Foram encontradas 400 questões.
- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
Texto para o item.
Césio-137: acidente em Goiânia deixou lições que
continuam orientando a proteção a trabalhadores
expostos à radiação
O acidente ocorreu em setembro de 1987,
quando uma cápsula contendo Césio-137 foi retirada de
um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica
desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos,
pessoas manusearam o material radioativo, que se
espalhou por diversos locais, provocando uma emergência
sanitária de grandes proporções.
Para o ministro do Tribunal Superior do
Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio
evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos
riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações
na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei
10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as
responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na
avaliação do diretor-presidente da Autoridade Nacional de
Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal
legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura
de segurança radiológica. “Consolidou-se o entendimento
de que a segurança depende de mecanismos permanentes
de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes
radioativas”, explica.
Desde então, foram ampliadas as exigências
relacionadas ao licenciamento de instalações,
rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento,
transporte, monitoramento individual de trabalhadores,
qualificação profissional e preparação para emergências.
A evolução da segurança radiológica também
foi influenciada por acidentes internacionais, como os de
Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão,
em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram
a importância da cultura de segurança, da transparência
institucional, da preparação para emergências e da revisão
contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure,
a principal lição desses acidentes é que a segurança não
é uma condição permanente. Quase 40 anos após o
Césio-137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os
riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury
Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia
das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das
normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância
permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura
bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui.
Internet: <tst.jus.br> (com adaptações).
No trecho “Consolidou-se o entendimento de que a segurança depende de mecanismos permanentes de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes radioativas.”, caso a palavra “entendimento” fosse substituída por orientações, as formas verbais “consolidou” e “depende” deveriam ser flexionadas no plural.
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Texto para o item.
Césio-137: acidente em Goiânia deixou lições que
continuam orientando a proteção a trabalhadores
expostos à radiação
O acidente ocorreu em setembro de 1987,
quando uma cápsula contendo Césio-137 foi retirada de
um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica
desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos,
pessoas manusearam o material radioativo, que se
espalhou por diversos locais, provocando uma emergência
sanitária de grandes proporções.
Para o ministro do Tribunal Superior do
Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio
evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos
riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações
na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei
10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as
responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na
avaliação do diretor-presidente da Autoridade Nacional de
Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal
legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura
de segurança radiológica. “Consolidou-se o entendimento
de que a segurança depende de mecanismos permanentes
de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes
radioativas”, explica.
Desde então, foram ampliadas as exigências
relacionadas ao licenciamento de instalações,
rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento,
transporte, monitoramento individual de trabalhadores,
qualificação profissional e preparação para emergências.
A evolução da segurança radiológica também
foi influenciada por acidentes internacionais, como os de
Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão,
em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram
a importância da cultura de segurança, da transparência
institucional, da preparação para emergências e da revisão
contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure,
a principal lição desses acidentes é que a segurança não
é uma condição permanente. Quase 40 anos após o
Césio-137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os
riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury
Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia
das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das
normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância
permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura
bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui.
Internet: <tst.jus.br> (com adaptações).
No trecho “o consenso técnico e jurídico é que mitigar os riscos da radiação exige atenção contínua.”, a oração “que mitigar os riscos da radiação exige atenção contínua” exerce a função de predicativo do sujeito.
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Texto para o item.
Césio-137: acidente em Goiânia deixou lições que
continuam orientando a proteção a trabalhadores
expostos à radiação
O acidente ocorreu em setembro de 1987,
quando uma cápsula contendo Césio-137 foi retirada de
um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica
desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos,
pessoas manusearam o material radioativo, que se
espalhou por diversos locais, provocando uma emergência
sanitária de grandes proporções.
Para o ministro do Tribunal Superior do
Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio
evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos
riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações
na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei
10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as
responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na
avaliação do diretor-presidente da Autoridade Nacional de
Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal
legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura
de segurança radiológica. “Consolidou-se o entendimento
de que a segurança depende de mecanismos permanentes
de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes
radioativas”, explica.
Desde então, foram ampliadas as exigências
relacionadas ao licenciamento de instalações,
rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento,
transporte, monitoramento individual de trabalhadores,
qualificação profissional e preparação para emergências.
A evolução da segurança radiológica também
foi influenciada por acidentes internacionais, como os de
Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão,
em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram
a importância da cultura de segurança, da transparência
institucional, da preparação para emergências e da revisão
contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure,
a principal lição desses acidentes é que a segurança não
é uma condição permanente. Quase 40 anos após o
Césio-137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os
riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury
Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia
das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das
normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância
permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura
bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui.
Internet: <tst.jus.br> (com adaptações).
A oração reduzida de gerúndio “provocando uma emergência sanitária de grandes proporções” exprime, no contexto, consequência do espalhamento do material radioativo, podendo ser desenvolvida, sem alteração substancial do sentido original do texto, para de modo que provocou uma emergência sanitária de grandes proporções.
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Césio-137: acidente em Goiânia deixou lições que
continuam orientando a proteção a trabalhadores
expostos à radiação
O acidente ocorreu em setembro de 1987,
quando uma cápsula contendo Césio-137 foi retirada de
um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica
desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos,
pessoas manusearam o material radioativo, que se
espalhou por diversos locais, provocando uma emergência
sanitária de grandes proporções.
Para o ministro do Tribunal Superior do
Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio
evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos
riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações
na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei
10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as
responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na
avaliação do diretor-presidente da Autoridade Nacional de
Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal
legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura
de segurança radiológica. “Consolidou-se o entendimento
de que a segurança depende de mecanismos permanentes
de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes
radioativas”, explica.
Desde então, foram ampliadas as exigências
relacionadas ao licenciamento de instalações,
rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento,
transporte, monitoramento individual de trabalhadores,
qualificação profissional e preparação para emergências.
A evolução da segurança radiológica também
foi influenciada por acidentes internacionais, como os de
Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão,
em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram
a importância da cultura de segurança, da transparência
institucional, da preparação para emergências e da revisão
contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure,
a principal lição desses acidentes é que a segurança não
é uma condição permanente. Quase 40 anos após o
Césio-137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os
riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury
Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia
das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das
normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância
permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura
bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui.
Internet: <tst.jus.br> (com adaptações).
Nos trechos “Para o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos riscos.” e “Na avaliação do diretor-presidente da Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura de segurança radiológica.”, os nomes “Amaury Rodrigues Pinto Junior” e “Alessandro Facure” exercem a função de aposto, sendo ambos classificados da mesma forma.
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
Texto para o item.
Césio-137: acidente em Goiânia deixou lições que
continuam orientando a proteção a trabalhadores
expostos à radiação
O acidente ocorreu em setembro de 1987,
quando uma cápsula contendo Césio-137 foi retirada de
um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica
desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos,
pessoas manusearam o material radioativo, que se
espalhou por diversos locais, provocando uma emergência
sanitária de grandes proporções.
Para o ministro do Tribunal Superior do
Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio
evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos
riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações
na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei
10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as
responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na
avaliação do diretor-presidente da Autoridade Nacional de
Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal
legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura
de segurança radiológica. “Consolidou-se o entendimento
de que a segurança depende de mecanismos permanentes
de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes
radioativas”, explica.
Desde então, foram ampliadas as exigências
relacionadas ao licenciamento de instalações,
rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento,
transporte, monitoramento individual de trabalhadores,
qualificação profissional e preparação para emergências.
A evolução da segurança radiológica também
foi influenciada por acidentes internacionais, como os de
Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão,
em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram
a importância da cultura de segurança, da transparência
institucional, da preparação para emergências e da revisão
contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure,
a principal lição desses acidentes é que a segurança não
é uma condição permanente. Quase 40 anos após o
Césio-137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os
riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury
Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia
das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das
normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância
permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura
bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui.
Internet: <tst.jus.br> (com adaptações).
No trecho “Sem conhecimento dos riscos envolvidos, pessoas manusearam o material radioativo, que se espalhou por diversos locais, provocando uma emergência sanitária de grandes proporções.”, o pronome “que” poderia ser substituído por onde, uma vez que introduz uma construção que denota sentido de lugar.
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4223690
Ano: 2026
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: QUADRIX
Orgão: CONTER
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: QUADRIX
Orgão: CONTER
Provas:
- Saúde e Segurança no Ambiente de TrabalhoRiscos Ocupacionais (Análise e Gerenciamento de Riscos)
- Saúde e Segurança no Ambiente de TrabalhoSegurança do Trabalho e Prevenção de Infortúnios
Texto para o item.
Césio-137: acidente em Goiânia deixou lições que
continuam orientando a proteção a trabalhadores
expostos à radiação
O acidente ocorreu em setembro de 1987,
quando uma cápsula contendo Césio-137 foi retirada de
um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica
desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos,
pessoas manusearam o material radioativo, que se
espalhou por diversos locais, provocando uma emergência
sanitária de grandes proporções.
Para o ministro do Tribunal Superior do
Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio
evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos
riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações
na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei
10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as
responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na
avaliação do diretor-presidente da Autoridade Nacional de
Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal
legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura
de segurança radiológica. “Consolidou-se o entendimento
de que a segurança depende de mecanismos permanentes
de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes
radioativas”, explica.
Desde então, foram ampliadas as exigências
relacionadas ao licenciamento de instalações,
rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento,
transporte, monitoramento individual de trabalhadores,
qualificação profissional e preparação para emergências.
A evolução da segurança radiológica também
foi influenciada por acidentes internacionais, como os de
Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão,
em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram
a importância da cultura de segurança, da transparência
institucional, da preparação para emergências e da revisão
contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure,
a principal lição desses acidentes é que a segurança não
é uma condição permanente. Quase 40 anos após o
Césio-137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os
riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury
Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia
das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das
normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância
permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura
bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui.
Internet: <tst.jus.br> (com adaptações).
Infere-se do texto que os agentes envolvidos na segurança nuclear não conseguem, isoladamente, assegurar a proteção.
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Césio-137: acidente em Goiânia deixou lições que
continuam orientando a proteção a trabalhadores
expostos à radiação
O acidente ocorreu em setembro de 1987,
quando uma cápsula contendo Césio-137 foi retirada de
um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica
desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos,
pessoas manusearam o material radioativo, que se
espalhou por diversos locais, provocando uma emergência
sanitária de grandes proporções.
Para o ministro do Tribunal Superior do
Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio
evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos
riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações
na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei
10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as
responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na
avaliação do diretor-presidente da Autoridade Nacional de
Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal
legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura
de segurança radiológica. “Consolidou-se o entendimento
de que a segurança depende de mecanismos permanentes
de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes
radioativas”, explica.
Desde então, foram ampliadas as exigências
relacionadas ao licenciamento de instalações,
rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento,
transporte, monitoramento individual de trabalhadores,
qualificação profissional e preparação para emergências.
A evolução da segurança radiológica também
foi influenciada por acidentes internacionais, como os de
Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão,
em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram
a importância da cultura de segurança, da transparência
institucional, da preparação para emergências e da revisão
contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure,
a principal lição desses acidentes é que a segurança não
é uma condição permanente. Quase 40 anos após o
Césio-137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os
riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury
Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia
das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das
normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância
permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura
bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui.
Internet: <tst.jus.br> (com adaptações).
A ideia de Facure, “a principal lição desses acidentes é que a segurança não é uma condição permanente.”, é reforçada pela linha cronológica apresentada ao longo do texto.
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Césio-137: acidente em Goiânia deixou lições que
continuam orientando a proteção a trabalhadores
expostos à radiação
O acidente ocorreu em setembro de 1987,
quando uma cápsula contendo Césio-137 foi retirada de
um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica
desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos,
pessoas manusearam o material radioativo, que se
espalhou por diversos locais, provocando uma emergência
sanitária de grandes proporções.
Para o ministro do Tribunal Superior do
Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio
evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos
riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações
na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei
10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as
responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na
avaliação do diretor-presidente da Autoridade Nacional de
Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal
legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura
de segurança radiológica. “Consolidou-se o entendimento
de que a segurança depende de mecanismos permanentes
de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes
radioativas”, explica.
Desde então, foram ampliadas as exigências
relacionadas ao licenciamento de instalações,
rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento,
transporte, monitoramento individual de trabalhadores,
qualificação profissional e preparação para emergências.
A evolução da segurança radiológica também
foi influenciada por acidentes internacionais, como os de
Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão,
em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram
a importância da cultura de segurança, da transparência
institucional, da preparação para emergências e da revisão
contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure,
a principal lição desses acidentes é que a segurança não
é uma condição permanente. Quase 40 anos após o
Césio-137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os
riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury
Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia
das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das
normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância
permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura
bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui.
Internet: <tst.jus.br> (com adaptações).
A referência aos acidentes de Chernobyl e Fukushima, “A evolução da segurança radiológica também foi influenciada por acidentes internacionais, como os de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão, em 2011.”, tem como finalidade principal deslocar o eixo temático do texto do acidente com o Césio-137 para uma comparação histórica entre desastres nucleares, razão pela qual a conclusão deixa de se fundamentar na experiência brasileira.
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4223687
Ano: 2026
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: QUADRIX
Orgão: CONTER
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: QUADRIX
Orgão: CONTER
Provas:
- Saúde e Segurança no Ambiente de TrabalhoRiscos Ocupacionais (Análise e Gerenciamento de Riscos)
- Saúde e Segurança no Ambiente de TrabalhoSegurança do Trabalho e Prevenção de Infortúnios
Texto para o item.
Césio-137: acidente em Goiânia deixou lições que
continuam orientando a proteção a trabalhadores
expostos à radiação
O acidente ocorreu em setembro de 1987,
quando uma cápsula contendo Césio-137 foi retirada de
um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica
desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos,
pessoas manusearam o material radioativo, que se
espalhou por diversos locais, provocando uma emergência
sanitária de grandes proporções.
Para o ministro do Tribunal Superior do
Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio
evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos
riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações
na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei
10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as
responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na
avaliação do diretor-presidente da Autoridade Nacional de
Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal
legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura
de segurança radiológica. “Consolidou-se o entendimento
de que a segurança depende de mecanismos permanentes
de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes
radioativas”, explica.
Desde então, foram ampliadas as exigências
relacionadas ao licenciamento de instalações,
rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento,
transporte, monitoramento individual de trabalhadores,
qualificação profissional e preparação para emergências.
A evolução da segurança radiológica também
foi influenciada por acidentes internacionais, como os de
Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão,
em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram
a importância da cultura de segurança, da transparência
institucional, da preparação para emergências e da revisão
contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure,
a principal lição desses acidentes é que a segurança não
é uma condição permanente. Quase 40 anos após o
Césio-137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os
riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury
Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia
das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das
normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância
permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura
bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui.
Internet: <tst.jus.br> (com adaptações).
A citação direta de Amaury Rodrigues, “‘A aplicação das normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho’”, tem como objetivo reforçar a credibilidade da informação.
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continuam orientando a proteção a trabalhadores
expostos à radiação
O acidente ocorreu em setembro de 1987,
quando uma cápsula contendo Césio-137 foi retirada de
um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica
desativada. Sem conhecimento dos riscos envolvidos,
pessoas manusearam o material radioativo, que se
espalhou por diversos locais, provocando uma emergência
sanitária de grandes proporções.
Para o ministro do Tribunal Superior do
Trabalho (TST) Amaury Rodrigues Pinto Junior, o episódio
evidenciou falhas institucionais e desconhecimento dos
riscos. “O caso foi emblemático e gerou modificações
na legislação nacional”, afirma. Uma delas é a Lei
10.308/2001, que passou a disciplinar o destino final e as
responsabilidades sobre os rejeitos radioativos no país. Na
avaliação do diretor-presidente da Autoridade Nacional de
Segurança Nuclear (ANSN), Alessandro Facure, o principal
legado do acidente foi uma mudança profunda na cultura
de segurança radiológica. “Consolidou-se o entendimento
de que a segurança depende de mecanismos permanentes
de controle ao longo de todo o ciclo de vida das fontes
radioativas”, explica.
Desde então, foram ampliadas as exigências
relacionadas ao licenciamento de instalações,
rastreabilidade de fontes radioativas, armazenamento,
transporte, monitoramento individual de trabalhadores,
qualificação profissional e preparação para emergências.
A evolução da segurança radiológica também
foi influenciada por acidentes internacionais, como os de
Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, e Fukushima, no Japão,
em 2011. Segundo a ANSN, esses episódios reforçaram
a importância da cultura de segurança, da transparência
institucional, da preparação para emergências e da revisão
contínua dos sistemas de proteção. De acordo com Facure,
a principal lição desses acidentes é que a segurança não
é uma condição permanente. Quase 40 anos após o
Césio-137, o consenso técnico e jurídico é que mitigar os
riscos da radiação exige atenção contínua. Segundo Amaury
Rodrigues, a experiência nacional demonstra que a eficácia
das regras depende dessa postura coletiva. “A aplicação das
normas de segurança e saúde no trabalho exige vigilância
permanente dos atores sociais envolvidos e uma postura
bastante rigorosa por parte da Justiça do Trabalho”, conclui.
Internet: <tst.jus.br> (com adaptações).
O texto é predominantemente injuntivo, uma vez que apresenta orientações acerca da proteção de profissionais expostos à radiação.
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