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Foram encontradas 50 questões.

2383122 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: PUC-PR
Orgão: COPEL
Com referência a geradores síncronos, podemos considerar que:
I. De modo geral o termo “enrolamento de armadura” diz respeito a um enrolamento ou grupo de enrolamentos que conduz corrente alternada.
II. Em máquinas CA, síncronas ou as de indução, os enrolamentos de armadura alojam-se no estator.
III. Tipicamente, as máquinas síncronas apresentam um segundo enrolamento, ou conjunto de enrolamentos, que conduz corrente contínua e que é usado para produzir o fluxo principal de operação da máquina.
IV. O enrolamento de campo em uma máquina CC encontra-se no rotor, ao passo que em uma máquina síncrona encontra-se no estator.
Estão CORRETAS:
 

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2382880 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: PUC-PR
Orgão: COPEL
Um chuveiro elétrico, quando ajustado para a posição verão, dissipa uma potência de 2200 W. Quando ajustado para a posição inverno, dissipa uma potência de 3300 W. Considere que uma determinada pessoa toma um banho por dia e que o tempo médio do banho no verão é de 10 minutos e no inverno é de 15 minutos. Considere também que essa mesma pessoa altera o ajuste do chuveiro (inverno/verão) para a respectiva época do ano.
Qual a economia de energia quando se compara apenas o consumo entre um mês de inverno e um mês de verão?
 

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2381198 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: PUC-PR
Orgão: COPEL
O circuito da figura é alimentado por uma fonte de tensão senoidal, dada por: !$ v(t) =100 \sqrt{2} cos(1000 t) (V) !$
Enunciado 2706208-1
Qual é a alternativa que representa a potência média fornecida pela fonte?
 

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2381191 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: PUC-PR
Orgão: COPEL
CRISE, SUSTENTABILIDADE E EDUCAÇÃO
Neste final de 2008 pudemos presenciar algumas transformações que puseram a pensar economistas, cientistas políticos e especialistas em gestão de políticas públicas. A primeira diz respeito ao presidente eleito nos EUA, que se diferencia em diversos aspectos de seus predecessores: formação acadêmica mais sólida, um estilo mais transparente, uma proposta de mudança que reconsidera o papel do Estado na economia. Uma segunda se relaciona ao aprofundamento da crise econômica e financeira, que tem feito despencar as bolsas em todo o mundo e desaparecer o crédito e que põe uma parte do planeta tecnicamente em recessão. A mudança que completa o ciclo é a tardia, mas oportuna, inclusão do enfrentamento do aquecimento global na esfera federal americana, ecoando um processo há algum tempo presente na agenda de alguns Estados americanos e muitos países da OCDE.
Na verdade, os três temas se entrelaçaram na campanha presidencial e, mais fortemente ainda, na transição que antecede a posse de Barack Obama. O presidente eleito optou por um caminho de elevado risco: ao se apresentar como o candidato da mudança, elevou as expectativas, num cenário difícil em que a arrecadação de impostos não será o forte em face das novas funções do Estado americano. Ao contrário, com a crise há uma expectativa de gastos públicos elevados para assegurar a saúde (entre outros serviços sociais) não só de cidadãos desassistidos, mas também de empresas à beira da falência, como o pacote para bancos e a indústria automobilística.
O aquecimento global é agora reconhecido pelos mais céticos e até pelo presidente Bush, que, como nos lembra Holbrook na Foreign Affairs de outubro, só o fez após perder sete anos e meio se recusando a abordar o tema. O mesmo não se passou na campanha: os dois candidatos presidenciais, John McCain e Obama, levaram a sério o aquecimento global. Obama apresentou um plano mais completo, com taxas ambiciosas de redução de emissões e um mecanismo de mercado (o chamado cap and trade.) já adotado por alguns governos estaduais. A vitória de Obama coloca a possibilidade de adoção do seu plano como algo viável, embora haja receios de que o agravamento da crise (inclusive com uma brutal redução do preço do barril de petróleo) traga menor sentido de urgência e obstáculos para os investimentos previstos no plano.
Mas a crise pode significar uma oportunidade de aumento dos investimentos em eficiência energética e de uso de fontes de energia alternativas, entre os quais o etanol. [..]. Fundos aparecem para o investimento em tecnologias que possam fazer face aos riscos para o planeta, tanto com base em orçamentos públicos como no sistema cap and trade, mecanismo de mercado que cria limites para as emissões de gases de um determinado setor. Com base nos limites estabelecidos, são lançadas permissões de emissão e cada participante do esquema determina como cumprirá esses limites. A negociação de permissões de emissão é o centro desse sistema, e as empresas que têm mais emissões do que o total convencionado são obrigadas a comprar uma quantidade suficiente de permissões para ficar dentro dos limites. As empresas que ficarem abaixo das metas de emissão podem, então, vender permissões. [...]
Mas há um elemento necessário à sustentabilidade do planeta que se evidenciou pouco na fala do novo presidente americano nos últimos dias: a relação entre a crise e a educação. Os EUA vêm desenvolvendo nos últimos anos o No Child Left Behind, que, embora com possibilidades importantes de aperfeiçoamento, tem competentemente enfatizado o que é mais importante na educação: a aprendizagem de crianças e jovens, desenvolvendo métricas e avaliando a educação oferecida a partir do desempenho de crianças e jovens em testes padronizados. As escolas mal avaliadas têm recebido assistência técnica do governo para recuperar a aprendizagem. Obama diz em seu site de campanha que vai reestruturar o programa para evitar que os professores tenham de focar apenas nos testes. A afirmação faz sentido, já que a educação não deve ter como finalidade avaliações: estas apenas geram medidas para que se possa saber como andam os estudantes, promover correções de rumo e informar os cidadãos sobre resultados da aplicação do dinheiro dos seus impostos. Preocupou-me, porém, que o núcleo da frase seja o professor. Ele é o principal ator do processo, não a finalidade da educação.
Temos quatro anos para avaliar os avanços ou retrocessos de Obama em gestão da crise, meio ambiente e educação, três elementos na construção da solidariedade intergeracional. Afinal, que mundo entregaremos às novas gerações?
Fonte: COSTIN, Claudia. O Estado de S. Paulo, 01 dez. 2008, p.A2.
Em relação ao texto, considere as seguintes afirmativas:
1. A autora não defende seu ponto de vista, por isso o texto é predominantemente expositivo.
2. No penúltimo parágrafo, ao introduzir com a conjunção “mas”, a autora dá maior importância ao que virá na sequência do que ao que havia dito até então.
3. Segundo a autora, o professor é o fim último da educação.
4. De acordo com a autora, a educação é o único elemento fundamental para a construção da solidariedade intergeracional.
Assinale a alternativa CORRETA:
 

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2381173 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: PUC-PR
Orgão: COPEL
Com relação ao estudo de Progressão Aritmética (PA.), considere as seguintes afirmativas:
I. A sequência (-2, 4, -8, ...) é uma P.A. finita.
II. n = 7 é o número de termos da P.A. (74, 95, 116, ..., 200).
III. O número de múltiplos de 3 entre 1 e 100 é igual a 30.
IV. Para calcular a razão de uma P.A., basta calcular a diferença entre um termo, a partir do segundo, e seu sucessor.
Estão CORRETAS:
 

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2386328 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: PUC-PR
Orgão: COPEL
CRISE, SUSTENTABILIDADE E EDUCAÇÃO
Neste final de 2008 pudemos presenciar algumas transformações que puseram a pensar economistas, cientistas políticos e especialistas em gestão de políticas públicas. A primeira diz respeito ao presidente eleito nos EUA, que se diferencia em diversos aspectos de seus predecessores: formação acadêmica mais sólida, um estilo mais transparente, uma proposta de mudança que reconsidera o papel do Estado na economia. Uma segunda se relaciona ao aprofundamento da crise econômica e financeira, que tem feito despencar as bolsas em todo o mundo e desaparecer o crédito e que põe uma parte do planeta tecnicamente em recessão. A mudança que completa o ciclo é a tardia, mas oportuna, inclusão do enfrentamento do aquecimento global na esfera federal americana, ecoando um processo há algum tempo presente na agenda de alguns Estados americanos e muitos países da OCDE.
Na verdade, os três temas se entrelaçaram na campanha presidencial e, mais fortemente ainda, na transição que antecede a posse de Barack Obama. O presidente eleito optou por um caminho de elevado risco: ao se apresentar como o candidato da mudança, elevou as expectativas, num cenário difícil em que a arrecadação de impostos não será o forte em face das novas funções do Estado americano. Ao contrário, com a crise há uma expectativa de gastos públicos elevados para assegurar a saúde (entre outros serviços sociais) não só de cidadãos desassistidos, mas também de empresas à beira da falência, como o pacote para bancos e a indústria automobilística.
O aquecimento global é agora reconhecido pelos mais céticos e até pelo presidente Bush, que, como nos lembra Holbrook na Foreign Affairs de outubro, só o fez após perder sete anos e meio se recusando a abordar o tema. O mesmo não se passou na campanha: os dois candidatos presidenciais, John McCain e Obama, levaram a sério o aquecimento global. Obama apresentou um plano mais completo, com taxas ambiciosas de redução de emissões e um mecanismo de mercado (o chamado cap and trade.) já adotado por alguns governos estaduais. A vitória de Obama coloca a possibilidade de adoção do seu plano como algo viável, embora haja receios de que o agravamento da crise (inclusive com uma brutal redução do preço do barril de petróleo) traga menor sentido de urgência e obstáculos para os investimentos previstos no plano.
Mas a crise pode significar uma oportunidade de aumento dos investimentos em eficiência energética e de uso de fontes de energia alternativas, entre os quais o etanol. [..]. Fundos aparecem para o investimento em tecnologias que possam fazer face aos riscos para o planeta, tanto com base em orçamentos públicos como no sistema cap and trade, mecanismo de mercado que cria limites para as emissões de gases de um determinado setor. Com base nos limites estabelecidos, são lançadas permissões de emissão e cada participante do esquema determina como cumprirá esses limites. A negociação de permissões de emissão é o centro desse sistema, e as empresas que têm mais emissões do que o total convencionado são obrigadas a comprar uma quantidade suficiente de permissões para ficar dentro dos limites. As empresas que ficarem abaixo das metas de emissão podem, então, vender permissões. [...]
Mas há um elemento necessário à sustentabilidade do planeta que se evidenciou pouco na fala do novo presidente americano nos últimos dias: a relação entre a crise e a educação. Os EUA vêm desenvolvendo nos últimos anos o No Child Left Behind, que, embora com possibilidades importantes de aperfeiçoamento, tem competentemente enfatizado o que é mais importante na educação: a aprendizagem de crianças e jovens, desenvolvendo métricas e avaliando a educação oferecida a partir do desempenho de crianças e jovens em testes padronizados. As escolas mal avaliadas têm recebido assistência técnica do governo para recuperar a aprendizagem. Obama diz em seu site de campanha que vai reestruturar o programa para evitar que os professores tenham de focar apenas nos testes. A afirmação faz sentido, já que a educação não deve ter como finalidade avaliações: estas apenas geram medidas para que se possa saber como andam os estudantes, promover correções de rumo e informar os cidadãos sobre resultados da aplicação do dinheiro dos seus impostos. Preocupou-me, porém, que o núcleo da frase seja o professor. Ele é o principal ator do processo, não a finalidade da educação.
Temos quatro anos para avaliar os avanços ou retrocessos de Obama em gestão da crise, meio ambiente e educação, três elementos na construção da solidariedade intergeracional. Afinal, que mundo entregaremos às novas gerações?
Fonte: COSTIN, Claudia. O Estado de S. Paulo, 01 dez. 2008, p.A2.
Assinale a alternativa que está de acordo com a norma padrão.
Questão Anulada e Desatualizada

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2384431 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: PUC-PR
Orgão: COPEL
Para que o determinante da matriz a seguir seja nulo, o valor de x deve ser:
!$ {\begin{bmatrix} 1\,\,\,-2\,\,\,3\\1\,\,\,2\,\,\,-1\\1\,\,\,x\,\,\,4 \end{bmatrix}} !$
Questão Anulada e Desatualizada

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2383804 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: PUC-PR
Orgão: COPEL
Com relação à Norma Brasileira NBR- 5410, para Instalações de Baixa Tensão, podemos afirmar:
I. Aplica-se para circuitos elétricos alimentados sob tensão nominal igual ou menor a 1000 V, em corrente alternada, ou a 1500 V, em corrente contínua.
II. Aplica-se para instalações de iluminação pública.
III. Aplica-se para toda fiação e toda linha elétrica que não sejam cobertas pelas normas relativas aos equipamentos de utilização.
IV. Aplica-se a equipamentos para supressão de perturbações radioelétricas, na medida em que não comprometem a segurança das instalações.
V. Aplica-se a instalações de cercas eletrificadas.
Estão CORRETAS:
Questão Anulada e Desatualizada

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2383700 Ano: 2009
Disciplina: Informática
Banca: PUC-PR
Orgão: COPEL
Na figura, são representados alguns ícones de funções do Microsoft Word. Os ícones que representam as funções copiar, colar e verificação ortográfica são, respectivamente:
Enunciado 2665707-1
Questão Anulada e Desatualizada

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2383301 Ano: 2009
Disciplina: Redação Oficial
Banca: PUC-PR
Orgão: COPEL
Leia o texto a seguir para responder à questão.
De: Jaó da Silva
Para: Geraldo do Carmo – Gerente do Banco do
Brasil
NESTA
REF.: PETIÇÃO DE FINALIZAÇÃO DE CONTA
CORRENTE
Excelentíssimo Sr. Geraldo do Carmo:
Sendo cliente desta instituição, venho por meio deste documento solicitar a finalização da conta corrente que mantenho nesta agência. A conta de n. 0001-0 deverá ser acabada após o décimo dia a contar da apresentação do último cheque emitido - sendo este o de n. 23 no valor de R$ 200,00.
Assim que minha solicitação for atendida, o talão de cheques e o cartão magnético, com os quais acesso minha conta corrente, serão devolvidos a esta agência por invalidez.
Tal conta encontra-se com saldo positivo de R$ 4.000,00, valor este mais do que (se precisar deposito mais, é só avisar) suficiente para liquidar todos os cheques ainda não compensados, quais sejam os de n.10 ao n. 23, bem como todas as tarifas e encargos bancários que porventura devam ser quitados.
Comprometo-me bancar, portanto, com todas as despesas de gastos da conta corrente até o prazo que for achado por bem. Passou-se os prazos, o Banco passará a ser responsável por tal conta e arcará com todas as despesas que ficarem pendentemente indevidas e prejuízos eventuais decorrentes de tal fato.
Sem mais nada para pedir ou esclarecer por hora, assino o presente e despeço-me desejando tudo de bom.
Santa Fé, 01 de dezembro de 2008.

Jaó da Silva
Assinale a alternativa INCORRETA.
Questão Anulada e Desatualizada

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