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Observe as assertivas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.
I. Desde o início da modernidade, a visão passou a ser utilizada como dispositivo de poder e controle social.
PORQUE
II. As técnicas da escrita, da perspectiva e, posteriormente, da reprodução mecânica e eletrônica, contribuíram para a fixação das estruturas do sujeito individual no Ocidente.
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- Gêneros Jornalísticos
- Técnicas Jornalísticas
- Produção da Notícia
- Gênero Informativo e Opinativo
- Fontes
I. A escolha da fonte em entrevistas informativas prioriza a proximidade do entrevistado com o fato narrado.
II. Em entrevistas opinativas, o jornalista deve buscar fontes que tenham vivência pessoal direta do acontecimento.
III. Autoridade e especialização são critérios centrais para a escolha de fontes em entrevistas opinativas.
IV. Técnicos, médicos e juristas são exemplos de fontes recorrentes em entrevistas informativas.
V. O desempenho esportivo de uma equipe pode ser analisado por jogadores e dirigentes em entrevistas opinativas.
Estão corretas apenas as afirmativas:
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I. A possibilidade de o repórter desconsiderar a pauta revela a existência de autonomia plena no exercício do jornalismo.
PORQUE
II. A estrutura verticalizada das redações tende a fazer prevalecer a visão das chefias, mesmo quando o repórter possui maior proximidade com o fato noticiado.
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I. O ideal de neutralidade pressupõe um jornalista destituído de crenças, paixões, vínculos culturais e posicionamentos políticos, o que o tornaria mais confiável perante o público.
II. A crença na neutralidade absoluta fortalece o jornalismo, pois elimina a interferência subjetiva na construção da notícia.
III. A chamada “impostura da neutralidade” é considerada perniciosa porque oculta os condicionamentos humanos inevitáveis do jornalista.
IV. A presença explícita das convicções pessoais do jornalista necessariamente compromete a ética profissional.
V. O mito da neutralidade ainda orienta, de forma significativa, a liturgia e as práticas do jornalismo contemporâneo.
Estão corretas apenas as afirmativas:
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A NBC TA 530, correlata à norma internacional ISA 530, trata do uso de amostragem na auditoria independente e interna. No contexto do setor público, especialmente em órgãos de grande capilaridade e volume de transações, como a Força Aérea Brasileira (FAB), a amostragem é uma ferramenta indispensável para a viabilidade dos trabalhos de asseguração.
A norma define amostragem em auditoria como a aplicação de procedimentos a menos de 100% dos itens de uma população relevante para fins de auditoria, de maneira que todas as unidades de amostragem tenham a mesma chance de serem selecionadas, proporcionando uma base razoável para o auditor concluir sobre toda a população.
Um Contador da Aeronáutica foi designado para realizar um teste de detalhes (teste substantivo) sobre o saldo da conta de "Estoques de Peças de Reposição de Aeronaves", que possui um valor contábil total de R$ 500 milhões, composto por milhares de itens individualizados. Dada a impossibilidade técnica de examinar 100% dos itens em tempo hábil, o auditor optou pela utilização de amostragem estatística.
Após definir a população e a unidade de amostragem, o auditor selecionou os itens, aplicou os procedimentos de auditoria e avaliou os resultados. Sua conclusão, baseada unicamente na amostra, foi de que o saldo da conta estava registrado corretamente e não continha distorções relevantes.
No entanto, uma auditoria posterior e exaustiva (censo) revelou que, na realidade, havia uma distorção materialmente relevante no saldo total da conta de estoques que não foi detectada pela amostra do auditor original.
Considerando o disposto na NBC TA 530 – Amostragem em Auditoria, a situação descrita evidencia a materialização do risco de
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Os Ingressos (Receitas Orçamentárias e Recebimentos Extraorçamentários) e Dispêndios (Despesa Orçamentária e Pagamentos Extraorçamentários) se equilibram por meio da inclusão do Saldo em Espécie do Exercício Anterior na coluna dos Ingressos e do Saldo em Espécie para o Exercício Seguinte na coluna dos Dispêndios.
As receitas e despesas orçamentárias serão segregadas, quanto à origem e destinação em Recursos não vinculados, Recursos vinculados (exceto ao RPPS) e Recursos Vinculados ao RPPS e deverão atender à padronização da estrutura da Fonte ou Destinação de Recursos.
Assim sendo, o Balanço Financeiro será elaborado utilizando-se as classes do Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP) relacionadas abaixo. Desta forma, associe as classes do plano de contas ao respectivo conteúdo encontrado para o Balanço Financeiro.
| Plano de Contas |
|---|
| (1) Classes 1 – Ativo e 2 – Passivo |
| (2) Classe 3 – Variações Patrimoniais Diminutivas |
| (3) Classe 4 – Variações Patrimoniais Aumentativas |
| (4) Classe 5 – Orçamento Aprovado |
| (5) Classe 6 – Execução do Orçamento |
Conteúdo encontrado para o Balanço Financeiro
( ) Para a Inscrição de Restos a Pagar.
( ) Para a Receita Orçamentária, Despesa Orçamentária e Pagamento de Restos a Pagar.
( ) Para as Transferências Financeiras Concedidas.
( ) Para as Transferências Financeiras Recebidas.
( ) Para os Recebimentos e Pagamentos Extraorçamentários de Depósitos Restituíveis e Valores Vinculados, Saldo em Espécie do Exercício Anterior e Saldo em Espécie para o Exercício Seguinte.
A sequência correta dessa associação é:
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- Escrituração ContábilTransações ContábeisVariações Patrimoniais
- Demonstrações ContábeisDemonstração das Variações Patrimoniais
- Procedimentos Contábeis Patrimoniais
De acordo com o artigo 104 da Lei nº 4.320/1964, a Demonstração das Variações Patrimoniais (DVP) evidenciará as alterações verificadas no patrimônio, resultantes ou independentes da execução orçamentária, e indicará o resultado patrimonial do exercício.
Essa demonstração tem função semelhante à Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) do setor privado. Contudo, é importante ressaltar que a DRE apura o resultado em termos de lucro ou prejuízo líquido, como um dos principais indicadores de desempenho da entidade. Já no setor público, o resultado patrimonial não é um indicador de desempenho, mas um medidor do quanto o serviço público ofertado promoveu alterações quantitativas dos elementos patrimoniais.
A DVP permite a análise de como as políticas adotadas provocaram alterações no patrimônio público, considerando-se a finalidade de atender às demandas da sociedade.
Considere os dados hipotéticos do exercício social de 2025, em que um ente público apresentou as seguintes rubricas e valores extraídos do sistema, ordenados de forma alfabética em milhares de reais:
| Desvalorização e Perda de Ativos e Incorporação de Passivos | 30.000 |
| Exploração e Venda de Bens, Serviços e Direitos | 4.000 |
| Pessoal e Encargos | 10.000 |
| Transferências e Delegações Concedidas | 60.000 |
| Transferências e Delegações Recebidas | 80.000 |
| Uso de Bens, Serviços e Consumo de Capital Fixo | 8.000 |
| Valorização e Ganhos com Ativos e Desincorporação de Passivos | 7.000 |
Fonte: Banca examinadora, 2026.
Após organizar os dados acima e elaborar a Demonstração das Variações Patrimoniais (DVP), assinale a alternativa que apresenta o valor do Resultado Patrimonial do Período (RPP).
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