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4222960 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRA-RS
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Os medos que nos definem

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio um poeta que diz preferir se apresentar por aquilo que o assusta. E que essa seria

uma maneira mais rápida e verdadeira de conhecer alguém a fundo. De criar empatia, de tentar

diminuir a idealização, que costuma estragar tudo. Com o passar do tempo, percebemos que

as pessoas ao nosso redor não têm a menor obrigação de corresponder ao que imaginamos

sobre elas. Esse é um problema exclusivamente nosso e temos que aprender a lidar com ele.

Albert Camus, ao versar sobre o desencontro entre o esperado e aquilo que está posto, discorre

que “criamos o hábito de viver antes de adquirir o hábito de pensar”.

É de Camus, aliás, um dos primeiros parágrafos mais emblemáticos entre todas as

produções literárias já escritas. Em O Estrangeiro (1942), ao ler as primeiras linhas, o leitor se

depara com “Hoje, mamãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem. Recebi um telegrama do

asilo: ‘Sua mãe faleceu. Enterro amanhã. Sentidos pê...ames’. Isso não esclarece nada. Talvez

tenha sido ontem”. O personagem segue vivendo sem ilusões e nada mais parece assustá-lo.

Nem sempre nossos medos são claros e conscientes. Os meus mais óbvios são medo de

aranha e de altura. Não consigo ver aracnídeos sem entrar em pânico nem por foto, já altura

eu sublimo e faço concessões – entro em aviões sozinha, atravesso oceanos e me nego a deixar

de viajar “só” por causa disso. No entanto, jamais saltaria de paraquedas ou bungee jump. Mas

isso está longe de definir quem sou, ao contrário do que refere o poeta.

Os medos que podem me definir de forma mais precisa são mais profundos e difíceis de

serem verbalizados. Tenho medo de perder para sempre as pessoas de quem gosto. De ficar

indiferente ___ mazelas do cotidiano. De magoar ___ pessoas. De ser magoada. Do descaso.

De errar a dose das emoções. De não conseguir voltar atrás.

O medo declarado, nesse caso, pode significar a capacidade de se abrir ao outro, de

mostrar um lado obscuro, sem nenhum grau de atratividade, para ver se as pessoas ao redor

topam entrar no nosso mundo do jeito que somos – e apesar dele. Esse desnudamento pode

ser um convite a compartilhar a nossa versão sem filtros, crua, difícil e nem sempre amistosa,

ao lado de pessoas que ajudem a não paralisarmos diante daquilo que causa hesitação. Dividir

o que nos desagrada em nós pode ser uma forma também de exorcizarmos nosso lado sombrio,

de nos aceitarmos e nos revelarmos.

Dia desses, uma amiga disse acreditar que não temos o valor que supomos ter – e não

disse isso de forma depreciativa. Completou que somos apenas instrumentos, para aprender

com experiências ruins, atribuir sentido ___ elas e mostrar uns aos outros que somos testados

a desafiar nossos medos e crenças o tempo todo. E a graça da vida reside exatamente nisso:

na possibilidade de se (re)conhecer a cada instante, seja olhando para si ou se espelhando no

outro.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/– texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego da palavra “pê...ames” no trecho a seguir, retirado do texto, analise as assertivas subsequentes:

“Sua mãe faleceu. Enterro amanhã. Sentidos pê...ames”.

I. A lacuna pontilhada deve ser preenchida pela letra “z”.
II. Trata-se de substantivo masculino empregado, quase sempre, no plural.
III. Um sinônimo adequado para substituir “pê...ames”, exigindo concordância de gênero da palavra “sentidos”, é “condolências”.

Quais estão corretas?
 

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4222959 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRA-RS
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Os medos que nos definem

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio um poeta que diz preferir se apresentar por aquilo que o assusta. E que essa seria

uma maneira mais rápida e verdadeira de conhecer alguém a fundo. De criar empatia, de tentar

diminuir a idealização, que costuma estragar tudo. Com o passar do tempo, percebemos que

as pessoas ao nosso redor não têm a menor obrigação de corresponder ao que imaginamos

sobre elas. Esse é um problema exclusivamente nosso e temos que aprender a lidar com ele.

Albert Camus, ao versar sobre o desencontro entre o esperado e aquilo que está posto, discorre

que “criamos o hábito de viver antes de adquirir o hábito de pensar”.

É de Camus, aliás, um dos primeiros parágrafos mais emblemáticos entre todas as

produções literárias já escritas. Em O Estrangeiro (1942), ao ler as primeiras linhas, o leitor se

depara com “Hoje, mamãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem. Recebi um telegrama do

asilo: ‘Sua mãe faleceu. Enterro amanhã. Sentidos pê...ames’. Isso não esclarece nada. Talvez

tenha sido ontem”. O personagem segue vivendo sem ilusões e nada mais parece assustá-lo.

Nem sempre nossos medos são claros e conscientes. Os meus mais óbvios são medo de

aranha e de altura. Não consigo ver aracnídeos sem entrar em pânico nem por foto, já altura

eu sublimo e faço concessões – entro em aviões sozinha, atravesso oceanos e me nego a deixar

de viajar “só” por causa disso. No entanto, jamais saltaria de paraquedas ou bungee jump. Mas

isso está longe de definir quem sou, ao contrário do que refere o poeta.

Os medos que podem me definir de forma mais precisa são mais profundos e difíceis de

serem verbalizados. Tenho medo de perder para sempre as pessoas de quem gosto. De ficar

indiferente ___ mazelas do cotidiano. De magoar ___ pessoas. De ser magoada. Do descaso.

De errar a dose das emoções. De não conseguir voltar atrás.

O medo declarado, nesse caso, pode significar a capacidade de se abrir ao outro, de

mostrar um lado obscuro, sem nenhum grau de atratividade, para ver se as pessoas ao redor

topam entrar no nosso mundo do jeito que somos – e apesar dele. Esse desnudamento pode

ser um convite a compartilhar a nossa versão sem filtros, crua, difícil e nem sempre amistosa,

ao lado de pessoas que ajudem a não paralisarmos diante daquilo que causa hesitação. Dividir

o que nos desagrada em nós pode ser uma forma também de exorcizarmos nosso lado sombrio,

de nos aceitarmos e nos revelarmos.

Dia desses, uma amiga disse acreditar que não temos o valor que supomos ter – e não

disse isso de forma depreciativa. Completou que somos apenas instrumentos, para aprender

com experiências ruins, atribuir sentido ___ elas e mostrar uns aos outros que somos testados

a desafiar nossos medos e crenças o tempo todo. E a graça da vida reside exatamente nisso:

na possibilidade de se (re)conhecer a cada instante, seja olhando para si ou se espelhando no

outro.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/– texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego da palavra “se” e suas diferentes funções na construção das frases e orações, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Em “Leio um poeta que diz preferir se apresentar por aquilo que o assusta”, “se” é pronome reflexivo.
( ) Em “o leitor se depara com ‘Hoje, mamãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem’”, “se” é índice de indeterminação do sujeito. ( ) Em “para ver se as pessoas ao redor topam entrar no nosso mundo”, “se” é conjunção integrante.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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4222958 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRA-RS
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Os medos que nos definem

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio um poeta que diz preferir se apresentar por aquilo que o assusta. E que essa seria

uma maneira mais rápida e verdadeira de conhecer alguém a fundo. De criar empatia, de tentar

diminuir a idealização, que costuma estragar tudo. Com o passar do tempo, percebemos que

as pessoas ao nosso redor não têm a menor obrigação de corresponder ao que imaginamos

sobre elas. Esse é um problema exclusivamente nosso e temos que aprender a lidar com ele.

Albert Camus, ao versar sobre o desencontro entre o esperado e aquilo que está posto, discorre

que “criamos o hábito de viver antes de adquirir o hábito de pensar”.

É de Camus, aliás, um dos primeiros parágrafos mais emblemáticos entre todas as

produções literárias já escritas. Em O Estrangeiro (1942), ao ler as primeiras linhas, o leitor se

depara com “Hoje, mamãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem. Recebi um telegrama do

asilo: ‘Sua mãe faleceu. Enterro amanhã. Sentidos pê...ames’. Isso não esclarece nada. Talvez

tenha sido ontem”. O personagem segue vivendo sem ilusões e nada mais parece assustá-lo.

Nem sempre nossos medos são claros e conscientes. Os meus mais óbvios são medo de

aranha e de altura. Não consigo ver aracnídeos sem entrar em pânico nem por foto, já altura

eu sublimo e faço concessões – entro em aviões sozinha, atravesso oceanos e me nego a deixar

de viajar “só” por causa disso. No entanto, jamais saltaria de paraquedas ou bungee jump. Mas

isso está longe de definir quem sou, ao contrário do que refere o poeta.

Os medos que podem me definir de forma mais precisa são mais profundos e difíceis de

serem verbalizados. Tenho medo de perder para sempre as pessoas de quem gosto. De ficar

indiferente ___ mazelas do cotidiano. De magoar ___ pessoas. De ser magoada. Do descaso.

De errar a dose das emoções. De não conseguir voltar atrás.

O medo declarado, nesse caso, pode significar a capacidade de se abrir ao outro, de

mostrar um lado obscuro, sem nenhum grau de atratividade, para ver se as pessoas ao redor

topam entrar no nosso mundo do jeito que somos – e apesar dele. Esse desnudamento pode

ser um convite a compartilhar a nossa versão sem filtros, crua, difícil e nem sempre amistosa,

ao lado de pessoas que ajudem a não paralisarmos diante daquilo que causa hesitação. Dividir

o que nos desagrada em nós pode ser uma forma também de exorcizarmos nosso lado sombrio,

de nos aceitarmos e nos revelarmos.

Dia desses, uma amiga disse acreditar que não temos o valor que supomos ter – e não

disse isso de forma depreciativa. Completou que somos apenas instrumentos, para aprender

com experiências ruins, atribuir sentido ___ elas e mostrar uns aos outros que somos testados

a desafiar nossos medos e crenças o tempo todo. E a graça da vida reside exatamente nisso:

na possibilidade de se (re)conhecer a cada instante, seja olhando para si ou se espelhando no

outro.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/– texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa na qual o emprego da(s) vírgula(s) se deva à separação de uma oração intercalada.
 

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4222957 Ano: 2026
Disciplina: Português
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Os medos que nos definem

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Leio um poeta que diz preferir se apresentar por aquilo que o assusta. E que essa seria

uma maneira mais rápida e verdadeira de conhecer alguém a fundo. De criar empatia, de tentar

diminuir a idealização, que costuma estragar tudo. Com o passar do tempo, percebemos que

as pessoas ao nosso redor não têm a menor obrigação de corresponder ao que imaginamos

sobre elas. Esse é um problema exclusivamente nosso e temos que aprender a lidar com ele.

Albert Camus, ao versar sobre o desencontro entre o esperado e aquilo que está posto, discorre

que “criamos o hábito de viver antes de adquirir o hábito de pensar”.

É de Camus, aliás, um dos primeiros parágrafos mais emblemáticos entre todas as

produções literárias já escritas. Em O Estrangeiro (1942), ao ler as primeiras linhas, o leitor se

depara com “Hoje, mamãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem. Recebi um telegrama do

asilo: ‘Sua mãe faleceu. Enterro amanhã. Sentidos pê...ames’. Isso não esclarece nada. Talvez

tenha sido ontem”. O personagem segue vivendo sem ilusões e nada mais parece assustá-lo.

Nem sempre nossos medos são claros e conscientes. Os meus mais óbvios são medo de

aranha e de altura. Não consigo ver aracnídeos sem entrar em pânico nem por foto, já altura

eu sublimo e faço concessões – entro em aviões sozinha, atravesso oceanos e me nego a deixar

de viajar “só” por causa disso. No entanto, jamais saltaria de paraquedas ou bungee jump. Mas

isso está longe de definir quem sou, ao contrário do que refere o poeta.

Os medos que podem me definir de forma mais precisa são mais profundos e difíceis de

serem verbalizados. Tenho medo de perder para sempre as pessoas de quem gosto. De ficar

indiferente ___ mazelas do cotidiano. De magoar ___ pessoas. De ser magoada. Do descaso.

De errar a dose das emoções. De não conseguir voltar atrás.

O medo declarado, nesse caso, pode significar a capacidade de se abrir ao outro, de

mostrar um lado obscuro, sem nenhum grau de atratividade, para ver se as pessoas ao redor

topam entrar no nosso mundo do jeito que somos – e apesar dele. Esse desnudamento pode

ser um convite a compartilhar a nossa versão sem filtros, crua, difícil e nem sempre amistosa,

ao lado de pessoas que ajudem a não paralisarmos diante daquilo que causa hesitação. Dividir

o que nos desagrada em nós pode ser uma forma também de exorcizarmos nosso lado sombrio,

de nos aceitarmos e nos revelarmos.

Dia desses, uma amiga disse acreditar que não temos o valor que supomos ter – e não

disse isso de forma depreciativa. Completou que somos apenas instrumentos, para aprender

com experiências ruins, atribuir sentido ___ elas e mostrar uns aos outros que somos testados

a desafiar nossos medos e crenças o tempo todo. E a graça da vida reside exatamente nisso:

na possibilidade de se (re)conhecer a cada instante, seja olhando para si ou se espelhando no

outro.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/– texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa na qual NÃO tenha havido o emprego de linguagem figurada.
 

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4222956 Ano: 2026
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Os medos que nos definem

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Leio um poeta que diz preferir se apresentar por aquilo que o assusta. E que essa seria

uma maneira mais rápida e verdadeira de conhecer alguém a fundo. De criar empatia, de tentar

diminuir a idealização, que costuma estragar tudo. Com o passar do tempo, percebemos que

as pessoas ao nosso redor não têm a menor obrigação de corresponder ao que imaginamos

sobre elas. Esse é um problema exclusivamente nosso e temos que aprender a lidar com ele.

Albert Camus, ao versar sobre o desencontro entre o esperado e aquilo que está posto, discorre

que “criamos o hábito de viver antes de adquirir o hábito de pensar”.

É de Camus, aliás, um dos primeiros parágrafos mais emblemáticos entre todas as

produções literárias já escritas. Em O Estrangeiro (1942), ao ler as primeiras linhas, o leitor se

depara com “Hoje, mamãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem. Recebi um telegrama do

asilo: ‘Sua mãe faleceu. Enterro amanhã. Sentidos pê...ames’. Isso não esclarece nada. Talvez

tenha sido ontem”. O personagem segue vivendo sem ilusões e nada mais parece assustá-lo.

Nem sempre nossos medos são claros e conscientes. Os meus mais óbvios são medo de

aranha e de altura. Não consigo ver aracnídeos sem entrar em pânico nem por foto, já altura

eu sublimo e faço concessões – entro em aviões sozinha, atravesso oceanos e me nego a deixar

de viajar “só” por causa disso. No entanto, jamais saltaria de paraquedas ou bungee jump. Mas

isso está longe de definir quem sou, ao contrário do que refere o poeta.

Os medos que podem me definir de forma mais precisa são mais profundos e difíceis de

serem verbalizados. Tenho medo de perder para sempre as pessoas de quem gosto. De ficar

indiferente ___ mazelas do cotidiano. De magoar ___ pessoas. De ser magoada. Do descaso.

De errar a dose das emoções. De não conseguir voltar atrás.

O medo declarado, nesse caso, pode significar a capacidade de se abrir ao outro, de

mostrar um lado obscuro, sem nenhum grau de atratividade, para ver se as pessoas ao redor

topam entrar no nosso mundo do jeito que somos – e apesar dele. Esse desnudamento pode

ser um convite a compartilhar a nossa versão sem filtros, crua, difícil e nem sempre amistosa,

ao lado de pessoas que ajudem a não paralisarmos diante daquilo que causa hesitação. Dividir

o que nos desagrada em nós pode ser uma forma também de exorcizarmos nosso lado sombrio,

de nos aceitarmos e nos revelarmos.

Dia desses, uma amiga disse acreditar que não temos o valor que supomos ter – e não

disse isso de forma depreciativa. Completou que somos apenas instrumentos, para aprender

com experiências ruins, atribuir sentido ___ elas e mostrar uns aos outros que somos testados

a desafiar nossos medos e crenças o tempo todo. E a graça da vida reside exatamente nisso:

na possibilidade de se (re)conhecer a cada instante, seja olhando para si ou se espelhando no

outro.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/– texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa na qual o pronome sublinhado NÃO tenha sido empregado como pronome substantivo.
 

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Os medos que nos definem

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio um poeta que diz preferir se apresentar por aquilo que o assusta. E que essa seria

uma maneira mais rápida e verdadeira de conhecer alguém a fundo. De criar empatia, de tentar

diminuir a idealização, que costuma estragar tudo. Com o passar do tempo, percebemos que

as pessoas ao nosso redor não têm a menor obrigação de corresponder ao que imaginamos

sobre elas. Esse é um problema exclusivamente nosso e temos que aprender a lidar com ele.

Albert Camus, ao versar sobre o desencontro entre o esperado e aquilo que está posto, discorre

que “criamos o hábito de viver antes de adquirir o hábito de pensar”.

É de Camus, aliás, um dos primeiros parágrafos mais emblemáticos entre todas as

produções literárias já escritas. Em O Estrangeiro (1942), ao ler as primeiras linhas, o leitor se

depara com “Hoje, mamãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem. Recebi um telegrama do

asilo: ‘Sua mãe faleceu. Enterro amanhã. Sentidos pê...ames’. Isso não esclarece nada. Talvez

tenha sido ontem”. O personagem segue vivendo sem ilusões e nada mais parece assustá-lo.

Nem sempre nossos medos são claros e conscientes. Os meus mais óbvios são medo de

aranha e de altura. Não consigo ver aracnídeos sem entrar em pânico nem por foto, já altura

eu sublimo e faço concessões – entro em aviões sozinha, atravesso oceanos e me nego a deixar

de viajar “só” por causa disso. No entanto, jamais saltaria de paraquedas ou bungee jump. Mas

isso está longe de definir quem sou, ao contrário do que refere o poeta.

Os medos que podem me definir de forma mais precisa são mais profundos e difíceis de

serem verbalizados. Tenho medo de perder para sempre as pessoas de quem gosto. De ficar

indiferente ___ mazelas do cotidiano. De magoar ___ pessoas. De ser magoada. Do descaso.

De errar a dose das emoções. De não conseguir voltar atrás.

O medo declarado, nesse caso, pode significar a capacidade de se abrir ao outro, de

mostrar um lado obscuro, sem nenhum grau de atratividade, para ver se as pessoas ao redor

topam entrar no nosso mundo do jeito que somos – e apesar dele. Esse desnudamento pode

ser um convite a compartilhar a nossa versão sem filtros, crua, difícil e nem sempre amistosa,

ao lado de pessoas que ajudem a não paralisarmos diante daquilo que causa hesitação. Dividir

o que nos desagrada em nós pode ser uma forma também de exorcizarmos nosso lado sombrio,

de nos aceitarmos e nos revelarmos.

Dia desses, uma amiga disse acreditar que não temos o valor que supomos ter – e não

disse isso de forma depreciativa. Completou que somos apenas instrumentos, para aprender

com experiências ruins, atribuir sentido ___ elas e mostrar uns aos outros que somos testados

a desafiar nossos medos e crenças o tempo todo. E a graça da vida reside exatamente nisso:

na possibilidade de se (re)conhecer a cada instante, seja olhando para si ou se espelhando no

outro.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/– texto adaptado especialmente para esta prova).

Considere as propostas de alteração dos seguintes trechos, retirados do texto:

I. Supressão da palavra “a” na expressão “a fundo” em “E que essa seria uma maneira mais rápida e verdadeira de conhecer alguém a fundo”.
II. Supressão da segunda ocorrência da palavra “hábito” em “criamos o hábito de viver antes de adquirir o hábito de pensar”.
III. Substituição de “para sempre” por “definitivamente” no trecho “Tenho medo de perder para sempre as pessoas de quem gosto”.

Quais NÃO acarretariam mudanças significativas de sentido ou incorreção aos trechos?
 

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4222954 Ano: 2026
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Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio um poeta que diz preferir se apresentar por aquilo que o assusta. E que essa seria

uma maneira mais rápida e verdadeira de conhecer alguém a fundo. De criar empatia, de tentar

diminuir a idealização, que costuma estragar tudo. Com o passar do tempo, percebemos que

as pessoas ao nosso redor não têm a menor obrigação de corresponder ao que imaginamos

sobre elas. Esse é um problema exclusivamente nosso e temos que aprender a lidar com ele.

Albert Camus, ao versar sobre o desencontro entre o esperado e aquilo que está posto, discorre

que “criamos o hábito de viver antes de adquirir o hábito de pensar”.

É de Camus, aliás, um dos primeiros parágrafos mais emblemáticos entre todas as

produções literárias já escritas. Em O Estrangeiro (1942), ao ler as primeiras linhas, o leitor se

depara com “Hoje, mamãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem. Recebi um telegrama do

asilo: ‘Sua mãe faleceu. Enterro amanhã. Sentidos pê...ames’. Isso não esclarece nada. Talvez

tenha sido ontem”. O personagem segue vivendo sem ilusões e nada mais parece assustá-lo.

Nem sempre nossos medos são claros e conscientes. Os meus mais óbvios são medo de

aranha e de altura. Não consigo ver aracnídeos sem entrar em pânico nem por foto, já altura

eu sublimo e faço concessões – entro em aviões sozinha, atravesso oceanos e me nego a deixar

de viajar “só” por causa disso. No entanto, jamais saltaria de paraquedas ou bungee jump. Mas

isso está longe de definir quem sou, ao contrário do que refere o poeta.

Os medos que podem me definir de forma mais precisa são mais profundos e difíceis de

serem verbalizados. Tenho medo de perder para sempre as pessoas de quem gosto. De ficar

indiferente ___ mazelas do cotidiano. De magoar ___ pessoas. De ser magoada. Do descaso.

De errar a dose das emoções. De não conseguir voltar atrás.

O medo declarado, nesse caso, pode significar a capacidade de se abrir ao outro, de

mostrar um lado obscuro, sem nenhum grau de atratividade, para ver se as pessoas ao redor

topam entrar no nosso mundo do jeito que somos – e apesar dele. Esse desnudamento pode

ser um convite a compartilhar a nossa versão sem filtros, crua, difícil e nem sempre amistosa,

ao lado de pessoas que ajudem a não paralisarmos diante daquilo que causa hesitação. Dividir

o que nos desagrada em nós pode ser uma forma também de exorcizarmos nosso lado sombrio,

de nos aceitarmos e nos revelarmos.

Dia desses, uma amiga disse acreditar que não temos o valor que supomos ter – e não

disse isso de forma depreciativa. Completou que somos apenas instrumentos, para aprender

com experiências ruins, atribuir sentido ___ elas e mostrar uns aos outros que somos testados

a desafiar nossos medos e crenças o tempo todo. E a graça da vida reside exatamente nisso:

na possibilidade de se (re)conhecer a cada instante, seja olhando para si ou se espelhando no

outro.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/– texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma expressão que poderia substituir corretamente a expressão sublinhada no trecho a seguir, sem causar alterações significativas ao seu sentido original:

“Dia desses, uma amiga disse acreditar que não temos o valor que supomos ter – e não disse isso de forma depreciativa”.
 

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Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio um poeta que diz preferir se apresentar por aquilo que o assusta. E que essa seria

uma maneira mais rápida e verdadeira de conhecer alguém a fundo. De criar empatia, de tentar

diminuir a idealização, que costuma estragar tudo. Com o passar do tempo, percebemos que

as pessoas ao nosso redor não têm a menor obrigação de corresponder ao que imaginamos

sobre elas. Esse é um problema exclusivamente nosso e temos que aprender a lidar com ele.

Albert Camus, ao versar sobre o desencontro entre o esperado e aquilo que está posto, discorre

que “criamos o hábito de viver antes de adquirir o hábito de pensar”.

É de Camus, aliás, um dos primeiros parágrafos mais emblemáticos entre todas as

produções literárias já escritas. Em O Estrangeiro (1942), ao ler as primeiras linhas, o leitor se

depara com “Hoje, mamãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem. Recebi um telegrama do

asilo: ‘Sua mãe faleceu. Enterro amanhã. Sentidos pê...ames’. Isso não esclarece nada. Talvez

tenha sido ontem”. O personagem segue vivendo sem ilusões e nada mais parece assustá-lo.

Nem sempre nossos medos são claros e conscientes. Os meus mais óbvios são medo de

aranha e de altura. Não consigo ver aracnídeos sem entrar em pânico nem por foto, já altura

eu sublimo e faço concessões – entro em aviões sozinha, atravesso oceanos e me nego a deixar

de viajar “só” por causa disso. No entanto, jamais saltaria de paraquedas ou bungee jump. Mas

isso está longe de definir quem sou, ao contrário do que refere o poeta.

Os medos que podem me definir de forma mais precisa são mais profundos e difíceis de

serem verbalizados. Tenho medo de perder para sempre as pessoas de quem gosto. De ficar

indiferente ___ mazelas do cotidiano. De magoar ___ pessoas. De ser magoada. Do descaso.

De errar a dose das emoções. De não conseguir voltar atrás.

O medo declarado, nesse caso, pode significar a capacidade de se abrir ao outro, de

mostrar um lado obscuro, sem nenhum grau de atratividade, para ver se as pessoas ao redor

topam entrar no nosso mundo do jeito que somos – e apesar dele. Esse desnudamento pode

ser um convite a compartilhar a nossa versão sem filtros, crua, difícil e nem sempre amistosa,

ao lado de pessoas que ajudem a não paralisarmos diante daquilo que causa hesitação. Dividir

o que nos desagrada em nós pode ser uma forma também de exorcizarmos nosso lado sombrio,

de nos aceitarmos e nos revelarmos.

Dia desses, uma amiga disse acreditar que não temos o valor que supomos ter – e não

disse isso de forma depreciativa. Completou que somos apenas instrumentos, para aprender

com experiências ruins, atribuir sentido ___ elas e mostrar uns aos outros que somos testados

a desafiar nossos medos e crenças o tempo todo. E a graça da vida reside exatamente nisso:

na possibilidade de se (re)conhecer a cada instante, seja olhando para si ou se espelhando no

outro.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/– texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 20 e 31.
 

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Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio um poeta que diz preferir se apresentar por aquilo que o assusta. E que essa seria

uma maneira mais rápida e verdadeira de conhecer alguém a fundo. De criar empatia, de tentar

diminuir a idealização, que costuma estragar tudo. Com o passar do tempo, percebemos que

as pessoas ao nosso redor não têm a menor obrigação de corresponder ao que imaginamos

sobre elas. Esse é um problema exclusivamente nosso e temos que aprender a lidar com ele.

Albert Camus, ao versar sobre o desencontro entre o esperado e aquilo que está posto, discorre

que “criamos o hábito de viver antes de adquirir o hábito de pensar”.

É de Camus, aliás, um dos primeiros parágrafos mais emblemáticos entre todas as

produções literárias já escritas. Em O Estrangeiro (1942), ao ler as primeiras linhas, o leitor se

depara com “Hoje, mamãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem. Recebi um telegrama do

asilo: ‘Sua mãe faleceu. Enterro amanhã. Sentidos pê...ames’. Isso não esclarece nada. Talvez

tenha sido ontem”. O personagem segue vivendo sem ilusões e nada mais parece assustá-lo.

Nem sempre nossos medos são claros e conscientes. Os meus mais óbvios são medo de

aranha e de altura. Não consigo ver aracnídeos sem entrar em pânico nem por foto, já altura

eu sublimo e faço concessões – entro em aviões sozinha, atravesso oceanos e me nego a deixar

de viajar “só” por causa disso. No entanto, jamais saltaria de paraquedas ou bungee jump. Mas

isso está longe de definir quem sou, ao contrário do que refere o poeta.

Os medos que podem me definir de forma mais precisa são mais profundos e difíceis de

serem verbalizados. Tenho medo de perder para sempre as pessoas de quem gosto. De ficar

indiferente ___ mazelas do cotidiano. De magoar ___ pessoas. De ser magoada. Do descaso.

De errar a dose das emoções. De não conseguir voltar atrás.

O medo declarado, nesse caso, pode significar a capacidade de se abrir ao outro, de

mostrar um lado obscuro, sem nenhum grau de atratividade, para ver se as pessoas ao redor

topam entrar no nosso mundo do jeito que somos – e apesar dele. Esse desnudamento pode

ser um convite a compartilhar a nossa versão sem filtros, crua, difícil e nem sempre amistosa,

ao lado de pessoas que ajudem a não paralisarmos diante daquilo que causa hesitação. Dividir

o que nos desagrada em nós pode ser uma forma também de exorcizarmos nosso lado sombrio,

de nos aceitarmos e nos revelarmos.

Dia desses, uma amiga disse acreditar que não temos o valor que supomos ter – e não

disse isso de forma depreciativa. Completou que somos apenas instrumentos, para aprender

com experiências ruins, atribuir sentido ___ elas e mostrar uns aos outros que somos testados

a desafiar nossos medos e crenças o tempo todo. E a graça da vida reside exatamente nisso:

na possibilidade de se (re)conhecer a cada instante, seja olhando para si ou se espelhando no

outro.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/– texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise a charge a seguir e as asserções a respeito de sua relação com o texto:

Enunciado 4594682-2
Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-medo-2/.

I. Os medos expressos na charge podem ser tomados como exemplos dos medos que a autora chama de “óbvios”.
POIS
II. São medos concretos, assim como o medo que ela sente de aranha ou de altura.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
 

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4222951 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRA-RS
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Os medos que nos definem

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio um poeta que diz preferir se apresentar por aquilo que o assusta. E que essa seria

uma maneira mais rápida e verdadeira de conhecer alguém a fundo. De criar empatia, de tentar

diminuir a idealização, que costuma estragar tudo. Com o passar do tempo, percebemos que

as pessoas ao nosso redor não têm a menor obrigação de corresponder ao que imaginamos

sobre elas. Esse é um problema exclusivamente nosso e temos que aprender a lidar com ele.

Albert Camus, ao versar sobre o desencontro entre o esperado e aquilo que está posto, discorre

que “criamos o hábito de viver antes de adquirir o hábito de pensar”.

É de Camus, aliás, um dos primeiros parágrafos mais emblemáticos entre todas as

produções literárias já escritas. Em O Estrangeiro (1942), ao ler as primeiras linhas, o leitor se

depara com “Hoje, mamãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem. Recebi um telegrama do

asilo: ‘Sua mãe faleceu. Enterro amanhã. Sentidos pê...ames’. Isso não esclarece nada. Talvez

tenha sido ontem”. O personagem segue vivendo sem ilusões e nada mais parece assustá-lo.

Nem sempre nossos medos são claros e conscientes. Os meus mais óbvios são medo de

aranha e de altura. Não consigo ver aracnídeos sem entrar em pânico nem por foto, já altura

eu sublimo e faço concessões – entro em aviões sozinha, atravesso oceanos e me nego a deixar

de viajar “só” por causa disso. No entanto, jamais saltaria de paraquedas ou bungee jump. Mas

isso está longe de definir quem sou, ao contrário do que refere o poeta.

Os medos que podem me definir de forma mais precisa são mais profundos e difíceis de

serem verbalizados. Tenho medo de perder para sempre as pessoas de quem gosto. De ficar

indiferente ___ mazelas do cotidiano. De magoar ___ pessoas. De ser magoada. Do descaso.

De errar a dose das emoções. De não conseguir voltar atrás.

O medo declarado, nesse caso, pode significar a capacidade de se abrir ao outro, de

mostrar um lado obscuro, sem nenhum grau de atratividade, para ver se as pessoas ao redor

topam entrar no nosso mundo do jeito que somos – e apesar dele. Esse desnudamento pode

ser um convite a compartilhar a nossa versão sem filtros, crua, difícil e nem sempre amistosa,

ao lado de pessoas que ajudem a não paralisarmos diante daquilo que causa hesitação. Dividir

o que nos desagrada em nós pode ser uma forma também de exorcizarmos nosso lado sombrio,

de nos aceitarmos e nos revelarmos.

Dia desses, uma amiga disse acreditar que não temos o valor que supomos ter – e não

disse isso de forma depreciativa. Completou que somos apenas instrumentos, para aprender

com experiências ruins, atribuir sentido ___ elas e mostrar uns aos outros que somos testados

a desafiar nossos medos e crenças o tempo todo. E a graça da vida reside exatamente nisso:

na possibilidade de se (re)conhecer a cada instante, seja olhando para si ou se espelhando no

outro.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/– texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. A autora considera que assumir seus próprios medos pode ser algo que apresente aspectos positivos para o seu autoconhecimento.
II. São nossos medos conscientes e inconscientes que podem nos definir, na medida em que trazem à tona uma versão menos pública de nós.
III. A autora inicia seu texto fazendo referência a um poeta que pode ser descrito como uma figura pragmática, a partir disso ela constrói suas reflexões.

Quais estão corretas?
 

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