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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Papo cabeça
Por Martha Medeiros
- Éramos quatro escritoras em volta de uma mesa, num bistrô. A conversa não podia estar
- mais divertida. Até que um sujeito passou por nós, nos reconheceu, cumprimentou e disse:
- “Posso imaginar o papo cabeça que está rolando aí”. E saiu de perto com uma cara de “Deus me
- livre”.
- O simpático cidadão ficaria corado se escutasse um pedacinho do nosso papo cabeça. Logo
- nos perguntamos: será mesmo que as pessoas pensam que a gente se reúne para falar sobre a
- obra completa de Thomas Mann e que tentamos desvendar o significado de cada verso dos
- Lusíadas enquanto ra...amos uma pizza marguerita?
- Alguns têm certeza. Um conhecido, uma vez, me cumprimentou pelo lançamento de um
- livro que lan...ei meses depois de me separar. Junto com os parabéns, ele emendou: “Aproveita
- o sucesso, porque casar você não vai mais”. Como assim, volte aqui, me explique isso direito.
- Não abro mão de conversas inteligentes, mas para dissertações eruditas existe hora e
- lugar. Eu mesma, podendo, corro para o outro lado quando alguém começa uma conferência
- didática-enciclopédica em mesa de bar. Numa sala de universidade, é estimulante. Em meio a
- uma palestra num auditório, empolga. Escutar um sábio falar durante um jantar, na casa de
- alguém, salva a noite.
- Mas num boteco barulhento, em meio a bolinhos de bacalhau, copos de chope e cercado
- por amigos da adolescência, quem vai querer escutar sobre a profundidade lírica da trilogia
- cinematográfica do brilhante Krzysztof Kieslowski? É muita consoante para uma noite de sexta-
- feira.
- E se for um primeiro jantar a dois, romântico, aí o papo cabeça funciona mais ou menos
- como um ex que entrou no recinto para quebrar o clima. Dá aquela vontade súbita de pedir a
- conta.
- Em nosso último encontro, minhas amigas e eu conversamos sobre as vantagens triunfais
- da maturidade, um pouquinho sobre política (só um pouquinho, antes da comida ser servida),
- sobre a diferença da nossa geração para a de nossos filhos, sobre a viagem que uma de nós fez
- aos Lençóis Maranhenses, sobre a Anitta, a Monica Salmaso e um ator francês que ninguém
- lembrou o nome, sobre um bafão que aconteceu na cidade, sobre uma exposição que ainda está
- em cartaz em São Paulo, sobre paixões infernais, sobre amores inventados e mais um longo
- etecetera, porque os assuntos são sempre múltiplos e vêm acompanhados de muitas
- gargalhadas – claro que sob a supervisão dos neurônios, mas sem permitir que eles nos
- transformem em catedráticas.
- Papo com farra, sarro, troça, graça e só um pouquinho de desgraça. Somos criaturas
- trágicas, mas isso a gente deixa para debater na consulta com o analista. Fora do horário do
- expediente, nosso papo cabeça desce a linha do pescoço, ronda o coração e onde mais a alma
- alcança – enquanto isso, o cérebro descan...a.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, identificando as classes gramaticais das palavras retiradas do texto.
Coluna 1
1. Pronome.
2. Advérbio.
3. Conjunção.
4. Preposição.
5. Numeral.
Coluna 2
( ) “quatro” (l. 01).
( ) “em” (l. 01).
( ) “Alguns” (l. 09).
( ) “Não” (l. 12).
( ) “Mas” (l. 17).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Papo cabeça
Por Martha Medeiros
- Éramos quatro escritoras em volta de uma mesa, num bistrô. A conversa não podia estar
- mais divertida. Até que um sujeito passou por nós, nos reconheceu, cumprimentou e disse:
- “Posso imaginar o papo cabeça que está rolando aí”. E saiu de perto com uma cara de “Deus me
- livre”.
- O simpático cidadão ficaria corado se escutasse um pedacinho do nosso papo cabeça. Logo
- nos perguntamos: será mesmo que as pessoas pensam que a gente se reúne para falar sobre a
- obra completa de Thomas Mann e que tentamos desvendar o significado de cada verso dos
- Lusíadas enquanto ra...amos uma pizza marguerita?
- Alguns têm certeza. Um conhecido, uma vez, me cumprimentou pelo lançamento de um
- livro que lan...ei meses depois de me separar. Junto com os parabéns, ele emendou: “Aproveita
- o sucesso, porque casar você não vai mais”. Como assim, volte aqui, me explique isso direito.
- Não abro mão de conversas inteligentes, mas para dissertações eruditas existe hora e
- lugar. Eu mesma, podendo, corro para o outro lado quando alguém começa uma conferência
- didática-enciclopédica em mesa de bar. Numa sala de universidade, é estimulante. Em meio a
- uma palestra num auditório, empolga. Escutar um sábio falar durante um jantar, na casa de
- alguém, salva a noite.
- Mas num boteco barulhento, em meio a bolinhos de bacalhau, copos de chope e cercado
- por amigos da adolescência, quem vai querer escutar sobre a profundidade lírica da trilogia
- cinematográfica do brilhante Krzysztof Kieslowski? É muita consoante para uma noite de sexta-
- feira.
- E se for um primeiro jantar a dois, romântico, aí o papo cabeça funciona mais ou menos
- como um ex que entrou no recinto para quebrar o clima. Dá aquela vontade súbita de pedir a
- conta.
- Em nosso último encontro, minhas amigas e eu conversamos sobre as vantagens triunfais
- da maturidade, um pouquinho sobre política (só um pouquinho, antes da comida ser servida),
- sobre a diferença da nossa geração para a de nossos filhos, sobre a viagem que uma de nós fez
- aos Lençóis Maranhenses, sobre a Anitta, a Monica Salmaso e um ator francês que ninguém
- lembrou o nome, sobre um bafão que aconteceu na cidade, sobre uma exposição que ainda está
- em cartaz em São Paulo, sobre paixões infernais, sobre amores inventados e mais um longo
- etecetera, porque os assuntos são sempre múltiplos e vêm acompanhados de muitas
- gargalhadas – claro que sob a supervisão dos neurônios, mas sem permitir que eles nos
- transformem em catedráticas.
- Papo com farra, sarro, troça, graça e só um pouquinho de desgraça. Somos criaturas
- trágicas, mas isso a gente deixa para debater na consulta com o analista. Fora do horário do
- expediente, nosso papo cabeça desce a linha do pescoço, ronda o coração e onde mais a alma
- alcança – enquanto isso, o cérebro descan...a.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego de recursos coesivos, analise as assertivas a seguir:
I. Na linha 02, o pronome pessoal nós é utilizado como uma forma de se referir à autora e às suas amigas escritoras.
II. Na linha 22, o referente do pronome relativo que é o vocábulo “recinto”.
III. Na linha 26, o pronome relativo que tem como referente a palavra “viagem”.
IV. Na linha 31, o referente do pronome pessoal eles é o termo “assuntos”.
Quais estão corretas?
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Papo cabeça
Por Martha Medeiros
- Éramos quatro escritoras em volta de uma mesa, num bistrô. A conversa não podia estar
- mais divertida. Até que um sujeito passou por nós, nos reconheceu, cumprimentou e disse:
- “Posso imaginar o papo cabeça que está rolando aí”. E saiu de perto com uma cara de “Deus me
- livre”.
- O simpático cidadão ficaria corado se escutasse um pedacinho do nosso papo cabeça. Logo
- nos perguntamos: será mesmo que as pessoas pensam que a gente se reúne para falar sobre a
- obra completa de Thomas Mann e que tentamos desvendar o significado de cada verso dos
- Lusíadas enquanto ra...amos uma pizza marguerita?
- Alguns têm certeza. Um conhecido, uma vez, me cumprimentou pelo lançamento de um
- livro que lan...ei meses depois de me separar. Junto com os parabéns, ele emendou: “Aproveita
- o sucesso, porque casar você não vai mais”. Como assim, volte aqui, me explique isso direito.
- Não abro mão de conversas inteligentes, mas para dissertações eruditas existe hora e
- lugar. Eu mesma, podendo, corro para o outro lado quando alguém começa uma conferência
- didática-enciclopédica em mesa de bar. Numa sala de universidade, é estimulante. Em meio a
- uma palestra num auditório, empolga. Escutar um sábio falar durante um jantar, na casa de
- alguém, salva a noite.
- Mas num boteco barulhento, em meio a bolinhos de bacalhau, copos de chope e cercado
- por amigos da adolescência, quem vai querer escutar sobre a profundidade lírica da trilogia
- cinematográfica do brilhante Krzysztof Kieslowski? É muita consoante para uma noite de sexta-
- feira.
- E se for um primeiro jantar a dois, romântico, aí o papo cabeça funciona mais ou menos
- como um ex que entrou no recinto para quebrar o clima. Dá aquela vontade súbita de pedir a
- conta.
- Em nosso último encontro, minhas amigas e eu conversamos sobre as vantagens triunfais
- da maturidade, um pouquinho sobre política (só um pouquinho, antes da comida ser servida),
- sobre a diferença da nossa geração para a de nossos filhos, sobre a viagem que uma de nós fez
- aos Lençóis Maranhenses, sobre a Anitta, a Monica Salmaso e um ator francês que ninguém
- lembrou o nome, sobre um bafão que aconteceu na cidade, sobre uma exposição que ainda está
- em cartaz em São Paulo, sobre paixões infernais, sobre amores inventados e mais um longo
- etecetera, porque os assuntos são sempre múltiplos e vêm acompanhados de muitas
- gargalhadas – claro que sob a supervisão dos neurônios, mas sem permitir que eles nos
- transformem em catedráticas.
- Papo com farra, sarro, troça, graça e só um pouquinho de desgraça. Somos criaturas
- trágicas, mas isso a gente deixa para debater na consulta com o analista. Fora do horário do
- expediente, nosso papo cabeça desce a linha do pescoço, ronda o coração e onde mais a alma
- alcança – enquanto isso, o cérebro descan...a.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação às classes gramaticais, assinale a alternativa correta.
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- OrtografiaEmprego de Letras e FonemasEmprego da letra X
- OrtografiaEmprego de Letras e FonemasEmprego do dígrafo CH
- OrtografiaEmprego de Letras e FonemasEmprego do dígrafo SS
- OrtografiaEmprego de Letras e FonemasEmprego da letra Ç
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Papo cabeça
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- Éramos quatro escritoras em volta de uma mesa, num bistrô. A conversa não podia estar
- mais divertida. Até que um sujeito passou por nós, nos reconheceu, cumprimentou e disse:
- “Posso imaginar o papo cabeça que está rolando aí”. E saiu de perto com uma cara de “Deus me
- livre”.
- O simpático cidadão ficaria corado se escutasse um pedacinho do nosso papo cabeça. Logo
- nos perguntamos: será mesmo que as pessoas pensam que a gente se reúne para falar sobre a
- obra completa de Thomas Mann e que tentamos desvendar o significado de cada verso dos
- Lusíadas enquanto ra...amos uma pizza marguerita?
- Alguns têm certeza. Um conhecido, uma vez, me cumprimentou pelo lançamento de um
- livro que lan...ei meses depois de me separar. Junto com os parabéns, ele emendou: “Aproveita
- o sucesso, porque casar você não vai mais”. Como assim, volte aqui, me explique isso direito.
- Não abro mão de conversas inteligentes, mas para dissertações eruditas existe hora e
- lugar. Eu mesma, podendo, corro para o outro lado quando alguém começa uma conferência
- didática-enciclopédica em mesa de bar. Numa sala de universidade, é estimulante. Em meio a
- uma palestra num auditório, empolga. Escutar um sábio falar durante um jantar, na casa de
- alguém, salva a noite.
- Mas num boteco barulhento, em meio a bolinhos de bacalhau, copos de chope e cercado
- por amigos da adolescência, quem vai querer escutar sobre a profundidade lírica da trilogia
- cinematográfica do brilhante Krzysztof Kieslowski? É muita consoante para uma noite de sexta-
- feira.
- E se for um primeiro jantar a dois, romântico, aí o papo cabeça funciona mais ou menos
- como um ex que entrou no recinto para quebrar o clima. Dá aquela vontade súbita de pedir a
- conta.
- Em nosso último encontro, minhas amigas e eu conversamos sobre as vantagens triunfais
- da maturidade, um pouquinho sobre política (só um pouquinho, antes da comida ser servida),
- sobre a diferença da nossa geração para a de nossos filhos, sobre a viagem que uma de nós fez
- aos Lençóis Maranhenses, sobre a Anitta, a Monica Salmaso e um ator francês que ninguém
- lembrou o nome, sobre um bafão que aconteceu na cidade, sobre uma exposição que ainda está
- em cartaz em São Paulo, sobre paixões infernais, sobre amores inventados e mais um longo
- etecetera, porque os assuntos são sempre múltiplos e vêm acompanhados de muitas
- gargalhadas – claro que sob a supervisão dos neurônios, mas sem permitir que eles nos
- transformem em catedráticas.
- Papo com farra, sarro, troça, graça e só um pouquinho de desgraça. Somos criaturas
- trágicas, mas isso a gente deixa para debater na consulta com o analista. Fora do horário do
- expediente, nosso papo cabeça desce a linha do pescoço, ronda o coração e onde mais a alma
- alcança – enquanto isso, o cérebro descan...a.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas nas linhas 08, 10 e 36.
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Papo cabeça
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- Éramos quatro escritoras em volta de uma mesa, num bistrô. A conversa não podia estar
- mais divertida. Até que um sujeito passou por nós, nos reconheceu, cumprimentou e disse:
- “Posso imaginar o papo cabeça que está rolando aí”. E saiu de perto com uma cara de “Deus me
- livre”.
- O simpático cidadão ficaria corado se escutasse um pedacinho do nosso papo cabeça. Logo
- nos perguntamos: será mesmo que as pessoas pensam que a gente se reúne para falar sobre a
- obra completa de Thomas Mann e que tentamos desvendar o significado de cada verso dos
- Lusíadas enquanto ra...amos uma pizza marguerita?
- Alguns têm certeza. Um conhecido, uma vez, me cumprimentou pelo lançamento de um
- livro que lan...ei meses depois de me separar. Junto com os parabéns, ele emendou: “Aproveita
- o sucesso, porque casar você não vai mais”. Como assim, volte aqui, me explique isso direito.
- Não abro mão de conversas inteligentes, mas para dissertações eruditas existe hora e
- lugar. Eu mesma, podendo, corro para o outro lado quando alguém começa uma conferência
- didática-enciclopédica em mesa de bar. Numa sala de universidade, é estimulante. Em meio a
- uma palestra num auditório, empolga. Escutar um sábio falar durante um jantar, na casa de
- alguém, salva a noite.
- Mas num boteco barulhento, em meio a bolinhos de bacalhau, copos de chope e cercado
- por amigos da adolescência, quem vai querer escutar sobre a profundidade lírica da trilogia
- cinematográfica do brilhante Krzysztof Kieslowski? É muita consoante para uma noite de sexta-
- feira.
- E se for um primeiro jantar a dois, romântico, aí o papo cabeça funciona mais ou menos
- como um ex que entrou no recinto para quebrar o clima. Dá aquela vontade súbita de pedir a
- conta.
- Em nosso último encontro, minhas amigas e eu conversamos sobre as vantagens triunfais
- da maturidade, um pouquinho sobre política (só um pouquinho, antes da comida ser servida),
- sobre a diferença da nossa geração para a de nossos filhos, sobre a viagem que uma de nós fez
- aos Lençóis Maranhenses, sobre a Anitta, a Monica Salmaso e um ator francês que ninguém
- lembrou o nome, sobre um bafão que aconteceu na cidade, sobre uma exposição que ainda está
- em cartaz em São Paulo, sobre paixões infernais, sobre amores inventados e mais um longo
- etecetera, porque os assuntos são sempre múltiplos e vêm acompanhados de muitas
- gargalhadas – claro que sob a supervisão dos neurônios, mas sem permitir que eles nos
- transformem em catedráticas.
- Papo com farra, sarro, troça, graça e só um pouquinho de desgraça. Somos criaturas
- trágicas, mas isso a gente deixa para debater na consulta com o analista. Fora do horário do
- expediente, nosso papo cabeça desce a linha do pescoço, ronda o coração e onde mais a alma
- alcança – enquanto isso, o cérebro descan...a.
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Analise o trecho abaixo:
O vocábulo “porque”, localizado na linha 30, é classificado como e expressa sentido de . Logo, esse termo pode ser substituído, sem alteração de sentido na frase, por .
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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- SintaxeConcordância
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
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Papo cabeça
Por Martha Medeiros
- Éramos quatro escritoras em volta de uma mesa, num bistrô. A conversa não podia estar
- mais divertida. Até que um sujeito passou por nós, nos reconheceu, cumprimentou e disse:
- “Posso imaginar o papo cabeça que está rolando aí”. E saiu de perto com uma cara de “Deus me
- livre”.
- O simpático cidadão ficaria corado se escutasse um pedacinho do nosso papo cabeça. Logo
- nos perguntamos: será mesmo que as pessoas pensam que a gente se reúne para falar sobre a
- obra completa de Thomas Mann e que tentamos desvendar o significado de cada verso dos
- Lusíadas enquanto ra...amos uma pizza marguerita?
- Alguns têm certeza. Um conhecido, uma vez, me cumprimentou pelo lançamento de um
- livro que lan...ei meses depois de me separar. Junto com os parabéns, ele emendou: “Aproveita
- o sucesso, porque casar você não vai mais”. Como assim, volte aqui, me explique isso direito.
- Não abro mão de conversas inteligentes, mas para dissertações eruditas existe hora e
- lugar. Eu mesma, podendo, corro para o outro lado quando alguém começa uma conferência
- didática-enciclopédica em mesa de bar. Numa sala de universidade, é estimulante. Em meio a
- uma palestra num auditório, empolga. Escutar um sábio falar durante um jantar, na casa de
- alguém, salva a noite.
- Mas num boteco barulhento, em meio a bolinhos de bacalhau, copos de chope e cercado
- por amigos da adolescência, quem vai querer escutar sobre a profundidade lírica da trilogia
- cinematográfica do brilhante Krzysztof Kieslowski? É muita consoante para uma noite de sexta-
- feira.
- E se for um primeiro jantar a dois, romântico, aí o papo cabeça funciona mais ou menos
- como um ex que entrou no recinto para quebrar o clima. Dá aquela vontade súbita de pedir a
- conta.
- Em nosso último encontro, minhas amigas e eu conversamos sobre as vantagens triunfais
- da maturidade, um pouquinho sobre política (só um pouquinho, antes da comida ser servida),
- sobre a diferença da nossa geração para a de nossos filhos, sobre a viagem que uma de nós fez
- aos Lençóis Maranhenses, sobre a Anitta, a Monica Salmaso e um ator francês que ninguém
- lembrou o nome, sobre um bafão que aconteceu na cidade, sobre uma exposição que ainda está
- em cartaz em São Paulo, sobre paixões infernais, sobre amores inventados e mais um longo
- etecetera, porque os assuntos são sempre múltiplos e vêm acompanhados de muitas
- gargalhadas – claro que sob a supervisão dos neurônios, mas sem permitir que eles nos
- transformem em catedráticas.
- Papo com farra, sarro, troça, graça e só um pouquinho de desgraça. Somos criaturas
- trágicas, mas isso a gente deixa para debater na consulta com o analista. Fora do horário do
- expediente, nosso papo cabeça desce a linha do pescoço, ronda o coração e onde mais a alma
- alcança – enquanto isso, o cérebro descan...a.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise o fragmento retirado do texto e adaptado para esta questão: “Até que um sujeito passou por nós, nos reconheceu, cumprimentou e disse: ‘Posso imaginar o papo cabeça que está rolando aí’. E saiu de perto”. Tendo em vista a flexão no plural da palavra “sujeito”, assinale a alternativa que apresenta as modificações necessárias para garantir a correta concordância verbo-nominal no trecho.
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Papo cabeça
Por Martha Medeiros
- Éramos quatro escritoras em volta de uma mesa, num bistrô. A conversa não podia estar
- mais divertida. Até que um sujeito passou por nós, nos reconheceu, cumprimentou e disse:
- “Posso imaginar o papo cabeça que está rolando aí”. E saiu de perto com uma cara de “Deus me
- livre”.
- O simpático cidadão ficaria corado se escutasse um pedacinho do nosso papo cabeça. Logo
- nos perguntamos: será mesmo que as pessoas pensam que a gente se reúne para falar sobre a
- obra completa de Thomas Mann e que tentamos desvendar o significado de cada verso dos
- Lusíadas enquanto ra...amos uma pizza marguerita?
- Alguns têm certeza. Um conhecido, uma vez, me cumprimentou pelo lançamento de um
- livro que lan...ei meses depois de me separar. Junto com os parabéns, ele emendou: “Aproveita
- o sucesso, porque casar você não vai mais”. Como assim, volte aqui, me explique isso direito.
- Não abro mão de conversas inteligentes, mas para dissertações eruditas existe hora e
- lugar. Eu mesma, podendo, corro para o outro lado quando alguém começa uma conferência
- didática-enciclopédica em mesa de bar. Numa sala de universidade, é estimulante. Em meio a
- uma palestra num auditório, empolga. Escutar um sábio falar durante um jantar, na casa de
- alguém, salva a noite.
- Mas num boteco barulhento, em meio a bolinhos de bacalhau, copos de chope e cercado
- por amigos da adolescência, quem vai querer escutar sobre a profundidade lírica da trilogia
- cinematográfica do brilhante Krzysztof Kieslowski? É muita consoante para uma noite de sexta-
- feira.
- E se for um primeiro jantar a dois, romântico, aí o papo cabeça funciona mais ou menos
- como um ex que entrou no recinto para quebrar o clima. Dá aquela vontade súbita de pedir a
- conta.
- Em nosso último encontro, minhas amigas e eu conversamos sobre as vantagens triunfais
- da maturidade, um pouquinho sobre política (só um pouquinho, antes da comida ser servida),
- sobre a diferença da nossa geração para a de nossos filhos, sobre a viagem que uma de nós fez
- aos Lençóis Maranhenses, sobre a Anitta, a Monica Salmaso e um ator francês que ninguém
- lembrou o nome, sobre um bafão que aconteceu na cidade, sobre uma exposição que ainda está
- em cartaz em São Paulo, sobre paixões infernais, sobre amores inventados e mais um longo
- etecetera, porque os assuntos são sempre múltiplos e vêm acompanhados de muitas
- gargalhadas – claro que sob a supervisão dos neurônios, mas sem permitir que eles nos
- transformem em catedráticas.
- Papo com farra, sarro, troça, graça e só um pouquinho de desgraça. Somos criaturas
- trágicas, mas isso a gente deixa para debater na consulta com o analista. Fora do horário do
- expediente, nosso papo cabeça desce a linha do pescoço, ronda o coração e onde mais a alma
- alcança – enquanto isso, o cérebro descan...a.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Os vocábulos “simpático” (l. 05), “eruditas” (l. 12) e “palestra” (l. 15) podem ser substituídos, respectivamente, sem alteração de sentido nos trechos nos quais se encontram, por:
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Papo cabeça
Por Martha Medeiros
- Éramos quatro escritoras em volta de uma mesa, num bistrô. A conversa não podia estar
- mais divertida. Até que um sujeito passou por nós, nos reconheceu, cumprimentou e disse:
- “Posso imaginar o papo cabeça que está rolando aí”. E saiu de perto com uma cara de “Deus me
- livre”.
- O simpático cidadão ficaria corado se escutasse um pedacinho do nosso papo cabeça. Logo
- nos perguntamos: será mesmo que as pessoas pensam que a gente se reúne para falar sobre a
- obra completa de Thomas Mann e que tentamos desvendar o significado de cada verso dos
- Lusíadas enquanto ra...amos uma pizza marguerita?
- Alguns têm certeza. Um conhecido, uma vez, me cumprimentou pelo lançamento de um
- livro que lan...ei meses depois de me separar. Junto com os parabéns, ele emendou: “Aproveita
- o sucesso, porque casar você não vai mais”. Como assim, volte aqui, me explique isso direito.
- Não abro mão de conversas inteligentes, mas para dissertações eruditas existe hora e
- lugar. Eu mesma, podendo, corro para o outro lado quando alguém começa uma conferência
- didática-enciclopédica em mesa de bar. Numa sala de universidade, é estimulante. Em meio a
- uma palestra num auditório, empolga. Escutar um sábio falar durante um jantar, na casa de
- alguém, salva a noite.
- Mas num boteco barulhento, em meio a bolinhos de bacalhau, copos de chope e cercado
- por amigos da adolescência, quem vai querer escutar sobre a profundidade lírica da trilogia
- cinematográfica do brilhante Krzysztof Kieslowski? É muita consoante para uma noite de sexta-
- feira.
- E se for um primeiro jantar a dois, romântico, aí o papo cabeça funciona mais ou menos
- como um ex que entrou no recinto para quebrar o clima. Dá aquela vontade súbita de pedir a
- conta.
- Em nosso último encontro, minhas amigas e eu conversamos sobre as vantagens triunfais
- da maturidade, um pouquinho sobre política (só um pouquinho, antes da comida ser servida),
- sobre a diferença da nossa geração para a de nossos filhos, sobre a viagem que uma de nós fez
- aos Lençóis Maranhenses, sobre a Anitta, a Monica Salmaso e um ator francês que ninguém
- lembrou o nome, sobre um bafão que aconteceu na cidade, sobre uma exposição que ainda está
- em cartaz em São Paulo, sobre paixões infernais, sobre amores inventados e mais um longo
- etecetera, porque os assuntos são sempre múltiplos e vêm acompanhados de muitas
- gargalhadas – claro que sob a supervisão dos neurônios, mas sem permitir que eles nos
- transformem em catedráticas.
- Papo com farra, sarro, troça, graça e só um pouquinho de desgraça. Somos criaturas
- trágicas, mas isso a gente deixa para debater na consulta com o analista. Fora do horário do
- expediente, nosso papo cabeça desce a linha do pescoço, ronda o coração e onde mais a alma
- alcança – enquanto isso, o cérebro descan...a.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas abaixo relacionadas ao texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A escritora acredita que existe hora e lugar para conversas eruditas.
( ) A autora conversou com suas amigas sobre a diferença geracional entre a geração dos filhos e a delas.
( ) Na opinião da escritora, a pessoa sente vontade de ir embora quando ocorre um papo cabeça durante um primeiro jantar romântico.
( ) No texto, a autora destaca o papo cabeça que teve com outras quatro escritoras em um bistrô.
( ) Um dos assuntos comentados no último encontro da escritora com as amigas foi uma viagem.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. São Gabriel-RS
Em relação ao sistema de transporte (hidrovias, portos e aeroportos) do Rio Grande do Sul, analise as assertivas a seguir:
I. Os principais rios navegáveis do Estado são o Jacuí, Taquari e Sinos, além do Lago Guaíba e da Laguna dos Patos, utilizados para transporte de cargas.
II. A principal rota hidroviária está entre Porto Alegre e Rio Grande.
III. O Porto de Rio Grande é referência para os países do Mercosul e é consolidado como o segundo maior porto brasileiro em movimentação de contêineres e o terceiro em movimentação de carga.
IV. O novo terminal do Aeroporto Salgado Filho, concluído em setembro de 2001, tem capacidade para atender uma demanda de até 4 milhões de passageiros/ano, podendo receber até 28 aeronaves de grande porte, simultaneamente.
Quais estão corretas?
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Analise as assertivas abaixo sobre conjuntos numéricos, múltiplos e divisores:
I. O cubo de um número negativo resultará em um número positivo.
II. Todo número irracional é também um número real.
III. O quadrado do máximo divisor comum entre 120 e 30 é 90.
IV. O triplo do mínimo múltiplo comum entre 25 e 10 adicionado ao sobro de -3 é igual a 44.
V. São exemplos de números primos: 2, 5, 9, 11.
Quais estão corretas?
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Caderno Container