Foram encontradas 170 questões.
Uma peça em madeira maciça, com formato de paralelepípedo reto retangular, tem volume de 160 cm3 e altura de 10 cm. Se a base dessa peça tem formato de quadrado, então é correto afirmar que a medida da aresta da base dessa peça corresponde, da medida da aresta lateral, a
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O perímetro de um terreno retangular é de 110 m. Sabendo-se que a diferença entre as medidas do maior e do menor lados desse terreno é igual a 15 m, sua área, em m2, é igual a
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(Foto: John Dominis/Time&Life Pictures/Getty Images, publicada por Aventuras na História, julho de 2010)
Locomotiva Voadora
Inaugurada em 1840, a estação de trem de Montparnasse está entre as maiores de Paris. Liga a capital a cidades do oeste e do sudoeste da França. Em 22 de outubro de 1895, um acidente espetacular marcou o local. Dois maquinistas corriam para chegar no horário quando os freios falharam. A locomotiva atravessou os 30 metros da estação, rompeu uma parede de 60 centímetros de espessura e caiu na rua, na vertical, 10 metros abaixo.
Cinco pessoas se feriram dentro do veículo. Uma mulher, que andava na calçada, morreu atingida pelas ferragens.
Algumas décadas depois do incidente, a estação se tornaria marcante por outro motivo: em 25 de agosto de 1944, o general alemão Von Choltitz rendeu-se ao general francês Philippe Leclerc. Assim, ele descumpria ordens diretas de Hitler e preservava Paris da destruição.
(Aventuras na História, julho de 2010. Adaptado)
No título do texto, a palavra voadora pode ser compreendida em sentido
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(Foto: John Dominis/Time&Life Pictures/Getty Images, publicada por Aventuras na História, julho de 2010)
Locomotiva Voadora
Inaugurada em 1840, a estação de trem de Montparnasse está entre as maiores de Paris. Liga a capital a cidades do oeste e do sudoeste da França. Em 22 de outubro de 1895, um acidente espetacular marcou o local. Dois maquinistas corriam para chegar no horário quando os freios falharam. A locomotiva atravessou os 30 metros da estação, rompeu uma parede de 60 centímetros de espessura e caiu na rua, na vertical, 10 metros abaixo.
Cinco pessoas se feriram dentro do veículo. Uma mulher, que andava na calçada, morreu atingida pelas ferragens.
Algumas décadas depois do incidente, a estação se tornaria marcante por outro motivo: em 25 de agosto de 1944, o general alemão Von Choltitz rendeu-se ao general francês Philippe Leclerc. Assim, ele descumpria ordens diretas de Hitler e preservava Paris da destruição.
(Aventuras na História, julho de 2010. Adaptado)
A expressão destacada, inserida no trecho original, apresenta circunstância adverbial de modo em:
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(Foto: John Dominis/Time&Life Pictures/Getty Images, publicada por Aventuras na História, julho de 2010)
Locomotiva Voadora
Inaugurada em 1840, a estação de trem de Montparnasse está entre as maiores de Paris. Liga a capital a cidades do oeste e do sudoeste da França. Em 22 de outubro de 1895, um acidente espetacular marcou o local. Dois maquinistas corriam para chegar no horário quando os freios falharam. A locomotiva atravessou os 30 metros da estação, rompeu uma parede de 60 centímetros de espessura e caiu na rua, na vertical, 10 metros abaixo.
Cinco pessoas se feriram dentro do veículo. Uma mulher, que andava na calçada, morreu atingida pelas ferragens.
Algumas décadas depois do incidente, a estação se tornaria marcante por outro motivo: em 25 de agosto de 1944, o general alemão Von Choltitz rendeu-se ao general francês Philippe Leclerc. Assim, ele descumpria ordens diretas de Hitler e preservava Paris da destruição.
(Aventuras na História, julho de 2010. Adaptado)
Assinale a alternativa contendo o trecho do texto em que estão presentes, respectivamente, as ideias de finalidade e de tempo.
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(Bob Thaves. O Estado de S. Paulo, 10.08.2019)
Assinale a alternativa em que o verbo vazar foi empregado com o mesmo sentido da tira.
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(Bob Thaves. O Estado de S. Paulo, 10.08.2019)
A relação entre os tempos verbais está correta na alternativa:
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(Bob Thaves. O Estado de S. Paulo, 10.08.2019)
Pelas atitudes da esposa do personagem, pode-se concluir corretamente que ela é
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Leia o texto de Ivan Angelo, para responder a questão a seguir.
Livros no purgatório
Nos meus tempos de criança, o purgatório significava a segunda chance.
É mais ou menos assim que vejo os livros dos sebos e dos buquinistas*.
E reparem que felizmente proliferam casas de livros usados na cidade.
No mercado de usados, livros são diferentes de carros, roupas, móveis ou eletrodomésticos. Ninguém se desfaz de livros porque não estão funcionando bem ou porque saiu um modelo de linhas mais modernas. Estão lá por desamor, ou por ser parte indesejada de um espólio, ou já por falta de serventia, decepção, economia de espaço. De certa forma, foram eles que se livraram de quem não os queria.
Nas estantes empoeiradas, vivem a dualidade: desprezados e procurados. Alguém achou melhor abandoná-los por uns trocados, outro alguém irá encontrá-los por acaso ou busca. E o preço? Livros novos têm o preço dos negócios, dos royalties, do papel, das tecnologias de impressão, do marketing, da distribuição, dos juros. Os livros velhos deixam para trás tudo isso, ficam só com seu conteúdo e raridade, em franciscana simplicidade.
Corria a primeira metade do século XIX quando Honoré de Balzac disse: “É extremamente raro que um livro seja comprado pelo valor que tem, quase sempre ele é publicado por razões alheias a seu mérito”.
Uma coisa é certa: que seria das casas de livros velhos se não fossem as casas de livros novos, de onde eles sairão para cumprir seu destino de amor e desamor, encontros e desencontros?
(VEJA SP, 14.12.2005. Adaptado)
*buquinista: vendedor de livros usados
Quando o tema é o mercado de livros, sabe-se que há editoras que quase sempre publicam livros visando o sucesso de vendas e não o valor cultural da obra, por isso, para Balzac, é raro que alguém compre livros pagando pela qualidade a que eles realmente fazem jus. De acordo com o emprego e a colocação dos pronomes estabelecidos pela norma-padrão, os trechos destacados podem ser substituídos por:
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Leia o texto de Ivan Angelo, para responder a questão a seguir.
Livros no purgatório
Nos meus tempos de criança, o purgatório significava a segunda chance.
É mais ou menos assim que vejo os livros dos sebos e dos buquinistas*.
E reparem que felizmente proliferam casas de livros usados na cidade.
No mercado de usados, livros são diferentes de carros, roupas, móveis ou eletrodomésticos. Ninguém se desfaz de livros porque não estão funcionando bem ou porque saiu um modelo de linhas mais modernas. Estão lá por desamor, ou por ser parte indesejada de um espólio, ou já por falta de serventia, decepção, economia de espaço. De certa forma, foram eles que se livraram de quem não os queria.
Nas estantes empoeiradas, vivem a dualidade: desprezados e procurados. Alguém achou melhor abandoná-los por uns trocados, outro alguém irá encontrá-los por acaso ou busca. E o preço? Livros novos têm o preço dos negócios, dos royalties, do papel, das tecnologias de impressão, do marketing, da distribuição, dos juros. Os livros velhos deixam para trás tudo isso, ficam só com seu conteúdo e raridade, em franciscana simplicidade.
Corria a primeira metade do século XIX quando Honoré de Balzac disse: “É extremamente raro que um livro seja comprado pelo valor que tem, quase sempre ele é publicado por razões alheias a seu mérito”.
Uma coisa é certa: que seria das casas de livros velhos se não fossem as casas de livros novos, de onde eles sairão para cumprir seu destino de amor e desamor, encontros e desencontros?
(VEJA SP, 14.12.2005. Adaptado)
*buquinista: vendedor de livros usados
Considere os trechos do texto.
• É mais ou menos assim que vejo os livros dos sebos e dos buquinistas. (1o parágrafo)
• Estão lá por desamor, ou por ser parte indesejada de um espólio… (3o parágrafo)
• … de onde eles sairão para cumprir seu destino de amor e desamor, encontros e desencontros? (último parágrafo)
Nesses trechos, as preposições dos, por e para contribuem para expressar, respectivamente, as ideias de
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