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Considere que um jato de água lançado em um edifício obedeça à trajetória de uma parábola descrita pela função do 2.º grau h(d) = −d2 + 6d + 2, em que d corresponde à distância horizontal a partir do bico da mangueira e h, à altura do jato a partir do solo, ambas medidas em metros.
Nesse caso, a altura máxima que o jato atinge é de
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!$ \begin {cases} 2x \, - \, y \, + \, 2z \, = \, 1 \\ \,\, x \, + \, y \, + \, z \, = \, 0 \\ -x \, + \, 2y \, + \, z \, = \, 0 \end {cases} !$
A matriz dos coeficientes do sistema linear apresentado anteriormente tem determinante igual a
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Em certa unidade do corpo de bombeiros, 60 militares praticam, como esporte, futebol e(ou) voleibol. O conjunto A compreende os militares que praticam futebol e o conjunto B, os que praticam voleibol.
Nessa situação hipotética, se A − B contém 18 integrantes e B − A contém 25 integrantes, então o número de militares que praticam futebol e voleibol é igual a
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Considere que a quantidade de pessoas que foram resgatadas em certo incidente tenha sido igual à soma das raízes do polinômio p(x) = x2 – 11x + 30.
Então, nesse caso, foram resgatadas
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No período de seca, o volume de água em certa barragem que abastece uma cidade é dado pela expressão !$ V(t) \, = \, \dfrac {80} {2^{0,005t'}} !$ em que t corresponde à quantidade de dias entre o último dia do período chuvoso e o primeiro dia do próximo período chuvoso.
Por lei, é decretado racionamento de água a partir do momento em que o volume de água da barragem atingir metade do volume de água inicial, ou seja, metade do volume de água quando t = 0 dia.
Considerando a situação hipotética apresentada, é correto afirmar que, se em 2021 foi decretado racionamento de água na referida cidade, então a quantidade de dias que se passaram desde a última chuva até o decreto do racionamento é igual a
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Uma torre de retransmissão de sinal de celular é estabilizada por três cabos de aço que foram fixados em pontos de um plano complexo. O primeiro cabo está fixo no ponto 2 + 0i e os demais estão fixados em pontos que correspondem às raízes da equação x2 + 4 = 0.
Na situação hipotética apresentada, desconsiderando o cabo fixado no ponto 2 + 0i, os pontos nos quais os dois cabos de aço restantes foram fixados correspondem a
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Um acidente envolvendo um poste de distribuição de energia elétrica causou, em uma comunidade, um blecaute que durou exatamente 2,17 horas.
Nessa situação hipotética, a duração do referido blecaute equivale a
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Texto 2A1-II

Internet: <www.to.gov.br> (com adaptações).
No texto 2A1-II, o emprego do vocábulo “Ei” demonstra o uso da função da linguagem cujo objetivo é estabelecer a comunicação com o interlocutor da mensagem.
Essa função é denominada
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Texto 2A1-II

Internet: <www.to.gov.br> (com adaptações).
No texto 2A1-II, a palavra “pescador” exerce a função de
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As cidades são como os seres humanos: têm um corpo e têm uma alma. Talvez muitas almas, porque o corpo é um albergue onde moram muitas almas, todas diferentes em ideias e sentimentos, todas com a mesma cara. O corpo das cidades são as ruas, as praças, os carros, as lojas, os bancos, os escritórios, as fábricas, as coisas materiais. A alma, ao contrário, são os pensamentos e os sentimentos dos que nela moram. Há corpos perfeitos com almas feias e são como um violino Stradivarius em mãos de quem não gosta de música e não sabe tocar. Mas pode acontecer o contrário: um corpo tosco com alma bonita. Aí é como acontecia com as rabecas do querido Gramanni. Rabecas são violinos rústicos fabricados por artesãos desconhecidos. Mas o Gramanni era capaz de tocar Bach nas suas rabecas... O mesmo vale para as cidades: cidades bonitas por fora e com almas feias, cidades rústicas por fora com almas bonitas. Onde se podem encontrar as almas das cidades? Eu as encontro bonitas nas feiras, nas bancas de legumes e frutas, no mercadão, no sacolão. Esses são lugares onde acontecem reencontros felizes. Também na feira de artesanato, nos jardins onde há crianças, nos concertos... Mas elas aparecem assustadoras nas torcidas de futebol e no tráfego... Ah, o tráfego! É nele que a alma da cidade aparece mais nua. Pensei nisso na semana que passei em Portugal. Lembrei-me que há lugares onde os motoristas sabem que o pedestre tem sempre a preferência. Eles param para que o pedestre passe. Um amigo me contou de sua experiência em Munique: desceu da calçada, pôs os pés no asfalto e, para seu espanto, viu que todos os carros pararam para que ele atravessasse a rua. Sempre que paro meu carro para que o pedestre passe, percebo a surpresa no seu rosto. Não acredita. É preciso que eu faça um gesto com a mão para que ele se atreva.
Não é incomum ver um motorista acelerar o carro ao ver um pedestre atravessando a rua. Disseram-me que existe mesmo um video game cuja sensação está em atropelar os pedestres. As cidades voltarão a ser bonitas quando os motoristas compreenderem que o natural é andar a pé. Os pedestres devem ter sempre a preferência.
Rubem Alves. Cidades. In: Ostra feliz não faz pérola. São Paulo:
Editora Planeta do Brasil, 2008 (com adaptações).
No trecho “Também na feira de artesanato, nos jardins onde há crianças, nos concertos... Mas elas aparecem assustadoras nas torcidas de futebol e no tráfego”, do texto 2A1-I, as palavras “Também” e “Mas” introduzem, respectivamente, ideia de
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