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Os aparelhos de televisão são medidos em polegadas através da sua medida diagonal. Se uma polegada equivale a 2,5 cm, podemos dizer que uma televisão de 42 polegadas tem medida diagonal de:
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Considere a seguinte proposição lógica:
“Cecille é advogada e chefe de cozinha”.
Podemos afirmar que a negação dessa proposição é:
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Dentre as sentenças abaixo, aquela que podemos afirmar ser uma proposição lógica é:
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)
Nos últimos anos, o valor da passagem de ônibus em Porto Alegre vem sofrendo alterações. As últimas quatro ocorrências são R$ 2,90, R$ 3,30, R$ 3,80 e R$4,30. A média aritmética desses valores está:
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Considere um quadrado de lado !$ \ell !$. Se a área desse quadrado é dada por !$ \ell^2 !$, então pode-se dizer que, ao triplicarmos a medida do lado, a área cresce:
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Ao pagar parte de uma dívida, Jorge foi informado de que seriam acrescidos, ao saldo dela, juros simples de 5% caso fosse pago em até 30 dias. Se, passados esses 30 dias, o restante da dívida não tiver sido paga, serão acrescidos 5% sobre os juros. Então, podemos afirmar que, pagando após 30 dias, os juros efetivos são dados por:
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Dados dois números reais a e b com !$ a > b > 0 !$, pode-se dizer, dentre as alternativas abaixo, que a única correta é:
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Considere os conjuntos numéricos !$ A = \{1,2,3\} !$, !$ B = \{2,3,4,5\} !$ e !$ C = \{4,5,6\} !$. Assim, pela teoria de conjuntos, é correto afirmar que !$ (A ∩ B) ∪ C !$ é representado pelo conjunto:
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"Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus."
Por Paulo Germano
Prefeito de Bogotá, Enrique Peñalosa, transformou sua cidade em modelo internacional de mobilidade urbana com ideias, digamos, diferentonas. Ele entende, por exemplo, que o estacionamento de carros em vias públicas não é um direito adquirido – e que ninguém pode cobrar da prefeitura essa regalia.
Por que poderia? Se o cidadão compra uma geladeira e não tem onde guardá-la, o problema é dele – não pode achar que o poder público tem a obrigação de resolver uma dificuldade que ele criou para si próprio. Com os automóveis, não há por que ser diferente. Quem quiser tê-los, que encare o preço de um estacionamento privado ou deixe-os em casa para usar o transporte coletivo, como fazem milhões de pessoas todo dia. Ao impedir que se estacione na rua, segundo Peñalosa, é possível aumentar em 40% a fluidez do trânsito sem gastar um centavo em obras de duplicação. O dinheiro, portanto, pode ser investido em um transporte público que atenda a todos com eficiência e conforto.
Aqui se faz o contrário. Além dos carros, as vias recebem todo tipo de cacareco, inclusive caçambas guardando entulho de reformas particulares e qualquer inutilidade que esteja atrapalhando. Quer dizer: a rua não é um espaço que pertence a todos, é um espaço que não pertence a ninguém. O prefeito Peñalosa inverte essa lógica ao afirmar que, se um ônibus leva 45 pessoas enquanto um carro leva só uma, o primeiro merece ocupar 45 vezes mais espaço na via pública. É a busca incansável pelo célebre bordão de autoria desconhecida: "Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus".
Pode-se discordar de tudo isso, porém são ideias – não do prefeito de Berlim, de Paris ou de Nova York. São do prefeito de uma capital com realidade socioeconômica nem tão distante da nossa.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/paulo-germano/noticia/2019/06/ – Texto
adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale alternativa INCORRETA quanto às ideias apresentadas no texto.
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"Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus."
Por Paulo Germano
Prefeito de Bogotá, Enrique Peñalosa, transformou sua cidade em modelo internacional de mobilidade urbana com ideias, digamos, diferentonas. Ele entende, por exemplo, que o estacionamento de carros em vias públicas não é um direito adquirido – e que ninguém pode cobrar da prefeitura essa regalia.
Por que poderia? Se o cidadão compra uma geladeira e não tem onde guardá-la, o problema é dele – não pode achar que o poder público tem a obrigação de resolver uma dificuldade que ele criou para si próprio. Com os automóveis, não há por que ser diferente. Quem quiser tê-los, que encare o preço de um estacionamento privado ou deixe-os em casa para usar o transporte coletivo, como fazem milhões de pessoas todo dia. Ao impedir que se estacione na rua, segundo Peñalosa, é possível aumentar em 40% a fluidez do trânsito sem gastar um centavo em obras de duplicação. O dinheiro, portanto, pode ser investido em um transporte público que atenda a todos com eficiência e conforto.
Aqui se faz o contrário. Além dos carros, as vias recebem todo tipo de cacareco, inclusive caçambas guardando entulho de reformas particulares e qualquer inutilidade que esteja atrapalhando. Quer dizer: a rua não é um espaço que pertence a todos, é um espaço que não pertence a ninguém. O prefeito Peñalosa inverte essa lógica ao afirmar que, se um ônibus leva 45 pessoas enquanto um carro leva só uma, o primeiro merece ocupar 45 vezes mais espaço na via pública. É a busca incansável pelo célebre bordão de autoria desconhecida: "Cidade desenvolvida não é aquela em que pobre anda de carro, mas aquela em que rico anda de ônibus".
Pode-se discordar de tudo isso, porém são ideias – não do prefeito de Berlim, de Paris ou de Nova York. São do prefeito de uma capital com realidade socioeconômica nem tão distante da nossa.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/paulo-germano/noticia/2019/06/ – Texto
adaptado especialmente para esta prova.)
Considere as seguintes afirmações sobre o emprego de sinais de pontuação no seguinte período do texto:
“Ele entende, por exemplo, que o estacionamento de carros em vias públicas não é um direito adquirido – e que ninguém pode cobrar da prefeitura essa regalia”.
I. Se “por exemplo” estivesse no início da frase, continuaria seguido de vírgula (e seria grafado com inicial maiúscula).
II. Seria mantida a correção da frase se o travessão fosse substituído por uma vírgula.
III. O emprego de uma vírgula após “públicas” tornaria a frase mais bem estruturada.
Quais estão corretas?
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