento,
os ciclos costumam ser irregulares, o que pode provocar
um fluxo de sangue inesperado, manchando a roupa
e as tornando alvo de brincadeiras de mau gosto e
preconceito. Além disso, não há, em boa parte das
escolas, infraestrutura de higiene suficiente para atender
suas necessidades básicas.
De acordo com o estudo “Pobreza Menstrual no Brasil:
desigualdade e violações de direitos”, mais de 4 milhões
de estudantes frequentam colégios com estrutura
deficiente de higiene, como banheiros sem condições
de uso, sem pias ou lavatórios, papel higiênico e sabão.
Desse total, quase 200 mil não contam com nenhum
item de higiene básica no ambiente escolar.
A situação é ainda pior quando se leva em conta que
713 mil meninas não têm acesso a nenhum banheiro
(com chuveiro e sanitário) em suas casas. E outras
632 mil meninas vivem sem sequer um banheiro de uso
comum no terreno ou propriedade.
O relatório do Unicef aponta os riscos para a saúde
de um manejo inadequado da menstruação: alergia e
irritação da pele e mucosas, infecções urogenitais como
a cistite e a candidíase, e até uma condição conhecida
como Síndrome do Choque Tóxico, que pode levar à
morte. E acrescenta a esses riscos o dano emocional
provocado pela pobreza menstrual.
Na Câmara dos Deputados tramitam hoje pelo menos
dez propostas que tratam do assunto. O Projeto de
Lei 61/2021, que propõe a distribuição de absorventes
higiênicos pelo SUS; e o PL 4.968/2019, que cria
um programa de distribuição gratuita de absorventes
higiênicos para todas as alunas das escolas públicas,
são exemplos.
Já os PLs 128/2021, 1.702/2021 e 3.085/2019 tratam
da isenção de impostos para produtos de higiene
menstrual. A intenção é zerar alíquotas da Contribuição
para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e
da contribuição para o PIS/Pasep incidentes sobre os
absorventes e tampões higiênicos.
A isenção de tributos em produtos de higiene menstrual
já é prática em países como Alemanha, Canadá, Quênia
e Índia. A Escócia, em novembro do ano passado,
tornou-se a primeira nação a tornar gratuito e universal
o acesso a esse tipo de produto. A lei determina que
os governos locais devem garantir que absorventes
externos, internos, de pano e produtos como coletores
menstruais estejam disponíveis em escolas, faculdades,
banheiros públicos, centros comunitários e farmácias,
sem a exigência de cobrança.
Disponível em: https://bityli.com/HHRpB.
Acesso em: 26 out. 2021 (adaptado).
I. Há problemas advindos da questão menstrual exposta no texto que podem levar à morte.
II. Em algumas situações, a menstruação pode gerar absenteísmo escolar.
III. O custo do material de higiene específico para menstruação pode inviabilizar sua utilização.
Estão corretas as afirmativas:
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- MorfologiaPreposições
- MorfologiaPronomesPronomes Demonstrativos
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Considere a campanha publicitária promovida pela
Prefeitura de Guaraí.

Disponível em: ttps://bityli.com/P9RKtC. Acesso em: 27 out. 2021.
Considere as afirmativas a seguir.
I. A palavra “abas” está utilizada em sentido denotativo e se refere à parte suplementar que se dobra em um absorvente.
II. A palavra “solidária” pode ter como antônimo “egocentrada”.
III. “Nesta” é uma contração da preposição “em” + pronome demonstrativo. No contexto da campanha publicitária em questão, refere-se ao substantivo “corrente”.
Estão corretas as afirmativas

Disponível em: ttps://bityli.com/P9RKtC. Acesso em: 27 out. 2021.
Considere as afirmativas a seguir.
I. A palavra “abas” está utilizada em sentido denotativo e se refere à parte suplementar que se dobra em um absorvente.
II. A palavra “solidária” pode ter como antônimo “egocentrada”.
III. “Nesta” é uma contração da preposição “em” + pronome demonstrativo. No contexto da campanha publicitária em questão, refere-se ao substantivo “corrente”.
Estão corretas as afirmativas
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Assinale a alternativa que completa corretamente as
lacunas do trecho a seguir.
Nesta escola exige-se assistência aulas. alunas nunca faltam; nem mesmo aquelas que precisam ir de casa para escola pé.
Nesta escola exige-se assistência aulas. alunas nunca faltam; nem mesmo aquelas que precisam ir de casa para escola pé.
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