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Texto II para responder a questão abaixo.
O que diria e o que faria Mandela?
O mundo acompanha o drama humanitário e os dilemas europeus sobre acolher e/ou conter migrantes que tentam atravessar o Mediterrâneo da África do Norte para a Europa. São desastres constantes nas embarcações(a) com seus passageiros, nas transações encetadas por traficantes do desespero e da esperança. No último fim-de-semana foi o naufrágio de um barco pesqueiro na costa líbia que deixou centenas de mortos. No entanto, outro drama humanitário se desenrola no sul da África, com a violência e a xenofobia dos últimos dias justamente na nação arco-íris que Nelson Mandela se propôs a construir no lugar do apartheid há pouco mais de 20 anos(c). [...]
A mais recente onda de violência mistura xenofobia e mera criminalidade em um país em crescente crise econômica, taxa de desemprego de 24%, chefiado pelo desacreditado presidente Jacob Zuma e marcado pela percepção, especialmente em comunidades pobres, de que estrangeiros estão roubando os empregos(d). No entanto, o catalisador da violência (xenofobia) se diluiu em meio à escalada, pois muitos dos mortos e donos de negócios saqueados eram sul-africanos.
Nelson Mandela nunca teve sucessores à altura(b) e sempre se soube que seria uma tarefa descomunal construir uma nação arco-íris. O desafio se tornou mais ingrato e o arco-íris está ainda mais distante no horizonte.
(Caio Blinder, 21/04/2015. Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/nova-york/africa-do-sul/o-que-diria-mandela/. Adaptado.)
Quanto à construção dos referentes textuais e suas estratégias de referenciação, indique a alternativa que apresenta expressão que foi utilizada com tal intencionalidade, ou seja, a retomada de um elemento ou expressão como estratégia de referenciação.
 

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1384872 Ano: 2015
Disciplina: Fisioterapia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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O coração funciona como uma bomba, cuja função é fornecer a energia necessária para o metabolismo nos tecidos, entregando ao corpo (e ao próprio coração) o sangue oxigenado adequado. A reabilitação cardíaca é multidisciplinar, começa no hospital e se estende indefinidamente pela fase de manutenção. Com relação às fases de reabilitação no infarto do miocárdio, segundo a American Association of Cardiovascular and Pulmonary Rehabilitation, marque a alternativa incorreta.

 

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1384300 Ano: 2015
Disciplina: Fisioterapia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Quando lesões acometem os membros inferiores, o objetivo de qualquer tratamento a eles aplicado visa a obter ou readquirir apoio estável e uma mobilidade ampla por meio da continuidade anatômica do sistema osteoarticular, de movimentos articulares adequados e de força muscular suficiente que possibilitem ao indivíduo realizar atividades de vida diárias (AVDs) e atividades recreativas e desportivas. Na reabilitação, costuma-se empregar meios físicos, exercícios terapêuticos e exercícios funcionais. Com relação a esta temática, analise.

I. A reabilitação das doenças deve ser iniciada antes do tratamento cirúrgico ou conservador nos casos eletivos e o mais precocemente possível nos traumatismos.

II. Nos casos ortopédicos, o aprendizado pré-operatório não facilita o início precoce dos exercícios ativos.

III. A fisioterapia não deve ser limitada ao período em que o paciente é tratado no hospital ou no serviço de reabilitação, mas continuada por um programa a ser cumprido em sessões domésticas na frequência apropriada.

IV. O profissional deve ter total conhecimento da biomecânica e da fisiopatologia da doença ou da lesão a ser tratada, das técnicas cirúrgicas utilizadas e dos recursos fisioterapêuticos disponíveis, além de suas indicações e seus limites.

Estão corretas as afirmativas

 

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Texto II para responder a questão abaixo.
O que diria e o que faria Mandela?
O mundo acompanha o drama humanitário e os dilemas europeus sobre acolher e/ou conter migrantes que tentam atravessar o Mediterrâneo da África do Norte para a Europa. São desastres constantes nas embarcações com seus passageiros, nas transações encetadas por traficantes do desespero e da esperança. No último fim-de-semana foi o naufrágio de um barco pesqueiro na costa líbia que deixou centenas de mortos. No entanto, outro drama humanitário se desenrola no sul da África, com a violência e a xenofobia dos últimos dias justamente na nação arco-íris que Nelson Mandela se propôs a construir no lugar do apartheid há pouco mais de 20 anos. [...]
A mais recente onda de violência mistura xenofobia e mera criminalidade em um país em crescente crise econômica, taxa de desemprego de 24%, chefiado pelo desacreditado presidente Jacob Zuma e marcado pela percepção, especialmente em comunidades pobres, de que estrangeiros estão roubando os empregos. No entanto, o catalisador da violência (xenofobia) se diluiu em meio à escalada, pois muitos dos mortos e donos de negócios saqueados eram sul-africanos.
Nelson Mandela nunca teve sucessores à altura e sempre se soube que seria uma tarefa descomunal construir uma nação arco-íris. O desafio se tornou mais ingrato e o arco-íris está ainda mais distante no horizonte.
(Caio Blinder, 21/04/2015. Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/nova-york/africa-do-sul/o-que-diria-mandela/. Adaptado.)
Acerca dos elementos evidenciados, informe se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Em “para a Europa”, o “para” contém uma ideia de finalidade.
( ) As duas ocorrências da expressão “no entanto” apresentam o mesmo valor.
( ) No último parágrafo do texto, “sempre” traz uma ideia de tempo, assim como “ainda”.
( ) O segmento “o drama humanitário e os dilemas europeus” é sujeito composto pois possui dois núcleos.
 

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1380955 Ano: 2015
Disciplina: Fisioterapia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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As alterações coronarianas constituem a principal causa de cardiopatia e morte na população adulta, sendo que acima de 60 anos, aproximadamente 40% de todos os óbitos têm como causa a cardiopatia isquêmica. Com relação às principais cardiopatias que afetam a população adulta/idosa, analise.

I. As miocardiopatias compreendem-se como sendo afecção primária do miocárdio, na qual pode se evidenciar etiologia hipertensiva, coronariana ou valvar.

II. A porcentagem de portadores de aterosclerose praticamente dobra a cada 10 anos com o avançar da idade, chegando alguns autores a afirmar que sua presença é observada em quase todos os indivíduos com mais de 60 anos.

III. O comprometimento valvar no idoso não é muito frequente, não possuindo uma relação direta com o envelhecimento.

IV. Nas três formas clínicas de apresentação da angina do peito, o sintoma dominante é a dor retroesternal em opressão, irradiada para o pescoço e ombros, de duração variável, não ultrapassando de 15 minutos, acompanhada de palidez, sudorese, taquipneia e sensação de fraqueza.

Estão incorretas as afirmativas

 

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Texto I para responder a questão abaixo.
Democracia e autoritarismo
O fato de que as pessoas que vivem em um regime democrático não saibam o que é democracia é uma questão por si só muito grave. O saber sobre o que seja qualquer coisa – e neste, caso, sobre o que seja a democracia – se dá em diversos níveis e interfere em nossas ações. Agimos em nome do que pensamos. Mas muitas vezes não entendemos muito bem nossos próprios pensamentos, pois somos vítimas de pensamentos prontos.
Creio que, neste momento brasileiro, poucas pessoas que agem em nome da democracia estejam se questionando sobre o que ela realmente seja. É provável que poucos pratiquem o ato de humildade do conhecimento que é o questionamento honesto. O questionamento é uma prática, mas é também qualidade do conhecimento. É a virtude do conhecimento. É essa virtude que nos faz perguntar sobre o que pensamos e assim nos permite sair de um nível dogmático para um nível reflexivo de pensamento. Essa passagem da ideia pronta que recebemos da religião, do senso comum, dos meios de comunicação para o questionamento é o segredo da inteligência humana seja ela cognitiva, moral ou política.
[...] a democracia flerta facilmente com o autoritarismo quando não se pensa no que ela é e se age por impulso ou por leviandade. Eu não sou uma pessoa democrática quando vou à rua protestar em nome dos meus fins privados, dos meus interesses pessoais, quando protesto em nome de interesses que em nada contribuem para a construção da esfera pública. Eu sou autoritária quando, sem pensar, imponho violentamente os meus desejos e pensamentos sem me preocupar com o que os outros estão vivendo e pensando, quando penso que meu modo de ver o mundo está pronto e acabado, quando esqueço que a vida social é a vida da convivência e da proteção aos direitos de todos os que vivem no mesmo mundo que eu. Não sou democrática quando minhas ações não contribuem para a manutenção da democracia como forma de governo do povo para o povo, quando esqueço que o povo precisa ser capaz de respeitar as regras do próprio jogo ao qual ele aderiu e que é o único capaz de garantir seus direitos fundamentais: o jogo da democracia.
(Marcia Tiburi. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2015/03/democracia-e-autoritarismo/. 18/03/2015. Adaptado.)
O título do texto é composto de elementos que
 

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1380636 Ano: 2015
Disciplina: Fisioterapia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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A deambulação (caminhada) ajuda a manter as funções orgânicas normais. O repouso ao leito, mesmo com exercícios com movimentos adequados, produz muitos efeitos deletérios. A deambulação deve ser iniciada assim que o paciente estiver fisiologicamente estável e livre de dor severa. A movimentação segura do paciente inclui os seguintes passos, exceto:
 

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Texto I para responder a questão abaixo.
Democracia e autoritarismo
O fato de que as pessoas que vivem em um regime democrático não saibam o que é democracia é uma questão por si só muito grave. O saber sobre o que seja qualquer coisa – e neste, caso, sobre o que seja a democracia – se dá em diversos níveis e interfere em nossas ações. Agimos em nome do que pensamos. Mas muitas vezes não entendemos muito bem nossos próprios pensamentos, pois somos vítimas de pensamentos prontos.
Creio que, neste momento brasileiro, poucas pessoas que agem em nome da democracia estejam se questionando sobre o que ela realmente seja. É provável que poucos pratiquem o ato de humildade do conhecimento que é o questionamento honesto. O questionamento é uma prática, mas é também qualidade do conhecimento. É a virtude do conhecimento. É essa virtude que nos faz perguntar sobre o que pensamos e assim nos permite sair de um nível dogmático para um nível reflexivo de pensamento. Essa passagem da ideia pronta que recebemos da religião, do senso comum, dos meios de comunicação para o questionamento é o segredo da inteligência humana seja ela cognitiva, moral ou política.
[...] a democracia flerta facilmente com o autoritarismo quando não se pensa no que ela é e se age por impulso ou por leviandade. Eu não sou uma pessoa democrática quando vou à rua protestar em nome dos meus fins privados, dos meus interesses pessoais, quando protesto em nome de interesses que em nada contribuem para a construção da esfera pública. Eu sou autoritária quando, sem pensar, imponho violentamente os meus desejos e pensamentos sem me preocupar com o que os outros estão vivendo e pensando, quando penso que meu modo de ver o mundo está pronto e acabado, quando esqueço que a vida social é a vida da convivência e da proteção aos direitos de todos os que vivem no mesmo mundo que eu. Não sou democrática quando minhas ações não contribuem para a manutenção da democracia como forma de governo do povo para o povo, quando esqueço que o povo precisa ser capaz de respeitar as regras do próprio jogo ao qual ele aderiu e que é o único capaz de garantir seus direitos fundamentais: o jogo da democracia.
(Marcia Tiburi. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2015/03/democracia-e-autoritarismo/. 18/03/2015. Adaptado.)
“Há de tomar o pregador uma só matéria, há de defini-la para que se conheça, há de dividi-la para que se distinga, há de prová-la com a Escritura, há de declará-la com a razão, há de confirmá-la com o exemplo, há de amplificá-la com as causas, com os efeitos, com as circunstâncias, com as conveniências que se hão de seguir, com os inconvenientes que se devem evitar; há de responder às dúvidas, há de satisfazer as dificuldades, há de impugnar e refutar com toda a força da eloquência os argumentos contrários, e depois disso há de colher, há de apertar, há de concluir, há de persuadir, há de acabar.”
(VIEIRA, A. Pe. Sermões e lugares seletos. Seleção, introdução e notas de Mário Gonçalves Viana. Porto:
Educação Nacional, 1941.)
O trecho anterior faz parte do Sermão da Sexagésima de autoria do padre Antônio Vieira, em 1655. Tendo em vista o texto “Democracia e Autoritarismo”, afirma-se que a estrutura proposta por Vieira
 

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1380051 Ano: 2015
Disciplina: Fisioterapia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Os agentes eletrofísicos são usados pelos fisioterapeutas para tratar grande variedade de condições. Esses agentes incluem ondas eletromagnéticas e sonoras, além de correntes estimuladoras de músculos e nervos. Na eletroterapia, estamos preocupados com a transferência de energia térmica entre o ambiente externo e a superfície corporal, e entre os tecidos e fluidos componentes do próprio corpo assim como com os efeitos terapêuticos do calor. Com relação às formas de transferência de calor, informe se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) Condução é o mecanismo de troca de energia entre regiões de temperatura diferente, das regiões mais quentes para as mais frias, que é realizada através da colisão molecular direta.

( ) Convecção é o mecanismo de transferência de calor que ocorre em um fluido devido aos movimentos grosseiros das moléculas dentro da massa do fluido.

( ) O calor, na radiação térmica, pode ser transmitido pela radiação eletromagnética emitida de uma superfície de um corpo cuja temperatura da superfície esteja acima do zero absoluto.

( ) A energia térmica, na evaporação, é necessária para transformar um líquido em vapor; a taxa com que isso ocorre é determinada pela taxa com que o vapor se difunde para fora da superfície. A taxa depende da potência fornecida e da pressão de vapor do ar acima do líquido.

 

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Texto II para responder a questão abaixo.
O que diria e o que faria Mandela?
O mundo acompanha o drama humanitário e os dilemas europeus sobre acolher e/ou conter migrantes que tentam atravessar o Mediterrâneo da África do Norte para a Europa. São desastres constantes nas embarcações com seus passageiros, nas transações encetadas por traficantes do desespero e da esperança. No último fim-de-semana foi o naufrágio de um barco pesqueiro na costa líbia que deixou centenas de mortos. No entanto, outro drama humanitário se desenrola no sul da África, com a violência e a xenofobia dos últimos dias justamente na nação arco-íris que Nelson Mandela se propôs a construir no lugar do apartheid há pouco mais de 20 anos. [...]
A mais recente onda de violência mistura xenofobia e mera criminalidade em um país em crescente crise econômica, taxa de desemprego de 24%, chefiado pelo desacreditado presidente Jacob Zuma e marcado pela percepção, especialmente em comunidades pobres, de que estrangeiros estão roubando os empregos. No entanto, o catalisador da violência (xenofobia) se diluiu em meio à escalada, pois muitos dos mortos e donos de negócios saqueados eram sul-africanos.
Nelson Mandela nunca teve sucessores à altura e sempre se soube que seria uma tarefa descomunal construir uma nação arco-íris. O desafio se tornou mais ingrato e o arco-íris está ainda mais distante no horizonte.
(Caio Blinder, 21/04/2015. Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/nova-york/africa-do-sul/o-que-diria-mandela/. Adaptado.)
De acordo com o trecho destacado “No entanto, o catalisador da violência (xenofobia) se diluiu em meio à escalada, pois muitos dos mortos e donos de negócios saqueados eram sul-africanos.” (2º§), pode-se inferir que
 

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