Foram encontradas 40 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Reduzida
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
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A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
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(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
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A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
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não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
I. a expressão destacada foi corretamente substituída por termo ou expressão de sentido equivalente; e
II. todas as palavras estão grafadas de acordo com a ortografia oficial vigente.
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A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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Assinale a alternativa que constitui espécie
normativa privativa do Poder Legislativo e que
independe de sanção do Chefe do Poder Executivo.
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4224344
Ano: 2026
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: IAN
Orgão: Câm. Jardim-MS
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: IAN
Orgão: Câm. Jardim-MS
Provas:
Considere as seguintes assertivas, à luz do
Regimento Interno da Câmara Municipal de
Jardim/MS:
I. A função integrativa da Câmara Municipal é exercida mediante a cooperação das associações representativas na elaboração das leis municipais.
II. A aprovação de Projeto de Lei Complementar, a realização de Sessão Secreta e a aprovação de título honorífico submetem-se ao mesmo quórum deliberativo.
III. O Vereador que faltar, sem motivo justificado, a quatro Sessões Ordinárias consecutivas sujeita-se à penalidade de suspensão temporária do exercício do mandato, ainda que posteriormente obtenha licença para tratar de interesse particular.
IV. A rejeição do parecer prévio do Tribunal de Contas sobre as contas do Prefeito exige o voto favorável de, no mínimo, dois terços dos membros da Câmara Municipal.
V. A função administrativa da Câmara Municipal compreende a elaboração de leis e a apreciação de vetos do Poder Executivo.
Assinale a alternativa CORRETA.
I. A função integrativa da Câmara Municipal é exercida mediante a cooperação das associações representativas na elaboração das leis municipais.
II. A aprovação de Projeto de Lei Complementar, a realização de Sessão Secreta e a aprovação de título honorífico submetem-se ao mesmo quórum deliberativo.
III. O Vereador que faltar, sem motivo justificado, a quatro Sessões Ordinárias consecutivas sujeita-se à penalidade de suspensão temporária do exercício do mandato, ainda que posteriormente obtenha licença para tratar de interesse particular.
IV. A rejeição do parecer prévio do Tribunal de Contas sobre as contas do Prefeito exige o voto favorável de, no mínimo, dois terços dos membros da Câmara Municipal.
V. A função administrativa da Câmara Municipal compreende a elaboração de leis e a apreciação de vetos do Poder Executivo.
Assinale a alternativa CORRETA.
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