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2585012 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Câm. São Gonçalo Gurgueia-PI

Um sofisma é um sofisma?

Já dissemos que erros são oportunidades para pensar, portanto condição de qualquer acerto na redação, na educação ou na vida.

Os erros que se repetem, no entanto, perdem essa oportunidade e se esclerosam, formando o que muitas vezes chamamos de preconceitos. Se pegamos pela palavra, vemos que “pré-conceitos” são justamente pré-argumentos, isto é, argumentos preguiçosos que se satisfazem com conclusões e certezas rápidas demais. Os preconceitos nascem de diversas maneiras de argumentar de maneira apressada e preguiçosa, maneiras estas que os estudiosos da Lógica chamam de sofismas ou de falácias.

Mas o que são “sofismas”?

Lá pelo século V, sofismas eram as teses defendidas pelos sofistas. Naquela época, os sofistas atuavam como professores, ensinando aos filhos das famílias nobres, e estavam preparados, como os advogados modernos, para mostrar de que maneira se argumenta contra ou a favor de qualquer opinião. Os sofistas seguiam um argumento aonde quer que ele os levasse, sem se preocuparem com considerações pessoais, morais, cívicas ou religiosas.

Por conta dessa prática de pensamento livre, talvez livre demais, com o tempo o termo “sofisma” foi adquirindo uma conotação pejorativa, passando a significar um argumento usado para enganar e não para esclarecer ou chegar à verdade. Alguns filósofos dizem que “sofisma” é um argumento com dolo, isto é, construído com a intenção consciente de enganar o interlocutor, enquanto que “falácia” seria um argumento sem dolo, isto é, construído sem a intenção de enganar, mas enganoso do mesmo jeito.

Na prática, a distinção é muito difícil: como saber se o sujeito argumenta errado de propósito ou sem querer? Pode ser que o faça “sem querer querendo”, como aquele personagem mexicano... Logo, podemos supor que sofisma e falácia são quase sinônimos.

O termo “sofisma”, que prefiro, vem do grego “sóphisma”, que traduzo agora como “só-pensamento”. O sofisma é uma espécie de ideia pura, de ideia que se alimenta de si mesma e não dos fatos, das evidências, da realidade, enfim. Como a realidade é extremamente dinâmica, alterando-se a cada instante, quem argumenta de maneira sofismática tende a ter preguiça de observar cada fenômeno por todas as perspectivas possíveis, preferindo se empolgar com as próprias palavras. Ao invés de confirmar o que pensa pelo olhar contínuo sobre a realidade em movimento, prefere apoiar o que pensa com o seu próprio pensamento.

Logo, posso dizer que a matriz de todos os sofismas é aquele conhecido como “circulo vicioso”, cuja fórmula é muito simples: A = A. Claro que A é igual a A, mas e daí? Obviamente isso não está errado, mas também não está certo, porque na verdade se finge dizer tudo mas não se diz nada.

Constata-se, sob a aparência de um raciocínio, o oposto de qualquer raciocínio. No círculo vicioso se roda à volta do próprio umbigo para se retornar sempre ao ponto de partida, sem se acrescentar sequer um suspiro de uma ideia nova. O círculo vicioso aparece quando se tenta dar, como prova de alguma declaração, a repetição da própria declaração. Toma-se como coisa demonstrada o que cabia demonstrar, admitindo-se como verdadeiro exatamente aquilo que se encontra em discussão.

Gustavo Bernardo

(Adaptado de https://www.revista.vestibular.uerj.br/)

“Na prática, a distinção é muito difícil: como saber se o sujeito argumenta errado de propósito ou sem querer?” (6º parágrafo). No contexto, a frase interrogativa introduzida pelos dois-pontos temo papel de:

 

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2585011 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Câm. São Gonçalo Gurgueia-PI

Um sofisma é um sofisma?

Já dissemos que erros são oportunidades para pensar, portanto condição de qualquer acerto na redação, na educação ou na vida.

Os erros que se repetem, no entanto, perdem essa oportunidade e se esclerosam, formando o que muitas vezes chamamos de preconceitos. Se pegamos pela palavra, vemos que “pré-conceitos” são justamente pré-argumentos, isto é, argumentos preguiçosos que se satisfazem com conclusões e certezas rápidas demais. Os preconceitos nascem de diversas maneiras de argumentar de maneira apressada e preguiçosa, maneiras estas que os estudiosos da Lógica chamam de sofismas ou de falácias.

Mas o que são “sofismas”?

Lá pelo século V, sofismas eram as teses defendidas pelos sofistas. Naquela época, os sofistas atuavam como professores, ensinando aos filhos das famílias nobres, e estavam preparados, como os advogados modernos, para mostrar de que maneira se argumenta contra ou a favor de qualquer opinião. Os sofistas seguiam um argumento aonde quer que ele os levasse, sem se preocuparem com considerações pessoais, morais, cívicas ou religiosas.

Por conta dessa prática de pensamento livre, talvez livre demais, com o tempo o termo “sofisma” foi adquirindo uma conotação pejorativa, passando a significar um argumento usado para enganar e não para esclarecer ou chegar à verdade. Alguns filósofos dizem que “sofisma” é um argumento com dolo, isto é, construído com a intenção consciente de enganar o interlocutor, enquanto que “falácia” seria um argumento sem dolo, isto é, construído sem a intenção de enganar, mas enganoso do mesmo jeito.

Na prática, a distinção é muito difícil: como saber se o sujeito argumenta errado de propósito ou sem querer? Pode ser que o faça “sem querer querendo”, como aquele personagem mexicano... Logo, podemos supor que sofisma e falácia são quase sinônimos.

O termo “sofisma”, que prefiro, vem do grego “sóphisma”, que traduzo agora como “só-pensamento”. O sofisma é uma espécie de ideia pura, de ideia que se alimenta de si mesma e não dos fatos, das evidências, da realidade, enfim. Como a realidade é extremamente dinâmica, alterando-se a cada instante, quem argumenta de maneira sofismática tende a ter preguiça de observar cada fenômeno por todas as perspectivas possíveis, preferindo se empolgar com as próprias palavras. Ao invés de confirmar o que pensa pelo olhar contínuo sobre a realidade em movimento, prefere apoiar o que pensa com o seu próprio pensamento.

Logo, posso dizer que a matriz de todos os sofismas é aquele conhecido como “circulo vicioso”, cuja fórmula é muito simples: A = A. Claro que A é igual a A, mas e daí? Obviamente isso não está errado, mas também não está certo, porque na verdade se finge dizer tudo mas não se diz nada.

Constata-se, sob a aparência de um raciocínio, o oposto de qualquer raciocínio. No círculo vicioso se roda à volta do próprio umbigo para se retornar sempre ao ponto de partida, sem se acrescentar sequer um suspiro de uma ideia nova. O círculo vicioso aparece quando se tenta dar, como prova de alguma declaração, a repetição da própria declaração. Toma-se como coisa demonstrada o que cabia demonstrar, admitindo-se como verdadeiro exatamente aquilo que se encontra em discussão.

Gustavo Bernardo

(Adaptado de https://www.revista.vestibular.uerj.br/)

O trecho abaixo serve de base para responder à questão.

“Os erros que se repetem, no entanto, perdem essa oportunidade e se esclerosam, formando o que muitas vezes chamamos de preconceitos.” 2º parágrafo).

No trecho, o emprego da palavra “esclerosar” reforça, segundo a argumentação do autor, que os erros:

 

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2585010 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Câm. São Gonçalo Gurgueia-PI

Um sofisma é um sofisma?

Já dissemos que erros são oportunidades para pensar, portanto condição de qualquer acerto na redação, na educação ou na vida.

Os erros que se repetem, no entanto, perdem essa oportunidade e se esclerosam, formando o que muitas vezes chamamos de preconceitos. Se pegamos pela palavra, vemos que “pré-conceitos” são justamente pré-argumentos, isto é, argumentos preguiçosos que se satisfazem com conclusões e certezas rápidas demais. Os preconceitos nascem de diversas maneiras de argumentar de maneira apressada e preguiçosa, maneiras estas que os estudiosos da Lógica chamam de sofismas ou de falácias.

Mas o que são “sofismas”?

Lá pelo século V, sofismas eram as teses defendidas pelos sofistas. Naquela época, os sofistas atuavam como professores, ensinando aos filhos das famílias nobres, e estavam preparados, como os advogados modernos, para mostrar de que maneira se argumenta contra ou a favor de qualquer opinião. Os sofistas seguiam um argumento aonde quer que ele os levasse, sem se preocuparem com considerações pessoais, morais, cívicas ou religiosas.

Por conta dessa prática de pensamento livre, talvez livre demais, com o tempo o termo “sofisma” foi adquirindo uma conotação pejorativa, passando a significar um argumento usado para enganar e não para esclarecer ou chegar à verdade. Alguns filósofos dizem que “sofisma” é um argumento com dolo, isto é, construído com a intenção consciente de enganar o interlocutor, enquanto que “falácia” seria um argumento sem dolo, isto é, construído sem a intenção de enganar, mas enganoso do mesmo jeito.

Na prática, a distinção é muito difícil: como saber se o sujeito argumenta errado de propósito ou sem querer? Pode ser que o faça “sem querer querendo”, como aquele personagem mexicano... Logo, podemos supor que sofisma e falácia são quase sinônimos.

O termo “sofisma”, que prefiro, vem do grego “sóphisma”, que traduzo agora como “só-pensamento”. O sofisma é uma espécie de ideia pura, de ideia que se alimenta de si mesma e não dos fatos, das evidências, da realidade, enfim. Como a realidade é extremamente dinâmica, alterando-se a cada instante, quem argumenta de maneira sofismática tende a ter preguiça de observar cada fenômeno por todas as perspectivas possíveis, preferindo se empolgar com as próprias palavras. Ao invés de confirmar o que pensa pelo olhar contínuo sobre a realidade em movimento, prefere apoiar o que pensa com o seu próprio pensamento.

Logo, posso dizer que a matriz de todos os sofismas é aquele conhecido como “circulo vicioso”, cuja fórmula é muito simples: A = A. Claro que A é igual a A, mas e daí? Obviamente isso não está errado, mas também não está certo, porque na verdade se finge dizer tudo mas não se diz nada.

Constata-se, sob a aparência de um raciocínio, o oposto de qualquer raciocínio. No círculo vicioso se roda à volta do próprio umbigo para se retornar sempre ao ponto de partida, sem se acrescentar sequer um suspiro de uma ideia nova. O círculo vicioso aparece quando se tenta dar, como prova de alguma declaração, a repetição da própria declaração. Toma-se como coisa demonstrada o que cabia demonstrar, admitindo-se como verdadeiro exatamente aquilo que se encontra em discussão.

Gustavo Bernardo

(Adaptado de https://www.revista.vestibular.uerj.br/)

O trecho abaixo serve de base para responder à questão.

“Os erros que se repetem, no entanto, perdem essa oportunidade e se esclerosam, formando o que muitas vezes chamamos de preconceitos.” 2º parágrafo).

Uma redação alternativa para o trecho, mantendo o sentido global da frase, encontra-se em:

 

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2585009 Ano: 2022
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Um sofisma é um sofisma?

Já dissemos que erros são oportunidades para pensar, portanto condição de qualquer acerto na redação, na educação ou na vida.

Os erros que se repetem, no entanto, perdem essa oportunidade e se esclerosam, formando o que muitas vezes chamamos de preconceitos. Se pegamos pela palavra, vemos que “pré-conceitos” são justamente pré-argumentos, isto é, argumentos preguiçosos que se satisfazem com conclusões e certezas rápidas demais. Os preconceitos nascem de diversas maneiras de argumentar de maneira apressada e preguiçosa, maneiras estas que os estudiosos da Lógica chamam de sofismas ou de falácias.

Mas o que são “sofismas”?

Lá pelo século V, sofismas eram as teses defendidas pelos sofistas. Naquela época, os sofistas atuavam como professores, ensinando aos filhos das famílias nobres, e estavam preparados, como os advogados modernos, para mostrar de que maneira se argumenta contra ou a favor de qualquer opinião. Os sofistas seguiam um argumento aonde quer que ele os levasse, sem se preocuparem com considerações pessoais, morais, cívicas ou religiosas.

Por conta dessa prática de pensamento livre, talvez livre demais, com o tempo o termo “sofisma” foi adquirindo uma conotação pejorativa, passando a significar um argumento usado para enganar e não para esclarecer ou chegar à verdade. Alguns filósofos dizem que “sofisma” é um argumento com dolo, isto é, construído com a intenção consciente de enganar o interlocutor, enquanto que “falácia” seria um argumento sem dolo, isto é, construído sem a intenção de enganar, mas enganoso do mesmo jeito.

Na prática, a distinção é muito difícil: como saber se o sujeito argumenta errado de propósito ou sem querer? Pode ser que o faça “sem querer querendo”, como aquele personagem mexicano... Logo, podemos supor que sofisma e falácia são quase sinônimos.

O termo “sofisma”, que prefiro, vem do grego “sóphisma”, que traduzo agora como “só-pensamento”. O sofisma é uma espécie de ideia pura, de ideia que se alimenta de si mesma e não dos fatos, das evidências, da realidade, enfim. Como a realidade é extremamente dinâmica, alterando-se a cada instante, quem argumenta de maneira sofismática tende a ter preguiça de observar cada fenômeno por todas as perspectivas possíveis, preferindo se empolgar com as próprias palavras. Ao invés de confirmar o que pensa pelo olhar contínuo sobre a realidade em movimento, prefere apoiar o que pensa com o seu próprio pensamento.

Logo, posso dizer que a matriz de todos os sofismas é aquele conhecido como “circulo vicioso”, cuja fórmula é muito simples: A = A. Claro que A é igual a A, mas e daí? Obviamente isso não está errado, mas também não está certo, porque na verdade se finge dizer tudo mas não se diz nada.

Constata-se, sob a aparência de um raciocínio, o oposto de qualquer raciocínio. No círculo vicioso se roda à volta do próprio umbigo para se retornar sempre ao ponto de partida, sem se acrescentar sequer um suspiro de uma ideia nova. O círculo vicioso aparece quando se tenta dar, como prova de alguma declaração, a repetição da própria declaração. Toma-se como coisa demonstrada o que cabia demonstrar, admitindo-se como verdadeiro exatamente aquilo que se encontra em discussão.

Gustavo Bernardo

(Adaptado de https://www.revista.vestibular.uerj.br/)

O oitavo parágrafo tem como função, em relação ao sétimo:

 

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Um sofisma é um sofisma?

Já dissemos que erros são oportunidades para pensar, portanto condição de qualquer acerto na redação, na educação ou na vida.

Os erros que se repetem, no entanto, perdem essa oportunidade e se esclerosam, formando o que muitas vezes chamamos de preconceitos. Se pegamos pela palavra, vemos que “pré-conceitos” são justamente pré-argumentos, isto é, argumentos preguiçosos que se satisfazem com conclusões e certezas rápidas demais. Os preconceitos nascem de diversas maneiras de argumentar de maneira apressada e preguiçosa, maneiras estas que os estudiosos da Lógica chamam de sofismas ou de falácias.

Mas o que são “sofismas”?

Lá pelo século V, sofismas eram as teses defendidas pelos sofistas. Naquela época, os sofistas atuavam como professores, ensinando aos filhos das famílias nobres, e estavam preparados, como os advogados modernos, para mostrar de que maneira se argumenta contra ou a favor de qualquer opinião. Os sofistas seguiam um argumento aonde quer que ele os levasse, sem se preocuparem com considerações pessoais, morais, cívicas ou religiosas.

Por conta dessa prática de pensamento livre, talvez livre demais, com o tempo o termo “sofisma” foi adquirindo uma conotação pejorativa, passando a significar um argumento usado para enganar e não para esclarecer ou chegar à verdade. Alguns filósofos dizem que “sofisma” é um argumento com dolo, isto é, construído com a intenção consciente de enganar o interlocutor, enquanto que “falácia” seria um argumento sem dolo, isto é, construído sem a intenção de enganar, mas enganoso do mesmo jeito.

Na prática, a distinção é muito difícil: como saber se o sujeito argumenta errado de propósito ou sem querer? Pode ser que o faça “sem querer querendo”, como aquele personagem mexicano... Logo, podemos supor que sofisma e falácia são quase sinônimos.

O termo “sofisma”, que prefiro, vem do grego “sóphisma”, que traduzo agora como “só-pensamento”. O sofisma é uma espécie de ideia pura, de ideia que se alimenta de si mesma e não dos fatos, das evidências, da realidade, enfim. Como a realidade é extremamente dinâmica, alterando-se a cada instante, quem argumenta de maneira sofismática tende a ter preguiça de observar cada fenômeno por todas as perspectivas possíveis, preferindo se empolgar com as próprias palavras. Ao invés de confirmar o que pensa pelo olhar contínuo sobre a realidade em movimento, prefere apoiar o que pensa com o seu próprio pensamento.

Logo, posso dizer que a matriz de todos os sofismas é aquele conhecido como “circulo vicioso”, cuja fórmula é muito simples: A = A. Claro que A é igual a A, mas e daí? Obviamente isso não está errado, mas também não está certo, porque na verdade se finge dizer tudo mas não se diz nada.

Constata-se, sob a aparência de um raciocínio, o oposto de qualquer raciocínio. No círculo vicioso se roda à volta do próprio umbigo para se retornar sempre ao ponto de partida, sem se acrescentar sequer um suspiro de uma ideia nova. O círculo vicioso aparece quando se tenta dar, como prova de alguma declaração, a repetição da própria declaração. Toma-se como coisa demonstrada o que cabia demonstrar, admitindo-se como verdadeiro exatamente aquilo que se encontra em discussão.

Gustavo Bernardo

(Adaptado de https://www.revista.vestibular.uerj.br/)

Em relação à argumentação desenvolvida pelo autor, o título do texto assume a função de:

 

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A potencial perda para uma organização, que traga descrédito ou possa afetar negativamente seus objetivos, caracteriza-se como risco. Conforme descreve o Manual de Auditoria do Município de São Gonçalo, bem como conceitua a Estrutura Conceitual COSO, o risco de não haver um bom sistema de controles internos que previna ou detecte, em tempo hábil, erros ou irregularidades relevantes, relacionando-se à vulnerabilidade, define-se como risco:

 

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Em auditoria, são utilizados métodos de estatística para a seleção de amostras, obedecendo a fases específicas. Sobre o tema, dispõe o Manual de Auditoria do Município de São Gonçalo, em consonância com o que regula o Manual de Auditoria do TCERJ, que o dimensionamento da amostra em função dos controles internos existentes na organização auditada corresponde à fase de:

 

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Acerca das técnicas e procedimentos de auditoria, dispõe o Manual de Auditoria do Município de São Gonçalo sobre a obtenção de declaração formal, de pessoa independente e estranha ao órgão ou entidade objeto de auditoria, solicitada pela equipe, como procedimento de verificação. Essa técnica, também constante do Manual de Auditoria do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCERJ), denomina-se:

 

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Conforme a definição do Manual de Auditoria do Município de São Gonçalo, que está em consonância com o modelo COSO, a ação adotada pelo gestor no intuito de reforçar a possibilidade de que as metas e objetivos estabelecidos sejam alcançados configura-se como:

 

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2585003 Ano: 2022
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: SELECON
Orgão: Câm. São Gonçalo Gurgueia-PI

Nos termos da CRFB/88 (Constituição Federal), os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno com finalidades específicas, dentre as quais NÃO se inclui:

 

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