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Foram encontradas 60 questões.

4151238 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-RJ

Texto 1

 

As bets ajudam ou atrapalham o INSS?

 

Apesar da receita para o instituto, jogos de azar ameaçam saúde pública global

 

Rômulo Saraiva

Advogado especialista em Previdência, é professor, autor do livro “Fraude nos Fundos de Pensão” e mestre em direito previdenciário

 

Se por um lado os jogos de azar têm causado o superendividamento de famílias que se viciam nesta epidemia das bets que assola o país, por outro lado melhora o desempenho dos cofres da Seguridade Social, inclusive o do INSS. No Brasil, uma parte da arrecadação da contribuição social vem dos concursos de prognósticos, a exemplo de loterias, concursos de sorteios, reuniões hípicas e casas de apostas. Conforme dados da ANJL (Associação Nacional de Jogos e Loterias), a previsão é que elas faturem R$ 204 bilhões ao ano a partir de 2025, quando começa a surtir efeito a regulamentação das bets. O orçamento da Seguridade Social é composto também das receitas advindas dos concursos de prognósticos, cujas alíquotas de custeio podem variar conforme a modalidade de sorteio e de quem o gerencia. Para concursos promovidos por entidades privadas, a exemplo de corridas, bingos e sorteios em títulos de capitalização, aplica-se um percentual de 5% sobre o movimento global de apostas ou sorteios. Na modalidade lotérica, a alíquota é de 10% para a Seguridade Social. O valor que é objeto do recolhimento da contribuição social é sobre a renda líquida, isto é, o total de arrecadação deduzindo valor do prêmio, impostos e despesas de administração.

 

O Brasil já se revela no cenário internacional como o país com mais acessos a plataformas de apostas on-line no mundo, superando países com tradição em jogos como o Reino Unido. Um relatório da XP Investimentos revela que as apostas movimentam 1% do PIB (Produto Interno Bruto) e comprometem 20% do orçamento de famílias de baixa renda. Apesar de poder melhorar a sustentabilidade do INSS, o dinheiro oriundo das bets e loterias é algo a comemorar? O assunto é polêmico. A febre dos jogos de azar não causa apenas endividamento. O comércio dos jogos on-line tem trazido muitos males para as famílias brasileiras, em prol do enriquecimento de alguns. Crianças e adolescentes se viciando em plataformas de jogos de apostas on-line, impacto econômico no comércio varejista de pequenas cidades do interior, sonegação fiscal, manipulação de resultados em partidas esportivas, lavagem de dinheiro, problemas financeiros em famílias, gastos excessivos, compulsão e adoecimento na forma da ludopatia (transtorno de jogo).

 

Conforme mostrou a Folha, estudo publicado na revista científica The Lancet Public Health revela um quadro de risco crescente à saúde pública mundial provocado pelo advento de bets, apostas esportivas e cassinos digitais. Cerca de 46,2% dos adultos do planeta e 17,9% dos adolescentes fizeram alguma aposta em 2023. Com a crescente das apostas, a arrecadação da Seguridade Social inevitavelmente aumentará, inclusive a do INSS. O fluxo de caixa do Regime Geral da Previdência Social agradece. Conforme o mais recente levantamento publicado pelo INSS, o acumulado da arrecadação bruta de 2024 correspondeu a R$ 476 milhões. À medida que aumenta o número de jogadores, também cresce o das vítimas. Num primeiro momento, a receita da seguridade vai melhorar. Mas posteriormente esse problema social deve repercutir em forma de contingências sociais pela perspectiva previdenciária, assistencial e da saúde. Essa conta possivelmente sairá mais cara para todos. Menos para as bets.

 

Jornal Folha de São Paulo, 06/02/2025. Adaptado.

 

Assinale a alternativa em que esteja corretamente indicado como o período abaixo deve ser representado graficamente:

 

“Com a crescente das apostas, a arrecadação da Seguridade Social inevitavelmente aumentará, inclusive a do INSS.”

 

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4151237 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-RJ

Texto 1

 

As bets ajudam ou atrapalham o INSS?

 

Apesar da receita para o instituto, jogos de azar ameaçam saúde pública global

 

Rômulo Saraiva

Advogado especialista em Previdência, é professor, autor do livro “Fraude nos Fundos de Pensão” e mestre em direito previdenciário

 

Se por um lado os jogos de azar têm causado o superendividamento de famílias que se viciam nesta epidemia das bets que assola o país, por outro lado melhora o desempenho dos cofres da Seguridade Social, inclusive o do INSS. No Brasil, uma parte da arrecadação da contribuição social vem dos concursos de prognósticos, a exemplo de loterias, concursos de sorteios, reuniões hípicas e casas de apostas. Conforme dados da ANJL (Associação Nacional de Jogos e Loterias), a previsão é que elas faturem R$ 204 bilhões ao ano a partir de 2025, quando começa a surtir efeito a regulamentação das bets. O orçamento da Seguridade Social é composto também das receitas advindas dos concursos de prognósticos, cujas alíquotas de custeio podem variar conforme a modalidade de sorteio e de quem o gerencia. Para concursos promovidos por entidades privadas, a exemplo de corridas, bingos e sorteios em títulos de capitalização, aplica-se um percentual de 5% sobre o movimento global de apostas ou sorteios. Na modalidade lotérica, a alíquota é de 10% para a Seguridade Social. O valor que é objeto do recolhimento da contribuição social é sobre a renda líquida, isto é, o total de arrecadação deduzindo valor do prêmio, impostos e despesas de administração.

 

O Brasil já se revela no cenário internacional como o país com mais acessos a plataformas de apostas on-line no mundo, superando países com tradição em jogos como o Reino Unido. Um relatório da XP Investimentos revela que as apostas movimentam 1% do PIB (Produto Interno Bruto) e comprometem 20% do orçamento de famílias de baixa renda. Apesar de poder melhorar a sustentabilidade do INSS, o dinheiro oriundo das bets e loterias é algo a comemorar? O assunto é polêmico. A febre dos jogos de azar não causa apenas endividamento. O comércio dos jogos on-line tem trazido muitos males para as famílias brasileiras, em prol do enriquecimento de alguns. Crianças e adolescentes se viciando em plataformas de jogos de apostas on-line, impacto econômico no comércio varejista de pequenas cidades do interior, sonegação fiscal, manipulação de resultados em partidas esportivas, lavagem de dinheiro, problemas financeiros em famílias, gastos excessivos, compulsão e adoecimento na forma da ludopatia (transtorno de jogo).

 

Conforme mostrou a Folha, estudo publicado na revista científica The Lancet Public Health revela um quadro de risco crescente à saúde pública mundial provocado pelo advento de bets, apostas esportivas e cassinos digitais. Cerca de 46,2% dos adultos do planeta e 17,9% dos adolescentes fizeram alguma aposta em 2023. Com a crescente das apostas, a arrecadação da Seguridade Social inevitavelmente aumentará, inclusive a do INSS. O fluxo de caixa do Regime Geral da Previdência Social agradece. Conforme o mais recente levantamento publicado pelo INSS, o acumulado da arrecadação bruta de 2024 correspondeu a R$ 476 milhões. À medida que aumenta o número de jogadores, também cresce o das vítimas. Num primeiro momento, a receita da seguridade vai melhorar. Mas posteriormente esse problema social deve repercutir em forma de contingências sociais pela perspectiva previdenciária, assistencial e da saúde. Essa conta possivelmente sairá mais cara para todos. Menos para as bets.

 

Jornal Folha de São Paulo, 06/02/2025. Adaptado.

 

Assinale abaixo o único período cuja palavra em destaque encontra-se adequadamente grafada, no que se refere ao uso ou não de acentuação gráfica.

 

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4151236 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-RJ

Texto 1

 

As bets ajudam ou atrapalham o INSS?

 

Apesar da receita para o instituto, jogos de azar ameaçam saúde pública global

 

Rômulo Saraiva

Advogado especialista em Previdência, é professor, autor do livro “Fraude nos Fundos de Pensão” e mestre em direito previdenciário

 

Se por um lado os jogos de azar têm causado o superendividamento de famílias que se viciam nesta epidemia das bets que assola o país, por outro lado melhora o desempenho dos cofres da Seguridade Social, inclusive o do INSS. No Brasil, uma parte da arrecadação da contribuição social vem dos concursos de prognósticos, a exemplo de loterias, concursos de sorteios, reuniões hípicas e casas de apostas. Conforme dados da ANJL (Associação Nacional de Jogos e Loterias), a previsão é que elas faturem R$ 204 bilhões ao ano a partir de 2025, quando começa a surtir efeito a regulamentação das bets. O orçamento da Seguridade Social é composto também das receitas advindas dos concursos de prognósticos, cujas alíquotas de custeio podem variar conforme a modalidade de sorteio e de quem o gerencia. Para concursos promovidos por entidades privadas, a exemplo de corridas, bingos e sorteios em títulos de capitalização, aplica-se um percentual de 5% sobre o movimento global de apostas ou sorteios. Na modalidade lotérica, a alíquota é de 10% para a Seguridade Social. O valor que é objeto do recolhimento da contribuição social é sobre a renda líquida, isto é, o total de arrecadação deduzindo valor do prêmio, impostos e despesas de administração.

 

O Brasil já se revela no cenário internacional como o país com mais acessos a plataformas de apostas on-line no mundo, superando países com tradição em jogos como o Reino Unido. Um relatório da XP Investimentos revela que as apostas movimentam 1% do PIB (Produto Interno Bruto) e comprometem 20% do orçamento de famílias de baixa renda. Apesar de poder melhorar a sustentabilidade do INSS, o dinheiro oriundo das bets e loterias é algo a comemorar? O assunto é polêmico. A febre dos jogos de azar não causa apenas endividamento. O comércio dos jogos on-line tem trazido muitos males para as famílias brasileiras, em prol do enriquecimento de alguns. Crianças e adolescentes se viciando em plataformas de jogos de apostas on-line, impacto econômico no comércio varejista de pequenas cidades do interior, sonegação fiscal, manipulação de resultados em partidas esportivas, lavagem de dinheiro, problemas financeiros em famílias, gastos excessivos, compulsão e adoecimento na forma da ludopatia (transtorno de jogo).

 

Conforme mostrou a Folha, estudo publicado na revista científica The Lancet Public Health revela um quadro de risco crescente à saúde pública mundial provocado pelo advento de bets, apostas esportivas e cassinos digitais. Cerca de 46,2% dos adultos do planeta e 17,9% dos adolescentes fizeram alguma aposta em 2023. Com a crescente das apostas, a arrecadação da Seguridade Social inevitavelmente aumentará, inclusive a do INSS. O fluxo de caixa do Regime Geral da Previdência Social agradece. Conforme o mais recente levantamento publicado pelo INSS, o acumulado da arrecadação bruta de 2024 correspondeu a R$ 476 milhões. À medida que aumenta o número de jogadores, também cresce o das vítimas. Num primeiro momento, a receita da seguridade vai melhorar. Mas posteriormente esse problema social deve repercutir em forma de contingências sociais pela perspectiva previdenciária, assistencial e da saúde. Essa conta possivelmente sairá mais cara para todos. Menos para as bets.

 

Jornal Folha de São Paulo, 06/02/2025. Adaptado.

 

O segmento destacado abaixo, extraído do texto 1, pode ser representado pela seguinte estrutura, acompanhando a lógica sintática:

 

“No Brasil, uma parte da arrecadação da contribuição social vem dos concursos de prognósticos”

 

W= D A & C

 

Associando os símbolos empregados, assinale a alternativa que representa corretamente o segmento destacado no período a seguir:

 

“Num primeiro momento, a receita da seguridade vai melhorar.”

 

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4151235 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-RJ

Texto 1

 

As bets ajudam ou atrapalham o INSS?

 

Apesar da receita para o instituto, jogos de azar ameaçam saúde pública global

 

Rômulo Saraiva

Advogado especialista em Previdência, é professor, autor do livro “Fraude nos Fundos de Pensão” e mestre em direito previdenciário

 

Se por um lado os jogos de azar têm causado o superendividamento de famílias que se viciam nesta epidemia das bets que assola o país, por outro lado melhora o desempenho dos cofres da Seguridade Social, inclusive o do INSS. No Brasil, uma parte da arrecadação da contribuição social vem dos concursos de prognósticos, a exemplo de loterias, concursos de sorteios, reuniões hípicas e casas de apostas. Conforme dados da ANJL (Associação Nacional de Jogos e Loterias), a previsão é que elas faturem R$ 204 bilhões ao ano a partir de 2025, quando começa a surtir efeito a regulamentação das bets. O orçamento da Seguridade Social é composto também das receitas advindas dos concursos de prognósticos, cujas alíquotas de custeio podem variar conforme a modalidade de sorteio e de quem o gerencia. Para concursos promovidos por entidades privadas, a exemplo de corridas, bingos e sorteios em títulos de capitalização, aplica-se um percentual de 5% sobre o movimento global de apostas ou sorteios. Na modalidade lotérica, a alíquota é de 10% para a Seguridade Social. O valor que é objeto do recolhimento da contribuição social é sobre a renda líquida, isto é, o total de arrecadação deduzindo valor do prêmio, impostos e despesas de administração.

 

O Brasil já se revela no cenário internacional como o país com mais acessos a plataformas de apostas on-line no mundo, superando países com tradição em jogos como o Reino Unido. Um relatório da XP Investimentos revela que as apostas movimentam 1% do PIB (Produto Interno Bruto) e comprometem 20% do orçamento de famílias de baixa renda. Apesar de poder melhorar a sustentabilidade do INSS, o dinheiro oriundo das bets e loterias é algo a comemorar? O assunto é polêmico. A febre dos jogos de azar não causa apenas endividamento. O comércio dos jogos on-line tem trazido muitos males para as famílias brasileiras, em prol do enriquecimento de alguns. Crianças e adolescentes se viciando em plataformas de jogos de apostas on-line, impacto econômico no comércio varejista de pequenas cidades do interior, sonegação fiscal, manipulação de resultados em partidas esportivas, lavagem de dinheiro, problemas financeiros em famílias, gastos excessivos, compulsão e adoecimento na forma da ludopatia (transtorno de jogo).

 

Conforme mostrou a Folha, estudo publicado na revista científica The Lancet Public Health revela um quadro de risco crescente à saúde pública mundial provocado pelo advento de bets, apostas esportivas e cassinos digitais. Cerca de 46,2% dos adultos do planeta e 17,9% dos adolescentes fizeram alguma aposta em 2023. Com a crescente das apostas, a arrecadação da Seguridade Social inevitavelmente aumentará, inclusive a do INSS. O fluxo de caixa do Regime Geral da Previdência Social agradece. Conforme o mais recente levantamento publicado pelo INSS, o acumulado da arrecadação bruta de 2024 correspondeu a R$ 476 milhões. À medida que aumenta o número de jogadores, também cresce o das vítimas. Num primeiro momento, a receita da seguridade vai melhorar. Mas posteriormente esse problema social deve repercutir em forma de contingências sociais pela perspectiva previdenciária, assistencial e da saúde. Essa conta possivelmente sairá mais cara para todos. Menos para as bets.

 

Jornal Folha de São Paulo, 06/02/2025. Adaptado.

 

Assinale abaixo a única das alternativas em que todas as palavras estão escritas ortograficamente corretas.

 

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4151234 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-RJ

Texto 1

 

As bets ajudam ou atrapalham o INSS?

 

Apesar da receita para o instituto, jogos de azar ameaçam saúde pública global

 

Rômulo Saraiva

Advogado especialista em Previdência, é professor, autor do livro “Fraude nos Fundos de Pensão” e mestre em direito previdenciário

 

Se por um lado os jogos de azar têm causado o superendividamento de famílias que se viciam nesta epidemia das bets que assola o país, por outro lado melhora o desempenho dos cofres da Seguridade Social, inclusive o do INSS. No Brasil, uma parte da arrecadação da contribuição social vem dos concursos de prognósticos, a exemplo de loterias, concursos de sorteios, reuniões hípicas e casas de apostas. Conforme dados da ANJL (Associação Nacional de Jogos e Loterias), a previsão é que elas faturem R$ 204 bilhões ao ano a partir de 2025, quando começa a surtir efeito a regulamentação das bets. O orçamento da Seguridade Social é composto também das receitas advindas dos concursos de prognósticos, cujas alíquotas de custeio podem variar conforme a modalidade de sorteio e de quem o gerencia. Para concursos promovidos por entidades privadas, a exemplo de corridas, bingos e sorteios em títulos de capitalização, aplica-se um percentual de 5% sobre o movimento global de apostas ou sorteios. Na modalidade lotérica, a alíquota é de 10% para a Seguridade Social. O valor que é objeto do recolhimento da contribuição social é sobre a renda líquida, isto é, o total de arrecadação deduzindo valor do prêmio, impostos e despesas de administração.

 

O Brasil já se revela no cenário internacional como o país com mais acessos a plataformas de apostas on-line no mundo, superando países com tradição em jogos como o Reino Unido. Um relatório da XP Investimentos revela que as apostas movimentam 1% do PIB (Produto Interno Bruto) e comprometem 20% do orçamento de famílias de baixa renda. Apesar de poder melhorar a sustentabilidade do INSS, o dinheiro oriundo das bets e loterias é algo a comemorar? O assunto é polêmico. A febre dos jogos de azar não causa apenas endividamento. O comércio dos jogos on-line tem trazido muitos males para as famílias brasileiras, em prol do enriquecimento de alguns. Crianças e adolescentes se viciando em plataformas de jogos de apostas on-line, impacto econômico no comércio varejista de pequenas cidades do interior, sonegação fiscal, manipulação de resultados em partidas esportivas, lavagem de dinheiro, problemas financeiros em famílias, gastos excessivos, compulsão e adoecimento na forma da ludopatia (transtorno de jogo).

 

Conforme mostrou a Folha, estudo publicado na revista científica The Lancet Public Health revela um quadro de risco crescente à saúde pública mundial provocado pelo advento de bets, apostas esportivas e cassinos digitais. Cerca de 46,2% dos adultos do planeta e 17,9% dos adolescentes fizeram alguma aposta em 2023. Com a crescente das apostas, a arrecadação da Seguridade Social inevitavelmente aumentará, inclusive a do INSS. O fluxo de caixa do Regime Geral da Previdência Social agradece. Conforme o mais recente levantamento publicado pelo INSS, o acumulado da arrecadação bruta de 2024 correspondeu a R$ 476 milhões. À medida que aumenta o número de jogadores, também cresce o das vítimas. Num primeiro momento, a receita da seguridade vai melhorar. Mas posteriormente esse problema social deve repercutir em forma de contingências sociais pela perspectiva previdenciária, assistencial e da saúde. Essa conta possivelmente sairá mais cara para todos. Menos para as bets.

 

Jornal Folha de São Paulo, 06/02/2025. Adaptado.

 

Marque a única sequência que, ao completar o trecho abaixo, utiliza corretamente os mecanismos de coesão textual presentes na norma culta da língua portuguesa.

 

O endividamento da população mais humilde, a lavagem de dinheiro e a sonegação fiscal são alguns dos problemas causados pelo crescimento das bets no Brasil,

 

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4151233 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-RJ

Texto 1

 

As bets ajudam ou atrapalham o INSS?

 

Apesar da receita para o instituto, jogos de azar ameaçam saúde pública global

 

Rômulo Saraiva

Advogado especialista em Previdência, é professor, autor do livro “Fraude nos Fundos de Pensão” e mestre em direito previdenciário

 

Se por um lado os jogos de azar têm causado o superendividamento de famílias que se viciam nesta epidemia das bets que assola o país, por outro lado melhora o desempenho dos cofres da Seguridade Social, inclusive o do INSS. No Brasil, uma parte da arrecadação da contribuição social vem dos concursos de prognósticos, a exemplo de loterias, concursos de sorteios, reuniões hípicas e casas de apostas. Conforme dados da ANJL (Associação Nacional de Jogos e Loterias), a previsão é que elas faturem R$ 204 bilhões ao ano a partir de 2025, quando começa a surtir efeito a regulamentação das bets. O orçamento da Seguridade Social é composto também das receitas advindas dos concursos de prognósticos, cujas alíquotas de custeio podem variar conforme a modalidade de sorteio e de quem o gerencia. Para concursos promovidos por entidades privadas, a exemplo de corridas, bingos e sorteios em títulos de capitalização, aplica-se um percentual de 5% sobre o movimento global de apostas ou sorteios. Na modalidade lotérica, a alíquota é de 10% para a Seguridade Social. O valor que é objeto do recolhimento da contribuição social é sobre a renda líquida, isto é, o total de arrecadação deduzindo valor do prêmio, impostos e despesas de administração.

 

O Brasil já se revela no cenário internacional como o país com mais acessos a plataformas de apostas on-line no mundo, superando países com tradição em jogos como o Reino Unido. Um relatório da XP Investimentos revela que as apostas movimentam 1% do PIB (Produto Interno Bruto) e comprometem 20% do orçamento de famílias de baixa renda. Apesar de poder melhorar a sustentabilidade do INSS, o dinheiro oriundo das bets e loterias é algo a comemorar? O assunto é polêmico. A febre dos jogos de azar não causa apenas endividamento. O comércio dos jogos on-line tem trazido muitos males para as famílias brasileiras, em prol do enriquecimento de alguns. Crianças e adolescentes se viciando em plataformas de jogos de apostas on-line, impacto econômico no comércio varejista de pequenas cidades do interior, sonegação fiscal, manipulação de resultados em partidas esportivas, lavagem de dinheiro, problemas financeiros em famílias, gastos excessivos, compulsão e adoecimento na forma da ludopatia (transtorno de jogo).

 

Conforme mostrou a Folha, estudo publicado na revista científica The Lancet Public Health revela um quadro de risco crescente à saúde pública mundial provocado pelo advento de bets, apostas esportivas e cassinos digitais. Cerca de 46,2% dos adultos do planeta e 17,9% dos adolescentes fizeram alguma aposta em 2023. Com a crescente das apostas, a arrecadação da Seguridade Social inevitavelmente aumentará, inclusive a do INSS. O fluxo de caixa do Regime Geral da Previdência Social agradece. Conforme o mais recente levantamento publicado pelo INSS, o acumulado da arrecadação bruta de 2024 correspondeu a R$ 476 milhões. À medida que aumenta o número de jogadores, também cresce o das vítimas. Num primeiro momento, a receita da seguridade vai melhorar. Mas posteriormente esse problema social deve repercutir em forma de contingências sociais pela perspectiva previdenciária, assistencial e da saúde. Essa conta possivelmente sairá mais cara para todos. Menos para as bets.

 

Jornal Folha de São Paulo, 06/02/2025. Adaptado.

 

Assinale a única das alternativas que completa o trecho abaixo fornecido de modo adequado aos padrões gerais de colocação pronominal, aceitos pela gramática normativa do português brasileiro.

 

A pessoa que vai criar as regras para o funcionamento das bets no Brasil deve ter muito cuidado, pois...

 

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4151232 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-RJ

Texto 1

 

As bets ajudam ou atrapalham o INSS?

 

Apesar da receita para o instituto, jogos de azar ameaçam saúde pública global

 

Rômulo Saraiva

Advogado especialista em Previdência, é professor, autor do livro “Fraude nos Fundos de Pensão” e mestre em direito previdenciário

 

Se por um lado os jogos de azar têm causado o superendividamento de famílias que se viciam nesta epidemia das bets que assola o país, por outro lado melhora o desempenho dos cofres da Seguridade Social, inclusive o do INSS. No Brasil, uma parte da arrecadação da contribuição social vem dos concursos de prognósticos, a exemplo de loterias, concursos de sorteios, reuniões hípicas e casas de apostas. Conforme dados da ANJL (Associação Nacional de Jogos e Loterias), a previsão é que elas faturem R$ 204 bilhões ao ano a partir de 2025, quando começa a surtir efeito a regulamentação das bets. O orçamento da Seguridade Social é composto também das receitas advindas dos concursos de prognósticos, cujas alíquotas de custeio podem variar conforme a modalidade de sorteio e de quem o gerencia. Para concursos promovidos por entidades privadas, a exemplo de corridas, bingos e sorteios em títulos de capitalização, aplica-se um percentual de 5% sobre o movimento global de apostas ou sorteios. Na modalidade lotérica, a alíquota é de 10% para a Seguridade Social. O valor que é objeto do recolhimento da contribuição social é sobre a renda líquida, isto é, o total de arrecadação deduzindo valor do prêmio, impostos e despesas de administração.

 

O Brasil já se revela no cenário internacional como o país com mais acessos a plataformas de apostas on-line no mundo, superando países com tradição em jogos como o Reino Unido. Um relatório da XP Investimentos revela que as apostas movimentam 1% do PIB (Produto Interno Bruto) e comprometem 20% do orçamento de famílias de baixa renda. Apesar de poder melhorar a sustentabilidade do INSS, o dinheiro oriundo das bets e loterias é algo a comemorar? O assunto é polêmico. A febre dos jogos de azar não causa apenas endividamento. O comércio dos jogos on-line tem trazido muitos males para as famílias brasileiras, em prol do enriquecimento de alguns. Crianças e adolescentes se viciando em plataformas de jogos de apostas on-line, impacto econômico no comércio varejista de pequenas cidades do interior, sonegação fiscal, manipulação de resultados em partidas esportivas, lavagem de dinheiro, problemas financeiros em famílias, gastos excessivos, compulsão e adoecimento na forma da ludopatia (transtorno de jogo).

 

Conforme mostrou a Folha, estudo publicado na revista científica The Lancet Public Health revela um quadro de risco crescente à saúde pública mundial provocado pelo advento de bets, apostas esportivas e cassinos digitais. Cerca de 46,2% dos adultos do planeta e 17,9% dos adolescentes fizeram alguma aposta em 2023. Com a crescente das apostas, a arrecadação da Seguridade Social inevitavelmente aumentará, inclusive a do INSS. O fluxo de caixa do Regime Geral da Previdência Social agradece. Conforme o mais recente levantamento publicado pelo INSS, o acumulado da arrecadação bruta de 2024 correspondeu a R$ 476 milhões. À medida que aumenta o número de jogadores, também cresce o das vítimas. Num primeiro momento, a receita da seguridade vai melhorar. Mas posteriormente esse problema social deve repercutir em forma de contingências sociais pela perspectiva previdenciária, assistencial e da saúde. Essa conta possivelmente sairá mais cara para todos. Menos para as bets.

 

Jornal Folha de São Paulo, 06/02/2025. Adaptado.

 

No trecho “Conforme mostrou a Folha, estudo publicado na revista cientifica The Lancet Public Health revela um quadro de risco crescente à saúde pública mundial provocado pelo advento de bets, apostas esportivas e cassinos digitais”, o verbo “revelar” classifica-se quanto a sua transitividade, como

 

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4151231 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-RJ

Texto 1

 

As bets ajudam ou atrapalham o INSS?

 

Apesar da receita para o instituto, jogos de azar ameaçam saúde pública global

 

Rômulo Saraiva

Advogado especialista em Previdência, é professor, autor do livro “Fraude nos Fundos de Pensão” e mestre em direito previdenciário

 

Se por um lado os jogos de azar têm causado o superendividamento de famílias que se viciam nesta epidemia das bets que assola o país, por outro lado melhora o desempenho dos cofres da Seguridade Social, inclusive o do INSS. No Brasil, uma parte da arrecadação da contribuição social vem dos concursos de prognósticos, a exemplo de loterias, concursos de sorteios, reuniões hípicas e casas de apostas. Conforme dados da ANJL (Associação Nacional de Jogos e Loterias), a previsão é que elas faturem R$ 204 bilhões ao ano a partir de 2025, quando começa a surtir efeito a regulamentação das bets. O orçamento da Seguridade Social é composto também das receitas advindas dos concursos de prognósticos, cujas alíquotas de custeio podem variar conforme a modalidade de sorteio e de quem o gerencia. Para concursos promovidos por entidades privadas, a exemplo de corridas, bingos e sorteios em títulos de capitalização, aplica-se um percentual de 5% sobre o movimento global de apostas ou sorteios. Na modalidade lotérica, a alíquota é de 10% para a Seguridade Social. O valor que é objeto do recolhimento da contribuição social é sobre a renda líquida, isto é, o total de arrecadação deduzindo valor do prêmio, impostos e despesas de administração.

 

O Brasil já se revela no cenário internacional como o país com mais acessos a plataformas de apostas on-line no mundo, superando países com tradição em jogos como o Reino Unido. Um relatório da XP Investimentos revela que as apostas movimentam 1% do PIB (Produto Interno Bruto) e comprometem 20% do orçamento de famílias de baixa renda. Apesar de poder melhorar a sustentabilidade do INSS, o dinheiro oriundo das bets e loterias é algo a comemorar? O assunto é polêmico. A febre dos jogos de azar não causa apenas endividamento. O comércio dos jogos on-line tem trazido muitos males para as famílias brasileiras, em prol do enriquecimento de alguns. Crianças e adolescentes se viciando em plataformas de jogos de apostas on-line, impacto econômico no comércio varejista de pequenas cidades do interior, sonegação fiscal, manipulação de resultados em partidas esportivas, lavagem de dinheiro, problemas financeiros em famílias, gastos excessivos, compulsão e adoecimento na forma da ludopatia (transtorno de jogo).

 

Conforme mostrou a Folha, estudo publicado na revista científica The Lancet Public Health revela um quadro de risco crescente à saúde pública mundial provocado pelo advento de bets, apostas esportivas e cassinos digitais. Cerca de 46,2% dos adultos do planeta e 17,9% dos adolescentes fizeram alguma aposta em 2023. Com a crescente das apostas, a arrecadação da Seguridade Social inevitavelmente aumentará, inclusive a do INSS. O fluxo de caixa do Regime Geral da Previdência Social agradece. Conforme o mais recente levantamento publicado pelo INSS, o acumulado da arrecadação bruta de 2024 correspondeu a R$ 476 milhões. À medida que aumenta o número de jogadores, também cresce o das vítimas. Num primeiro momento, a receita da seguridade vai melhorar. Mas posteriormente esse problema social deve repercutir em forma de contingências sociais pela perspectiva previdenciária, assistencial e da saúde. Essa conta possivelmente sairá mais cara para todos. Menos para as bets.

 

Jornal Folha de São Paulo, 06/02/2025. Adaptado.

 

Marque a única alternativa que apresenta uma construção sintática que está livre de falhas de concordância.

 

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4151230 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-RJ

Texto 1

 

As bets ajudam ou atrapalham o INSS?

 

Apesar da receita para o instituto, jogos de azar ameaçam saúde pública global

 

Rômulo Saraiva

Advogado especialista em Previdência, é professor, autor do livro “Fraude nos Fundos de Pensão” e mestre em direito previdenciário

 

Se por um lado os jogos de azar têm causado o superendividamento de famílias que se viciam nesta epidemia das bets que assola o país, por outro lado melhora o desempenho dos cofres da Seguridade Social, inclusive o do INSS. No Brasil, uma parte da arrecadação da contribuição social vem dos concursos de prognósticos, a exemplo de loterias, concursos de sorteios, reuniões hípicas e casas de apostas. Conforme dados da ANJL (Associação Nacional de Jogos e Loterias), a previsão é que elas faturem R$ 204 bilhões ao ano a partir de 2025, quando começa a surtir efeito a regulamentação das bets. O orçamento da Seguridade Social é composto também das receitas advindas dos concursos de prognósticos, cujas alíquotas de custeio podem variar conforme a modalidade de sorteio e de quem o gerencia. Para concursos promovidos por entidades privadas, a exemplo de corridas, bingos e sorteios em títulos de capitalização, aplica-se um percentual de 5% sobre o movimento global de apostas ou sorteios. Na modalidade lotérica, a alíquota é de 10% para a Seguridade Social. O valor que é objeto do recolhimento da contribuição social é sobre a renda líquida, isto é, o total de arrecadação deduzindo valor do prêmio, impostos e despesas de administração.

 

O Brasil já se revela no cenário internacional como o país com mais acessos a plataformas de apostas on-line no mundo, superando países com tradição em jogos como o Reino Unido. Um relatório da XP Investimentos revela que as apostas movimentam 1% do PIB (Produto Interno Bruto) e comprometem 20% do orçamento de famílias de baixa renda. Apesar de poder melhorar a sustentabilidade do INSS, o dinheiro oriundo das bets e loterias é algo a comemorar? O assunto é polêmico. A febre dos jogos de azar não causa apenas endividamento. O comércio dos jogos on-line tem trazido muitos males para as famílias brasileiras, em prol do enriquecimento de alguns. Crianças e adolescentes se viciando em plataformas de jogos de apostas on-line, impacto econômico no comércio varejista de pequenas cidades do interior, sonegação fiscal, manipulação de resultados em partidas esportivas, lavagem de dinheiro, problemas financeiros em famílias, gastos excessivos, compulsão e adoecimento na forma da ludopatia (transtorno de jogo).

 

Conforme mostrou a Folha, estudo publicado na revista científica The Lancet Public Health revela um quadro de risco crescente à saúde pública mundial provocado pelo advento de bets, apostas esportivas e cassinos digitais. Cerca de 46,2% dos adultos do planeta e 17,9% dos adolescentes fizeram alguma aposta em 2023. Com a crescente das apostas, a arrecadação da Seguridade Social inevitavelmente aumentará, inclusive a do INSS. O fluxo de caixa do Regime Geral da Previdência Social agradece. Conforme o mais recente levantamento publicado pelo INSS, o acumulado da arrecadação bruta de 2024 correspondeu a R$ 476 milhões. À medida que aumenta o número de jogadores, também cresce o das vítimas. Num primeiro momento, a receita da seguridade vai melhorar. Mas posteriormente esse problema social deve repercutir em forma de contingências sociais pela perspectiva previdenciária, assistencial e da saúde. Essa conta possivelmente sairá mais cara para todos. Menos para as bets.

 

Jornal Folha de São Paulo, 06/02/2025. Adaptado.

 

Assinale a única alternativa cuja construção sintática está livre de falhas de concordância.

 

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4151229 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-RJ

Texto 1

 

As bets ajudam ou atrapalham o INSS?

 

Apesar da receita para o instituto, jogos de azar ameaçam saúde pública global

 

Rômulo Saraiva

Advogado especialista em Previdência, é professor, autor do livro “Fraude nos Fundos de Pensão” e mestre em direito previdenciário

 

Se por um lado os jogos de azar têm causado o superendividamento de famílias que se viciam nesta epidemia das bets que assola o país, por outro lado melhora o desempenho dos cofres da Seguridade Social, inclusive o do INSS. No Brasil, uma parte da arrecadação da contribuição social vem dos concursos de prognósticos, a exemplo de loterias, concursos de sorteios, reuniões hípicas e casas de apostas. Conforme dados da ANJL (Associação Nacional de Jogos e Loterias), a previsão é que elas faturem R$ 204 bilhões ao ano a partir de 2025, quando começa a surtir efeito a regulamentação das bets. O orçamento da Seguridade Social é composto também das receitas advindas dos concursos de prognósticos, cujas alíquotas de custeio podem variar conforme a modalidade de sorteio e de quem o gerencia. Para concursos promovidos por entidades privadas, a exemplo de corridas, bingos e sorteios em títulos de capitalização, aplica-se um percentual de 5% sobre o movimento global de apostas ou sorteios. Na modalidade lotérica, a alíquota é de 10% para a Seguridade Social. O valor que é objeto do recolhimento da contribuição social é sobre a renda líquida, isto é, o total de arrecadação deduzindo valor do prêmio, impostos e despesas de administração.

 

O Brasil já se revela no cenário internacional como o país com mais acessos a plataformas de apostas on-line no mundo, superando países com tradição em jogos como o Reino Unido. Um relatório da XP Investimentos revela que as apostas movimentam 1% do PIB (Produto Interno Bruto) e comprometem 20% do orçamento de famílias de baixa renda. Apesar de poder melhorar a sustentabilidade do INSS, o dinheiro oriundo das bets e loterias é algo a comemorar? O assunto é polêmico. A febre dos jogos de azar não causa apenas endividamento. O comércio dos jogos on-line tem trazido muitos males para as famílias brasileiras, em prol do enriquecimento de alguns. Crianças e adolescentes se viciando em plataformas de jogos de apostas on-line, impacto econômico no comércio varejista de pequenas cidades do interior, sonegação fiscal, manipulação de resultados em partidas esportivas, lavagem de dinheiro, problemas financeiros em famílias, gastos excessivos, compulsão e adoecimento na forma da ludopatia (transtorno de jogo).

 

Conforme mostrou a Folha, estudo publicado na revista científica The Lancet Public Health revela um quadro de risco crescente à saúde pública mundial provocado pelo advento de bets, apostas esportivas e cassinos digitais. Cerca de 46,2% dos adultos do planeta e 17,9% dos adolescentes fizeram alguma aposta em 2023. Com a crescente das apostas, a arrecadação da Seguridade Social inevitavelmente aumentará, inclusive a do INSS. O fluxo de caixa do Regime Geral da Previdência Social agradece. Conforme o mais recente levantamento publicado pelo INSS, o acumulado da arrecadação bruta de 2024 correspondeu a R$ 476 milhões. À medida que aumenta o número de jogadores, também cresce o das vítimas. Num primeiro momento, a receita da seguridade vai melhorar. Mas posteriormente esse problema social deve repercutir em forma de contingências sociais pela perspectiva previdenciária, assistencial e da saúde. Essa conta possivelmente sairá mais cara para todos. Menos para as bets.

 

Jornal Folha de São Paulo, 06/02/2025. Adaptado.

 

No período “Apesar de poder melhorar a sustentabilidade do INSS, o dinheiro oriundo das bets e loterias é algo a comemorar?”, podemos observar duas orações que se relacionam. A relação entre estas orações é de

 

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