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Com base no trecho a seguir, responda à questão.
Na verdade, o que eles disseram em sua língua foi " não te entendo", mas os espanhóis não conseguiam entender que os indígenas, em uma língua própria deles e desconhecida pelos europeus, pudessem não os entender. (4º parágrafo),
No trecho, as aspas foram empregadas com a finalidade de:
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Com base no trecho a seguir, responda à questão.
Na verdade, o que eles disseram em sua língua foi " não te entendo", mas os espanhóis não conseguiam entender que os indígenas, em uma língua própria deles e desconhecida pelos europeus, pudessem não os entender. (4º parágrafo),
No trecho, é possível identificar uma oração subordinada substantiva do seguinte tipo:
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Com base no trecho a seguir, responda a questão.
Em segundo lugar, se tratava de um olhar que procurava indícios: Colombo tinha uma hipótese a ser comprovada e tudo aquilo que servia nessa empreitada era descrito, não mencionando nada daquilo que não podia ser identificado ( a flora, por exemplo), (3º paragrafo)
O fragmento sublinhado contém verbo em voz passiva.
Na voz ativa, sem outras alterações nos valores verbais, o fragmento pode ser reescrito assim;
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Com base no trecho a seguir, responda a questão.
Em segundo lugar, se tratava de um olhar que procurava indícios: Colombo tinha uma hipótese a ser comprovada e tudo aquilo que servia nessa empreitada era descrito, não mencionando nada daquilo que não podia ser identificado ( a flora, por exemplo), (3º paragrafo)
Tendo em vista os procedimentos de Colombo, conclui-se que a palavra "hipótese" não está sendo empregada em sua acepção usual.
Seu emprego nesse contexto representa um exemplo da seguinte figura de linguagem:
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Texto: O OLHAR
O olho tem um papel determinante para a espécie humana. Há um grande consenso sobre a importância da visão para a conformação do nosso cérebro. O uso de patas dianteiras como mãos teria levado ao desenvolvimento da visão que, por sua vez, teria propiciado o desenvolvimento do maior e mais complexo cérebro encontrado em todas as espécies animais. Mas essa importância efetiva não nos faz outorgar à visão uma reflexão proporcional. A nossa sociedade não nos ensina a olhar, pelo menos não formalmente, e isso repercute na nossa absoluta inconsciência sobre a forma como vemos.
Para interpretar, usamos modelos, categorias e processos cognitivos aprendidos no meio no qual fomos socializados. É isso que, no século XVII, o padre Antônio Vieira afirmara num sermão ao dizer "o olho não vê coisas, mas imagens de coisas que significam outras coisas". Entre o olho e as coisas estão as imagens, que são o resultado da forma como fomos ensinados a olhar, pois um fato é o olho como órgão receptor e, outro, o olhar. Simplificando, podemos dizer que o olho apenas é, e o olhar é fabricado para ver certas coisas, mas igualmente para não ver outras. Não basta termos olhos, termos luz, termos objetos; para se ver, é preciso querer ver. A evolução da visão humana obedeceu a fins práticos, vendo-se aquilo que era útil ver.
As formas de ver foram se modificando e adquirindo particularidades. Os diários e crônicas dos padres e conquistadores da América dos séculos XVI e XVII são um excelente material para entender a forma específica de ver desse período. Referindo-se especificamente a Colombo, a pesquisadora Janice Theodoro afirma que ele via "mais com a imaginação do que com a vista". Em primeiro lugar, era um olhar apenas para as afinidades, ou seja, vendo ou as semelhanças ou as diferenças entre os chamados índios e os espanhóis. Em segundo lugar, se tratava de um olhar que procurava indícios: Colombo tinha uma hipótese a ser comprovada e tudo aquilo que servia nessa empreitada era descrito, não mencionando nada daquilo que não podia ser identificado (a flora, por exemplo). Em terceiro lugar, se tratava de um ver o que devia ser e não o que efetivamente era. Finalmente, era um olhar que se bastava com as aparências.
A ênfase na aparência fala-nos de uma profunda suposição prévia de que o europeu conhecia o Outro, assim sendo, não havia necessidade de aprofundamento. Este achar que já se conhece o Outro porque ele, no fundo, não é Outro (nega-se a alteridade) é evidente no episódio narrado por Joan Bestard e Jesus Contreras , antropólogos espanhóis, sobre o surgimento do nome Yucatán para a conhecida península mexicana. Quando perguntaram aos nativos sobre o nome do lugar, estes teriam respondido algo que os colonizadores entenderam como Yucatán, e assim denominaram o lugar. Na verdade, o que eles disseram em sua língua foi "não te entendo", mas os espanhóis não conseguiam entender que os indígenas, em um língua própria deles e desconhecida pelos europeus, pudessem não os entender.
Este exemplo demonstra muito bem como o esquema cognitivo é o que permite (ou não) a leitura de uma realidade observada. A identidade (e não a alteridade) compunha o essencial do esquema cognitivo do europeu até o século XVII.
URPI MONTOYA URIARTE
Adaptado de joumais.openedition.org.
No 2º parágrafo, cita-se parte de um sermão de padre Antônio Vieira.
Em relação ao ponto de vista defendido pela autora, observa-se que essa citação assume o papel de:
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Texto: O OLHAR
O olho tem um papel determinante para a espécie humana. Há um grande consenso sobre a importância da visão para a conformação do nosso cérebro. O uso de patas dianteiras como mãos teria levado ao desenvolvimento da visão que, por sua vez, teria propiciado o desenvolvimento do maior e mais complexo cérebro encontrado em todas as espécies animais. Mas essa importância efetiva não nos faz outorgar à visão uma reflexão proporcional. A nossa sociedade não nos ensina a olhar, pelo menos não formalmente, e isso repercute na nossa absoluta inconsciência sobre a forma como vemos.
Para interpretar, usamos modelos, categorias e processos cognitivos aprendidos no meio no qual fomos socializados. É isso que, no século XVII, o padre Antônio Vieira afirmara num sermão ao dizer "o olho não vê coisas, mas imagens de coisas que significam outras coisas". Entre o olho e as coisas estão as imagens, que são o resultado da forma como fomos ensinados a olhar, pois um fato é o olho como órgão receptor e, outro, o olhar. Simplificando, podemos dizer que o olho apenas é, e o olhar é fabricado para ver certas coisas, mas igualmente para não ver outras. Não basta termos olhos, termos luz, termos objetos; para se ver, é preciso querer ver. A evolução da visão humana obedeceu a fins práticos, vendo-se aquilo que era útil ver.
As formas de ver foram se modificando e adquirindo particularidades. Os diários e crônicas dos padres e conquistadores da América dos séculos XVI e XVII são um excelente material para entender a forma específica de ver desse período. Referindo-se especificamente a Colombo, a pesquisadora Janice Theodoro afirma que ele via "mais com a imaginação do que com a vista". Em primeiro lugar, era um olhar apenas para as afinidades, ou seja, vendo ou as semelhanças ou as diferenças entre os chamados índios e os espanhóis. Em segundo lugar, se tratava de um olhar que procurava indícios: Colombo tinha uma hipótese a ser comprovada e tudo aquilo que servia nessa empreitada era descrito, não mencionando nada daquilo que não podia ser identificado (a flora, por exemplo). Em terceiro lugar, se tratava de um ver o que devia ser e não o que efetivamente era. Finalmente, era um olhar que se bastava com as aparências.
A ênfase na aparência fala-nos de uma profunda suposição prévia de que o europeu conhecia o Outro, assim sendo, não havia necessidade de aprofundamento. Este achar que já se conhece o Outro porque ele, no fundo, não é Outro (nega-se a alteridade) é evidente no episódio narrado por Joan Bestard e Jesus Contreras , antropólogos espanhóis, sobre o surgimento do nome Yucatán para a conhecida península mexicana. Quando perguntaram aos nativos sobre o nome do lugar, estes teriam respondido algo que os colonizadores entenderam como Yucatán, e assim denominaram o lugar. Na verdade, o que eles disseram em sua língua foi "não te entendo", mas os espanhóis não conseguiam entender que os indígenas, em um língua própria deles e desconhecida pelos europeus, pudessem não os entender.
Este exemplo demonstra muito bem como o esquema cognitivo é o que permite (ou não) a leitura de uma realidade observada. A identidade (e não a alteridade) compunha o essencial do esquema cognitivo do europeu até o século XVII.
URPI MONTOYA URIARTE
Adaptado de joumais.openedition.org.
Mas essa importância efetiva não nos faz outorgar à visão uma reflexão proporcional. A nossa sociedade não nos ensina a olhar, pelo menos não formalmente, e isso repercute na nossa absoluta inconsciência sobre a forma como vemos. (1º parágrafo)
Em relação a frase sublinhada, a subsequente expressa ideia de:
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Texto: O OLHAR
O olho tem um papel determinante para a espécie humana. Há um grande consenso sobre a importância da visão para a conformação do nosso cérebro. O uso de patas dianteiras como mãos teria levado ao desenvolvimento da visão que, por sua vez, teria propiciado o desenvolvimento do maior e mais complexo cérebro encontrado em todas as espécies animais. Mas essa importância efetiva não nos faz outorgar à visão uma reflexão proporcional. A nossa sociedade não nos ensina a olhar, pelo menos não formalmente, e isso repercute na nossa absoluta inconsciência sobre a forma como vemos.
Para interpretar, usamos modelos, categorias e processos cognitivos aprendidos no meio no qual fomos socializados. É isso que, no século XVII, o padre Antônio Vieira afirmara num sermão ao dizer "o olho não vê coisas, mas imagens de coisas que significam outras coisas". Entre o olho e as coisas estão as imagens, que são o resultado da forma como fomos ensinados a olhar, pois um fato é o olho como órgão receptor e, outro, o olhar. Simplificando, podemos dizer que o olho apenas é, e o olhar é fabricado para ver certas coisas, mas igualmente para não ver outras. Não basta termos olhos, termos luz, termos objetos; para se ver, é preciso querer ver. A evolução da visão humana obedeceu a fins práticos, vendo-se aquilo que era útil ver.
As formas de ver foram se modificando e adquirindo particularidades. Os diários e crônicas dos padres e conquistadores da América dos séculos XVI e XVII são um excelente material para entender a forma específica de ver desse período. Referindo-se especificamente a Colombo, a pesquisadora Janice Theodoro afirma que ele via "mais com a imaginação do que com a vista". Em primeiro lugar, era um olhar apenas para as afinidades, ou seja, vendo ou as semelhanças ou as diferenças entre os chamados índios e os espanhóis. Em segundo lugar, se tratava de um olhar que procurava indícios: Colombo tinha uma hipótese a ser comprovada e tudo aquilo que servia nessa empreitada era descrito, não mencionando nada daquilo que não podia ser identificado (a flora, por exemplo). Em terceiro lugar, se tratava de um ver o que devia ser e não o que efetivamente era. Finalmente, era um olhar que se bastava com as aparências.
A ênfase na aparência fala-nos de uma profunda suposição prévia de que o europeu conhecia o Outro, assim sendo, não havia necessidade de aprofundamento. Este achar que já se conhece o Outro porque ele, no fundo, não é Outro (nega-se a alteridade) é evidente no episódio narrado por Joan Bestard e Jesus Contreras , antropólogos espanhóis, sobre o surgimento do nome Yucatán para a conhecida península mexicana. Quando perguntaram aos nativos sobre o nome do lugar, estes teriam respondido algo que os colonizadores entenderam como Yucatán, e assim denominaram o lugar. Na verdade, o que eles disseram em sua língua foi "não te entendo", mas os espanhóis não conseguiam entender que os indígenas, em um língua própria deles e desconhecida pelos europeus, pudessem não os entender.
Este exemplo demonstra muito bem como o esquema cognitivo é o que permite (ou não) a leitura de uma realidade observada. A identidade (e não a alteridade) compunha o essencial do esquema cognitivo do europeu até o século XVII.
URPI MONTOYA URIARTE
Adaptado de joumais.openedition.org.
Também com base na argumentação da autora, "olhar" tem sentido equivalente ao da seguinte palavra do texto:
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Texto: O OLHAR
O olho tem um papel determinante para a espécie humana. Há um grande consenso sobre a importância da visão para a conformação do nosso cérebro. O uso de patas dianteiras como mãos teria levado ao desenvolvimento da visão que, por sua vez, teria propiciado o desenvolvimento do maior e mais complexo cérebro encontrado em todas as espécies animais. Mas essa importância efetiva não nos faz outorgar à visão uma reflexão proporcional. A nossa sociedade não nos ensina a olhar, pelo menos não formalmente, e isso repercute na nossa absoluta inconsciência sobre a forma como vemos.
Para interpretar, usamos modelos, categorias e processos cognitivos aprendidos no meio no qual fomos socializados. É isso que, no século XVII, o padre Antônio Vieira afirmara num sermão ao dizer "o olho não vê coisas, mas imagens de coisas que significam outras coisas". Entre o olho e as coisas estão as imagens, que são o resultado da forma como fomos ensinados a olhar, pois um fato é o olho como órgão receptor e, outro, o olhar. Simplificando, podemos dizer que o olho apenas é, e o olhar é fabricado para ver certas coisas, mas igualmente para não ver outras. Não basta termos olhos, termos luz, termos objetos; para se ver, é preciso querer ver. A evolução da visão humana obedeceu a fins práticos, vendo-se aquilo que era útil ver.
As formas de ver foram se modificando e adquirindo particularidades. Os diários e crônicas dos padres e conquistadores da América dos séculos XVI e XVII são um excelente material para entender a forma específica de ver desse período. Referindo-se especificamente a Colombo, a pesquisadora Janice Theodoro afirma que ele via "mais com a imaginação do que com a vista". Em primeiro lugar, era um olhar apenas para as afinidades, ou seja, vendo ou as semelhanças ou as diferenças entre os chamados índios e os espanhóis. Em segundo lugar, se tratava de um olhar que procurava indícios: Colombo tinha uma hipótese a ser comprovada e tudo aquilo que servia nessa empreitada era descrito, não mencionando nada daquilo que não podia ser identificado (a flora, por exemplo). Em terceiro lugar, se tratava de um ver o que devia ser e não o que efetivamente era. Finalmente, era um olhar que se bastava com as aparências.
A ênfase na aparência fala-nos de uma profunda suposição prévia de que o europeu conhecia o Outro, assim sendo, não havia necessidade de aprofundamento. Este achar que já se conhece o Outro porque ele, no fundo, não é Outro (nega-se a alteridade) é evidente no episódio narrado por Joan Bestard e Jesus Contreras , antropólogos espanhóis, sobre o surgimento do nome Yucatán para a conhecida península mexicana. Quando perguntaram aos nativos sobre o nome do lugar, estes teriam respondido algo que os colonizadores entenderam como Yucatán, e assim denominaram o lugar. Na verdade, o que eles disseram em sua língua foi "não te entendo", mas os espanhóis não conseguiam entender que os indígenas, em um língua própria deles e desconhecida pelos europeus, pudessem não os entender.
Este exemplo demonstra muito bem como o esquema cognitivo é o que permite (ou não) a leitura de uma realidade observada. A identidade (e não a alteridade) compunha o essencial do esquema cognitivo do europeu até o século XVII.
URPI MONTOYA URIARTE
Adaptado de joumais.openedition.org.
De acordo com a exposição da autora, a caracterização do "olhar" está associada à noção de devir histórico.
Essa afirmativa é corroborada pela seguinte frase do texto:
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Texto: O OLHAR
O olho tem um papel determinante para a espécie humana. Há um grande consenso sobre a importância da visão para a conformação do nosso cérebro. O uso de patas dianteiras como mãos teria levado ao desenvolvimento da visão que, por sua vez, teria propiciado o desenvolvimento do maior e mais complexo cérebro encontrado em todas as espécies animais. Mas essa importância efetiva não nos faz outorgar à visão uma reflexão proporcional. A nossa sociedade não nos ensina a olhar, pelo menos não formalmente, e isso repercute na nossa absoluta inconsciência sobre a forma como vemos.
Para interpretar, usamos modelos, categorias e processos cognitivos aprendidos no meio no qual fomos socializados. É isso que, no século XVII, o padre Antônio Vieira afirmara num sermão ao dizer "o olho não vê coisas, mas imagens de coisas que significam outras coisas". Entre o olho e as coisas estão as imagens, que são o resultado da forma como fomos ensinados a olhar, pois um fato é o olho como órgão receptor e, outro, o olhar. Simplificando, podemos dizer que o olho apenas é, e o olhar é fabricado para ver certas coisas, mas igualmente para não ver outras. Não basta termos olhos, termos luz, termos objetos; para se ver, é preciso querer ver. A evolução da visão humana obedeceu a fins práticos, vendo-se aquilo que era útil ver.
As formas de ver foram se modificando e adquirindo particularidades. Os diários e crônicas dos padres e conquistadores da América dos séculos XVI e XVII são um excelente material para entender a forma específica de ver desse período. Referindo-se especificamente a Colombo, a pesquisadora Janice Theodoro afirma que ele via "mais com a imaginação do que com a vista". Em primeiro lugar, era um olhar apenas para as afinidades, ou seja, vendo ou as semelhanças ou as diferenças entre os chamados índios e os espanhóis. Em segundo lugar, se tratava de um olhar que procurava indícios: Colombo tinha uma hipótese a ser comprovada e tudo aquilo que servia nessa empreitada era descrito, não mencionando nada daquilo que não podia ser identificado (a flora, por exemplo). Em terceiro lugar, se tratava de um ver o que devia ser e não o que efetivamente era. Finalmente, era um olhar que se bastava com as aparências.
A ênfase na aparência fala-nos de uma profunda suposição prévia de que o europeu conhecia o Outro, assim sendo, não havia necessidade de aprofundamento. Este achar que já se conhece o Outro porque ele, no fundo, não é Outro (nega-se a alteridade) é evidente no episódio narrado por Joan Bestard e Jesus Contreras , antropólogos espanhóis, sobre o surgimento do nome Yucatán para a conhecida península mexicana. Quando perguntaram aos nativos sobre o nome do lugar, estes teriam respondido algo que os colonizadores entenderam como Yucatán, e assim denominaram o lugar. Na verdade, o que eles disseram em sua língua foi "não te entendo", mas os espanhóis não conseguiam entender que os indígenas, em um língua própria deles e desconhecida pelos europeus, pudessem não os entender.
Este exemplo demonstra muito bem como o esquema cognitivo é o que permite (ou não) a leitura de uma realidade observada. A identidade (e não a alteridade) compunha o essencial do esquema cognitivo do europeu até o século XVII.
URPI MONTOYA URIARTE
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No título, a palavra "olhar" é classificada como substantivo.
Uma justificativa para tal classificação é o fato de a palavra:
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Das alternativas abaixo, aquela que apresenta uma afirmativa correta sobre o registro de Responsabilidade Técnica- RRT é:
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