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Foram encontradas 286 questões.

1145284 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Serrana-SP
Em uma papelaria, uma unidade de certo lápis preto e uma unidade de certa caneta esferográfica custam, juntas, R$ 4,00. Se Rodrigo comprar dois lápis e três canetas, irá pagar um total de R$ 11,00. Entretanto, se ele comprar três lápis e duas canetas, o valor total a ser pago será igual a
 

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1145283 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Serrana-SP
Os ônibus das linhas circulares L e M partem de um mesmo ponto inicial a cada 50 minutos e 80 minutos, respectivamente. Se a primeira partida de ambas as linhas ocorre simultaneamente às 6 horas da manhã, então a primeira vez em que os ônibus das duas linhas partirão novamente juntos, no mesmo horário, será às
 

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1145282 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Serrana-SP
Na eleição para presidente de uma associação, para cada 3 associados que votaram no candidato X, 4 votaram no candidato Y. Se 620 associados votaram no candidato Y, então o número de votos do candidato X foi
 

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1145276 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Serrana-SP
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Uma pesquisa feita no Brasil mostrou os carros que mais desvalorizam ao longo de um ano. Para tanto, a pesquisa levou em consideração o preço do carro zero quilômetro e o preço do carro exatamente um ano após a retirada da concessionária, de acordo com um site especializado em revenda. Dado que o primeiro colocado nessa pesquisa desvalorizou 19,8% e seu preço com um ano de uso era igual a R$ 88.220,00, a desvalorização desse carro com um ano de uso foi igual a
 

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1145275 Ano: 2019
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Serrana-SP
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Um vendedor retornou ao escritório às 13h00, após visitar 8 clientes. Ele se comprometeu a enviar 3 orçamentos de pedidos para cada cliente até as 18h00 do mesmo dia. Para cumprir o acordado, ele terá, em média, que produzir e enviar cada orçamento em, no máximo,
 

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1145274 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Serrana-SP
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Especialistas em segurança no trânsito apontam que a distância mínima D, em metros, necessária para que dois motoristas de habilidade média, conduzindo veículos que percorram, em sentidos opostos, uma mesma faixa de tráfego, possam evitar o choque frontal, recorrendo aos freios, pode ser obtida, de modo simplificado, pelo seguinte cálculo:
D = 2 ⋅ (0,5 ⋅ V + 0,01 ⋅ )
Na expressão indicada, V corresponde à velocidade máxima permitida, em km/h, que cada um dos veículos pode manter, no referido trecho, com V positivo.
A distância mínima de 300 m, necessária para evitar o choque frontal, está associada a uma velocidade V igual a
 

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1145273 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Serrana-SP
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Tadeu pretende instalar em sua residência um painel fotovoltaico para produção de sua própria energia. O resultado será uma economia mensal de 2/3 na sua conta de energia elétrica. O investimento de Tadeu para aquisição do painel será de R$15.000,00 e, baseado no valor médio mensal da conta de energia elétrica, estima-se que depois de 50 meses a economia acumulada na conta de energia elétrica será igual ao valor pago pelo equipamento.
Segundo essa estimativa de retorno, o valor médio da conta mensal de energia elétrica da casa de Tadeu antes da compra do painel é igual a
 

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1145269 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Serrana-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.
É preciso preocupar-se menos
É muito comum que, ao longo do dia, as pessoas fiquem preocupadas demais com coisas que não podem ser mudadas e dependem de fatores externos e variáveis que não podem ser controlados – como o clima, o estado de saúde de algum parente ou o trânsito. Pior ainda: algumas pessoas ficam remoendo coisas do passado que trazem dor, pensando em situações e pessoas, o que só traz sofrimento.
Quem tem esse tipo de atitude geralmente fica pensando e reclamando das situações, mesmo sabendo que não pode fazer nada em relação a esses “problemas”. Isso faz com que uma quantidade enorme de energia seja gasta, sendo que poderia ser melhor aplicada em situações que realmente dependem de decisão ou ação pessoal.
(<https://www.sbi.com.br> Acesso em 20.11.2018. Adaptado)
Conforme o 1º parágrafo, é correto afirmar que as pessoas, geralmente,
 

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1145267 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Serrana-SP
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Nero e a lira

O Brasil ficou chocado com o incêndio do Museu Nacional no Rio de Janeiro. Só diante das chamas terríveis e do patrimônio desaparecido para sempre que alguns perceberam que nunca tinham ido ao espaço museológico agora perdido. Eu já tinha escrito o mesmo sobre os riscos da nossa Biblioteca Nacional e do seu acervo inestimável em condições de risco similar. Aqui em São Paulo, é o caso do Museu do Ipiranga, fechado há tanto tempo. Perde o público, perde a cultura e empobrecemos em um campo já abalado da memória. Até quando? O que mais precisaria queimar no Brasil, para que a gente percebesse que patrimônio é algo que se vai para sempre?

O descaso tem precedentes terríveis. Em 1978, um conjunto inestimável de quadros virou cinzas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Patrimônio científico foi carbonizado várias vezes: a coleção do Instituto Butantã em São Paulo e do Museu de Ciências Naturais da PUC de Minas Gerais. Coleções insubstituíveis torraram por completo. O Museu da Língua Portuguesa ardeu em chamas, como também a tapeçaria de Tomie Ohtake no Memorial da América Latina: somos o país que usa cultura como material de combustão. Nenhum Nero foi indiciado, ninguém responde, nada se faz com tantos e repetidos avisos trágicos. É uma política de terra arrasada, de resultados eficazes e criminosos.

Mesmo aquilo que funciona e bem corre o risco do desamparo. A Sala São Paulo enche de orgulho os paulistas e brasileiros. A Osesp é uma joia esculpida com trabalho, talento e muito sacrifício. Manter algo do padrão da Osesp e da Sala São Paulo em um país como o Brasil é quase um milagre. A qualidade material da sala, o esforço de todos e a educação de um público fiel. Por ela passa a fina flor da música brasileira e internacional.

A cultura brasileira é assim. Muita coisa queimou, projetos sobreviveram em estado precário, e todos aguardam poderes sensíveis ao papel insubstituível da cultura na definição da cidadania. Quando eu vejo o montante do fundo partidário em comparação ao estado precário de orquestras e museus, sou percorrido por uma dor muito forte.

O que mais terá de silenciar, queimar, desaparecer ou ficar no passado até que acordemos? Quantos artistas deixarão de comunicar seu talento com uma sociedade que necessita desesperadamente de criação e sensibilidade para pensar mais alto e melhor? Alguém aqui acha coincidência que a economia mais forte da Europa, a Alemanha, também seja uma terra de forte investimento privado e público na música e nas artes? O que mais precisa desaparecer para sempre, para que governos e eleitores descubram o valor do nosso patrimônio material e imaterial?

Para nós, pessoas sem poder, resta prestigiar o que ainda existe, visitar mais nossos museus, cobrar dos políticos que elegemos há pouco e valorizar com alunos e filhos os muitos heróis de uma resistência cultural.

(Leandro Karnal. O Estado de S.Paulo. 18.11.2018. Adaptado)

Ao afirmar que nenhum Nero foi indiciado, o autor ressalta a ideia de que
 

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1145265 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Serrana-SP
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Nero e a lira

O Brasil ficou chocado com o incêndio do Museu Nacional no Rio de Janeiro. Só diante das chamas terríveis e do patrimônio desaparecido para sempre que alguns perceberam que nunca tinham ido ao espaço museológico agora perdido. Eu já tinha escrito o mesmo sobre os riscos da nossa Biblioteca Nacional e do seu acervo inestimável em condições de risco similar. Aqui em São Paulo, é o caso do Museu do Ipiranga, fechado há tanto tempo. Perde o público, perde a cultura e empobrecemos em um campo já abalado da memória. Até quando? O que mais precisaria queimar no Brasil, para que a gente percebesse que patrimônio é algo que se vai para sempre?

O descaso tem precedentes terríveis. Em 1978, um conjunto inestimável de quadros virou cinzas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Patrimônio científico foi carbonizado várias vezes: a coleção do Instituto Butantã em São Paulo e do Museu de Ciências Naturais da PUC de Minas Gerais. Coleções insubstituíveis torraram por completo. O Museu da Língua Portuguesa ardeu em chamas, como também a tapeçaria de Tomie Ohtake no Memorial da América Latina: somos o país que usa cultura como material de combustão. Nenhum Nero foi indiciado, ninguém responde, nada se faz com tantos e repetidos avisos trágicos. É uma política de terra arrasada, de resultados eficazes e criminosos.

Mesmo aquilo que funciona e bem corre o risco do desamparo. A Sala São Paulo enche de orgulho os paulistas e brasileiros. A Osesp é uma joia esculpida com trabalho, talento e muito sacrifício. Manter algo do padrão da Osesp e da Sala São Paulo em um país como o Brasil é quase um milagre. A qualidade material da sala, o esforço de todos e a educação de um público fiel. Por ela passa a fina flor da música brasileira e internacional.

A cultura brasileira é assim. Muita coisa queimou, projetos sobreviveram em estado precário, e todos aguardam poderes sensíveis ao papel insubstituível da cultura na definição da cidadania. Quando eu vejo o montante do fundo partidário em comparação ao estado precário de orquestras e museus, sou percorrido por uma dor muito forte.

O que mais terá de silenciar, queimar, desaparecer ou ficar no passado até que acordemos? Quantos artistas deixarão de comunicar seu talento com uma sociedade que necessita desesperadamente de criação e sensibilidade para pensar mais alto e melhor? Alguém aqui acha coincidência que a economia mais forte da Europa, a Alemanha, também seja uma terra de forte investimento privado e público na música e nas artes? O que mais precisa desaparecer para sempre, para que governos e eleitores descubram o valor do nosso patrimônio material e imaterial?

Para nós, pessoas sem poder, resta prestigiar o que ainda existe, visitar mais nossos museus, cobrar dos políticos que elegemos há pouco e valorizar com alunos e filhos os muitos heróis de uma resistência cultural.

(Leandro Karnal. O Estado de S.Paulo. 18.11.2018. Adaptado)

Leia a frase:

• O que mais precisa queimar no Brasil, para se perceber que patrimônio é algo que se vai para sempre?

De acordo com a conjugação verbal e sem alteração do sentido, tem-se versão correta de reescrita do trecho destacado em:

 

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