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Paciente, na terceira semana de puerpério, procura hospital por quadro de cansaço e falta de ar progressivos. Informa também surgimento de inchaço nas pernas nos últimos dias. Nega doenças prévias, nega tabagismo, nega etilismo. Relata pré-natal usual, parto vaginal sem intercorrências.
Alterações relevantes ao exame físico:
Mau estado geral, anasarca.
FC = 120bpm, PA = 140/80mmHg, FR = 32irpm, com esforço respiratório, SatO2 = 85% em ar ambiente.
Ritmo de galope à ausculta cardíaca.
Estertores crepitantes difusos à ausculta respiratória.
Rx de tórax apresenta infiltrado pulmonar predominantemente para-hilar, inversão de trama vásculo-pulmonar, aumento de área cardíaca e velamento de ambas hemicúpulas diafragmáticas.
Ecocardiograma apresentou déficit global de contratilidade cardíaca com fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 35%.
Foi encaminhada à UTI para manejo, onde recebeu furosemida e nitroglicerina venosa, além de suporte ventilatório com ventilação não invasiva.
A respeito da etiologia do agravo e seu manejo, é correto afirmar, exceto
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Paciente de 61 anos, com hipertensão arterial crônica, sem outros diagnósticos prévios, apresenta quadro de queda do estado geral nos últimos dias com inapetência, sonolência, náuseas e vômitos. Nega febre. Trazido ao pronto-atendimento, devido à piora de quadro neurológico, manifesta confusão mental.
Na avaliação inicial, encontra-se gravemente desidratado ++++/4+, abertura ocular apenas após estímulo doloroso, não atendendo a comandos verbais. Glicemia capilar à admissão é High (acima dos valores de detecção do aparelho).
FC = 103bpm, PA = 160/78mmHg, FR = 28irpm
Exames laboratoriais apresentam:
Leucócitos = 9100
Gasometria arterial:
pH: 7,30
HCO3: 19
Glicemia: 1.220
Sódio: 121
Potássio 3,2
Cloreto: 105
Creatinina: 2,4
Ureia: 150
Beta-hidroxibutirato: 0,5 (Valor de referência < 0,6).
A respeito do diagnóstico e manejo do caso acima, é correto afirmar que
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Sepse e choque séptico constituem uma das principais causas de óbito da população geral.
Acerca do manejo inicial do choque séptico, de acordo com a Campanha de Sobrevivência à Sepse, é incorreto afirmar que
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Paciente em insuficiência respiratória por exacerbação grave de asma foi intubado. Gasometria arterial apresenta acidose respiratória grave com pH de 7,05.
A melhor estratégia ventilatória a ser seguida, inicialmente, é
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Paciente em pós-operatório de retosigmoidectomia eletiva apresenta mal-estar súbito e parada cardiorrespiratória em fibrilação ventricular. Durante os 2 primeiros ciclos de ressuscitação cardiopulmonar, recebeu 1mg de epinefrina, 2 choques no desfibrilador, permanecendo sem pulso, porém evoluindo para o ritmo de assistolia, mesmo após checagem de cabos e derivações.
Qual o medicamento deve ser administrado a seguir?
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Acerca das disfunções orgânicas relacionadas à sepse (SOFA score), é incorreto afirmar que a
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Paciente etilista inveterado, admitido na UTI com quadro de dor abdominal intensa em andar superior, associada à hipotensão e desidratação pronunciada.
O exames apresentam
Global de leucócitos = 22.000 (VR 5.000 a 10.000)
Lactato = 3,5 (VR < 2,0)
Albumina = 3,0 (VR 4 a 6)
Amilase sérica = 700 (VR < 130)
Libapse sérica = 800 (VR < 50)
Cálcio sérico = 7,6 (VR 8,8 a 10,3)
Sobre o manejo inicial deste paciente, é correto afirmar que a
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Paciente, com quadro de SARA por COVID-19, encontra-se intubado e sedado. A relação PaO2/FiO2 é menor que 150.
As seguintes estratégias, potencialmente, minimizam lesão pulmonar e favorecem o prognóstico do paciente, exceto o/a
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Paciente de 19 anos, previamente hígido, é admitido na UTI após traumatismo cranioencefálico. Passadas 48 horas sem sedação, encontra-se intubado, com os sinais vitais sem alterações dignas de nota. Porém, ao exame neurológico, observa-se: escala de coma de Glasgow de 3, ausência de drive respiratório, reflexos de tosse oculoencefálico, corneopalpebral e vestibulococlear também ausentes.
Tomografia de crânio apresenta hemorragia intracerebral com hemoventrículo, hematoma subdural com efeito de massa, padrão swelling e lesão axional difusa.
Considerando o modelo de priorização de pacientes na UTI, trata-se de um paciente com prioridade
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Paciente de 75 anos, DPOC com 3 internações nos últimos 12 meses, FEV1 de 25% do valor previsto para idade, dispneia aos esforços habituais, dá entrada na UTI com choque séptico de foco pulmonar. No manejo inicial, demandou norepinefrina em doses moderadas, faliu na ventilação não-invasiva, sendo intubado e sedado. No dia seguinte, apresenta piora da função renal com critérios de terapia substitutiva renal.
Acerca do caso descrito, a conduta mais correta é
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