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Foram encontradas 60 questões.

1385591 Ano: 2017
Disciplina: Farmácia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

A Portaria nº 3 44, de 12 de maio de 1998, regulamenta a autorização, o comércio, o transporte, a prescrição, a escrituração, a guarda, o balanço, a embalagem e a fiscalização dos medicamentos sujeitos a controle especial no Brasil. Acerca dos medicamentos de controle especial, em âmbito hospitalar, é correto afirmar que

 

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A questão se refere ao texto a seguir.
Cumulonimbus-informáticos
Há, pairando sobre nossas cabeças, gigantescas nuvens informacionais, ameaçando-nos com seus raios, trovões e ventanias. As tormentas já iniciam suas precipitações e começam a cair sobre nós. Nós somos o seu elemento. A faísca que produz o ribombar do trovão e a própria tempestade.
1. Que estamos fazendo com nossos sistemas cibernético-informacionais? Acaso paramos de pensar autonomamente com nossas próprias cabeças? Quiçá cessamos de procurar e manter o conhecimento por nós mesmos, intuitivamente, sensivelmente, abdutivamente, humanamente – como sempre fizemos, indagamos –, de buscar o sentido, o significado, a importância e a razão seminal de tudo que há à nossa volta? Daquilo que foi concebido, refletido e significado axiologicamente através dos tempos imemoriais, entregando tudo isso “de bandeja” – o melhor de nós e de nossa civilização – às máquinas e aos sistemas informacionais que nós mesmos construímos e usamos? Seria isso – resumidamente – o que está a ocorrer conosco nesses dias velozes e acríticos que vivemos na atualidade?
2. Você que me lê, por exemplo, nesse exato momento, não tem mais sequer que pensar, raciocinar, localizar-se por si, com livre arbítrio e autonomia, pois há – certamente – um aplicativo muito prático e conveniente fazendo isso por você, e muito mais, o tempo todo. Substituindo-nos acintosamente, explicitamente, trivialmente, das tarefas mais banais até às mais complexas, delicadas e especializadas. E nós ainda nos tranquilizamos em saber que, se ocorrer algo de fato importante no nosso planeta, e até fora dele, seremos informados de imediato.
3. O sistema faz isso quase que automaticamente. Do mesmo modo que não é mais necessário também guardar, anotar ou memorizar nomes e sobrenomes do dia a dia das relações societais, ou ainda direções e caminhos a serem trilhados nas urbes ou fora delas. O mesmo acontece com os dados e as imagens, pois certamente seu celular ou seu tablet pretensamente inteligentes, grandes feras no assunto, fazem isso e muito mais por você.
4. Uma delícia – convenhamos – e uma tragédia também. Sim, pois na cibercultura, a verdade, a notícia, o valor, a relevância – e, no extremo, o significado, não têm caráter único, sofrem alterações e são ditados pelo sistema e seus incontáveis aparatos. Todavia, o fato refutável que não pode ser ignorado é que estamos completamente deslumbrados com o que criamos, e que acolhemos essas novas tecnologias sem o menor sacrifício.
5. Não sabemos praticamente quase nada acerca desse novo modo de viver que começamos a cristalizar. Mas é em rede que nos reconhecemos, mensuramos nossas necessidades. E quem não souber decifrar os seus sinais e signos será, simplesmente, tragado por suas imposições, contingências e ressignificações cada vez mais presentes. O que não pode deixar de ser percebido é que uma ubiquidade onipresente está transformando significativamente as relações sociais. E o faz rapidamente. Não é algo simplesmente bom ou ruim, é simplesmente diferente e está marcando a nossa época, os nossos hábitos, a nossa cultura e os nossos tempos.
6. Bem depois, quando tudo se autodeterminar e se acalmar, em conformidade diametral com as sensibilidades sociais, é que nós poderemos – talvez – verificar o que sobrou do nosso antigo e milenarizado mundo não informatizado, analógico e enciclopédico, aquele ao qual estávamos tão confortavelmente acostumados, e, também, sermos capazes de mensurar que outro mundo novo é esse – cibertecnologizado – que edificamos em seu lugar, mesmo que sejamos críticos em relação a ele ou que nos cause desconforto. O resto são arbitrariedades ou especulações.
(QUARESMA, Alexandre. Cumulonimbus-Informáticos. Revista Sociologia, ano VII, edição 67, p. 65 – Adaptado)
Quais estratégias de construção textual, Alexandre Quaresma utiliza em seu artigo?
I – Argumentos que intertextualizam/dialogam com acontecimentos ligados a determinadas áreas do saber.
II – Palavras, expressões ou frases no sentido conotativo e no sentido denotativo de forma proporcional e harmoniosa.
III – Emprego predominante da função fática da linguagem, haja vista a carga informacional privilegiada no texto.
IV – Justaposição de contrastes por meio do uso de advérbios de modo, como no primeiro e no segundo parágrafos.
V – Ponto de vista em 1ª pessoa do plural e do singular, com a finalidade de convencer e de buscar a adesão do leitor.
Está correto apenas o que se afirma em
 

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1384915 Ano: 2017
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Passados quatro anos da publicação da Resolução nº 492/2008 que regulamenta o exercício do farmacêutico nos serviços de atendimento pré- hospitalar, na farmácia hospitalar e em outros serviços de saúde, o CFF publicou a Resolução nº 568/2012 que atualiza a primeira. Sobre as referidas atualizações do exercício da profissão, é correto afirmar que o farmacêutico

 

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1382748 Ano: 2017
Disciplina: Farmácia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Um dos temas da Resolução nº 67/2007 é “Boas Práticas de Manipulação de Substâncias de Baixo Índice Terapêutico”, ou seja, aquelas que apresentam estreita margem de segurança, cuja dose terapêutica é próxima da tóxica. Qual alternativa apresenta somente substâncias de baixo índice terapêutico?

 

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1381927 Ano: 2017
Disciplina: Farmácia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

A nutrição parenteral se refere à nutrição feita por uma via diferente da gastro-intestinal. Avalie as afirmativas sobre a Terapia Nutricional Parenteral.

I. Exige o comprometimento e a capacitação de uma equipe mutiprofissional, visando a garantia da sua eficácia e segurança.

II. O método comumente utilizado para a preparação das soluções nutricionais parenterais é o de aditivação de cada componente por sistema fechado, sob o ar estéril da capela de fluxo laminar.

III. Como regra geral, os antibióticos intravenosos podem ser misturados nas soluções de nutricional, facilitando sua administração.

Está correto apenas o que se afirma em

 

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1379747 Ano: 2017
Disciplina: Farmácia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Inicialmente as infecções por Staphylococcus aureus eram sensíveis a concentrações muito baixas de Penicilina G. Em seguida, os Staphylococcus aureus passaram a produzir betalactamase (Penicilinase), capaz de inativar Penicilina G. PORQUE Novo fármaco foi desenvolvido, as chamadas Penicilinas Resistentes à Penicilinase (por exemplo, a Meticilina) que contornaram esse problema por muito tempo. Atualmente, a Vancomicina é utilizada para tratar as infecções por Staphylococcus aureus nos casos de Betalactamase Resistentes à Meticilina - estafilococos meticilinarresistentes.

Sobre essas duas asserções, é correto afirmar que

 

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1379399 Ano: 2017
Disciplina: Farmácia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Sobre a doença de Parkinson é correto afirmar que

 

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1377722 Ano: 2017
Disciplina: Farmácia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

O paciente José está hospitalizado utilizando o fármaco Y 60mg, por via intravenosa, duas vezes ao dia. Como receberá alta, o médico irá prescrever o medicamento Y 50mg/comprimido, duas vezes ao dia. Baseado na literatura, identificou-se que a biodisponibilidade do comprimido é 60%. Quantos comprimidos de Y 50mg/dia deverá ser prescrito para o paciente?

 

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A colocação pronominal é a posição que os pronomes pessoais oblíquos átonos ocupam na frase em relação ao verbo a que se referem.
Observe o termo em negrito quanto à colocação pronominal.
  • “Dar-lhe-ei todo meu amor, desde que me prometa nunca mais me enganar.”
  • “Você jamais o exaltará diante daqueles que, um dia, possam menosprezá-lo.”
  • “De repente, fez-se o pranto diante de tanta comoção social naquele lugarejo.”
  • “Confesso que tudo aquilo me pareceu contundente e nefasto naquele dia.”
Qual das alternativas apresenta a sequência correta?
 

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A questão se refere ao texto a seguir.
Cumulonimbus-informáticos
Há, pairando sobre nossas cabeças, gigantescas nuvens informacionais, ameaçando-nos com seus raios, trovões e ventanias. As tormentas já iniciam suas precipitações e começam a cair sobre nós. Nós somos o seu elemento. A faísca que produz o ribombar do trovão e a própria tempestade.
1. Que estamos fazendo com nossos sistemas cibernético-informacionais? Acaso paramos de pensar autonomamente com nossas próprias cabeças? Quiçá cessamos de procurar e manter o conhecimento por nós mesmos, intuitivamente, sensivelmente, abdutivamente, humanamente – como sempre fizemos, indagamos –, de buscar o sentido, o significado, a importância e a razão seminal de tudo que há à nossa volta? Daquilo que foi concebido, refletido e significado axiologicamente através dos tempos imemoriais, entregando tudo isso “de bandeja” – o melhor de nós e de nossa civilização – às máquinas e aos sistemas informacionais que nós mesmos construímos e usamos? Seria isso – resumidamente – o que está a ocorrer conosco nesses dias velozes e acríticos que vivemos na atualidade?
2. Você que me lê, por exemplo, nesse exato momento, não tem mais sequer que pensar, raciocinar, localizar-se por si, com livre arbítrio e autonomia, pois há – certamente – um aplicativo muito prático e conveniente fazendo isso por você, e muito mais, o tempo todo. Substituindo-nos acintosamente, explicitamente, trivialmente, das tarefas mais banais até às mais complexas, delicadas e especializadas. E nós ainda nos tranquilizamos em saber que, se ocorrer algo de fato importante no nosso planeta, e até fora dele, seremos informados de imediato.
3. O sistema faz isso quase que automaticamente. Do mesmo modo que não é mais necessário também guardar, anotar ou memorizar nomes e sobrenomes do dia a dia das relações societais, ou ainda direções e caminhos a serem trilhados nas urbes ou fora delas. O mesmo acontece com os dados e as imagens, pois certamente seu celular ou seu tablet pretensamente inteligentes, grandes feras no assunto, fazem isso e muito mais por você.
4. Uma delícia – convenhamos – e uma tragédia também. Sim, pois na cibercultura, a verdade, a notícia, o valor, a relevância – e, no extremo, o significado, não têm caráter único, sofrem alterações e são ditados pelo sistema e seus incontáveis aparatos. Todavia, o fato refutável que não pode ser ignorado é que estamos completamente deslumbrados com o que criamos, e que acolhemos essas novas tecnologias sem o menor sacrifício.
5. Não sabemos praticamente quase nada acerca desse novo modo de viver que começamos a cristalizar. Mas é em rede que nos reconhecemos, mensuramos nossas necessidades. E quem não souber decifrar os seus sinais e signos será, simplesmente, tragado por suas imposições, contingências e ressignificações cada vez mais presentes. O que não pode deixar de ser percebido é que uma ubiquidade onipresente está transformando significativamente as relações sociais. E o faz rapidamente. Não é algo simplesmente bom ou ruim, é simplesmente diferente e está marcando a nossa época, os nossos hábitos, a nossa cultura e os nossos tempos.
6. Bem depois, quando tudo se autodeterminar e se acalmar, em conformidade diametral com as sensibilidades sociais, é que nós poderemos – talvez – verificar o que sobrou do nosso antigo e milenarizado mundo não informatizado, analógico e enciclopédico, aquele ao qual estávamos tão confortavelmente acostumados, e, também, sermos capazes de mensurar que outro mundo novo é esse – cibertecnologizado – que edificamos em seu lugar, mesmo que sejamos críticos em relação a ele ou que nos cause desconforto. O resto são arbitrariedades ou especulações.
(QUARESMA, Alexandre. Cumulonimbus-Informáticos. Revista Sociologia, ano VII, edição 67, p. 65 – Adaptado)
No primeiro parágrafo, os vários questionamentos conferem ao texto um tom
 

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