Foram encontradas 65 questões.
Um grupo de amigos decidiu fazer uma vaquinha para comprar um presente de casamento. Cada um colaborou com R$ 150,00, mas na hora de comprar o presente faltou o valor de R$ 350,00. Cada um deles, então, colaborou com mais R$ 50,00 e sobrou 10% do valor total do presente que decidiram gastar em flores para o casal. O presente de casamento custou
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Considere a figura abaixo.

Sabendo que o ângulo BÂD é reto, o ângulo BÂC vale 4x + 7º e o ângulo CÂD vale 3x — 1º, para x em graus, o valor do ângulo CÂD é de
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Um dentista atendeu 5 pacientes em um dia. O quadro abaixo mostra os horários de início e término do tratamento de cada paciente desse dia.

O tempo médio de atendimento desses 5 pacientes foi de
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Atenção: Para responder às questões de números 7 a 12, baseie-se no texto abaixo.
Influências, influentes
Novos instrumentos de comunicação dão vida nova a velhos hábitos e subterfúgios. “Influencer”, no tempo digital das redes sociais, designa um agente e propagandista de valores que deseja incutir nos outros.
Coisa de hoje? Não apenas: me lembro de um livro de grande sucesso cujo titulo em português é “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, de Dale Carnegie, editado nos EUA em 1936 e de grande sucesso por aqui nos anos seguintes. Já com esse titulo, instiga-nos & fazer amigos para sermos influentes. Fazer amizades pode ser um bom negócio...
Essa convicção se expandiu muito em nosso tempo eletrônico, quando também se propagam, sem qualquer prurido, ódios e ultrajes bem direcionados. Influenciar os outros a qualquer custo segue sendo uma obsessão presente.
“Influir”, do latim 'in-fluo', é “correr para dentro”, ou ainda “insinuar-se”. Mesmo que discretamente, dá alguma medida do que pode haver de invasivo na relação supostamente amistosa. Mas não custa lembrar que “influenza” é também o batismo de um virus poderoso de gripe, que pode resultar em pneumonia. Hoje, graças às vias digitais, podemos interferir drasticamente na saúde das cabeças alheias e ainda sermos prestigiados por isso.
(GOMES, Pafúncio. A editar)
É plenamente regular esta outra pontuação de uma frase do texto:
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Atenção: Para responder às questões de números 7 a 12, baseie-se no texto abaixo.
Influências, influentes
Novos instrumentos de comunicação dão vida nova a velhos hábitos e subterfúgios. “Influencer”, no tempo digital das redes sociais, designa um agente e propagandista de valores que deseja incutir nos outros.
Coisa de hoje? Não apenas: me lembro de um livro de grande sucesso cujo titulo em português é “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, de Dale Carnegie, editado nos EUA em 1936 e de grande sucesso por aqui nos anos seguintes. Já com esse titulo, instiga-nos & fazer amigos para sermos influentes. Fazer amizades pode ser um bom negócio...
Essa convicção se expandiu muito em nosso tempo eletrônico, quando também se propagam, sem qualquer prurido, ódios e ultrajes bem direcionados. Influenciar os outros a qualquer custo segue sendo uma obsessão presente.
“Influir”, do latim 'in-fluo', é “correr para dentro”, ou ainda “insinuar-se”. Mesmo que discretamente, dá alguma medida do que pode haver de invasivo na relação supostamente amistosa. Mas não custa lembrar que “influenza” é também o batismo de um virus poderoso de gripe, que pode resultar em pneumonia. Hoje, graças às vias digitais, podemos interferir drasticamente na saúde das cabeças alheias e ainda sermos prestigiados por isso.
(GOMES, Pafúncio. A editar)
No contexto do 4º parágrafo, a expressão
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Atenção: Para responder às questões de números 7 a 12, baseie-se no texto abaixo.
Influências, influentes
Novos instrumentos de comunicação dão vida nova a velhos hábitos e subterfúgios. “Influencer”, no tempo digital das redes sociais, designa um agente e propagandista de valores que deseja incutir nos outros.
Coisa de hoje? Não apenas: me lembro de um livro de grande sucesso cujo titulo em português é “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, de Dale Carnegie, editado nos EUA em 1936 e de grande sucesso por aqui nos anos seguintes. Já com esse titulo, instiga-nos & fazer amigos para sermos influentes. Fazer amizades pode ser um bom negócio...
Essa convicção se expandiu muito em nosso tempo eletrônico, quando também se propagam, sem qualquer prurido, ódios e ultrajes bem direcionados. Influenciar os outros a qualquer custo segue sendo uma obsessão presente.
“Influir”, do latim 'in-fluo', é “correr para dentro”, ou ainda “insinuar-se”. Mesmo que discretamente, dá alguma medida do que pode haver de invasivo na relação supostamente amistosa. Mas não custa lembrar que “influenza” é também o batismo de um virus poderoso de gripe, que pode resultar em pneumonia. Hoje, graças às vias digitais, podemos interferir drasticamente na saúde das cabeças alheias e ainda sermos prestigiados por isso.
(GOMES, Pafúncio. A editar)
Há adequada articulação entre os tempos e modos verbais na frase:
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Atenção: Para responder às questões de números 7 a 12, baseie-se no texto abaixo.
Influências, influentes
Novos instrumentos de comunicação dão vida nova a velhos hábitos e subterfúgios. “Influencer”, no tempo digital das redes sociais, designa um agente e propagandista de valores que deseja incutir nos outros.
Coisa de hoje? Não apenas: me lembro de um livro de grande sucesso cujo titulo em português é “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, de Dale Carnegie, editado nos EUA em 1936 e de grande sucesso por aqui nos anos seguintes. Já com esse titulo, instiga-nos & fazer amigos para sermos influentes. Fazer amizades pode ser um bom negócio...
Essa convicção se expandiu muito em nosso tempo eletrônico, quando também se propagam, sem qualquer prurido, ódios e ultrajes bem direcionados. Influenciar os outros a qualquer custo segue sendo uma obsessão presente.
“Influir”, do latim 'in-fluo', é “correr para dentro”, ou ainda “insinuar-se”. Mesmo que discretamente, dá alguma medida do que pode haver de invasivo na relação supostamente amistosa. Mas não custa lembrar que “influenza” é também o batismo de um virus poderoso de gripe, que pode resultar em pneumonia. Hoje, graças às vias digitais, podemos interferir drasticamente na saúde das cabeças alheias e ainda sermos prestigiados por isso.
(GOMES, Pafúncio. A editar)
Considerando-se a frase Já com esse título, instiga-nos a fazer amigos para sermos influentes (2º parágrafo), o segmento sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo para a correção e o sentido desse enunciado, por:
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Atenção: Para responder às questões de números 7 a 12, baseie-se no texto abaixo.
Influências, influentes
Novos instrumentos de comunicação dão vida nova a velhos hábitos e subterfúgios. “Influencer”, no tempo digital das redes sociais, designa um agente e propagandista de valores que deseja incutir nos outros.
Coisa de hoje? Não apenas: me lembro de um livro de grande sucesso cujo titulo em português é “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, de Dale Carnegie, editado nos EUA em 1936 e de grande sucesso por aqui nos anos seguintes. Já com esse titulo, instiga-nos & fazer amigos para sermos influentes. Fazer amizades pode ser um bom negócio...
Essa convicção se expandiu muito em nosso tempo eletrônico, quando também se propagam, sem qualquer prurido, ódios e ultrajes bem direcionados. Influenciar os outros a qualquer custo segue sendo uma obsessão presente.
“Influir”, do latim 'in-fluo', é “correr para dentro”, ou ainda “insinuar-se”. Mesmo que discretamente, dá alguma medida do que pode haver de invasivo na relação supostamente amistosa. Mas não custa lembrar que “influenza” é também o batismo de um virus poderoso de gripe, que pode resultar em pneumonia. Hoje, graças às vias digitais, podemos interferir drasticamente na saúde das cabeças alheias e ainda sermos prestigiados por isso.
(GOMES, Pafúncio. A editar)
Essa convicção se expandiu muito em nosso tempo eletrônico (3º parágrafo). A convicção de que aqui se fala é a de que
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Atenção: Para responder às questões de números 7 a 12, baseie-se no texto abaixo.
Influências, influentes
Novos instrumentos de comunicação dão vida nova a velhos hábitos e subterfúgios. “Influencer”, no tempo digital das redes sociais, designa um agente e propagandista de valores que deseja incutir nos outros.
Coisa de hoje? Não apenas: me lembro de um livro de grande sucesso cujo titulo em português é “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, de Dale Carnegie, editado nos EUA em 1936 e de grande sucesso por aqui nos anos seguintes. Já com esse titulo, instiga-nos & fazer amigos para sermos influentes. Fazer amizades pode ser um bom negócio...
Essa convicção se expandiu muito em nosso tempo eletrônico, quando também se propagam, sem qualquer prurido, ódios e ultrajes bem direcionados. Influenciar os outros a qualquer custo segue sendo uma obsessão presente.
“Influir”, do latim 'in-fluo', é “correr para dentro”, ou ainda “insinuar-se”. Mesmo que discretamente, dá alguma medida do que pode haver de invasivo na relação supostamente amistosa. Mas não custa lembrar que “influenza” é também o batismo de um virus poderoso de gripe, que pode resultar em pneumonia. Hoje, graças às vias digitais, podemos interferir drasticamente na saúde das cabeças alheias e ainda sermos prestigiados por isso.
(GOMES, Pafúncio. A editar)
No 4◦ parágrafo, o autor nos lembra que o verbo influir, na língua latina,
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Atenção: Para responder às questões de números 1 a 6, baseie-se no texto abaixo.
Ciência: o valor dos limites
A esperança de que podemos atingir o conhecimento total é muito simplista. A ciência precisa falhar para avançar. Queremos certezas. Mas, para crescer, precisamos abraçar as incertezas. A existência dos limites não deve ser vista como um obstáculo intransponível. Limites são oportunidades, alavancas que nos ensinam algo sobre o mundo e sobre nós mesmos, que nos incentivam a prosseguir na busca de respostas. Limites expandem as possibilidades de quem podemos ser.
A ciência é muito mais do que conhecimento acumulado do mundo natural. É uma visão de mundo, um estilo de vida, uma aspiração coletiva de crescermos como espécie em um cosmos repleto de mistérios, de medos e encanios. A ciência é o cobertor com que cobrimos os pés à noite, a luz que ligamos no fim do corredor, o mentor paciente que nos lembra do que somos capazes quando trabalhamos juntos. Que a ciência seja usada tanto para o bem como para o mal não reflete a ciência em si, mas a precariedade da natureza humana, a tendência que temos tanto para criar quanto para destruir.
Embora as ciências físicas e sociais sejam capazes de iluminar muitos aspectos do conhecimento, não têm como missão responder a todas as perguntas. Nada diminuiria mais o espírito humano do que restringir nossa criatividade a uma única esquina do conhecimento. Somos criaturas multidimensionais e buscamos respostas de muitas formas. Cada uma tem seus propósitos e precisamos de todas elas.
Aceitar que o conhecimento é incompleto não é uma derrota do intelecto humano, não significa que estamos enquadrando a ciência como uma atividade humana, falível mesmo que poderosa, incompleta mesmo como melhor ferramenta para descrever o mundo. A ciência não reflete uma verdade divina, existente em um domínio platônico de perfeição e beleza. A ciência reflete a inquietude humana, nossa necessidade de ter algum controle sobre o tempo, sobre o misto de veneração e temor que sentimos quando confrontamos a imensidão do cosmos.
(Adaptado de: GLEISER, Marcelo. A ilha do conhecimento. 7.ed. Rio de Janeiro: Record, 2023, p. 325-328, passim)
As normas de concordância verbal encontram-se plenamente observadas na frase:
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