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Texto 2
PEQUENO PRÍNCIPE OU DEUS?
O nascimento de Alexandre foi acompanhado de feitos que deram a ele a aura de grande rei e de ser um deus destinado a dominar o mundo
A vida de Alexandre sempre esteve ligada à grandeza. Seu nascimento, em Pela, no ano de 356 a.C., foi a primeira prova disso. Seu pai, Filipe, que estava guerreando em Potidéia, recebera de um mensageiro três notícias: a de que seus cavalos haviam vencido os jogos olímpicos; Parmênio, seu maior general, tinha vencido os lírios em uma grande batalha, e, enfim, o nascimento de seu filho Alexandre. Os adivinhos, ao final, após ouvirem todas as boas novas, teriam exclamado ao rei: "Um filho cujo nascimento coincidia com três vitórias devia ser mesmo invencível". Não apenas isso, mas no mesmo dia de seu nascimento, 6 de julho de 356 a.C., o templo de Diana localizado em Éfeso (Asia Menor) fora incendiado. Os magos do local viram tal acontecimento como um prenúncio de desgraça – que uma praga terrível nascera e levaria à Ásia a ruína e a destruição.
Sim, Alexandre nascera para reinar. Sua mãe, Olímpia, dizia a quem quisesse ouvir que seu filho era filho de Zeus, o deus dos deuses. Assim, seria Alexandre também um deus.
Assinale a única alternativa que, ao reescrever o trecho abaixo fornecido, mantém a adequação da escrita e o sentido original.
“Muito ajudou nessa perspectiva da família real e do povo, que o reverenciava mesmo como um legítimo deus, a inteligência e incomum habilidade do jovem.”
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PEQUENO PRÍNCIPE OU DEUS?
O nascimento de Alexandre foi acompanhado de feitos que deram a ele a aura de grande rei e de ser um deus destinado a dominar o mundo
A vida de Alexandre sempre esteve ligada à grandeza. Seu nascimento, em Pela, no ano de 356 a.C., foi a primeira prova disso. Seu pai, Filipe, que estava guerreando em Potidéia, recebera de um mensageiro três notícias: a de que seus cavalos haviam vencido os jogos olímpicos; Parmênio, seu maior general, tinha vencido os lírios em uma grande batalha, e, enfim, o nascimento de seu filho Alexandre. Os adivinhos, ao final, após ouvirem todas as boas novas, teriam exclamado ao rei: "Um filho cujo nascimento coincidia com três vitórias devia ser mesmo invencível". Não apenas isso, mas no mesmo dia de seu nascimento, 6 de julho de 356 a.C., o templo de Diana localizado em Éfeso (Asia Menor) fora incendiado. Os magos do local viram tal acontecimento como um prenúncio de desgraça – que uma praga terrível nascera e levaria à Ásia a ruína e a destruição.
Sim, Alexandre nascera para reinar.
As alternativas abaixo reescrevem com poucas alterações o trecho fornecido. Sabendo disso, assinale a única alternativa em que esta reescrita encontra-se com uso adequado da pontuação.
“Sua mãe, Olímpia, dizia a quem quisesse ouvir que seu filho era filho de Zeus, o deus dos deuses.”
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PEQUENO PRÍNCIPE OU DEUS?
O nascimento de Alexandre foi acompanhado de feitos que deram a ele a aura de grande rei e de ser um deus destinado a dominar o mundo
A vida de Alexandre sempre esteve ligada à grandeza. Seu nascimento, em Pela, no ano de 356 a.C., foi a primeira prova disso. Seu pai, Filipe, que estava guerreando em Potidéia, recebera de um mensageiro três notícias: a de que seus cavalos haviam vencido os jogos olímpicos; Parmênio, seu maior general, tinha vencido os lírios em uma grande batalha, e, enfim, o nascimento de seu filho Alexandre. Os adivinhos, ao final, após ouvirem todas as boas novas, teriam exclamado ao rei: "Um filho cujo nascimento coincidia com três vitórias devia ser mesmo invencível". Não apenas isso, mas no mesmo dia de seu nascimento, 6 de julho de 356 a.C., o templo de Diana localizado em Éfeso (Asia Menor) fora incendiado. Os magos do local viram tal acontecimento como um prenúncio de desgraça – que
Sim, Alexandre nascera para reinar. Sua mãe, Olímpia, dizia a quem quisesse ouvir que seu filho era filho de Zeus, o deus dos deuses. Assim, seria Alexandre também um deus. Muito ajudou nessa perspectiva da família real e do povo, que o reverenciava mesmo como um legítimo deus, a inteligência e incomum habilidade do jovem. Dizem as fontes históricas que ele era corajoso, ágil e por demais inteligente, além de mostrar excelência em tudo que fazia. Plutarco, em seu livro "Vidas Paralelas", na biografia referente a Alexandre, escreve: "Sua temperança nos prazeres fez-se notar desde os primórdios da mocidade. Impetuoso e ardente em tudo o mais, era pouco sensível à volúpia à qual só se entregava com moderação. O amor à glória, ao contrário, já se revelava nele, com uma força e uma elevação de sentimento bastante superiores à sua idade” (...)
Analisando a transitividade do verbo “levar”, no sentido em que é empregado no trecho “Uma praga terrível nascera e levaria à Ásia a ruína e a destruição”, devemos classificá-lo como
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PEQUENO PRÍNCIPE OU DEUS?
O nascimento de Alexandre foi acompanhado de feitos que deram a ele a aura de grande rei e de ser um deus destinado a dominar o mundo
A vida de Alexandre sempre esteve ligada à grandeza. Seu nascimento, em Pela, no ano de 356 a.C., foi a primeira prova disso. Seu pai, Filipe, que estava guerreando em Potidéia, recebera de um mensageiro três notícias: a de que seus cavalos haviam vencido os jogos olímpicos; Parmênio, seu maior general, tinha vencido os lírios em uma grande batalha, e, enfim, o nascimento de seu filho Alexandre. Os adivinhos, ao final, após ouvirem todas as boas novas, teriam exclamado ao rei: "Um filho cujo nascimento coincidia com três vitórias devia ser mesmo invencível". Não apenas isso, mas no mesmo dia de seu nascimento, 6 de julho de 356 a.C., o templo de Diana localizado em Éfeso (Asia Menor) fora incendiado. Os magos do local viram tal acontecimento como um prenúncio de desgraça – que
Sim, Alexandre nascera para reinar. Sua mãe, Olímpia, dizia a quem quisesse ouvir que seu filho era filho de Zeus, o deus dos deuses. Assim, seria Alexandre também um deus. Muito ajudou nessa perspectiva da família real e do povo, que o reverenciava mesmo como um legítimo deus, a inteligência e incomum habilidade do jovem. Dizem as fontes históricas que ele era corajoso, ágil e por demais inteligente, além de mostrar excelência em tudo que fazia. Plutarco, em seu livro "Vidas Paralelas", na biografia referente a Alexandre, escreve: "Sua temperança nos prazeres fez-se notar desde os primórdios da mocidade. Impetuoso e ardente em tudo o mais, era pouco sensível à volúpia à qual só se entregava com moderação. O amor à glória, ao contrário, já se revelava nele, com uma força e uma elevação de sentimento bastante superiores à sua idade” (...)
Analisando sintaticamente o trecho “Uma praga terrível nascera e levaria à Ásia a ruína e a destruição”, podemos encontrar
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O nascimento de Alexandre foi acompanhado de feitos que deram a ele a aura de grande rei e de ser um deus destinado a dominar o mundo
A vida de Alexandre sempre esteve ligada à grandeza. Seu nascimento, em Pela, no ano de 356 a.C., foi a primeira prova disso. Seu pai, Filipe, que estava guerreando em Potidéia, recebera de um mensageiro três notícias: a de que seus cavalos haviam vencido os jogos olímpicos; Parmênio, seu maior general, tinha vencido os lírios em uma grande batalha, e, enfim, o nascimento de seu filho Alexandre. Os adivinhos, ao final, após ouvirem todas as boas novas, teriam exclamado ao rei: "Um filho cujo nascimento coincidia com três vitórias devia ser mesmo invencível". Não apenas isso, mas no mesmo dia de seu nascimento, 6 de julho de 356 a.C., o templo de Diana localizado em Éfeso (Asia Menor) fora incendiado.
Sim, Alexandre nascera para reinar. Sua mãe, Olímpia, dizia a quem quisesse ouvir que seu filho era filho de Zeus, o deus dos deuses. Assim, seria Alexandre também um deus. Muito ajudou nessa perspectiva da família real e do povo, que o reverenciava mesmo como um legítimo deus, a inteligência e incomum habilidade do jovem. Dizem as fontes históricas que ele era corajoso, ágil e por demais inteligente, além de mostrar excelência em tudo que fazia. Plutarco, em seu livro "Vidas Paralelas", na biografia referente a Alexandre, escreve: "Sua temperança nos prazeres fez-se notar desde os primórdios da mocidade. Impetuoso e ardente em tudo o mais, era pouco sensível à volúpia à qual só se entregava com moderação. O amor à glória, ao contrário, já se revelava nele, com uma força e uma elevação de sentimento bastante superiores à sua idade” (...)
Na oração “Os magos do local viram tal acontecimento como um prenúncio de desgraça – que uma praga terrível nascera e levaria à Ásia a ruína e a destruição.”, o trecho em destaque exerce a função sintática de
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O nascimento de Alexandre foi acompanhado de feitos que deram a ele a aura de grande rei e de ser um deus destinado a dominar o mundo
A vida de Alexandre sempre esteve ligada à grandeza. Seu nascimento, em Pela, no ano de 356 a.C., foi a primeira prova disso. Seu pai, Filipe, que estava guerreando em Potidéia, recebera de um
Sim, Alexandre nascera para reinar. Sua mãe, Olímpia, dizia a quem quisesse ouvir que seu filho era filho de Zeus, o deus dos deuses. Assim, seria Alexandre também um deus. Muito ajudou nessa perspectiva da família real e do povo, que o reverenciava mesmo como um legítimo deus, a inteligência e incomum habilidade do jovem. Dizem as fontes históricas que ele era corajoso, ágil e por demais inteligente, além de mostrar excelência em tudo que fazia. Plutarco, em seu livro "Vidas Paralelas", na biografia referente a Alexandre, escreve: "Sua temperança nos prazeres fez-se notar desde os primórdios da mocidade. Impetuoso e ardente em tudo o mais, era pouco sensível à volúpia à qual só se entregava com moderação. O amor à glória, ao contrário, já se revelava nele, com uma força e uma elevação de sentimento bastante superiores à sua idade” (...)
Em relação aos processos de formação de palavras, podemos afirmar que o termo “mensageiro” é uma palavra formada pelo processo de
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O nascimento de Alexandre foi acompanhado de feitos que deram a ele a aura de grande rei e de ser um deus destinado a dominar o mundo
A vida de Alexandre sempre esteve ligada à grandeza. Seu nascimento, em Pela, no ano de 356 a.C., foi a primeira prova disso. Seu pai, Filipe, que estava guerreando em Potidéia, recebera de um mensageiro três notícias: a de que seus cavalos haviam vencido os jogos olímpicos; Parmênio, seu maior general, tinha vencido os lírios em uma grande batalha, e, enfim, o nascimento de seu filho Alexandre. Os adivinhos, ao final, após ouvirem todas as boas novas, teriam exclamado ao rei: "Um filho cujo nascimento coincidia com três vitórias devia ser mesmo invencível". Não apenas isso, mas no mesmo dia de seu nascimento, 6 de julho de 356 a.C., o templo de Diana localizado em Éfeso (Asia Menor) fora incendiado.
Sim, Alexandre nascera para reinar. Sua mãe, Olímpia, dizia a quem quisesse ouvir que seu filho era filho de Zeus, o deus dos deuses. Assim, seria Alexandre também um deus. Muito ajudou nessa perspectiva da família real e do povo, que o reverenciava mesmo como um legítimo deus, a inteligência e incomum habilidade do jovem. Dizem as fontes históricas que ele era corajoso, ágil e por demais inteligente, além de mostrar excelência em tudo que fazia. Plutarco, em seu livro "Vidas Paralelas", na biografia referente a Alexandre, escreve: "Sua temperança nos prazeres fez-se notar desde os primórdios da mocidade. Impetuoso e ardente em tudo o mais, era pouco sensível à volúpia à qual só se entregava com moderação. O amor à glória, ao contrário, já se revelava nele, com uma força e uma elevação de sentimento bastante superiores à sua idade” (...)
Os tempos e modos dos verbos destacados no trecho abaixo, são, respectivamente:
“Os magos do local viram tal acontecimento como um prenúncio de desgraça – que uma praga terrível nascera e levaria à Ásia a ruína e a destruição."
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A vida de Alexandre sempre esteve ligada à grandeza. Seu nascimento, em Pela, no ano de 356 a.C., foi a primeira prova disso. Seu pai, Filipe, que estava guerreando em Potidéia, recebera de um mensageiro três notícias: a de que seus cavalos haviam vencido os jogos olímpicos; Parmênio, seu maior general, tinha vencido os lírios em uma grande batalha, e, enfim, o nascimento de seu filho Alexandre. Os adivinhos, ao final, após ouvirem todas as boas novas, teriam exclamado ao rei: "Um filho cujo nascimento coincidia com três vitórias devia ser mesmo invencível". Não apenas isso, mas no mesmo dia de seu nascimento, 6 de julho de 356 a.C., o templo de Diana localizado em Éfeso (Asia Menor) fora incendiado. Os magos do local viram tal acontecimento como um prenúncio de desgraça – que uma praga terrível nascera e levaria à Ásia a ruína e a destruição.
Sim, Alexandre nascera para reinar. Sua mãe, Olímpia, dizia a quem quisesse ouvir que seu filho era filho de Zeus, o deus dos deuses. Assim, seria Alexandre também um deus. Muito ajudou nessa perspectiva da família real e do povo, que o reverenciava mesmo como um legítimo deus, a inteligência e incomum habilidade do jovem. Dizem as fontes históricas que ele era corajoso, ágil e por demais inteligente, além de mostrar excelência em tudo que fazia. Plutarco, em seu livro "Vidas Paralelas", na biografia referente a Alexandre, escreve: "Sua temperança nos prazeres fez-se notar desde os primórdios da mocidade. Impetuoso e ardente em tudo o mais, era pouco sensível à volúpia à qual só se entregava com moderação. O amor à glória, ao contrário, já se revelava nele, com uma força e uma elevação de sentimento bastante superiores à sua idade” (...)
Assinale a alternativa que identifica, respectivamente, as classes gramaticais em que estão empregadas as palavras em destaque no trecho abaixo.
“Um filho cujo nascimento coincidia com três vitórias devia ser mesmo invencível.”
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A vida de Alexandre sempre esteve ligada à grandeza. Seu nascimento, em Pela, no ano de 356 a.C., foi a primeira prova disso. Seu pai, Filipe, que estava guerreando em Potidéia, recebera de um mensageiro três notícias: a de que seus cavalos haviam vencido os jogos olímpicos; Parmênio, seu maior general, tinha vencido os lírios em uma grande batalha, e, enfim, o nascimento de seu filho Alexandre. Os adivinhos, ao final, após ouvirem todas as boas novas, teriam exclamado ao rei: "Um filho cujo nascimento coincidia com três vitórias devia ser mesmo invencível". Não apenas isso, mas no mesmo dia de seu nascimento, 6 de julho de 356 a.C., o templo de Diana localizado em Éfeso (Asia Menor) fora incendiado. Os magos do local viram tal acontecimento como um prenúncio de desgraça – que uma praga terrível nascera e levaria à Ásia a ruína e a destruição.
Sim, Alexandre nascera para reinar. Sua mãe, Olímpia, dizia a quem quisesse ouvir que seu filho era filho de Zeus, o deus dos deuses. Assim, seria Alexandre também um deus. Muito ajudou nessa perspectiva da família real e do povo, que o reverenciava mesmo como um legítimo deus, a inteligência e incomum habilidade do jovem. Dizem as fontes históricas que ele era corajoso, ágil e por demais inteligente, além de mostrar excelência em tudo que fazia. Plutarco, em seu livro "Vidas Paralelas", na biografia referente a Alexandre, escreve: "
No trecho “Sua temperança nos prazeres fez-se notar desde os primórdios da mocidade.”, a melhor definição para o termo em destaque é
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O nascimento de Alexandre foi acompanhado de feitos que deram a ele a aura de grande rei e de ser um deus destinado a dominar o mundo
A vida de Alexandre sempre esteve ligada à grandeza. Seu nascimento, em Pela, no ano de 356 a.C., foi a primeira prova disso. Seu pai, Filipe, que estava guerreando em Potidéia, recebera de um mensageiro três notícias: a de que seus cavalos haviam vencido os jogos olímpicos; Parmênio, seu maior general, tinha vencido os lírios em uma grande batalha, e, enfim, o nascimento de seu filho Alexandre. Os adivinhos, ao final, após ouvirem todas as boas novas, teriam exclamado ao rei: "Um filho cujo nascimento coincidia com três vitórias devia ser mesmo invencível". Não apenas isso, mas no mesmo dia de seu nascimento, 6 de julho de 356 a.C., o templo de Diana localizado em Éfeso (Asia Menor) fora incendiado. Os magos do local viram tal acontecimento como um prenúncio de desgraça – que uma praga terrível nascera e levaria à Ásia a ruína e a destruição.
Sim, Alexandre nascera para reinar. Sua mãe, Olímpia, dizia a quem quisesse ouvir que seu filho era filho de Zeus, o deus dos deuses. Assim, seria Alexandre também um deus. Muito ajudou nessa perspectiva da família real e do povo, que o reverenciava mesmo como um legítimo deus, a inteligência e incomum habilidade do jovem. Dizem as fontes históricas que ele era corajoso, ágil e por demais inteligente, além de mostrar excelência em tudo que fazia. Plutarco, em seu livro "Vidas Paralelas", na biografia referente a Alexandre, escreve: "Sua temperança nos prazeres fez-se notar desde os primórdios da mocidade. Impetuoso e ardente em tudo o mais, era pouco sensível à volúpia à qual só se entregava com moderação. O amor à glória, ao contrário, já se revelava nele, com uma força e uma elevação de sentimento bastante superiores à sua idade” (...)
Neste campo, a partir da leitura do texto 2 podemos afirmar que este se estrutura em uma tipologia textual predominantemente
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