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Os ambientes a que tradicionalmente se associa a ideia de aprendizado têm-se diversificado ao extremo, e chegam a abranger, na atualidade, todas as dimensões nas quais se podem conceber os processos ininterruptos de subjetivação. Se se pudesse observar historicamente a natureza dos meios de compartilhamento de informação, veríamos que a diversidade dos canais de comunicação, que aumenta em razão geométrica, é determinante para que se compreenda o papel hodierno da escola e para que se lhe planejem as futuras atribuições.
Em termos metodológicos e procedimentais, há uma estuante discussão acerca das muitas implicações que demanda a era digital, sem cujos claros benefícios e não tão óbvias responsabilidades são impensáveis as sociedades modernas e vindouras. Vejam-se, a título de exemplos, as novas relações interpessoais que se estabelecem, em sala de aula, diante do acesso a redes sem fio; a crescente disponibilidade de conteúdos específicos de suporte à (in)formação de alunos e de professores; e a necessidade de se considerarem novas formas de produção de conhecimento a partir de um volume impressionante de informações. Basta um rápido olhar sobre esses pontos para que nos admiremos da complexidade cognitiva em que nos inserimos.
É fácil prever que os desdobramentos dessa ampliação de espaços levam a uma redefinição de conceitos fundamentais. Percebemos, enfim e como já deveríamos ter percebido há muito tempo, que é possível aprender praticamente em qualquer lugar e a todo momento. Em vista disso, o novo laboratório de experimentação e aprendizado, que compreende o mundo exterior – e o interior – ao sujeito, impõe uma integração de conhecimentos inaudita. Talvez esta seja a principal componente dessa revolução: a perspectiva colaborativa, sinergética, descentralizada. Esse é o modelo mais propício à descoberta de aplicações inovadoras para antigas competências e ao desenvolvimento de novas habilidades para atender a exigências futuras.
Contudo, a inevitabilidade de seguir adiante não significa que o devemos fazer de qualquer maneira. Diante do peso dos séculos, o Homem aprendeu que não se pode avançar irrefletidamente, e que o progresso feito às expensas do equilíbrio e da reflexão tem um alto preço. Mais do que apenas avaliar a mensagem que desejamos passar às próximas gerações, devemos escolher a melhor forma de transmiti-la – e é possível que o espaço mais oportuno para que se ventile essa discussão venha a ser uma escola sem fronteiras.
Avalie as assertivas abaixo.
I. O progresso é natural para a espécie humana, mas isso não implica que escape totalmente a seu controle.
II. Em si, a tecnologia digital não é somente positiva nem somente negativa; seu valor depende do uso que dela se faz.
III. O ser humano sempre pôde aprender em qualquer situação; o que havia era uma perspectiva reducionista centrada na escola.
IV. Em termos cognitivos e mesmo sociais, não conseguimos acompanhar o ritmo acelerado da evolução tecnológica e digital.
Em relação ao conteúdo do texto acima, estão corretas as assertivas
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Podem ser considerados componentes de um Programa de Bem-estar de Funcionários, exceto
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970586
Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pouso Alegre-MG
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pouso Alegre-MG
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Em relação às operações lógicas, analise os itens a seguir, marcando com (V) a assertiva verdadeira e com (F) a assertiva falsa.
( ) 1 XOR 1 = 1.
( ) 1 NOR 1 = 0.
( ) 0 NAND 0 = 1.
( ) 0 AND 0 = 1.
A sequência correta, de cima para baixo, é
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Sobre a comunicação interna, analise as seguintes afirmações:
(1) A informação não tem garantia de uma circulação linear dentre os funcionários de uma instituição.
(2) Em situação de crise o jornal é melhor instrumento para uma comunicação adequada.
(3) Abrir espaço para o ao debate nas páginas do jornal interno pode ser extremamente salutar.
(4) O importante é que comunicação seja coerente quando voltada para dentro ou para fora da instituição.
(5) A imagem da instituição se constroe nos momentos de crise e na forma com que se lida com ela.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Um motorista dirige seu veículo a uma velocidade constante de 80 km/h. O tempo que ele gasta para percorrer 2.400 km é
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Se !$ M = \dfrac {ax+a-x-1} {x^2-1} !$ e !$ N = \dfrac {a^2 -1} {ax+x-a-1} !$, então !$ \dfrac {M} {N} !$ equivale a
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NOVOS VELHOS
Walcyr Carrasco
Quando eu era criança, considerava-se velho um homem de 60 anos. Velho só, não. Velhíssimo. Lembro meus avós de cabelos brancos, gestos cautelosos. Tinham essa idade. Ou até menos. Hoje, surgiu uma geração de “novos velhos”. Não estou falando da baboseira de “melhor idade” e do lixo ideológico do politicamente correto, que tenta maquiar a realidade com palavras delicadas. Há alguns anos, um ator nessa faixa etária jamais seria galã de novela. Se restringiria ao papel de pai, tio, avô. Mas galã? Atualmente, o ator Antônio Fagundes, de 62, é disputado pelos autores. (Eu, que também escrevo novelas, sou testemunha disso.) No ano passado, em Insensato coração, fez par com a bela Camila Pitanga. José Mayer, de 63, acaba de atuar em Fina estampa. Tony Ramos, de 64, será um dos protagonistas de Guerra dos sexos, ao lado de Irene Ravache, de 67. Natália do Vale, presença constante nas novelas, está com 58. Suzana Vieira tem 68. Todos protagonizam histórias de amor, são aplaudidos pelo público e lideram as audiências. Às vezes, como no caso da própria Suzana Vieira, revelam também a vida pessoal, sem medo de mostrar que podem amar e ser amados, com a mesma intensidade dos jovens.
Fiz 60 no fim do ano passado. Absolutamente aterrorizado. “Vou me aposentar emocionalmente”, pensei. Aconteceu o contrário. Entrei numa fase que lembra minha adolescência. Tenho vontade de fazer mil coisas. Comecei a malhar todo dia. Quero voltar a pintar. Voltei a ler os clássicos e cozinho sempre. Vejo as novelas de meus colegas e todas as séries americanas de TV que consigo. Mais surpreendente, as pessoas não se comportam comigo como se eu fosse um idoso. Boa parte dos meus amigos tem metade da minha idade. Os que permanecem do passado são tão animados quanto eu. Meu colega de colegial Eduardo, divorciado e com um filho adulto, apaixonou-se novamente. Ela? Tem a idade dele e continua tão linda como na nossa adolescência. Sim, esta é uma outra característica dos novos velhos: reencontram-se depois de décadas e iniciam relacionamentos. Já vi vários amigos do passado que nunca namoraram antes se apaixonar agora.
Conversei com o professor de educação física especializado em saúde e envelhecimento Igor Yole, da Academia Bioritmo, em São Paulo. Ele conta que o número de alunos acima de 60 anos aumenta ano a ano. “Nessa faixa etária as pessoas procuram saúde. Preferem esteira e bicicletas. Também querem socializar”, diz ele. “E o fato de conseguirem malhar faz com que se sintam mais capazes em tudo: sexo, relacionamentos, viagens!”
A medicina também ajuda. Digo por mim mesmo. Há anos faço um tratamento ortomolecular com o doutor Eduardo Gomes de Azevedo, que exerce uma “pré-geriatria”. Ou seja, antecipa tratamentos para curar os males da velhice. Tomo muitas pílulas por dia. Tantas que, para engoli-las, poderia usar uma pá. Nas refeições, costumo avisar a quem não me conhece:
– Desculpe, mas não sou um paciente terminal. Isso é para ficar bem.
Em geral, me olham de um jeito muito desconfiado. Lecitina de soja, clorofila, cápsulas de ômega 3, mando ver. Há produtos variados, contra o envelhecimento. O mais venerado de todos é o hormônio do crescimento (GH). Ele engana o corpo, que aumenta o metabolismo, cria massa muscular. Quando surgiu há alguns anos, não se conhecia a dose ideal. Fez crescer o nariz, as orelhas e a ponta dos dedos de alguns pioneiros no uso. É to-mado em doses altas por quem quer um corpo tipo armário. Muitos médicos o usam como reposição hormonal, em doses mínimas, diárias. Eu tomo. Há pessoas famosas que fazem o mesmo. Meus cabelos não deixaram de ser brancos por causa do GH. Isso aconteceu, mas devido à tintura que Mário Nunes, meu cabeleireiro, me aplica mensalmente. Sinto mais disposição, sem dúvida.
Reconheço: para ser um “novo velho” é preciso vaidade. Mas não só. Também não são só os remédios. O segredo é encarar a vida de maneira positiva. Antes, chegar à terceira idade era sinônimo de aposentadoria. Avôs e avós descobriram os valores da velhice. Como os astros e estrelas nas novelas de TV, também podem se apaixonar, reinventar o cotidiano e entrar numa gloriosa etapa da existência.
Afinal, a vida está só começando. Disponível em: http://revistaepoca.globo.com/vida/walcyr-carrasco/noticia/2012/03/novos-velhos.html Acesso em 07 maio 2012 (Adaptado)
Há hiato em
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Na resolução de um problema, um aluno fez uma tabela e verificou que o par ordenado (10,25) era solução.
| x | y |
| 12 | 23 |
| 10 | 25 |
| 15 | 20 |
| 20 | 15 |
Então, o sistema linear que corresponde às condições do problema é
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INSTRUÇÃO: De acordo com o script abaixo em linguagem SQL de criação das tabelas DEPARTAMENTO e FUNCIONARIO, e o estado das tabelas, responda à questão.

Escolha a sentença SQL que melhor responda à consulta “Listar o nome dos departamentos que não possuem funcionários”:
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936719
Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pouso Alegre-MG
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pouso Alegre-MG
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São situações hipotéticas reveladoras de responsabilidade civil do Estado, exceto
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