Foram encontradas 62 questões.
Um supermercado vende barras de doce de leite de dois pesos.
| Preços | ||
| Pesos (barra) | Custo | Venda |
| 0,5 kg | 3,80 | 5,00 |
| 1 kg | 8,00 | 9,00 |
Em determinada semana o supermercado arrecadou R$ 235,00 com a venda de doces de leite, o que gerou um lucro de R$ 39,00. Quantas barras de 1 kg de doce de leite foram vendidas na semana?
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No mês de agosto Pedro abriu uma caderneta de poupança pois pretende fazer uma economia. Em setembro, depositou R$ 120,00 a mais que em agosto; em outubro, conseguiu depositar o triplo do que depositou em setembro. Se ele acumulou um total de R$, 1.600,00 qual foi o valor que Pedro depositou em Agosto?
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Três auxiliares serviços gerais, juntos, receberam R$ 938,00 por um trabalho extra que fizeram. Sabe-se que Artur, trabalhou o dobro de Beto e o quádruplo de Fábio, e assim decidiram repartir o total recebido de acordo com o trabalho realizado por cada um. Qual foi a quantia que Fábio recebeu?
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Dez auxiliares de informática, trabalhando 6 horas por dia, conseguem montar 32 computadores. Se 15 auxiliares trabalharem 8 horas por dia, montarão quantos computadores?
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Marque a palavra que apresenta erro de ortografia.
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Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico,
Penetrarias até o fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera de Natal,
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Penetrarias até o fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera de Natal,
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
(Manuel Bandeira – Lira dos cinquent’anos)
O primeiro verso da segunda estrofe é, em relação à primeira estrofe:
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Com base no manual de redação oficial, é a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em níveis diferentes, trata-se, portanto, de uma forma de comunicação eminentemente interna; o conceito refere-se a:
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Para acabar com uma contradição na legislação trabalhista, o Brasil reafirmou à Organização Internacional do Trabalho (OIT), em junho, que menores de 16 anos estão proibidos de trabalhar no País – a não ser na condição de aprendizes, a partir dos 14 anos. Antes, havia uma ambiguidade entre a constituição e os compromissos assumidos no plano internacional. A lei brasileira exige que a idade mínima para o trabalho seja de 16 anos. Ao mesmo tempo, o País havia fixado, na OIT, 14 anos como idade mínima para trabalhar.
A decisão do governo é, ao mesmo tempo, uma notícia boa e outra não tão boa assim. Boa, porque mostra a preocupação em proteger jovens e crianças. E não tão boa, porque agora o País terá de intensificar e ampliar os programas de combate e erradicação do trabalho infantojuvenil, além de melhorar a fiscalização, a fim de realmente impedir o trabalho irregular de menores de 16 anos. Caso contrário, corre o risco de ser alvo de denúncias em organizações como a OIT e a Organização Mundial do Comércio (OMC).
Em 1995, as exportações de calçados brasileiros foram prejudicadas por denúncias de uso de mão de obra infantil em Franca, no interior de São Paulo. O problema hoje está superado, mas na época levou à mobilização dos empresários do setor, que criaram o Instituto Pró-Criança, para combater o trabalho infantil na indústria de calçados. Agora, com a mudança da idade limite na OIT, o setor está sendo forçado a reorganizar-se, para adaptar-se às novas regras.
Nem todos os segmentos, porém, têm programas e ações estruturadas para combater o trabalho infantil. O Brasil tem uma legislação mais protetora do que muitos países, mas a realidade socioeconômica e o desaparecimento do emprego formal são os maiores problemas, porque o jovem acaba sendo empurrado para o mercado de trabalho. A própria OIT admite uma legislação mais flexível – desde que não prejudique a saúde, a educação e o desenvolvimento psíquico – como o trabalho em família e artísticos leves. A flexibilização poderia ser uma forma de evitar as denúncias e combater o principal problema do trabalho infantojuvenil no país: a informalidade.
(Trecho adaptado de O Estado de S. Paulo, 05/08/2001, p. A12)
Sobre o texto, podemos afirmar que:
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Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico,
Penetrarias até o fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera de Natal,
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Penetrarias até o fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera de Natal,
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
(Manuel Bandeira – Lira dos cinquent’anos)
O espelho só não reflete no eu-lírico:
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Para acabar com uma contradição na legislação trabalhista, o Brasil reafirmou à Organização Internacional do Trabalho (OIT), em junho, que menores de 16 anos estão proibidos de trabalhar no País – a não ser na condição de aprendizes, a partir dos 14 anos. Antes, havia uma ambiguidade entre a constituição e os compromissos assumidos no plano internacional. A lei brasileira exige que a idade mínima para o trabalho seja de 16 anos. Ao mesmo tempo, o País havia fixado, na OIT, 14 anos como idade mínima para trabalhar.
A decisão do governo é, ao mesmo tempo, uma notícia boa e outra não tão boa assim. Boa, porque mostra a preocupação em proteger jovens e crianças. E não tão boa, porque agora o País terá de intensificar e ampliar os programas de combate e erradicação do trabalho infantojuvenil, além de melhorar a fiscalização, a fim de realmente impedir o trabalho irregular de menores de 16 anos. Caso contrário, corre o risco de ser alvo de denúncias em organizações como a OIT e a Organização Mundial do Comércio (OMC).
Em 1995, as exportações de calçados brasileiros foram prejudicadas por denúncias de uso de mão de obra infantil em Franca, no interior de São Paulo. O problema hoje está superado, mas na época levou à mobilização dos empresários do setor, que criaram o Instituto Pró-Criança, para combater o trabalho infantil na indústria de calçados. Agora, com a mudança da idade limite na OIT, o setor está sendo forçado a reorganizar-se, para adaptar-se às novas regras.
Nem todos os segmentos, porém, têm programas e ações estruturadas para combater o trabalho infantil. O Brasil tem uma legislação mais protetora do que muitos países, mas a realidade socioeconômica e o desaparecimento do emprego formal são os maiores problemas, porque o jovem acaba sendo empurrado para o mercado de trabalho. A própria OIT admite uma legislação mais flexível – desde que não prejudique a saúde, a educação e o desenvolvimento psíquico – como o trabalho em família e artísticos leves. A flexibilização poderia ser uma forma de evitar as denúncias e combater o principal problema do trabalho infantojuvenil no país: a informalidade.
(Trecho adaptado de O Estado de S. Paulo, 05/08/2001, p. A12)
O texto afirma que a notícia não é tão boa assim porque:
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