Foram encontradas 40 questões.
A mão ativa o cérebro
A palavra escrita no papel está ameaçada de extinção pelo computador
- e isso pode não ser bom para o ensino

O hábito da escrita vem caindo em desuso
à medida que o computador se dissemina
O momento em que o homem começou a expressar-se por meio da escrita, gravando caracteres em tabletas de argila há cerca de 5 000 anos, marca o fim da pré-história e a pedra fundamental das civilizações tal como as conhecemos hoje!$ ^{D)} !$. Mas a maneira como desde então a humanidade vem perpetuando sua memória e transmitindo conhecimento de uma geração para outra pode virar peça de museu. Na semana passada, uma decisão tomada nos Estados Unidos veio reforçar essa ideia que tanto atormenta os (cada vez mais raros) entusiastas do lápis e do papel. Em ato inédito, o governo do estado de Indiana desobrigou as escolas de ensinar a escrita cursiva (aquela em que as letras são emendadas umas nas outras) e recomendou que elas passassem a dedicar-se mais à digitação em teclados de computador!$ ^{C)} !$ - decisão que deve ser acompanhada por outros quarenta estados seguidores do mesmo currículo. Oficializa-se com isso algo que, na prática, já se percebe de forma acentuada, inclusive no Brasil. Diz a VEJA o especialista americano Mark Warschauer, professor da Universidade da Califórnia: “Ter destreza no computador tornou-se um bem infinitamente mais valioso do que produzir uma boa letra”.
Ninguém de bom-senso discorda disso. Um conjunto recente de pesquisas na área da neurociência, no entanto, sugere uma reflexão acerca dos efeitos devastadores do computador sobre a tradição da escrita em papel. Por meio da observação do cérebro de crianças e adultos, verificou-se de forma bastante clara que a escrita de próprio punho provoca uma atividade significativamente mais intensa que a da digitação!$ ^{A)} !$ na região dedicada ao processamento das informações armazenadas na memória (o córtex pré-frontal), o que tem conexão direta com a elaboração e a expressão de ideias. Está provado também que o ato de escrever desencadeia ligações entre os neurônios naquela parte do cérebro que faz o reconhecimento visual das palavras, contribuindo assim para a fluidez na leitura!$ ^{B)} !$. Com a digitação, essa área fica inativa. "Pelas habilidades que requer, o exercício da escrita manual é mais sofisticado, por isso põe o cérebro para trabalhar com mais vigor", explica a neurocientista Elvira Souza Lima, especialista em desenvolvimento humano. [...]
Luís Guilherme Barrucho
Disponível em: <http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/mao-ativa-cerebro-635803.shtml>.
Acesso em: 29 ago. 2011
O enunciado em que não há referência à importância da escrita manual é
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A mão ativa o cérebro
A palavra escrita no papel está ameaçada de extinção pelo computador
- e isso pode não ser bom para o ensino

O hábito da escrita vem caindo em desuso
à medida que o computador se dissemina
O momento em que o homem começou a expressar-se por meio da escrita, gravando caracteres em tabletas de argila há cerca de 5 000 anos, marca o fim da pré-história e a pedra fundamental das civilizações tal como as conhecemos hoje. Mas a maneira como desde então a humanidade vem perpetuando sua memória e transmitindo conhecimento de uma geração para outra pode virar peça de museu. Na semana passada, uma decisão tomada nos Estados Unidos veio reforçar essa ideia que tanto atormenta os (cada vez mais raros) entusiastas do lápis e do papel. Em ato inédito, o governo do estado de Indiana desobrigou as escolas de ensinar a escrita cursiva (aquela em que as letras são emendadas umas nas outras) e recomendou que elas passassem a dedicar-se mais à digitação em teclados de computador - decisão que deve ser acompanhada por outros quarenta estados seguidores do mesmo currículo. Oficializa-se com isso algo que, na prática, já se percebe de forma acentuada, inclusive no Brasil. Diz a VEJA o especialista americano Mark Warschauer, professor da Universidade da Califórnia: “Ter destreza no computador tornou-se um bem infinitamente mais valioso do que produzir uma boa letra”.
Ninguém de bom-senso discorda disso. Um conjunto recente de pesquisas na área da neurociência, no entanto, sugere uma reflexão acerca dos efeitos devastadores do computador sobre a tradição da escrita em papel. Por meio da observação do cérebro de crianças e adultos, verificou-se de forma bastante clara que a escrita de próprio punho provoca uma atividade significativamente mais intensa que a da digitação na região dedicada ao processamento das informações armazenadas na memória (o córtex pré-frontal), o que tem conexão direta com a elaboração e a expressão de ideias. Está provado também que o ato de escrever desencadeia ligações entre os neurônios naquela parte do cérebro que faz o reconhecimento visual das palavras, contribuindo assim para a fluidez na leitura. Com a digitação, essa área fica inativa. "Pelas habilidades que requer, o exercício da escrita manual é mais sofisticado, por isso põe o cérebro para trabalhar com mais vigor", explica a neurocientista Elvira Souza Lima, especialista em desenvolvimento humano. [...]
Luís Guilherme Barrucho
Disponível em: <http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/mao-ativa-cerebro-635803.shtml>.
Acesso em: 29 ago. 2011
Em “à medida que o computador se dissemina”, a palavra destacada não poderia ser substituída por
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoIntrodução ao Processo de Organização
Os três tipos tradicionais básicos de estrutura organizacional são:
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Ao arquivar documentos, um Agente Administrativo procedeu da seguinte forma: no 1º dia, arquivou a 6ª parte dos documentos; no 2º dia, a 5ª parte do que restou; e no 3º dia, a 4ª parte do que restou, ficando ainda 1800 documentos para serem arquivados. Quantos documentos ele tinha que arquivar inicialmente?
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A busca pela qualidade de atendimento deve ser constante tanto no setor privado quanto no setor público. Assim, ao deparar-se com uma situação de conflito, o atendente deverá
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A mão ativa o cérebro
A palavra escrita no papel está ameaçada de extinção pelo computador
- e isso pode não ser bom para o ensino

O hábito da escrita vem caindo em desuso
à medida que o computador se dissemina
O momento em que o homem começou a expressar-se por meio da escrita, gravando caracteres em tabletas de argila há cerca de 5 000 anos, marca o fim da pré-história e a pedra fundamental das civilizações tal como as conhecemos hoje. Mas a maneira como desde então a humanidade vem perpetuando sua memória e transmitindo conhecimento de uma geração para outra pode virar peça de museu. Na semana passada, uma decisão tomada nos Estados Unidos veio reforçar essa ideia que tanto atormenta os (cada vez mais raros) entusiastas do lápis e do papel. Em ato inédito, o governo do estado de Indiana desobrigou as escolas de ensinar a escrita cursiva (aquela em que as letras são emendadas umas nas outras) e recomendou que elas passassem a dedicar-se mais à digitação em teclados de computador - decisão que deve ser acompanhada por outros quarenta estados seguidores do mesmo currículo. Oficializa-se com isso algo que, na prática, já se percebe de forma acentuada, inclusive no Brasil. Diz a VEJA o especialista americano Mark Warschauer, professor da Universidade da Califórnia: “Ter destreza no computador tornou-se um bem infinitamente mais valioso do que produzir uma boa letra”.
Ninguém de bom-senso discorda disso. Um conjunto recente de pesquisas na área da neurociência, no entanto, sugere uma reflexão acerca dos efeitos devastadores do computador sobre a tradição da escrita em papel. Por meio da observação do cérebro de crianças e adultos, verificou-se de forma bastante clara que a escrita de próprio punho provoca uma atividade significativamente mais intensa que a da digitação na região dedicada ao processamento das informações armazenadas na memória (o córtex pré-frontal), o que tem conexão direta com a elaboração e a expressão de ideias. Está provado também que o ato de escrever desencadeia ligações entre os neurônios naquela parte do cérebro que faz o reconhecimento visual das palavras, contribuindo assim para a fluidez na leitura. Com a digitação, essa área fica inativa. "Pelas habilidades que requer, o exercício da escrita manual é mais sofisticado, por isso põe o cérebro para trabalhar com mais vigor", explica a neurocientista Elvira Souza Lima, especialista em desenvolvimento humano. [...]
Luís Guilherme Barrucho
Disponível em: <http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/mao-ativa-cerebro-635803.shtml>.
Acesso em: 29 ago. 2011
O texto “A mão ativa o cérebro” poderia ser classificado na coluna
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Um fiscal dirigiu-se de carro a uma obra, onde ficou por 35minutos. O tempo de deslocamento do veículo na ida foi igual à metade do tempo da volta, tendo sido de 80minutos o tempo total do deslocamento e da fiscalização. Quanto tempo durou o deslocamento de ida à obra?
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Para a organização de um arquivo, são desenvolvidas várias etapas de trabalho, dentre as quais se destaca o(a)
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Se o Pará for dividido em três Estados, os dois novos serão assim constituídos: Tapajós, como o maior dos três, terá 58% da atual área do Pará, 27 municípios e mais de 1,3 milhões de habitantes. Carajás abrangerá as porções sul e sudeste, terá 39 municípios, 25% do território atual do Pará e aproximadamente 1,6 milhões de habitantes. O restante ficará com o novo Pará.
A área total do Estado do Pará hoje é de aproximadamente 1.247.900 !$ km^2 !$. Qual seria a área aproximada do novo Pará?
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Acerca da redação oficial, assinale a alternativa incorreta.
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