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Foram encontradas 391 questões.

2404661 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
A administração é o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar os esforços realizados pelos membros da organização, utilizando todos os outros recursos organizacionais para alcançar os objetivos estabelecidos.” Quanto ao controle, são considerados como elementos, EXCETO:
 

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2404654 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Certa empresa adquiriu um veículo por R$20.000. Pagou em moeda corrente 50% da compra, com 5% de desconto, e aceitou uma duplicata pela dívida dos outros 50%.” Com essa operação, pode-se afirmar que o ativo da empresa:
 

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2404653 Ano: 2010
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Referente ao processo de melhoria da indexação, assinale o processo, no qual um indexador atribui a um termo um valor numérico que reflete sua opinião sobre a importância desse termo para indicar do que se trata determinado documento:
 

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2404642 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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Na organização de arquivos com a utilização do Windows Explorer (Windows XP – configuração padrão), a tecla de atalho “F2” tem a função de:
 

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2404611 Ano: 2010
Disciplina: Design Gráfico
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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No desenvolvimento de páginas de internet com a utilização do aplicativo Dreamweaver, são atributos adicionais de novas janelas, EXCETO:
 

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2404607 Ano: 2010
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
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O limite de distância de transmissão recomendada para cabo UTP categoria “5e” é:
 

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2404595 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN

Adeus ao “em off”

Antes de o ano terminar, mais um fato explosivo: o vazamento de informações confidenciais pelo site Wikileaks, comprometendo as relações diplomáticas de diversos países e causando muitas saias justas, inclusive no Brasil. Não tenho opinião sacramentada sobre o assunto. Um lado meu tende a aplaudir que informações de trincheira venham a público, já que o que é tramado por organizações governamentais interessa a todos. Mas admito que há um certo idealismo nessa afirmação, pois dificilmente conseguiremos destituir o poder do “em off” no universo cavernoso da política. Já aqui fora, o “em off” desapareceu de vez.

Outro dia, assisti a uma reportagem em que se falava da invenção de uma touca de eletrodos que, ao ser colocada na cabeça, emite sinais ao cérebro do usuário, possibilitando que ele acione comandos através da força do pensamento. Aposto: num piscar de olhos, será patenteado e vendido nas Americanas. E não vai parar aí: as pesquisas avançam, e logo será possível ler os pensamentos de outras pessoas. Nada pode ser mais invasivo, considero um atrevimento até para com os criminosos. O pensamento é o único reduto de liberdade e privacidade que nos resta. O dia em que pudermos ler os pensamentos uns dos outros, acabou-se todo o mistério da vida.

Imagino que o mercado de trabalho dos detetives não esteja fácil. Quem precisa contratar os serviços de um profissional na era do Facebook e do Twitter? Ninguém faz mais nada escondido. E se fizer, câmeras estarão filmando a criatura desde o momento em que ela sai pela porta de casa, entra no elevador, cruza a garagem do prédio, circula pelas ruas e chega ao escritório, sem falar na fiscalização dentro de bancos, restaurantes, boates, lojas, agências lotéricas e igrejas.

Igrejas, sim. Não duvido.

Além disso, você pode ser filmado enquanto faz sexo e pode ser fotografado por algum celular enquanto tem um ataque epilético na rua. Vai tudo para o YouTube. Todos sabem o que você fez no verão passado e no minuto que passou também.

É um mundo mais seguro, reconheço. E mais rápido. Perder tempo é um esporte que ninguém mais pratica. Dar uma sumida, então, nem pensar. Não existem mais portas, não existem mais paredes. Alguém sabe exatamente onde você está, com quem e em que você está pensando. Se não sabe, você mesmo irá contar.

Julian Assange, o criador do site Wikileaks, justifica a revelação de documentos confidenciais com o argumento de que tem “aversão a segredos”. É uma frase que parece heróica, mas me apavora. Tudo agora é rastreável: não existe mais o secreto, o particular, o reservado. Estamos dando adeus à matéria-prima da poesia, do sentimento, da introspecção, do delírio e da liberdade. Optamos por viver todos atados uns aos outros – curiosamente, com tecnologia wireless.

(Martha Medeiros. Revista O Globo, 12 de dezembro de 2010)

Estamos dando adeus à matéria-prima da poesia...”. É correto afirmar que o sinal gráfico empregado na palavra destacada nessa frase é denominado:

 

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2404564 Ano: 2010
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Provas:
Os deplúvios junto às áreas de atividade da agricultura, usualmente podem acarretar:
 

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2404548 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN
Instrumentos importantes numa assessoria de comunicação, o press release, o teaser e o press kit são muito utilizados com o objetivo de:
 

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2404537 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: COFEN

Língua e sociedade

O caráter social de uma língua já parece ter sido fartamente demonstrado. Entendida como um sistema de signos convencionais que faculta aos membros de uma comunidade a possibilidade de comunicação, acredita-se, hoje, que seu papel seja cada vez mais importante nas relações humanas, razão pela qual seu estudo já envolve modernos processos científicos de pesquisa, interligados às mais novas ciências e técnicas, como, por exemplo, a própria Cibernética.

Entre sociedade e língua, de fato, não há uma relação de mera casualidade. Desde que nascemos, um mundo de signos linguísticos nos cerca e suas inúmeras possibilidades comunicativas começam a tornar-se reais a partir do momento em que, pela imitação e associação, começamos a formular nossas mensagens. E toda a nossa vida em sociedade supõe um problema de intercâmbio e comunicação que se realiza fundamentalmente pela língua, o meio mais comum de que dispomos para tal.

Sons, gestos, imagens, diversos e imprevistos cercam a vida do homem moderno, compondo mensagens de toda ordem (Henri Lefèbvre diria poeticamente que “niágaras de mensagens caem sobre pessoas mais ou menos interessadas e contagiadas”), transmitidas pelos mais diferentes canais, como a televisão, o cinema, a imprensa, o rádio, o telefone, o telégrafo, os cartazes de propaganda, os desenhos, a música e tantos outros. Em todos, a língua desempenha um papel preponderante, seja em sua forma oral, seja através de seu código substitutivo escrito. E, através dela, o contato com um mundo que nos cerca é permanentemente atualizado.

Nas grandes civilizações, a língua é o suporte de uma dinâmica social, que compromete, não só as relações diárias entre os membros da comunidade, como também uma atividade intelectual, que vai desde o fluxo informativo dos meios de comunicação de massa até a vida cultural, científica ou literária.

(PRETI, Dino. Sociolinguística: os níveis da fala. São Paulo, Nacional, 1974. pág. 7)

Depreende-se que o “caráter social da língua” (1º§) justifica-se, de acordo com a construção textual, a partir de:

 

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