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Atenção: As questões de números 16 a 23 referem-se ao texto abaixo.
Segundo seus próprios critérios, a conservação ambiental está fracassando. A biodiversidade da Terra segue em rápido declínio. Continuamos a perder florestas na África, Ásia e América Latina. Há tão poucos tigres e macacos selvagens que, muito em breve, se as tendências atuais se mantiverem, esses animais estarão extintos. Perdemos mais lugares do que salvamos. Ironicamente, a conservação está sendo nocauteada na luta para proteger a natureza, a despeito de vencer uma de suas batalhas mais duramente travadas – o embate pela criação de parques e áreas selvagens. Ao mesmo tempo em que espécies e lugares selvagens desaparecem em um ritmo crescente, o número de áreas protegidas ao redor do mundo cresce de maneira impressionante. No mundo todo, países delimitam áreas em que o desenvolvimento humano é restrito, na tentativa de preservá-las.
Sob a invocação do valor espiritual e transcendental da natureza intocada, existe um argumento em defesa do uso das paisagens para certos fins e não para outros. Trilhas para caminhadas, em vez de estradas; estações científicas, em vez de madeireiras; hotéis, em vez de lares. Ao removermos comunidades instaladas há muito tempo e as substituirmos por hotéis, extirparmos espécies indesejadas e estimularmos a presença de outras mais desejáveis, perfurarmos poços para regar a floresta e impormos o manejo de fogo que combina controle e incêndios planejados, criamos parques que não são muito diferentes da Disneylândia.
Quando o conservacionismo se transformou em um empreendimento global, nas décadas de 70 e 80, a justificativa do movimento para salvar a natureza mudou. Valores espirituais e estéticos foram substituídos pela biodiversidade. A natureza foi descrita como primeva, frágil e sob risco em razão do abuso por parte da humanidade. Sem dúvida, há consequências da utilização da natureza para a mineração, a exploração de madeira, a agricultura intensiva e o desenvolvimento urbano, provocando o desaparecimento de espécies-chave ou de ecossistemas. Ecologistas e conservacionistas, no entanto, exageraram em suas considerações sobre a fragilidade da natureza ao argumentar, com frequência, que o desaparecimento de uma única espécie pode causar o colapso de um ecossistema inteiro. Também há exagero na ideia de que a perda de parte da biodiversidade pode provocar a destruição da Terra. Os dados não sustentam a ideia de uma natureza frágil em risco de colapso. Os ecologistas agora sabem que o desaparecimento de uma espécie não leva à extinção de nenhuma outra, muito menos de todas as outras no mesmo ecossistema.
(Peter Kareiva, Robert Lalasz e Michelle Marvier. Veja, 20 de junho de 2012, p.123-125, com adaptações)
Segundo seus próprios critérios, a conservação ambiental está fracassando.
Outra passagem que retoma o sentido da afirmativa que inicia o texto é:Provas
Atenção: As questões de números 16 a 23 referem-se ao texto abaixo.
Segundo seus próprios critérios, a conservação ambiental está fracassando. A biodiversidade da Terra segue em rápido declínio. Continuamos a perder florestas na África, Ásia e América Latina. Há tão poucos tigres e macacos selvagens que, muito em breve, se as tendências atuais se mantiverem, esses animais estarão extintos. Perdemos mais lugares do que salvamos. Ironicamente, a conservação está sendo nocauteada na luta para proteger a natureza, a despeito de vencer uma de suas batalhas mais duramente travadas – o embate pela criação de parques e áreas selvagens. Ao mesmo tempo em que espécies e lugares selvagens desaparecem em um ritmo crescente, o número de áreas protegidas ao redor do mundo cresce de maneira impressionante. No mundo todo, países delimitam áreas em que o desenvolvimento humano é restrito, na tentativa de preservá-las.
Sob a invocação do valor espiritual e transcendental da natureza intocada, existe um argumento em defesa do uso das paisagens para certos fins e não para outros. Trilhas para caminhadas, em vez de estradas; estações científicas, em vez de madeireiras; hotéis, em vez de lares. Ao removermos comunidades instaladas há muito tempo e as substituirmos por hotéis, extirparmos espécies indesejadas e estimularmos a presença de outras mais desejáveis, perfurarmos poços para regar a floresta e impormos o manejo de fogo que combina controle e incêndios planejados, criamos parques que não são muito diferentes da Disneylândia.
Quando o conservacionismo se transformou em um empreendimento global, nas décadas de 70 e 80, a justificativa do movimento para salvar a natureza mudou. Valores espirituais e estéticos foram substituídos pela biodiversidade. A natureza foi descrita como primeva, frágil e sob risco em razão do abuso por parte da humanidade. Sem dúvida, há consequências da utilização da natureza para a mineração, a exploração de madeira, a agricultura intensiva e o desenvolvimento urbano, provocando o desaparecimento de espécies-chave ou de ecossistemas. Ecologistas e conservacionistas, no entanto, exageraram em suas considerações sobre a fragilidade da natureza ao argumentar, com frequência, que o desaparecimento de uma única espécie pode causar o colapso de um ecossistema inteiro. Também há exagero na ideia de que a perda de parte da biodiversidade pode provocar a destruição da Terra. Os dados não sustentam a ideia de uma natureza frágil em risco de colapso. Os ecologistas agora sabem que o desaparecimento de uma espécie não leva à extinção de nenhuma outra, muito menos de todas as outras no mesmo ecossistema.
(Peter Kareiva, Robert Lalasz e Michelle Marvier. Veja, 20 de junho de 2012, p.123-125, com adaptações)
Evidencia-se no texto
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Atenção: As questões de números 16 a 23 referem-se ao texto abaixo.
Segundo seus próprios critérios, a conservação ambiental está fracassando. A biodiversidade da Terra segue em rápido declínio. Continuamos a perder florestas na África, Ásia e América Latina. Há tão poucos tigres e macacos selvagens que, muito em breve, se as tendências atuais se mantiverem, esses animais estarão extintos. Perdemos mais lugares do que salvamos. Ironicamente, a conservação está sendo nocauteada na luta para proteger a natureza, a despeito de vencer uma de suas batalhas mais duramente travadas – o embate pela criação de parques e áreas selvagens. Ao mesmo tempo em que espécies e lugares selvagens desaparecem em um ritmo crescente, o número de áreas protegidas ao redor do mundo cresce de maneira impressionante. No mundo todo, países delimitam áreas em que o desenvolvimento humano é restrito, na tentativa de preservá-las.
Sob a invocação do valor espiritual e transcendental da natureza intocada, existe um argumento em defesa do uso das paisagens para certos fins e não para outros. Trilhas para caminhadas, em vez de estradas; estações científicas, em vez de madeireiras; hotéis, em vez de lares. Ao removermos comunidades instaladas há muito tempo e as substituirmos por hotéis, extirparmos espécies indesejadas e estimularmos a presença de outras mais desejáveis, perfurarmos poços para regar a floresta e impormos o manejo de fogo que combina controle e incêndios planejados, criamos parques que não são muito diferentes da Disneylândia.
Quando o conservacionismo se transformou em um empreendimento global, nas décadas de 70 e 80, a justificativa do movimento para salvar a natureza mudou. Valores espirituais e estéticos foram substituídos pela biodiversidade. A natureza foi descrita como primeva, frágil e sob risco em razão do abuso por parte da humanidade. Sem dúvida, há consequências da utilização da natureza para a mineração, a exploração de madeira, a agricultura intensiva e o desenvolvimento urbano, provocando o desaparecimento de espécies-chave ou de ecossistemas. Ecologistas e conservacionistas, no entanto, exageraram em suas considerações sobre a fragilidade da natureza ao argumentar, com frequência, que o desaparecimento de uma única espécie pode causar o colapso de um ecossistema inteiro. Também há exagero na ideia de que a perda de parte da biodiversidade pode provocar a destruição da Terra. Os dados não sustentam a ideia de uma natureza frágil em risco de colapso. Os ecologistas agora sabem que o desaparecimento de uma espécie não leva à extinção de nenhuma outra, muito menos de todas as outras no mesmo ecossistema.
(Peter Kareiva, Robert Lalasz e Michelle Marvier. Veja, 20 de junho de 2012, p.123-125, com adaptações)
A comparação de parques ecológicos com a Disneylândia remete
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Atenção: As questões de números 16 a 23 referem-se ao texto abaixo.
Segundo seus próprios critérios, a conservação ambiental está fracassando. A biodiversidade da Terra segue em rápido declínio. Continuamos a perder florestas na África, Ásia e América Latina. Há tão poucos tigres e macacos selvagens que, muito em breve, se as tendências atuais se mantiverem, esses animais estarão extintos. Perdemos mais lugares do que salvamos. Ironicamente, a conservação está sendo nocauteada na luta para proteger a natureza, a despeito de vencer uma de suas batalhas mais duramente travadas – o embate pela criação de parques e áreas selvagens. Ao mesmo tempo em que espécies e lugares selvagens desaparecem em um ritmo crescente, o número de áreas protegidas ao redor do mundo cresce de maneira impressionante. No mundo todo, países delimitam áreas em que o desenvolvimento humano é restrito, na tentativa de preservá-las.
Sob a invocação do valor espiritual e transcendental da natureza intocada, existe um argumento em defesa do uso das paisagens para certos fins e não para outros. Trilhas para caminhadas, em vez de estradas; estações científicas, em vez de madeireiras; hotéis, em vez de lares. Ao removermos comunidades instaladas há muito tempo e as substituirmos por hotéis, extirparmos espécies indesejadas e estimularmos a presença de outras mais desejáveis, perfurarmos poços para regar a floresta e impormos o manejo de fogo que combina controle e incêndios planejados, criamos parques que não são muito diferentes da Disneylândia.
Quando o conservacionismo se transformou em um empreendimento global, nas décadas de 70 e 80, a justificativa do movimento para salvar a natureza mudou. Valores espirituais e estéticos foram substituídos pela biodiversidade. A natureza foi descrita como primeva, frágil e sob risco em razão do abuso por parte da humanidade. Sem dúvida, há consequências da utilização da natureza para a mineração, a exploração de madeira, a agricultura intensiva e o desenvolvimento urbano, provocando o desaparecimento de espécies-chave ou de ecossistemas. Ecologistas e conservacionistas, no entanto, exageraram em suas considerações sobre a fragilidade da natureza ao argumentar, com frequência, que o desaparecimento de uma única espécie pode causar o colapso de um ecossistema inteiro. Também há exagero na ideia de que a perda de parte da biodiversidade pode provocar a destruição da Terra. Os dados não sustentam a ideia de uma natureza frágil em risco de colapso. Os ecologistas agora sabem que o desaparecimento de uma espécie não leva à extinção de nenhuma outra, muito menos de todas as outras no mesmo ecossistema.
(Peter Kareiva, Robert Lalasz e Michelle Marvier. Veja, 20 de junho de 2012, p.123-125, com adaptações)
Segundo o texto,
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Atenção: As questões de números 16 a 23 referem-se ao texto abaixo.
Segundo seus próprios critérios, a conservação ambiental está fracassando. A biodiversidade da Terra segue em rápido declínio. Continuamos a perder florestas na África, Ásia e América Latina. Há tão poucos tigres e macacos selvagens que, muito em breve, se as tendências atuais se mantiverem, esses animais estarão extintos. Perdemos mais lugares do que salvamos. Ironicamente, a conservação está sendo nocauteada na luta para proteger a natureza, a despeito de vencer uma de suas batalhas mais duramente travadas – o embate pela criação de parques e áreas selvagens. Ao mesmo tempo em que espécies e lugares selvagens desaparecem em um ritmo crescente, o número de áreas protegidas ao redor do mundo cresce de maneira impressionante. No mundo todo, países delimitam áreas em que o desenvolvimento humano é restrito, na tentativa de preservá-las.
Sob a invocação do valor espiritual e transcendental da natureza intocada, existe um argumento em defesa do uso das paisagens para certos fins e não para outros. Trilhas para caminhadas, em vez de estradas; estações científicas, em vez de madeireiras; hotéis, em vez de lares. Ao removermos comunidades instaladas há muito tempo e as substituirmos por hotéis, extirparmos espécies indesejadas e estimularmos a presença de outras mais desejáveis, perfurarmos poços para regar a floresta e impormos o manejo de fogo que combina controle e incêndios planejados, criamos parques que não são muito diferentes da Disneylândia.
Quando o conservacionismo se transformou em um empreendimento global, nas décadas de 70 e 80, a justificativa do movimento para salvar a natureza mudou. Valores espirituais e estéticos foram substituídos pela biodiversidade. A natureza foi descrita como primeva, frágil e sob risco em razão do abuso por parte da humanidade. Sem dúvida, há consequências da utilização da natureza para a mineração, a exploração de madeira, a agricultura intensiva e o desenvolvimento urbano, provocando o desaparecimento de espécies-chave ou de ecossistemas. Ecologistas e conservacionistas, no entanto, exageraram em suas considerações sobre a fragilidade da natureza ao argumentar, com frequência, que o desaparecimento de uma única espécie pode causar o colapso de um ecossistema inteiro. Também há exagero na ideia de que a perda de parte da biodiversidade pode provocar a destruição da Terra. Os dados não sustentam a ideia de uma natureza frágil em risco de colapso. Os ecologistas agora sabem que o desaparecimento de uma espécie não leva à extinção de nenhuma outra, muito menos de todas as outras no mesmo ecossistema.
(Peter Kareiva, Robert Lalasz e Michelle Marvier. Veja, 20 de junho de 2012, p.123-125, com adaptações)
A afirmativa que resume corretamente a ideia central do texto é:
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No século 19, a elite das cidades ...... organizar saraus em suas casas, momentos em que as moças, em sua maioria, ...... suas habilidades no piano, já que ainda não ...... aparelhos eletrônicos.
Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:Provas
Atenção: As questões de números 11 a 14, referem-se ao texto abaixo.
Pouco após chegar ao Brasil com a família real, em 1808, o piano já se tornara símbolo de status e de sintonia com uma forma mais culta de vida, mesmo quando essa de fato não acontecia. E foram esses tantos pianos que ajudaram a deflagrar por aqui a moda da polca. A dança originária do Leste da Europa, em compasso binário, com melodias saltitantes e andamento alegretto, estreou no Brasil em 1845 sob grande expectativa e de fato se transformou em coqueluche. A motivação para esse sucesso nada tinha de musical e vinha da possibilidade de aproximação entre os pares dançantes.
À medida que as partituras de polcas foram chegando e caíram no gosto dos pianistas que animavam as salas da classe média, os músicos populares passaram a copiar aquele modelo de dança. Nessa transposição, acrescentaram certa malícia rítmica que torna tudo mais surpreendente e divertido. Assim nasceu o choro, primeiro como uma forma de adaptar, além da polca, outras danças como a valsa e a mazurca.
(Adaptado de Henrique Cazes. Coleção folha Raízes da música popular brasileira. Rio de Janeiro: MEDIAfashion, 2010. p.9-16)
A dança originária do Leste da Europa [...] se transformou em coqueluche. A motivação para esse sucesso nada tinha de musical...
Mantendo-se a correção e a lógica, as frases acima podem ser articuladas em um único período do seguinte modo:Provas
Atenção: As questões de números 11 a 14, referem-se ao texto abaixo.
Pouco após chegar ao Brasil com a família real, em 1808, o piano já se tornara símbolo de status e de sintonia com uma forma mais culta de vida, mesmo quando essa de fato não acontecia. E foram esses tantos pianos que ajudaram a deflagrar por aqui a moda da polca. A dança originária do Leste da Europa, em compasso binário, com melodias saltitantes e andamento alegretto, estreou no Brasil em 1845 sob grande expectativa e de fato se transformou em coqueluche. A motivação para esse sucesso nada tinha de musical e vinha da possibilidade de aproximação entre os pares dançantes.
À medida que as partituras de polcas foram chegando e caíram no gosto dos pianistas que animavam as salas da classe média, os músicos populares passaram a copiar aquele modelo de dança. Nessa transposição, acrescentaram certa malícia rítmica que torna tudo mais surpreendente e divertido. Assim nasceu o choro, primeiro como uma forma de adaptar, além da polca, outras danças como a valsa e a mazurca.
(Adaptado de Henrique Cazes. Coleção folha Raízes da música popular brasileira. Rio de Janeiro: MEDIAfashion, 2010. p.9-16)
...vinha da possibilidade de aproximação...
O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima está empregado em:Provas
Atenção: As questões de números 11 a 14, referem-se ao texto abaixo.
Pouco após chegar ao Brasil com a família real, em 1808, o piano já se tornara símbolo de status e de sintonia com uma forma mais culta de vida, mesmo quando essa de fato não acontecia. E foram esses tantos pianos que ajudaram a deflagrar por aqui a moda da polca. A dança originária do Leste da Europa, em compasso binário, com melodias saltitantes e andamento alegretto, estreou no Brasil em 1845 sob grande expectativa e de fato se transformou em coqueluche. A motivação para esse sucesso nada tinha de musical e vinha da possibilidade de aproximação entre os pares dançantes.
À medida que as partituras de polcas foram chegando e caíram no gosto dos pianistas que animavam as salas da classe média, os músicos populares passaram a copiar aquele modelo de dança. Nessa transposição, acrescentaram certa malícia rítmica que torna tudo mais surpreendente e divertido. Assim nasceu o choro, primeiro como uma forma de adaptar, além da polca, outras danças como a valsa e a mazurca.
(Adaptado de Henrique Cazes. Coleção folha Raízes da música popular brasileira. Rio de Janeiro: MEDIAfashion, 2010. p.9-16)
...o piano já se tornara símbolo de status...
O tempo verbal empregado na frase acima exprime um fatoProvas
Atenção: As questões de números 11 a 14, referem-se ao texto abaixo.
Pouco após chegar ao Brasil com a família real, em 1808, o piano já se tornara símbolo de status e de sintonia com uma forma mais culta de vida, mesmo quando essa de fato não acontecia. E foram esses tantos pianos que ajudaram a deflagrar por aqui a moda da polca. A dança originária do Leste da Europa, em compasso binário, com melodias saltitantes e andamento alegretto, estreou no Brasil em 1845 sob grande expectativa e de fato se transformou em coqueluche. A motivação para esse sucesso nada tinha de musical e vinha da possibilidade de aproximação entre os pares dançantes.
À medida que as partituras de polcas foram chegando e caíram no gosto dos pianistas que animavam as salas da classe média, os músicos populares passaram a copiar aquele modelo de dança. Nessa transposição, acrescentaram certa malícia rítmica que torna tudo mais surpreendente e divertido. Assim nasceu o choro, primeiro como uma forma de adaptar, além da polca, outras danças como a valsa e a mazurca.
(Adaptado de Henrique Cazes. Coleção folha Raízes da música popular brasileira. Rio de Janeiro: MEDIAfashion, 2010. p.9-16)
Infere-se corretamente do texto que
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