Foram encontradas 286 questões.
Leia o texto para responder à questão.
Enchendo e esvaziando balões
Daniela trabalha numa empresa em que a gentileza não
é preocupação central. E por isso o estresse provocado pelo
trabalho em si não é nada comparado ao desgaste causado pelo convívio com chefes e colegas mal-educados. Por
exemplo, Daniela tem um colega, Pedro, que nem se importa
se ela está falando ao telefone, resolvendo algum problema.
Ele chega, não pede licença e começa a falar, simplesmente
ignora o fato de a colega estar ocupada. O que ele quer é
resolver o problema dele.
Apesar de ser um assunto sério, Daniela faz as pessoas
rirem quando descreve o que chama de “técnica para amortecer o impacto da convivência diária com pessoas grosseiras”.
Quando volta do trabalho, Daniela, antes de comer, fica dez
minutos no quarto enchendo balões e depois esvaziando. Ela
pega alguns balões e vai enchendo um por um, pensando em
tudo o que a desgastou naquele dia: o colega que foi grosseiro, o chefe que lhe deu uma patada e outras situações desagradáveis. Ela visualiza os momentos negativos enquanto vai
enchendo cada balão com força. Depois solta de uma vez;
quando o balão esvazia, parece que sai um peso de dentro
dela. É como se estivesse pondo para fora todas as coisas
ruins.
O exercício terapêutico só tem um problema: não pode
ser feito perto da filha de três anos, que, nas poucas vezes
que testemunhou o ritual da mãe, achou que era festa de
aniversário e, depois de cantar o parabéns, queria bolo e presentes.
A sensação que Daniela tem é de que estamos achando
cada vez mais natural agir com falta de educação. Ela não
duvida nada de que exista alguém enchendo balões por aí
por causa de alguma falta de educação que ela cometeu e
nem notou. Por isso é sempre bom estar atento aos próprios
gestos e comportamentos.
(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
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Leia os quadrinhos para responder à questão.

(Dik Browne. O melhor de Hagar, o horrível. Vol.9.
Porto Alegre, RS: L&PM, 2018)
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Assinale a alternativa em que a colocação dos pronomes
está de acordo com a norma-padrão da língua.
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Leia o texto para responder à questão.
Enchendo e esvaziando balões
Daniela trabalha numa empresa em que a gentileza não
é preocupação central. E por isso o estresse provocado pelo
trabalho em si não é nada comparado ao desgaste causado pelo convívio com chefes e colegas mal-educados. Por
exemplo, Daniela tem um colega, Pedro, que nem se importa
se ela está falando ao telefone, resolvendo algum problema.
Ele chega, não pede licença e começa a falar, simplesmente
ignora o fato de a colega estar ocupada. O que ele quer é
resolver o problema dele.
Apesar de ser um assunto sério, Daniela faz as pessoas
rirem quando descreve o que chama de “técnica para amortecer o impacto da convivência diária com pessoas grosseiras”.
Quando volta do trabalho, Daniela, antes de comer, fica dez
minutos no quarto enchendo balões e depois esvaziando. Ela
pega alguns balões e vai enchendo um por um, pensando em
tudo o que a desgastou naquele dia: o colega que foi grosseiro, o chefe que lhe deu uma patada e outras situações desagradáveis. Ela visualiza os momentos negativos enquanto vai
enchendo cada balão com força. Depois solta de uma vez;
quando o balão esvazia, parece que sai um peso de dentro
dela. É como se estivesse pondo para fora todas as coisas
ruins.
O exercício terapêutico só tem um problema: não pode
ser feito perto da filha de três anos, que, nas poucas vezes
que testemunhou o ritual da mãe, achou que era festa de
aniversário e, depois de cantar o parabéns, queria bolo e presentes.
A sensação que Daniela tem é de que estamos achando
cada vez mais natural agir com falta de educação. Ela não
duvida nada de que exista alguém enchendo balões por aí
por causa de alguma falta de educação que ela cometeu e
nem notou. Por isso é sempre bom estar atento aos próprios
gestos e comportamentos.
(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
Enchendo e esvaziando balões
Daniela trabalha numa empresa em que a gentileza não
é preocupação central. E por isso o estresse provocado pelo
trabalho em si não é nada comparado ao desgaste causado pelo convívio com chefes e colegas mal-educados. Por
exemplo, Daniela tem um colega, Pedro, que nem se importa
se ela está falando ao telefone, resolvendo algum problema.
Ele chega, não pede licença e começa a falar, simplesmente
ignora o fato de a colega estar ocupada. O que ele quer é
resolver o problema dele.
Apesar de ser um assunto sério, Daniela faz as pessoas
rirem quando descreve o que chama de “técnica para amortecer o impacto da convivência diária com pessoas grosseiras”.
Quando volta do trabalho, Daniela, antes de comer, fica dez
minutos no quarto enchendo balões e depois esvaziando. Ela
pega alguns balões e vai enchendo um por um, pensando em
tudo o que a desgastou naquele dia: o colega que foi grosseiro, o chefe que lhe deu uma patada e outras situações desagradáveis. Ela visualiza os momentos negativos enquanto vai
enchendo cada balão com força. Depois solta de uma vez;
quando o balão esvazia, parece que sai um peso de dentro
dela. É como se estivesse pondo para fora todas as coisas
ruins.
O exercício terapêutico só tem um problema: não pode
ser feito perto da filha de três anos, que, nas poucas vezes
que testemunhou o ritual da mãe, achou que era festa de
aniversário e, depois de cantar o parabéns, queria bolo e presentes.
A sensação que Daniela tem é de que estamos achando
cada vez mais natural agir com falta de educação. Ela não
duvida nada de que exista alguém enchendo balões por aí
por causa de alguma falta de educação que ela cometeu e
nem notou. Por isso é sempre bom estar atento aos próprios
gestos e comportamentos.
(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
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Leia trecho da canção Bom Conselho, de Chico Buarque, para responder às questões
Ouça um bom conselho
Que eu lhe dou de graça
Inútil dormir que a dor não passa
Espere sentado
Ou você se cansa
Está provado, quem espera nunca alcança
Venha, meu amigo
Deixe esse regaço
Brinque com meu fogo
Venha se queimar
Faça como eu digo
Faça como eu faço
Aja duas vezes antes de pensar (...)
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A concordância das palavras está de acordo com a norma-padrão da língua em:
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Leia o texto para responder à questão.
Por que temos filhos?
A pergunta do título comporta vários níveis de resposta.
No plano biológico, a reprodução é um imperativo, fazendo
parte de várias das definições de vida. Mas a biologia é só
parte da história. A paternidade também encerra dimensões
culturais, econômicas e emocionais.
Inspirado em “Anti-Pluralism”, de William Galston, arrisco
algumas reflexões sobre a matéria.
Até o começo do século 19, filhos eram um ativo econômico. Ajudavam desde cedo com o trabalho doméstico, colaborando para o bem-estar da família, e ainda faziam as vezes
de plano de aposentadoria para os pais.
Hoje, contudo, crianças ficaram caras. E, para piorar,
elas demoram muito até começar a trazer contribuições econômicas. Como observa Galston, no espaço de dois séculos,
a criação de filhos deixou de ser um bem privado para tornar-
-se um bem público.
Embora a paternidade possa trazer recompensas emocionais, do ponto de vista estritamente econômico, ela favorece a sociedade como um todo, enquanto a maior parte dos
custos recai sobre os genitores.
E por que crianças beneficiam a sociedade? A crer na
análise de economistas como Julian Simon, riqueza são pessoas. Quanto mais gente, melhor, já que são indivíduos que
têm ideias (além de consumir produtos) e são as novas ideias
que vêm assegurando o brutal aumento de produtividade a
que assistimos nos últimos 200 anos.
E isso nos coloca diante de um dos grandes dilemas
dos tempos modernos. Para assegurar a sustentabilidade
da exploração dos recursos naturais do planeta, precisaríamos estabilizar ou até reduzir a população. Só que fazê-lo
é uma espécie de suicídio econômico, já que ficaria muito
difícil manter taxas positivas de crescimento, sem as quais
instituições como previdência e até democracia representativa podem entrar em colapso.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. 18.11.2018. Adaptado)
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Assinale a alternativa em que as frases estão pontuadas
de acordo com a norma-padrão da língua.
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Assinale a alternativa em que o acento da crase foi empregado de acordo com a norma-padrão da língua.
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