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Foram encontradas 130 questões.

217943 Ano: 2015
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP
Em uma aplicação financeira no sistema de capitalização simples, remunerada a 150% ao ano, aplicou-se uma certa quantia e após 8 meses resgatou-se R$ 8.500,00. Qual foi o valor aplicado?
 

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217942 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP
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Numa mistura de água e vinho, a água corresponde a 2/5 da mistura. Para que a água passe a representar 1/4 da mistura, qual a quantidade de vinho que deverá ser acrescentada, sabendo que a mistura atual tem um volume total de 500 ml?
 

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217941 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP
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Uma pessoa contratou um advogado para entrar com uma ação judicial contra uma empresa, sendo que o valor dos honorários advocatícios acordados foram os seguintes: R$ 4.500,00 de custas advocatícias mais 15% sobre o valor da ação caso houvesse ganho de causa. Sabendo que a ação judicial deu ganho de causa para o reclamante e ao final do processo o advogado recebeu deste cliente o valor de R$ 12.000,00, qual foi o valor bruto (antes do desconto da parte do advogado) recebido por essa pessoa nessa ação judicial?
 

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217940 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP
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Ao efetuarmos o cálculo proposto na sentença abaixo, obtemos como resposta:

enunciado 217940-1
 

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217939 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP
A hipotenusa de um triângulo retângulo é igual a 13 cm e seu maior cateto é igual a 12 cm. Qual a medida da área do triângulo?
 

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217938 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP
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A figura abaixo representa o quintal de uma residência, sendo seus lados paralelos entre si e suas medidas são informadas. A área equivalente a este quintal foi totalmente recoberta por grama e a cada m2 foram utilizadas 2 placas de grama. Quantas placas de grama foram utilizadas ao final do trabalho?

enunciado 217938-1
 

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217937 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP
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ÁGUAS DE MARCO

Tom Jobim

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol

É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
E o mistério profundo, é o queira ou não queira

É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira

É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto

É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada

É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã

São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé

São as águas de março fechando o verão,
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho

É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

pau, pedra, fim, caminho
resto, toco, pouco, sozinho
caco, vidro, vida, sol, noite, morte, laço, anzol
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

(Texto retirado do site: http://www.vagalume.com.br/elis-regina/aguas- de-marco.htmi)
Observe o título da música de Tom Jobim e toda a descrição feita durante a letra. A expressão “águas de março" é uma forma metafórica de se referir, nessa canção:
 

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217936 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP
O que é que houve?

Resolvi fazer um check-up. Havia tempo que não fazia e o redondo número de minha idade vinha ultimamente chamando a minha atenção para a cadeirinha do plano de saúde que carrego na carteira. Não tinha nenhum sintoma. Era apenas uma checagem para não vir a ter nenhum sintoma.

Entrei na sala para o primeiro exame:

— O que é que houve? — me perguntou o doutor.

A pergunta me pegou de surpresa. Fiquei envergonhada. Tive medo de parecer hipocondríaca.

— Nada. Apenas rotina.

O exame foi feito. Tudo normal. Saí da sala aliviada por minha ausência de manchas, mas um tanto constrangida por mobilizar a atenção daquele médico que poderia estar se dedicando a outros abdomens, que, doentes, esperam por suas imagens em filas gigantescas pelos hospitais da cidade.

Segui para o próximo. O laboratório parecia um shopping. Gente circulando, o café lotado, televisões ligadas, pessoas concentradas em seus celulares e revistas, parecendo esbanjar saúde. Entrei na sala e, mais uma vez, veio a pergunta:

— O que é que houve?

Parecia que eles tinham combinado. Tive vontade de sair correndo dali, cantando e dançando pra celebrar minha saúde. Não o fiz. Que Deus me livrasse, mas, àquela altura, eu também já queria ver se tinha alguma coisa. Mais uma vez, e com a graça de Deus, não tinha nada.

Saí do laboratório sentindo um alívio desconfortável e entrei no táxi pensando numa melhor maneira de responder à tal pergunta.

— O que é que houve, doutor? Tenho a sorte de poder pagar um bom plano de saúde. Por isso, acabo achando normal usar todo este equipamento e estes médicos bem formados para investigarem no meu abdômen a eventual possibilidade de eu vir a ter o sintoma que não tenho.

Uso minha carteirinha para o que chamam de medicina preventiva, fazendo jus à mensalidade que tenho pago por medo de precisar usar o que não poderei pagar. Eles bem sabem o quanto fico feliz em pagar mais do que uso porque obviamente me oferecem um produto que não quero precisar usar. De certa maneira, me dão a bênção de perder o que paguei. E, assim, sem nem sequer me dar conta, me vingo minimamente, fazendo exames de rotina enquanto outras pessoas morrem nas filas dos hospitais. É bem esquisito, não é, doutor?

(autoria: Denise Fraga, colunista do jornal Folha de São Paulo, texto retirado do site: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/denisefraga/2015/ Data: 20/09/2015)
Saí do laboratório sentindo um alívio desconfortável e entrei no táxi pensando numa melhor maneira de responder à tal pergunta".

A mesma justificativa para o uso da crase tal qual no período acima é encontrada em qual alternativa?
 

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217935 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP
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CONSTRUÇÃO

Composição: Chico Buarque

Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego.

(...)

(Texto retirado do site: http://www.vagalume.com.br/chico-buarque/construcao.html)
Releia as palavras finais de cada um dos versos dessa estrofe da letra de “Construção": “última", “único", “tímido", “máquina", “sólidas", etc. Qual é a regra de acentuação que justifica o acento, segundo a norma padrão da língua portuguesa?
 

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217934 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Câm. Santo André-SP

O FIM DO SUPERPODER NOS NOVOS TEMPOS

Uma das características centrais desses tempos de mudança é a diluição dos superpoderes - fenômeno que começa a ser estudado por especialistas internacionais. É o que está por trás de mudanças empresariais, de crises políticas, e das pedras atiradas diuturnamente sobre a velha ordem moribunda.

O século 20 foi a era da grande burocracia, dos formatos de gestão que igualaram corporações ocidentais oligopolizadas com estatais dos países comunistas, as burocracias de Estado e até as organizações sociais.

De longe, tratava-se da forma mais eficiente de gestão que alavancou o crescimento das empresas e levou-as a processos de verticalização visando ganhos de escala, mas, acima de tudo, afastar as concorrentes.

Modelos como o da General Motors - de constituir uma constelação de subsidiárias semiautônomas fornecendo para a empresa mãe, tornaram-se hegemônicos.

No campo empresarial, o avanço da telemática permitiu o surgimento de outros modelos, como o da Toyota, terceirizando sua produção para fornecedores independentes, trabalhando em conjunto no desenvolvimento de soluções.

Com o tempo, o avanço da tecnologia e o crescimento dos próprios fornecedores permitiram novos arranjos para o desenvolvimento de novos produtos.

Finalmente, com a entrada da era da Internet, o modelo exclusivista e verticalizado das grandes corporações entrou definitivamente em xeque.

A Microsoft tornou-se um gigante emperrado, da mesma forma que a IBM. E a própria Apple, mesmo com o furor inovador de Steve Jobs, acabou perdendo espaço para o modelo colaborativo do Google.

Pode ser que o avanço do setor acabe gerando novos cartéis. Mas, nesse momento, os modelos abertos e colaborativos tornaram-se vitoriosos.

Em todos os campos ocorreu essa diluição de poder. No campo político, sucessivas primaveras tiraram definitivamente dos governos e das grandes corporações de mídia o controle sobre a opinião pública.

A beleza da história é que não há lugar para acomodamento. Governantes que não se guiarem por ideais grandiosos serão inevitavelmente soterrados. A parte preocupante da história é o vácuo institucional que se dá em um momento em que o velho morreu e o novo ainda não se apresentou.

Compilado de artigo de Luís Nassif, disponível em [http://www.cartacapital.com.br/economia/o-fim-do-superpoder-nos-novos-tempos-7131.html], publicado em 30/01/2014, consultado em 30/10/2015.

A chamada diluição de poderes, de acordo com Luís Nassif:

 

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