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Foram encontradas 50 questões.

632498 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Sarandi-PR
O gráfico que segue é demonstrativo sobre as formas de locomoção que os trabalhadores de determinada empresa fazem o translado de casa para o trabalho:
Enunciado 632498-1
Considerando que cada trabalhador utiliza apenas um meio de locomoção no translado de casa para o trabalho, é correto afirmar que o número de trabalhadores que fazem esse translado de:
 

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629421 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Sarandi-PR
Um muro foi construído com 3.400 tijolos em formato de paralelepípedo reto retângulo cujas medidas são 5 cm, 10 cm e 20 cm. O número mínimo de caixas cúbicas com arestas medindo 1 m que são suficientes para transportar esses tijolos é igual a:
 

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629009 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Sarandi-PR
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Para responder a questão de Noções de Informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que os programas mencionados na mesma encontram-se na configuração padrão de instalação, são originais e que o mouse está configurado para destros.
Dessa forma, as teclas de atalho, menus, barras, ícones e os demais itens que compõem os programas abordados nesta prova encontram-se na configuração padrão do fornecedor do software.
O símbolo + (mais) serve apenas para indicar que duas ou mais teclas devem ser clicadas simultaneamente.
Todas as questões foram elaboradas tendo como plataforma básica o Pacote Office padrão Windows XP 2003.
Sigla que identifica a porta de conexão de dispositivos no computador que permite ao usuário conectar uma infinidade de periféricos substituindo diversas outras conexões:
 

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620628 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Sarandi-PR
Acabaram com a nossa letra
Você já notou que a gente não escreve mais nada? Nada! Acho que desde que saí da faculdade não uso a mão para tais finalidades. Estão aí todas as máquinas e cartões para tal uso.
E olha que aprender a escrever à mão, no meu tempo, era uma dificuldade. No curso primário a gente tinha aula de linguagem. Tinha o caderno de linguagem, que todos eram obrigados a comprar. A linha era subdividida em duas partes, sendo a de baixo menorzinha para caberem as letras baixas, como o “a” e o “o”, por exemplo. E quando pintava um “l” ou um “t”, tinha que ir até lá em cima. Assim, todo mundo ficava com a letra igual à da professora, que era perfeita, por sinal.
Com o passar dos anos e com o desuso, a minha letra foi ficando horrorosa demais. Nem eu mesmo entendia. Passei a só escrever em letra de forma. O tempo passou mais e mais e a letra se foi deformando toda. Mas dava para o cheque. Agora, com a máquina de preencher cheque, lá se vai a minha letra. Com você anda acontecendo o mesmo?
Tenho certeza que, no futuro próximo, os alunos em vez de caderno vão levar os notebooks para a sala de aula. A letra à mão será coisa pré-histórica. Imagino os novos alunos, quando já grandinhos, olhando as receitas dos médicos e imaginando que os pais e avós escreviam daquele jeito. Ou será que também os médicos vão ter uma maquininha para dar suas tortas receitas?
Fico triste ao constatar tudo isso. É como se uma parte de mim fosse embora. Uma parte trabalhada duramente durante anos e anos.
O correio elegante das quermesses, como ficará? Persistirá, mesmo com as pessoas tendo letras cada vez mais confusas? Como conquistar uma moça com aquela letra, gente? E o cartãozinho das flores remetidas? Será que só usaremos as letras manuais para os motivos apaixonantes?
Chegará o momento que usaremos a nossa mão apenas para a assinatura. Ou será que teremos um cartão a laser que, passado em cima de um papel, depois de codificado por um número, imprimirá nossa assinatura? Ou será que voltaremos ao uso infalível da impressão digital?
Será que um dia chegaremos ao absurdo de ser proibido escrever à mão? Penas pesadas para os infratores? Fulano preso escrevendo poesias em plena praça. O que o pai do fulano não vai pensar daquilo? Mesmo a multa aplicada pela guarda não será escrita à mão. Ele digita a placa do seu carro e a informação vai diretamente para o Detran.
Nos países mais metidos a besta (também conhecidos como Primeiro Mundo), os garçons já pegam o seu pedido com um mini computador que leva imediatamente o seu pedido para o cozinheiro.
Claro que o jogo do bicho será rapidamente informatizado, evitando aqueles papeizinhos que a gente sempre perde ou não confere. Sorteio de amigo-secreto com aqueles pedacinhos de papéis dobrados. Sobreviverá? Haverá na seção ainda alguém com boa letra para tanto?
Como as secretárias vão avisar o chefe que fulano telefonou a tal hora? Tudo por cabos eletrônicos, é claro.
Listinha de pecados para confessar. Grava-se num gravadorzinho e enfia no ouvido do padre. Afinal, os nossos pecados são sempre os mesmos. Principalmente o pecado da preguiça, que marcará nossas vidas neste século que está chegando. Em algarismos romanos, sei lá por quê.
(PRATA, Mario. In: O Estado de S. Paulo, 12 nov. 1997.)
No vocábulo “linguagem” há:
 

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601332 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Sarandi-PR
Segundo os livros de história do Brasil, nossa Independência de Portugal foi proclamada:
 

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576231 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Sarandi-PR
Acabaram com a nossa letra
Você já notou que a gente não escreve mais nada? Nada! Acho que desde que saí da faculdade não uso a mão para tais finalidades. Estão aí todas as máquinas e cartões para tal uso.
E olha que aprender a escrever à mão, no meu tempo, era uma dificuldade. No curso primário a gente tinha aula de linguagem. Tinha o caderno de linguagem, que todos eram obrigados a comprar. A linha era subdividida em duas partes, sendo a de baixo menorzinha para caberem as letras baixas, como o “a” e o “o”, por exemplo. E quando pintava um “l” ou um “t”, tinha que ir até lá em cima. Assim, todo mundo ficava com a letra igual à da professora, que era perfeita, por sinal.
Com o passar dos anos e com o desuso, a minha letra foi ficando horrorosa demais. Nem eu mesmo entendia. Passei a só escrever em letra de forma. O tempo passou mais e mais e a letra se foi deformando toda. Mas dava para o cheque. Agora, com a máquina de preencher cheque, lá se vai a minha letra. Com você anda acontecendo o mesmo?
Tenho certeza que, no futuro próximo, os alunos em vez de caderno vão levar os notebooks para a sala de aula. A letra à mão será coisa pré-histórica. Imagino os novos alunos, quando já grandinhos, olhando as receitas dos médicos e imaginando que os pais e avós escreviam daquele jeito. Ou será que também os médicos vão ter uma maquininha para dar suas tortas receitas?
Fico triste ao constatar tudo isso. É como se uma parte de mim fosse embora. Uma parte trabalhada duramente durante anos e anos.
O correio elegante das quermesses, como ficará? Persistirá, mesmo com as pessoas tendo letras cada vez mais confusas? Como conquistar uma moça com aquela letra, gente? E o cartãozinho das flores remetidas? Será que só usaremos as letras manuais para os motivos apaixonantes?
Chegará o momento que usaremos a nossa mão apenas para a assinatura. Ou será que teremos um cartão a laser que, passado em cima de um papel, depois de codificado por um número, imprimirá nossa assinatura? Ou será que voltaremos ao uso infalível da impressão digital?
Será que um dia chegaremos ao absurdo de ser proibido escrever à mão? Penas pesadas para os infratores? Fulano preso escrevendo poesias em plena praça. O que o pai do fulano não vai pensar daquilo? Mesmo a multa aplicada pela guarda não será escrita à mão. Ele digita a placa do seu carro e a informação vai diretamente para o Detran.
Nos países mais metidos a besta (também conhecidos como Primeiro Mundo), os garçons já pegam o seu pedido com um mini computador que leva imediatamente o seu pedido para o cozinheiro.
Claro que o jogo do bicho será rapidamente informatizado, evitando aqueles papeizinhos que a gente sempre perde ou não confere. Sorteio de amigo-secreto com aqueles pedacinhos de papéis dobrados. Sobreviverá? Haverá na seção ainda alguém com boa letra para tanto?
Como as secretárias vão avisar o chefe que fulano telefonou a tal hora? Tudo por cabos eletrônicos, é claro.
Listinha de pecados para confessar. Grava-se num gravadorzinho e enfia no ouvido do padre. Afinal, os nossos pecados são sempre os mesmos. Principalmente o pecado da preguiça, que marcará nossas vidas neste século que está chegando. Em algarismos romanos, sei lá por quê.
(PRATA, Mario. In: O Estado de S. Paulo, 12 nov. 1997.)
Em “Nem eu mesmo entendia”. (3º parágrafo). Assinale a alternativa em que o verbo está flexionado no mesmo tempo e modo que o grifado acima:
 

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572906 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Sarandi-PR
Acabaram com a nossa letra
Você já notou que a gente não escreve mais nada? Nada! Acho que desde que saí da faculdade não uso a mão para tais finalidades. Estão aí todas as máquinas e cartões para tal uso.
E olha que aprender a escrever à mão, no meu tempo, era uma dificuldade. No curso primário a gente tinha aula de linguagem. Tinha o caderno de linguagem, que todos eram obrigados a comprar. A linha era subdividida em duas partes, sendo a de baixo menorzinha para caberem as letras baixas, como o “a” e o “o”, por exemplo. E quando pintava um “l” ou um “t”, tinha que ir até lá em cima. Assim, todo mundo ficava com a letra igual à da professora, que era perfeita, por sinal.
Com o passar dos anos e com o desuso, a minha letra foi ficando horrorosa demais. Nem eu mesmo entendia. Passei a só escrever em letra de forma. O tempo passou mais e mais e a letra se foi deformando toda. Mas dava para o cheque. Agora, com a máquina de preencher cheque, lá se vai a minha letra. Com você anda acontecendo o mesmo?
Tenho certeza que, no futuro próximo, os alunos em vez de caderno vão levar os notebooks para a sala de aula. A letra à mão será coisa pré-histórica. Imagino os novos alunos, quando já grandinhos, olhando as receitas dos médicos e imaginando que os pais e avós escreviam daquele jeito. Ou será que também os médicos vão ter uma maquininha para dar suas tortas receitas?
Fico triste ao constatar tudo isso. É como se uma parte de mim fosse embora. Uma parte trabalhada duramente durante anos e anos.
O correio elegante das quermesses, como ficará? Persistirá, mesmo com as pessoas tendo letras cada vez mais confusas? Como conquistar uma moça com aquela letra, gente? E o cartãozinho das flores remetidas? Será que só usaremos as letras manuais para os motivos apaixonantes?
Chegará o momento que usaremos a nossa mão apenas para a assinatura. Ou será que teremos um cartão a laser que, passado em cima de um papel, depois de codificado por um número, imprimirá nossa assinatura? Ou será que voltaremos ao uso infalível da impressão digital?
Será que um dia chegaremos ao absurdo de ser proibido escrever à mão? Penas pesadas para os infratores? Fulano preso escrevendo poesias em plena praça. O que o pai do fulano não vai pensar daquilo? Mesmo a multa aplicada pela guarda não será escrita à mão. Ele digita a placa do seu carro e a informação vai diretamente para o Detran.
Nos países mais metidos a besta (também conhecidos como Primeiro Mundo), os garçons já pegam o seu pedido com um mini computador que leva imediatamente o seu pedido para o cozinheiro.
Claro que o jogo do bicho será rapidamente informatizado, evitando aqueles papeizinhos que a gente sempre perde ou não confere. Sorteio de amigo-secreto com aqueles pedacinhos de papéis dobrados. Sobreviverá? Haverá na seção ainda alguém com boa letra para tanto?
Como as secretárias vão avisar o chefe que fulano telefonou a tal hora? Tudo por cabos eletrônicos, é claro.
Listinha de pecados para confessar. Grava-se num gravadorzinho e enfia no ouvido do padre. Afinal, os nossos pecados são sempre os mesmos. Principalmente o pecado da preguiça, que marcará nossas vidas neste século que está chegando. Em algarismos romanos, sei lá por quê.
(PRATA, Mario. In: O Estado de S. Paulo, 12 nov. 1997.)
Em “Você já notou que a gente não escreve mais nada” a palavra destacada é:
 

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Questão presente nas seguintes provas
561508 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Sarandi-PR
Provas:
Para responder a questão de Noções de Informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que os programas mencionados na mesma encontram-se na configuração padrão de instalação, são originais e que o mouse está configurado para destros.
Dessa forma, as teclas de atalho, menus, barras, ícones e os demais itens que compõem os programas abordados nesta prova encontram-se na configuração padrão do fornecedor do software.
O símbolo + (mais) serve apenas para indicar que duas ou mais teclas devem ser clicadas simultaneamente.
Todas as questões foram elaboradas tendo como plataforma básica o Pacote Office padrão Windows XP 2003.
Para capturar a imagem presente na tela, o usuário deverá clicar em:
 

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560763 Ano: 2014
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Sarandi-PR
Provas:
NÃO é necessário que o Operador de Comunicação tenha:
 

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552574 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Sarandi-PR
Acabaram com a nossa letra
Você já notou que a gente não escreve mais nada? Nada! Acho que desde que saí da faculdade não uso a mão para tais finalidades. Estão aí todas as máquinas e cartões para tal uso.
E olha que aprender a escrever à mão, no meu tempo, era uma dificuldade. No curso primário a gente tinha aula de linguagem. Tinha o caderno de linguagem, que todos eram obrigados a comprar. A linha era subdividida em duas partes, sendo a de baixo menorzinha para caberem as letras baixas, como o “a” e o “o”, por exemplo. E quando pintava um “l” ou um “t”, tinha que ir até lá em cima. Assim, todo mundo ficava com a letra igual à da professora, que era perfeita, por sinal.
Com o passar dos anos e com o desuso, a minha letra foi ficando horrorosa demais. Nem eu mesmo entendia. Passei a só escrever em letra de forma. O tempo passou mais e mais e a letra se foi deformando toda. Mas dava para o cheque. Agora, com a máquina de preencher cheque, lá se vai a minha letra. Com você anda acontecendo o mesmo?
Tenho certeza que, no futuro próximo, os alunos em vez de caderno vão levar os notebooks para a sala de aula. A letra à mão será coisa pré-histórica. Imagino os novos alunos, quando já grandinhos, olhando as receitas dos médicos e imaginando que os pais e avós escreviam daquele jeito. Ou será que também os médicos vão ter uma maquininha para dar suas tortas receitas?
Fico triste ao constatar tudo isso. É como se uma parte de mim fosse embora. Uma parte trabalhada duramente durante anos e anos.
O correio elegante das quermesses, como ficará? Persistirá, mesmo com as pessoas tendo letras cada vez mais confusas? Como conquistar uma moça com aquela letra, gente? E o cartãozinho das flores remetidas? Será que só usaremos as letras manuais para os motivos apaixonantes?
Chegará o momento que usaremos a nossa mão apenas para a assinatura. Ou será que teremos um cartão a laser que, passado em cima de um papel, depois de codificado por um número, imprimirá nossa assinatura? Ou será que voltaremos ao uso infalível da impressão digital?
Será que um dia chegaremos ao absurdo de ser proibido escrever à mão? Penas pesadas para os infratores? Fulano preso escrevendo poesias em plena praça. O que o pai do fulano não vai pensar daquilo? Mesmo a multa aplicada pela guarda não será escrita à mão. Ele digita a placa do seu carro e a informação vai diretamente para o Detran.
Nos países mais metidos a besta (também conhecidos como Primeiro Mundo), os garçons já pegam o seu pedido com um mini computador que leva imediatamente o seu pedido para o cozinheiro.
Claro que o jogo do bicho será rapidamente informatizado, evitando aqueles papeizinhos que a gente sempre perde ou não confere. Sorteio de amigo-secreto com aqueles pedacinhos de papéis dobrados. Sobreviverá? Haverá na seção ainda alguém com boa letra para tanto?
Como as secretárias vão avisar o chefe que fulano telefonou a tal hora? Tudo por cabos eletrônicos, é claro.
Listinha de pecados para confessar. Grava-se num gravadorzinho e enfia no ouvido do padre. Afinal, os nossos pecados são sempre os mesmos. Principalmente o pecado da preguiça, que marcará nossas vidas neste século que está chegando. Em algarismos romanos, sei lá por quê.
(PRATA, Mario. In: O Estado de S. Paulo, 12 nov. 1997.)
Assinale a alternativa que pode substituir corretamente o nexo “Assim” (2º parágrafo):
 

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