Foram encontradas 30 questões.
Em: “Se aquele homem realmente se ________a praticar aquele exercício e não se ______ diante dos obstáculos, seria o vencedor.”
Das alternativas abaixo a que preenche corretamente as lacunas da frase, é:
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Em: “Os cães, tal qual os homens, podem participar das três categorias.” ( Paulo Mendes Campos)
“Por que ficou me olhando assim feito boba?” ( Carlos Drummond de Andrade)
As conjunções destacadas nas orações acima, estabelece uma relação de:
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Para resolver as questões 7 e 8, leia o texto a seguir:
Motivo
Eu canto porque o instante existe
E a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
Sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
Não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
No vento.
Se desmorono ou se edifico,
Se permaneço ou me desfaço,
- Não sei, não sei. Não sei se fico
Ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
- mais nada.
( Cecília Meireles)
No terceiro quarteto, aparece a conjunção se quatro vezes. Indique nas alternativas abaixo em quais o se aparece como Conjunção Subordinadas condicionais:
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Para resolver as questões 7 e 8, leia o texto a seguir:
Motivo
Eu canto porque o instante existe
E a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
Sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
Não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
No vento.
Se desmorono ou se edifico,
Se permaneço ou me desfaço,
- Não sei, não sei. Não sei se fico
Ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
- mais nada.
( Cecília Meireles)
No primeiro quarteto as conjunções e, nem são classificadas como:
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- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Direto
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Indireto
Observe os termos destacados abaixo:
I – “Perfilou-se arrependida por ter revelado o seu sonho.” (Carlos Eduardo Novaes)
II – “A noite, o menino sonhou com a caixa fechada.” (Lourenço Diaféria)
III – “Acabava esquecendo a fivela e dando um nó no cinto.” (Luís Fernando Veríssimo)
Os termos destacados são respectivamente:
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Identifique a alternativa em que a flexão do substantivo composto está incorreta:
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TEXTO
O GUARDADOR DE REBANHOS
Fernando Pessoa
Esta tarde a trovoada caiu
Pelas encostas do céu abaixo
Como um pedregulho enorme ...
Como alguém que durma janela alta
Sacode uma toalha de mesa,
E as migalhas por caírem todas juntas,
Fazem algum barulho ao cair.
A chuva chovia do céu
E enegreceu os caminhos ...
Quando os relâmpagos sacudiam o ar
E abanavam o espaço
Como uma grande cabeça que diz que não,
Não sei por que – eu não tinha medo –
Pus-me a rezar a Santa Bárbara
Como se eu fosse a velha tia de alguém ...
Ah! É que rezando a Santa Bárbara
Eu sentia-me ainda mais simples
Do que julgo que sou ...
Sentia-me familiar e caseiro
E tendo passado a vida
Tranquilamente, como o muro do quintal;
Tendo ideias e sentimentos por os ter
Como uma flor tem perfume e cor ...
Sentia-me alguém que possa acreditar em Santa Bárbara ...
Ah, poder crer em Santa Bárbara!
(Obra Poética. Editora José Aguiar Ltda., Rio de Janeiro, 1960)
Observe que o Autor reforça ideias por meio de palavras ou expressões de valor semântico igual ou parecido, como ... “a trovoada caiu / Pelas encostas do céu abaixo ...”
Assinale os itens em que o Poeta emprega o mesmo procedimento:
I – “A chuva chovia do céu”
II – “Pus-me a rezar a Santa Bárbara”
III – “Quando os relâmpagos sacudiam o mar / E abanava o espaço ...”
IV - “Sentia-me familiar e caseiro ...”
V – “Como alguém que duma janela alta / Sacode uma toalha de mesa.”
Nessas condições indique a resposta correta:
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TEXTO
O GUARDADOR DE REBANHOS
Fernando Pessoa
Esta tarde a trovoada caiu
Pelas encostas do céu abaixo
Como um pedregulho enorme ...
Como alguém que durma janela alta
Sacode uma toalha de mesa,
E as migalhas por caírem todas juntas,
Fazem algum barulho ao cair.
A chuva chovia do céu
E enegreceu os caminhos ...
Quando os relâmpagos sacudiam o ar
E abanavam o espaço
Como uma grande cabeça que diz que não,
Não sei por que – eu não tinha medo –
Pus-me a rezar a Santa Bárbara
Como se eu fosse a velha tia de alguém ...
Ah! É que rezando a Santa Bárbara
Eu sentia-me ainda mais simples
Do que julgo que sou ...
Sentia-me familiar e caseiro
E tendo passado a vida
Tranquilamente, como o muro do quintal;
Tendo ideias e sentimentos por os ter
Como uma flor tem perfume e cor ...
Sentia-me alguém que possa acreditar em Santa Bárbara ...
Ah, poder crer em Santa Bárbara!
(Obra Poética. Editora José Aguiar Ltda., Rio de Janeiro, 1960)
Na terceira estrofe, o Poeta simboliza a tranquilidade perene como o muro do quintal. Portanto, a verdadeira tranquilidade reside em:
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TEXTO
O GUARDADOR DE REBANHOS
Fernando Pessoa
Esta tarde a trovoada caiu
Pelas encostas do céu abaixo
Como um pedregulho enorme ...
Como alguém que durma janela alta
Sacode uma toalha de mesa,
E as migalhas por caírem todas juntas,
Fazem algum barulho ao cair.
A chuva chovia do céu
E enegreceu os caminhos ...
Quando os relâmpagos sacudiam o ar
E abanavam o espaço
Como uma grande cabeça que diz que não,
Não sei por que – eu não tinha medo –
Pus-me a rezar a Santa Bárbara
Como se eu fosse a velha tia de alguém ...
Ah! É que rezando a Santa Bárbara
Eu sentia-me ainda mais simples
Do que julgo que sou ...
Sentia-me familiar e caseiro
E tendo passado a vida
Tranquilamente, como o muro do quintal;
Tendo ideias e sentimentos por os ter
Como uma flor tem perfume e cor ...
Sentia-me alguém que possa acreditar em Santa Bárbara ...
Ah, poder crer em Santa Bárbara!
(Obra Poética. Editora José Aguiar Ltda., Rio de Janeiro, 1960)
Em: “Pus-me a rezar a Santa Bárbara / Como se eu fosse a velha tia de alguém ..., a comparação que o Poeta faz de si próprio:
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TEXTO
O GUARDADOR DE REBANHOS
Fernando Pessoa
Esta tarde a trovoada caiu
Pelas encostas do céu abaixo
Como um pedregulho enorme ...
Como alguém que durma janela alta
Sacode uma toalha de mesa,
E as migalhas por caírem todas juntas,
Fazem algum barulho ao cair.
A chuva chovia do céu
E enegreceu os caminhos ...
Quando os relâmpagos sacudiam o ar
E abanavam o espaço
Como uma grande cabeça que diz que não,
Não sei por que – eu não tinha medo –
Pus-me a rezar a Santa Bárbara
Como se eu fosse a velha tia de alguém ...
Ah! É que rezando a Santa Bárbara
Eu sentia-me ainda mais simples
Do que julgo que sou ...
Sentia-me familiar e caseiro
E tendo passado a vida
Tranquilamente, como o muro do quintal;
Tendo ideias e sentimentos por os ter
Como uma flor tem perfume e cor ...
Sentia-me alguém que possa acreditar em Santa Bárbara ...
Ah, poder crer em Santa Bárbara!
(Obra Poética. Editora José Aguiar Ltda., Rio de Janeiro, 1960)
Na primeira estrofe predomina as imagens:
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