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Foram encontradas 60 questões.

4253115 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: CAU-SP
Dentro da 1ª Zona Eleitoral de uma cidade, a seção eleitoral A tem 424 eleitores inscritos, e a seção eleitoral B, 530. Na última eleição, alguns eleitores não foram votar. Para a seção A, ao se dividir o número de eleitores que não votaram pelo número total de eleitores inscritos na seção, foi obtido o número racional 0,125. Para a seção B, o número de eleitores que não foram votar naquela eleição foi o mesmo da seção eleitoral A. Qual fração representa o número de eleitores da seção B que não votaram na última eleição em comparação com o número total de eleitores inscritos nessa seção?
 

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4253114 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: CAU-SP
Um par de alianças em ouro foi comprado, há alguns anos, em promoção, por um valor, V1 , 8% menor do que o valor correspondente à quantidade de ouro de que as alianças eram feitas, de acordo com a cotação oficial do ouro na data da compra. Depois de algum tempo, em data na qual o ouro estava 15% mais caro do que na data da compra das alianças, de acordo com a cotação oficial, esse par de alianças foi vendido por um valor, V2 , 10% menor do que o valor oficial correspondente a sua quantidade de ouro na data da venda. A partir dessas informações, é correto concluir que o valor de venda V2 corresponde, do valor de compra V1 , a
 

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4253113 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: CAU-SP
Um concurso público para certo órgão estadual abriu R asc u nho vagas para os cargos A e B. Depois da homologação do concurso, foi publicada a lista de aprovados, com 104 aprovados para o cargo A e 182 aprovados para o cargo B, os quais serão convocados para tomar posse de acordo com os seguintes critérios:
I. em todas as convocações, serão convocados aprovados tanto do cargo A como do cargo B;
II. em todas as convocações, os números de convocados do cargo A serão iguais;
III. em todas as convocações, os números de convocados do cargo B serão iguais;
IV. todos os aprovados serão convocados;
V. número de convocações deve ser o maior possível dentro dessas condições.
Considerando a primeira convocação, o número de convocados do cargo B excede o número de convocados do cargo A em
 

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4253112 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: CAU-SP
Para responder a questão, considere o seguinte trecho de uma matéria sobre tecnologia: 
“A computação quântica representa um dos mais significativos avanços tecnológicos das últimas décadas, e mostra sinais significativos da revolução de campos tão diversos quanto a criptografia, a farmacologia e a inteligência artificial (…) Em 2019, a Google anunciou a ‘supremacia quântica’ com seu processador Sycamore, capaz de realizar, em 200 segundos, uma tarefa específica que levaria 10.000 anos para ser realizada por um supercomputador clássico.”
(Disponível em: https://www.defesaemfoco.com.br/a-origem-do-computador- -quantico-uma-jornada-da-teoria-a-pratica/#google_vignette, 24.05.2026. Adaptado)
Considere uma tarefa que, por um supercomputador clássico, levaria 6.750 anos para ser realizada. Partindo da relação estabelecida no texto entre os tempos de processamento dos dois modelos de computação apresentados, e considerando todos os anos como se 365 dias tivessem (dias de 24 horas), é correto afirmar que essa mesma tarefa seria realizada pelo processador Sycamore em
 

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4253111 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: CAU-SP
Para responder a questão, considere o seguinte trecho de uma matéria sobre tecnologia: 
“A computação quântica representa um dos mais significativos avanços tecnológicos das últimas décadas, e mostra sinais significativos da revolução de campos tão diversos quanto a criptografia, a farmacologia e a inteligência artificial (…) Em 2019, a Google anunciou a ‘supremacia quântica’ com seu processador Sycamore, capaz de realizar, em 200 segundos, uma tarefa específica que levaria 10.000 anos para ser realizada por um supercomputador clássico.”
(Disponível em: https://www.defesaemfoco.com.br/a-origem-do-computador- -quantico-uma-jornada-da-teoria-a-pratica/#google_vignette, 24.05.2026. Adaptado)
Para se ter uma noção do quão mais rápido é o computador quântico em relação ao supercomputador clássico, considere T1 o tempo que o processador Sycamore levou para realizar a referida tarefa, e T2 o tempo que um supercomputador clássico levaria para realizá-la, conforme informado no texto base. Expressando T1 e T2 em uma mesma unidade de tempo, e considerando todos os anos como se 365 dias tivessem (dias de 24 horas), o valor k, tal que T2 = k · T1 , é igual a
 

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4253091 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: CAU-SP

Leia o texto a seguir para responder à questão:

Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe? Atordoada, custei a reconhecer o quarto da nova casa em que eu estava morando e não conseguia me lembrar de como havia chegado até ali. E a insistente pergunta martelando, martelando. De que cor eram os olhos de minha mãe? Aquela indagação havia surgido há dias, há meses, posso dizer. Entre um afazer e outro, eu me pegava pensando de que cor seriam os olhos de minha mãe. E o que a princípio tinha sido um mero pensamento interrogativo, naquela noite se transformou em uma dolorosa pergunta carregada de um tom acusativo. Então eu não sabia de que cor eram os olhos de minha mãe?

Sendo a primeira de sete filhas, desde cedo busquei dar conta de minhas próprias dificuldades, cresci rápido, passando por uma breve adolescência. Sempre ao lado de minha mãe, aprendi a conhecê-la. Decifrava o seu silêncio nas horas de dificuldades, como também sabia reconhecer, em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias. Naquele momento, entretanto, descobria-me cheia de culpa por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela.

Eu me lembrava também de algumas histórias da infância de minha mãe; às vezes, essas histórias confundiam-se com as de minha própria infância. Lembro-me de que muitas vezes, quando a mãe cozinhava, da panela subia cheiro algum. Era como se cozinhasse, ali, apenas o nosso desesperado desejo de alimento. As labaredas, sob a água solitária que fervia na panela cheia de fome, pareciam debochar do vazio do nosso estômago, ignorando nossas bocas infantis em que as línguas brincavam a salivar sonho de comida.

(Conceição Evaristo, “Olhos d’água”, 19.05.2023. Disponível em: https://files.ufgd.edu.br. Adaptado)

A alternativa em que a colocação do pronome átono está em conformidade com a norma-padrão é:
 

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4253090 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: CAU-SP

Leia o texto a seguir para responder à questão:

Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe? Atordoada, custei a reconhecer o quarto da nova casa em que eu estava morando e não conseguia me lembrar de como havia chegado até ali. E a insistente pergunta martelando, martelando. De que cor eram os olhos de minha mãe? Aquela indagação havia surgido há dias, há meses, posso dizer. Entre um afazer e outro, eu me pegava pensando de que cor seriam os olhos de minha mãe. E o que a princípio tinha sido um mero pensamento interrogativo, naquela noite se transformou em uma dolorosa pergunta carregada de um tom acusativo. Então eu não sabia de que cor eram os olhos de minha mãe?

Sendo a primeira de sete filhas, desde cedo busquei dar conta de minhas próprias dificuldades, cresci rápido, passando por uma breve adolescência. Sempre ao lado de minha mãe, aprendi a conhecê-la. Decifrava o seu silêncio nas horas de dificuldades, como também sabia reconhecer, em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias. Naquele momento, entretanto, descobria-me cheia de culpa por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela.

Eu me lembrava também de algumas histórias da infância de minha mãe; às vezes, essas histórias confundiam-se com as de minha própria infância. Lembro-me de que muitas vezes, quando a mãe cozinhava, da panela subia cheiro algum. Era como se cozinhasse, ali, apenas o nosso desesperado desejo de alimento. As labaredas, sob a água solitária que fervia na panela cheia de fome, pareciam debochar do vazio do nosso estômago, ignorando nossas bocas infantis em que as línguas brincavam a salivar sonho de comida.

(Conceição Evaristo, “Olhos d’água”, 19.05.2023. Disponível em: https://files.ufgd.edu.br. Adaptado)

Observe a seguir os trechos em destaque na passagem do 1° parágrafo:
Atordoada, custei a reconhecer o quarto da nova casa em que eu estava morando e não conseguia me lembrar de como havia chegado até ali.
A substituição desses trechos atende à norma-padrão de regência e de crase, respectivamente, em:
 

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4253089 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: CAU-SP

Leia o texto a seguir para responder à questão:

Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe? Atordoada, custei a reconhecer o quarto da nova casa em que eu estava morando e não conseguia me lembrar de como havia chegado até ali. E a insistente pergunta martelando, martelando. De que cor eram os olhos de minha mãe? Aquela indagação havia surgido há dias, há meses, posso dizer. Entre um afazer e outro, eu me pegava pensando de que cor seriam os olhos de minha mãe. E o que a princípio tinha sido um mero pensamento interrogativo, naquela noite se transformou em uma dolorosa pergunta carregada de um tom acusativo. Então eu não sabia de que cor eram os olhos de minha mãe?

Sendo a primeira de sete filhas, desde cedo busquei dar conta de minhas próprias dificuldades, cresci rápido, passando por uma breve adolescência. Sempre ao lado de minha mãe, aprendi a conhecê-la. Decifrava o seu silêncio nas horas de dificuldades, como também sabia reconhecer, em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias. Naquele momento, entretanto, descobria-me cheia de culpa por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela.

Eu me lembrava também de algumas histórias da infância de minha mãe; às vezes, essas histórias confundiam-se com as de minha própria infância. Lembro-me de que muitas vezes, quando a mãe cozinhava, da panela subia cheiro algum. Era como se cozinhasse, ali, apenas o nosso desesperado desejo de alimento. As labaredas, sob a água solitária que fervia na panela cheia de fome, pareciam debochar do vazio do nosso estômago, ignorando nossas bocas infantis em que as línguas brincavam a salivar sonho de comida.

(Conceição Evaristo, “Olhos d’água”, 19.05.2023. Disponível em: https://files.ufgd.edu.br. Adaptado)

A passagem caracterizada pelo emprego de palavra(s) em sentido figurado é:
 

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4253088 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: CAU-SP

Leia o texto a seguir para responder à questão:

Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe? Atordoada, custei a reconhecer o quarto da nova casa em que eu estava morando e não conseguia me lembrar de como havia chegado até ali. E a insistente pergunta martelando, martelando. De que cor eram os olhos de minha mãe? Aquela indagação havia surgido há dias, há meses, posso dizer. Entre um afazer e outro, eu me pegava pensando de que cor seriam os olhos de minha mãe. E o que a princípio tinha sido um mero pensamento interrogativo, naquela noite se transformou em uma dolorosa pergunta carregada de um tom acusativo. Então eu não sabia de que cor eram os olhos de minha mãe?

Sendo a primeira de sete filhas, desde cedo busquei dar conta de minhas próprias dificuldades, cresci rápido, passando por uma breve adolescência. Sempre ao lado de minha mãe, aprendi a conhecê-la. Decifrava o seu silêncio nas horas de dificuldades, como também sabia reconhecer, em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias. Naquele momento, entretanto, descobria-me cheia de culpa por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela.

Eu me lembrava também de algumas histórias da infância de minha mãe; às vezes, essas histórias confundiam-se com as de minha própria infância. Lembro-me de que muitas vezes, quando a mãe cozinhava, da panela subia cheiro algum. Era como se cozinhasse, ali, apenas o nosso desesperado desejo de alimento. As labaredas, sob a água solitária que fervia na panela cheia de fome, pareciam debochar do vazio do nosso estômago, ignorando nossas bocas infantis em que as línguas brincavam a salivar sonho de comida.

(Conceição Evaristo, “Olhos d’água”, 19.05.2023. Disponível em: https://files.ufgd.edu.br. Adaptado)

Os termos destacados na passagem – Naquele momento, entretanto, descobria-me cheia de culpa por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela. – podem ser substituídos, sem prejuízo ao sentido e respectivamente, por:
 

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4253087 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: CAU-SP

Leia o texto a seguir para responder à questão:

Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe? Atordoada, custei a reconhecer o quarto da nova casa em que eu estava morando e não conseguia me lembrar de como havia chegado até ali. E a insistente pergunta martelando, martelando. De que cor eram os olhos de minha mãe? Aquela indagação havia surgido há dias, há meses, posso dizer. Entre um afazer e outro, eu me pegava pensando de que cor seriam os olhos de minha mãe. E o que a princípio tinha sido um mero pensamento interrogativo, naquela noite se transformou em uma dolorosa pergunta carregada de um tom acusativo. Então eu não sabia de que cor eram os olhos de minha mãe?

Sendo a primeira de sete filhas, desde cedo busquei dar conta de minhas próprias dificuldades, cresci rápido, passando por uma breve adolescência. Sempre ao lado de minha mãe, aprendi a conhecê-la. Decifrava o seu silêncio nas horas de dificuldades, como também sabia reconhecer, em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias. Naquele momento, entretanto, descobria-me cheia de culpa por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela.

Eu me lembrava também de algumas histórias da infância de minha mãe; às vezes, essas histórias confundiam-se com as de minha própria infância. Lembro-me de que muitas vezes, quando a mãe cozinhava, da panela subia cheiro algum. Era como se cozinhasse, ali, apenas o nosso desesperado desejo de alimento. As labaredas, sob a água solitária que fervia na panela cheia de fome, pareciam debochar do vazio do nosso estômago, ignorando nossas bocas infantis em que as línguas brincavam a salivar sonho de comida.

(Conceição Evaristo, “Olhos d’água”, 19.05.2023. Disponível em: https://files.ufgd.edu.br. Adaptado)

São sinônimos dos termos destacados nas passagens – “E o que a princípio tinha sido um mero pensamento interrogativo...” e “... sabia reconhecer, em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias.” –, respectivamente:
 

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