Foram encontradas 178 questões.
Em um grupo de 11 profissionais, 8 são engenheiros e 3 são agrônomos. Esses profissionais serão
organizados em comissões compostas por cinco pessoas. Cada uma dessas comissões deve ter, pelo
menos, um agrônomo. Sendo assim, o número de comissões distintas que podem ser formadas é igual
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Se “Nenhum CECO é COCO” e “Alguns CACO são COCO” são afirmações verdadeiras, então,
obrigatoriamente, é verdadeiro que
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Ou X será 1, ou Y será 2, ou Z será 3. Se K for 4, então Z será 3. Se Y for 2, então K será 4. Ora, Z não
será 3. Então,
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Um profissional compareceu, em uma segunda-feira, a uma escola técnica e realizou uma avaliação de
certificação. Devido a procedimentos internos, a escola solicitou que ele retornasse em 52 dias corridos
para receber seu diploma. Sendo respeitado o prazo estipulado pela escola, o dia da semana que o
certificado ficará pronto será em uma
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Todos os 70 funcionários da equipe de gestão de uma grande indústria possuem formação técnica ou
graduação. Do total de funcionários, no mínimo, 40 são graduados e, no máximo, 15 têm formação técnica
e graduação. Diante desses dados, se a indústria tem uma quantidade K de funcionários com formação
técnica, então,
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Considere as afirmações a seguir.
I. João é engenheiro e Maria é arquiteta.
II. Se João é engenheiro, então Maria é arquiteta.
Se a afirmação I é falsa e a afirmação II é verdadeira, então, necessariamente, é verdade que
I. João é engenheiro e Maria é arquiteta.
II. Se João é engenheiro, então Maria é arquiteta.
Se a afirmação I é falsa e a afirmação II é verdadeira, então, necessariamente, é verdade que
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João, José e Jair são atletas. Os esportes que praticam são futebol, vôlei e basquete, não
respectivamente nessa ordem. Os times em que jogam são, não necessariamente na ordem, CRA, BRA
e DRA. Considere verdadeiras as seguintes afirmações:
- O jogador do time BRA é atleta do basquete;
- João não joga no time DRA e não joga basquete;
- Jair joga vôlei.
Dadas essas informações, quem joga basquete e quem joga no time DRA são, respectivamente,
- O jogador do time BRA é atleta do basquete;
- João não joga no time DRA e não joga basquete;
- Jair joga vôlei.
Dadas essas informações, quem joga basquete e quem joga no time DRA são, respectivamente,
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Três amigos (X, Y e Z) são candidatos em um concurso público. Considere que a probabilidade de X, Y
e Z serem aprovados, no concurso, é, respectivamente, 60%, 40% e 20%. Considerando apenas os dados
aqui apresentados, se após o resultado final do concurso, entre esses amigos, um deles for escolhido
aleatoriamente, a probabilidade de ele não ter sido aprovado é igual a
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Letramento informacional: como sobreviver à internet
Fernanda Oliveto
Era 1917, duas meninas criativas e talentosas, Elsie e a prima Frances Griffiths, em Bradford,
Inglaterra, criaram uma fake news tão aparentemente real que chegaram a enganar o grande Arthur Conan
Doyle. Ele escreveu um livro sobre o caso (The coming of the fairies) e produziu artigos para revistas, entre
os quais Fairies photographed e Strand Magazine.
Tratava-se de fotos que registravam encontros das meninas com fadinhas encantadas. O caso ficou
conhecido como as Fadas de Cottingley. Apenas na década de 1980, o editor do British Journal of
Photography à época, Geoffrey Crawley, pôs fim à questão, provando que as fadas eram de papel e estavam
suspensas por fios.
Eis uma prova evidente do poder de manipulação da verdade. Nas mãos das primas inglesas, o caso
tomou ares pitorescos, até pela ingenuidade da invenção. Mas o que poderia ter acontecido se, em vez de
fadas, fosse algo menos lúdico, com viés acusatório, para prejuízo de alguém? Afinal, é relativamente fácil
modificar dados, maquiá-los e utilizá-los para finalidades diversas. Hoje, com a internet, assistimos, quase
que impotentes, à proliferação de notícias falsas e golpes de todo tipo.
A era da informação trouxe o progresso para vários setores mas também trouxe bruxas no lugar de
fadas. Diante do avanço das tecnologias de informação e comunicação (TICs), é preciso discutir, a partir de
um olhar crítico, cauteloso e não negativista, as possibilidades de enfrentamento dos riscos a que a sociedade
está sujeita, de modo especial as crianças, por serem mais vulneráveis.
A fim de lidar com as fakes news e com a exposição de dados pessoais, a educação sustenta-se
como a melhor estratégia para estimular o pensamento dialógico e crítico e desenvolver competências em
letramento informacional. Kelley Gasque, pesquisadora do tema e professora da Universidade de Brasília
(UnB), define letramento informacional como o processo de desenvolvimento de competências para localizar,
selecionar, acessar, organizar, usar informação e gerar conhecimento, visando à tomada de decisão e à
resolução de problemas. Segundo a autora, o letramento informacional capacita os aprendizes para a busca
e o uso da informação de maneira eficiente e eficaz.
Uma das lições que a pandemia de covid-19 trouxe foi a iminência de serem desenvolvidas
competências informacionais para a sobrevivência no mundo hiperconectado. Para que isso ocorra, e não
será algo tempestivo, mas em longo prazo, o letramento informacional deve ser um conteúdo obrigatório nos
planos de curso desde a infância.
Com a inserção de questões como comportamento informacional, identificação de fontes confiáveis,
navegação segura, proteção de dados e informações pessoais, a criança em formação aprenderá um
verdadeiro protocolo para a navegação defensiva, ou seja, a navegar na internet, realizar buscas por
informações, flanar por páginas de sites diversos, fazer compras em lojas de e-comércio, participar de redes
sociais, ir a consultas remotas, pagar contas em bancos virtuais e fazer todo tipo de procedimento possível
através da rede.
Agindo com cautela, de maneira defensiva, a sociedade conseguirá ter mais liberdade para fazer
escolhas virtuais sem que, para isso, tenha de pagar o preço alto de ter sua vida exposta ou sua conta zerada
por algum hacker. A capacidade de agir com criticidade diante do bombardeio de informações a que somos
expostos diariamente é um dos alicerces do letramento informacional. Com esse objetivo, pretende-se que a
sociedade desenvolva uma postura reflexiva e crítica e seja incentivada, desde a idade escolar, a agir de
forma consciente de sua posição no mundo globalizado. Entretanto, há muito o que se fazer, em especial no
Brasil, para que o letramento informacional seja uma realidade para a população e consiga colher os frutos
almejados com o amadurecimento e a implementação da proposta.
As seduções das TICs são muitas e apelam para todos os sentidos — sobretudo o visual. Não só
palavras, mas também imagens são manipuladas para apresentar uma verdade forjada (lembram-se das
fadas?), cuja intenção é ludibriar e conservar o interesse de uma minoria cujos interesses são manter seu
domínio econômico e político.
O letramento informacional sustenta-se como uma das formações mais relevantes no momento, pois,
sem ele, vive-se à margem de tudo, das questões políticas, da defesa dos direitos, da proteção à própria vida,
da conservação da biodiversidade, entre outros temas relevantes dos quais ficará alijado. Nesse contexto, o
letramento informacional é, portanto, uma ferramenta para a cidadania, um instrumento que dota o ser da
CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO RIO GRANDE DO NORTE – CREA/RN
EDITAL Nº 001/2024
Concurso Público para o provimento de cargos de seu quadro de pessoal e para formação de cadastro de reserva – CREA/RN 3
capacidade de se nutrir da informação da melhor forma possível. Além disso, promove a construção do
conhecimento e exercita a indagação, o aprendizado e o posicionamento do ser no contexto em que vive.
Agir assim é ser protagonista da própria história, é exercer, em plenitude, a cidadania. O futuro está
traçado em bytes, megabytes, de forma que não é possível fugir da tecnologia, até porque ela traz inúmeras
vantagens e perspectivas interessantes para todas as áreas do conhecimento. O desafio é conviver com as
dicotomias da tecnologia, dotando-se de competências para reconhecer e, se não debelar, minimizar os
prejuízos.
Disponível em: . Acesso em: 04 abr. 2024. [texto adaptado]
Considere o período:
Hoje, com a internet, assistimos, quase que impotentes, à proliferação de notícias falsas e golpes de todo tipo.
O verbo desse período apresenta, nesse contexto linguístico,
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Letramento informacional: como sobreviver à internet
Fernanda Oliveto
Era 1917, duas meninas criativas e talentosas, Elsie e a prima Frances Griffiths, em Bradford,
Inglaterra, criaram uma fake news tão aparentemente real que chegaram a enganar o grande Arthur Conan
Doyle. Ele escreveu um livro sobre o caso (The coming of the fairies) e produziu artigos para revistas, entre
os quais Fairies photographed e Strand Magazine.
Tratava-se de fotos que registravam encontros das meninas com fadinhas encantadas. O caso ficou
conhecido como as Fadas de Cottingley. Apenas na década de 1980, o editor do British Journal of
Photography à época, Geoffrey Crawley, pôs fim à questão, provando que as fadas eram de papel e estavam
suspensas por fios.
Eis uma prova evidente do poder de manipulação da verdade. Nas mãos das primas inglesas, o caso
tomou ares pitorescos, até pela ingenuidade da invenção. Mas o que poderia ter acontecido se, em vez de
fadas, fosse algo menos lúdico, com viés acusatório, para prejuízo de alguém? Afinal, é relativamente fácil
modificar dados, maquiá-los e utilizá-los para finalidades diversas. Hoje, com a internet, assistimos, quase
que impotentes, à proliferação de notícias falsas e golpes de todo tipo.
A era da informação trouxe o progresso para vários setores mas também trouxe bruxas no lugar de
fadas. Diante do avanço das tecnologias de informação e comunicação (TICs), é preciso discutir, a partir de
um olhar crítico, cauteloso e não negativista, as possibilidades de enfrentamento dos riscos a que a sociedade
está sujeita, de modo especial as crianças, por serem mais vulneráveis.
A fim de lidar com as fakes news e com a exposição de dados pessoais, a educação sustenta-se
como a melhor estratégia para estimular o pensamento dialógico e crítico e desenvolver competências em
letramento informacional. Kelley Gasque, pesquisadora do tema e professora da Universidade de Brasília
(UnB), define letramento informacional como o processo de desenvolvimento de competências para localizar,
selecionar, acessar, organizar, usar informação e gerar conhecimento, visando à tomada de decisão e à
resolução de problemas. Segundo a autora, o letramento informacional capacita os aprendizes para a busca
e o uso da informação de maneira eficiente e eficaz.
Uma das lições que a pandemia de covid-19 trouxe foi a iminência de serem desenvolvidas
competências informacionais para a sobrevivência no mundo hiperconectado. Para que isso ocorra, e não
será algo tempestivo, mas em longo prazo, o letramento informacional deve ser um conteúdo obrigatório nos
planos de curso desde a infância.
Com a inserção de questões como comportamento informacional, identificação de fontes confiáveis,
navegação segura, proteção de dados e informações pessoais, a criança em formação aprenderá um
verdadeiro protocolo para a navegação defensiva, ou seja, a navegar na internet, realizar buscas por
informações, flanar por páginas de sites diversos, fazer compras em lojas de e-comércio, participar de redes
sociais, ir a consultas remotas, pagar contas em bancos virtuais e fazer todo tipo de procedimento possível
através da rede.
Agindo com cautela, de maneira defensiva, a sociedade conseguirá ter mais liberdade para fazer
escolhas virtuais sem que, para isso, tenha de pagar o preço alto de ter sua vida exposta ou sua conta zerada
por algum hacker. A capacidade de agir com criticidade diante do bombardeio de informações a que somos
expostos diariamente é um dos alicerces do letramento informacional. Com esse objetivo, pretende-se que a
sociedade desenvolva uma postura reflexiva e crítica e seja incentivada, desde a idade escolar, a agir de
forma consciente de sua posição no mundo globalizado. Entretanto, há muito o que se fazer, em especial no
Brasil, para que o letramento informacional seja uma realidade para a população e consiga colher os frutos
almejados com o amadurecimento e a implementação da proposta.
As seduções das TICs são muitas e apelam para todos os sentidos — sobretudo o visual. Não só
palavras, mas também imagens são manipuladas para apresentar uma verdade forjada (lembram-se das
fadas?), cuja intenção é ludibriar e conservar o interesse de uma minoria cujos interesses são manter seu
domínio econômico e político.
O letramento informacional sustenta-se como uma das formações mais relevantes no momento, pois,
sem ele, vive-se à margem de tudo, das questões políticas, da defesa dos direitos, da proteção à própria vida,
da conservação da biodiversidade, entre outros temas relevantes dos quais ficará alijado. Nesse contexto, o
letramento informacional é, portanto, uma ferramenta para a cidadania, um instrumento que dota o ser da
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capacidade de se nutrir da informação da melhor forma possível. Além disso, promove a construção do
conhecimento e exercita a indagação, o aprendizado e o posicionamento do ser no contexto em que vive.
Agir assim é ser protagonista da própria história, é exercer, em plenitude, a cidadania. O futuro está
traçado em bytes, megabytes, de forma que não é possível fugir da tecnologia, até porque ela traz inúmeras
vantagens e perspectivas interessantes para todas as áreas do conhecimento. O desafio é conviver com as
dicotomias da tecnologia, dotando-se de competências para reconhecer e, se não debelar, minimizar os
prejuízos.
Disponível em: . Acesso em: 04 abr. 2024. [texto adaptado]
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