Foram encontradas 135 questões.
O digitador salvou o texto que estava digitando na pasta documentos, para facilitar o seu acesso, ele criou um atalho do arquivo na área de trabalho. O Atalho é uma maneira rápida de abrir um determinado arquivo. O que ocorre se o digitador excluir por acidente esse atalho da área de trabalho do Windows 7.
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Leia o texto abaixo para responder a questão 10.
Saudosa Maloca
Se o sinhô não está lembrado
Dá licença de contá
Que aqui onde agora está
Esse adifício arto
Era uma casa velha
Um palacete abandonado
Foi aqui seu moço
Que eu, Mato Grosso e o Joca
Construímos nossa maloca
Mas um dia, eu nem quero me alembrá
Veio os homis c'oas ferramenta
Que o dono mandô derrubá
Peguemos todas nossas coisas
E fumos pro meio da rua
Apreciar a demolição
Que tristeza que eu sentia
Cada táuba que caía
Doía no coração
Mato Grosso quis gritá
Mas em cima eu falei
Os homis tá cá razão
Nós arranja outro lugar
Só se conformemos quando o Joca falou
Deus dá o frio conforme o cobertor
E hoje nós pega páia nas gramas do jardim
E pra esquecê, nós cantemos assim
Saudosa maloca, maloca querida
Dim-dim donde nós passemos os dias feliz de nossas vidas
Saudosa maloca, maloca querida
Dim-dim donde nós passemos os dias feliz de nossas vidas
Composição: Adoniran Barbosa.
Considerando o texto, analise as proposições abaixo:
1- O uso de senhor (l.01), indicando respeito, formalidade, ao dirigir-se ao enunciatário, produz um distanciamento em relação à variante linguística popular utilizada pelo enunciador, por Mato Grosso e por Joca.
2- No texto, os tempos verbais organizam-se em torno do eu narrador. Todos os tempos encontrados da linha 4 até o final do texto (com exceção das linhas 10, 21, 22, 25, 26 e 27) centram-se num marco temporal pretérito.
3- Nas linhas 07, 09, 11, 12, 13, 14, 19, 20, 23 e 29 tem-se o tempo pretérito perfeito que marca uma relação de anterioridade entre o momento do acontecimento e o momento de referência presente.
4- O pretérito imperfeito foi utilizado no texto para descrever a demolição da maloca, pois é o tempo que melhor atende aos propósitos da descrição.
5- No texto em questão, não há dois-pontos, travessão, dois travessões ou aspas que servem para marcar a fronteira entre discurso citante e discurso citado, mas tem-se, antes de cada discurso direto, o verbo introdutório, chamado verbo dicendi.
Estão corretas:
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- Interpretação de TextosFunções da LinguagemConotativa, Apelativa, Metafórica ou Figurada
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemDenotativa, Própria, Referencial, Literal ou Informativa
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemFunção Emotiva ou Expressiva
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemFunção Fática
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemFunção Metalinguística
Lei ao trecho abaixo, retirado do poema de Carlos Drummond de Andrade:

No trecho acima, há predomínio das seguintes funções de linguagem:
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Assinale a alternativa em que o uso do sinal indicativo de crase foi utilizado de maneira correta.
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- FonologiaTonicidadeParoxítonas
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicativo
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Direto
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoEquivalência
Texto para questão 07
Falamos de carambolas
Rubem Braga
Falamos sobre sorvetes, eu disse que tinha tomado um ótimo, de carambola.
– Não sei que graça você acha em carambola.
Falamos sobre carambola, discutimos sobre carambola; passamos a romã e finalmente a jambo; sim, há o jambo moreno e o jambo cor-de-rosa, este é muito sem gosto; aliás, a mais bonita de todas as mangas, a manga-rosa, não tem nem de longe o gosto de uma espada, de uma carlotinha.
Lembrei a história contada por um amigo. Mais de uma vez insistira com certa moça para que fosse ao seu apartamento. Ela não queria ir. Ele um dia telefonou: “Vem almoçar comigo, mando matar uma galinha, fazer molho pardo…” achou que a recusa da moça era menos dura. E insistiu mais: — Vem… tem manga carlotinha…
– Manga carlotinha? Mentira!
E a moça foi. Refugaria talvez promessa de casamento, se irritaria com o presente de joia, mas como resistir a um homem que tem galinha ao molho pardo com angu e manga carlotinha, e faz um convite tão familiar?
Ela não achou muita graça na história. Aliás não simpatizava com aquele amigo meu.
Ficamos um instante em silêncio. Comecei a mexer o gelo dentro do copo com o dedo.
É um hábito brasileiro, mas até que não é meu uso; inclusive, para falar a verdade, acho pouco limpo; entretanto eu mexia com o indicador o gelo que boiava no uísque, e como seria insuportável não fazer a pergunta, ergui os olhos e fiz: — Mas, afinal, o que foi que o médico disse?
E ela encolheu os ombros. Repetiu algumas palavras do médico, principalmente uma: Sindroma… teve uma dúvida: — É síndroma ou sindroma?
Eu disse francamente que não sabia; apenas tinha a impressão de que a palavra era feminina; mas também podia ser masculina; era paroxítona ou átona, mas também podia ser proparoxítona ou esdrúxula; e, ainda por cima, tanto se podia dizer sindroma como síndrome, e até mesmo sindromo.
Em todo o caso — juntei — não era bem uma doença; era um conjunto de sintomas… eu falava assim não para mostrar sabença, mas para mostrar incerteza, e ignorância da verdade verdadeira — ou até uma certa indiferença por essas coisas de palavras.
Confessei-lhe que há muitas palavras que evito dizer porque nunca estou muito seguro da maneira de pronunciar. Por outro lado há palavras que a gente só conhece porque são usadas em palavras cruzadas. Até existe uma cidade assim, uma cidade de que ninguém se lembraria jamais se não tivesse apenas duas letras e não fosse terra de Abraão ou cidade da Caldéia: UR. Se os charadistas do mundo inteiro formassem uma pátria a capital teria de ser UR. Eu falava essas bobagens com volubilidade. Ela disse: — Todo mundo, quando tem uma doença como essa minha, procura se enganar. Eu, não.
Chamei-a de pessimista, aliás ela sempre fora pessimista.
– Não é pessimismo não. É…
Senti que ela ia dizer o nome da doença, e que tudo estaria perdido se ela pronunciasse aquele nome; seria intolerável.
– Você sabe muito bem o que é.
Chamei o garçom, pedi mais um uísque e mais um Alexander’s.
– Sabe quem eu vi hoje?
Era ela que mudava de conversa; senti um alívio. E falamos, e falamos… Eu admirava mais uma vez sua cabeça, os olhos claros, a testa, sua graça tocante.
Era insuportável pensar que alguém assim pudesse estar condenada. Dentro de mim eu sabia, mas não acreditava. Tive a impressão de que sua cabeça estremecia como uma flor. Um anjo se movera junto de nós, na penumbra do bar, era o anjo da morte; e a flor estremecera.
– Acho que o bale russo precisa se renovar…
Ela achava que não era justo falar em virtuosidades acrobáticas; o que havia era uma renúncia a todo expressionismo e a toda pantomima, a beleza do bale puro… E no meio da discussão me chamou de literato; mas juntou logo um sorriso tão amigo. Eu disse o que talvez já tivessse dito uma vez: — Foi uma pena você não ter estudado bale.
Pensava no seu corpo de pernas longas, na linha dura das ancas, nos seios pequenos, e a revia por um instante, toda casta, nua. Ela me censurou por beber tão depressa, e de repente: — E esse seu bigode agora está horrível.
– Por que você não toma conta de mim, não dirige meus uísques e meus bigodes?
Ela riu, e deu uma risada tão alegre como antigamente.
Como as pessoas costumam dizer, uma risada de cristal. Clara, alegre, tilintante como o cristal. O cristal, que se parte tão fácil.
Analise as proposições abaixo como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F).
( ) No período “ – Não sei que graça você acha em carambola.” , há uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
( ) No período “ Confessei-lhe que há muitas palavras que evito dizer porque nunca estou muito seguro da maneira de pronunciar”, o termo destacado classifica-se sintaticamente como objeto direto.
( ) No período “Aliás não simpatizava com aquele amigo meu.”, a regência da forma verbal destacada está errada, pois o verbo em destaque não permite o uso da preposição como.
( ) Considerando a sílaba tônica, a palavra síndrome, segundo a acentuação tônica é classificada como paroxítona.
( ) No trecho “o que havia era uma renúncia a todo expressionismo e a toda pantomima,”, o termo destacado pode ser substituído sem alteração de sentido por verdade.
( ) No período “Chamei-a de pessimista, aliás ela sempre fora pessimista.”, o pronome oblíquo átono classifica-se sintaticamente como objeto direto e o termo de pessimista é classificado sintaticamente como predicativo do objeto.
A sequência correta de cima para baixo é:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
Texto para questões de 05 e 06
O Homem Trocado
O homem acorda da anestesia e olha em volta.
Ainda está na sala de recuperação. Há uma enfermeira do seu lado. Ele pergunta se foi tudo bem.
– Tudo perfeito - diz a enfermeira, sorrindo.
– Eu estava com medo desta operação... – Por quê? Não havia risco nenhum.
– Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos... E conta que os enganos começaram com seu nascimento.
Houve uma troca de bebês no berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal de orientais, que nunca entenderam o fato de terem um filho claro com olhos redondos. Descoberto o erro, ele _______(ser) viver com seus verdadeiros pais. Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai ____________(abandonar) a mulher depois que esta não ___________( saber) explicar o nascimento de um bebê chinês.
– E o meu nome? Outro engano.
– Seu nome não é Lírio?
– Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e...
Os enganos se sucediam.
Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. ___________(Fazer) o vestibular com sucesso, mas não ____________(conseguira) entrar na universidade. O computador se ____________(enganar), seu nome não apareceu na lista.
– Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.
– O senhor não faz chamadas interurbanas?
– Eu não tenho telefone!
Conhecera sua mulher por engano. Ela o ___________(confundir) com outro. Não foram felizes.
– Por quê?
– Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia. Até _____________(ter) uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer: - O senhor está desenganado. Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.
– Se você diz que a operação foi bem... A enfermeira parou de sorrir.
– Apendicite? - perguntou, hesitante.
– É. A operação era para tirar o apêndice.
– Não era para trocar de sexo?
Luís Fernando Verissimo
Foram retiradas do texto algumas formas verbais empregadas no pretérito mais que perfeito do indicativo. Assinale a alternativa que preenche corretamente os espaços em branco, com a forma verbal entre parênteses conjugada no pretérito mais que perfeito do indicativo, considerando a concordância e o contexto.
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoSujeitoClassificação do Sujeito
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Direto
- SintaxeColocação Pronominal
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemVícios de LinguagemAmbiguidade
Texto para questões de 05 e 06
O Homem Trocado
O homem acorda da anestesia e olha em volta.
Ainda está na sala de recuperação. Há uma enfermeira do seu lado. Ele pergunta se foi tudo bem.
– Tudo perfeito - diz a enfermeira, sorrindo.
– Eu estava com medo desta operação... – Por quê? Não havia risco nenhum.
– Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos... E conta que os enganos começaram com seu nascimento.
Houve uma troca de bebês no berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal de orientais, que nunca entenderam o fato de terem um filho claro com olhos redondos. Descoberto o erro, ele _______(ser) viver com seus verdadeiros pais. Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai ____________(abandonar) a mulher depois que esta não ___________( saber) explicar o nascimento de um bebê chinês.
– E o meu nome? Outro engano.
– Seu nome não é Lírio?
– Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e...
Os enganos se sucediam.
Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. ___________(Fazer) o vestibular com sucesso, mas não ____________(conseguira) entrar na universidade. O computador se ____________(enganar), seu nome não apareceu na lista.
– Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.
– O senhor não faz chamadas interurbanas?
– Eu não tenho telefone!
Conhecera sua mulher por engano. Ela o ___________(confundir) com outro. Não foram felizes.
– Por quê?
– Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia. Até _____________(ter) uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer: - O senhor está desenganado. Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.
– Se você diz que a operação foi bem... A enfermeira parou de sorrir.
– Apendicite? - perguntou, hesitante.
– É. A operação era para tirar o apêndice.
– Não era para trocar de sexo?
Luís Fernando Verissimo
Analise as proposições abaixo:
1- No trecho “O senhor está desenganado. Mas também fora um engano do médico.”, o termo destacado expressa ambiguidade.
2- Na oração “ Há uma enfermeira do seu lado” não há sujeito.
3- Na oração “ que nunca entenderam o fato de terem um filho claro com olhos redondos.”, o termo destacado exerce a função sintática de sujeito.
4- Na oração “– Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório”, o pronome oblíquo átono” Se” está empregado na forma proclítica, mas deveria estar na forma enclítica.
5- No trecho “pois o pai abandonara a mulher depois que esta não soubera explicar o nascimento de um bebê chinês.”, a forma verbal “esta” foi escrita de maneira incorreta, pois é uma palavra oxítona terminada em “a” e por isso deve ser acentuada e o termo destacado exerce a função sintática de objeto direto.
Está (ão) correta (s):
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoSujeitoClassificação do Sujeito
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoClassificação do Predicado
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplemento Nominal
Texto para questões de 01 a 04.
Traduzir-se
Ferreira Gullar
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?
Analise as proposições abaixo, considerando o texto:
I- Nos versos “Uma parte de mim/ é todo mundo:” , o predicado é nominal.
II- Na última estrofe, a expressão entre os travessões exerce a função sintática de complemento nominal.
III- Na quarta estrofe, a expressão “outra parte” exerce a função sintática de sujeito simples.
A(s) proposição(ões) correta(s) é (são):
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Instituto Bahia
Orgão: CLINAB
Texto para questões de 01 a 04.
Traduzir-se
Ferreira Gullar
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?
Analise as assertivas abaixo, considerando o poema “Traduzir-se”:
01- A reiteração, presente até o sexto verso no uso das expressões "Uma parte de mim/outra parte", dá ao poema um tom melódico quase como de um refrão.
02- Enquanto que “Uma parte” vem identificada pelos termos "todo mundo" e "multidão", e recebe em atributivo os verbos “pesa e pondera", indicando ser esta a parte racional. A "outra parte" é "ninguém", "fundo sem fundo", "estranheza e solidão.
04- A estrofe final apresenta a proposta do poeta: a síntese da existência humana. Em outras palavras, Gullar pretende, ainda que apenas no universo poético, traduzir uma parte na outra parte, até que sejam uma.
08- O título aponta a tentativa do eu lírico de tentar traduzir ou explicar, entender suas próprias contradições.
A alternativa que corresponde a soma das alternativas corretas é:
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Caderno Container