Foram encontradas 80 questões.
Considere as seguintes sentenças:
- Algumas pessoas moram em casas e outras em apartamentos.
- Algumas pessoas têm animais de estimação.
- Arthur mora em uma casa.
- Todos que têm animais de estimação moram em uma casa.
Admitindo que as sentenças sejam verídicas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Arthur, por morar em uma casa, com certeza tem um animal de estimação.
( ) Existem pessoas que têm animais de estimação e moram em apartamento.
( ) É possível que algumas pessoas morem em uma casa e não tenham animais de estimação.
A sequência está correta em
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Mariana ganhou de presente de sua mãe uma caixa decorativa feita de vidro com o formato de um prisma de dimensões 5 cm x 10 cm x 20 cm. A caixa era transparente e totalmente fechada, contendo um líquido dentro que, quando ela estava na posição indicada pela figura, ficava a 2 cm abaixo da borda superior:

Como a caixa era fechada, Mariana poderia posicioná-la com qualquer uma das faces do poliedro voltadas para baixo. Sendo assim, se ela decidisse posicionar a peça com a face de menor área voltada para baixo, a altura do líquido em relação à base da peça seria de:
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Uma empresa tem 6 seguranças que precisam se revezar formando duplas que atuam em 3 horários diferentes. Em cada um destes horários uma dupla de seguranças é responsável pelas rondas e controle de entrada e saída dos funcionários. Como medida preventiva, a empresa sempre faz, ao final de cada mês, a escala de trabalho dos seguranças do mês seguinte e não permite que uma dupla de seguranças atue em conjunto por dois meses consecutivos. Neste caso, após o término de uma escala de trabalho, as possíveis combinações de escalas para o próximo mês são:
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O fatorial é um número natural “n” representado por “n!” e é calculado pela multiplicação de n por todos os seus antecessores naturais positivos e diferentes de 0. Por exemplo, o 5! é calculado a partir do produto entre os números 5, 4, 3, 2 e 1, que resulta em 120. Dessa mesma forma, pode-se determinar o valor de 10! que corresponde a 3.628.800 sendo possível escrevê-lo também da seguinte forma: 10! = 2a . 3b . 5c . 7d. Neste caso, a soma das variáveis correspondentes aos expoentes desta representação, a + b + c + d, será igual a:
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Uma motocicleta tem uma autonomia de combustível de 25 quilômetros por litro de gasolina, enquanto um automóvel, com a mesma quantidade do combustível, consegue percorrer apenas 13 quilômetros. Considerando que se o condutor encher completamente o tanque da motocicleta com gasolina ela consegue percorrer uma distância de até 275 km, então, com 30% deste volume de combustível, o automóvel consegue percorrer, no máximo, uma distância de:
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Uma empresa fabricava caixas de bombons contendo x unidades, que podiam ser divididas igualmente entre 7 pessoas sem sobrar nenhum bombom na caixa. Depois de passar por uma reformulação em que foi necessária uma redução na embalagem e, consequentemente, a retirada de 1 bombom, a caixa já não poderia mais ser dividida igualmente entre as 7 pessoas; porém, passou a ser possível uma divisão exata entre 8 pessoas. Sabendo-se que a empresa não fabrica caixas de bombons com mais de 100 unidades, o total de bombons que havia nas caixas fabricadas antes da reformulação é:
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Jorge possui um fundo de aposentadoria no valor de R$ 140.000,00 e decidiu aplicar esta quantia em um investimento de alto risco e muito duvidoso, o que resultou na perda de 60% deste valor. Para recuperar o dinheiro perdido com o mau investimento, Jorge decidiu retirar toda a quantia restante e investir em um fundo que promete um retorno de 80% do valor investido a cada mês. Considerando este cenário, após o primeiro mês, o valor que Jorge obterá corresponde a qual porcentagem de seu fundo de aposentadoria?
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José marcou um encontro em determinado bar de sua cidade e, enquanto esperava, pediu um drink ao barman. O drink foi servido em um copo cilíndrico com vários cubos de gelo e o líquido aparentemente enchia o copo até o topo. Pensando que ficaria muito tempo esperando e para que sua bebida não ficasse aguada, José resolveu retirar todo o gelo de dentro do copo e colocar em outro recipiente para que ele pudesse adicioná-lo aos poucos. Para sua surpresa, a bebida, que antes alcançava o topo do copo, cuja altura é de 10 cm, reduziu drasticamente seu volume aparente, passando a ficar a uma altura de 4 cm em relação ao mesmo ponto. Sentindo- se lesado, ele esperou que todo o gelo que ele havia separado derretesse e constatou um volume de 48 cm3:

Sendo assim, a área da base do copo em que a bebida de José estava sendo servida mede:
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Pertencer
Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de “solidão de não pertencer” começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.
É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos – e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força – eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e, no entanto, premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.
(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Editora Rocco. 1999.
Adaptado.)
Em uma frase, podemos afirmar que redação oficial é a maneira pela qual o poder público redige comunicações oficiais e atos normativos. Considerando que sua finalidade básica – comunicar com objetividade e máxima clareza – impõe certos parâmetros ao uso que se faz da língua, de maneira diversa daquele da literatura, do texto jornalístico, da correspondência particular, marque V para as verdadeiras afirmativas e F para as falsas.
( ) Não se concebe que um documento oficial ou um ato normativo de qualquer natureza seja redigido de forma obscura, que dificulte ou impossibilite sua compreensão.
( ) A objetividade conduz o leitor ao contato mais direto com o assunto e com as informações, sem subterfúgios, sem excessos de palavras e de ideias.
( ) A redação oficial deve ser isenta da interferência da individualidade de quem a elabora.
A sequência está correta em
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Pertencer
Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de “solidão de não pertencer” começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.
É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos – e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força – eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e, no entanto, premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.
(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Editora Rocco. 1999.
Adaptado.)
“Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes.” (6º§) Sobre o uso do acento grave indicador de crase no trecho anterior, é correto afirmar que:
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