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Foram encontradas 40 questões.

2162835 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: CREA-SC
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A questão se refere ao fragmento do conto “O Espelho”, de Machado de Assis, apresentado a seguir.

Tinha uma sensação inexplicável. Era como um defunto andando, um sonâmbulo, um boneco mecânico. Dormindo, era outra coisa. O sono dava-me alívio, não pela razão comum de ser irmão da morte, mas por outra. Acho que posso explicar assim esse fenômeno: — o sono, eliminando a necessidade de uma alma exterior, deixava atuar a alma interior. Nos sonhos, fardava-me, orgulhosamente, no meio da família e dos amigos, que me elogiavam o garbo, que me chamavam alferes; vinha um amigo de nossa casa, e prometia-me o posto de tenente, outro o de capitão ou major; e tudo isso fazia-me viver. Mas quando acordava, dia claro, esvaía-se com o sono a consciência do meu ser novo e único, — porque a alma interior perdia a ação exclusiva, e ficava dependente da outra, que teimava em não tornar...Não tornava. Eu saía fora, a um lado e outro, a ver se descobria algum sinal de regresso.

Acerca da colocação pronominal, leia as assertivas:

I. Em O sono dava-me alívio, tem-se um caso de mesóclise, pois o verbo está no futuro do presente.

II. Em que me elogiavam o garbo, tem-se um caso de próclise, pois há um pronome relativo que atrai o pronome.

III. Em esvaía-se com o sono, tem-se um caso de ênclise, sendo esta a posição normal do pronome, uma vez que, para que ocorra a próclise ou a mesóclise, é necessário haver justificativas.

Pode-se afirmar que:

 

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2162834 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: CREA-SC
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A questão se refere ao fragmento do conto “O Espelho”, de Machado de Assis, apresentado a seguir.

Tinha uma sensação inexplicável. Era como um defunto andando, um sonâmbulo, um boneco mecânico. Dormindo, era outra coisa. O sono dava-me alívio, não pela razão comum de ser irmão da morte, mas por outra. Acho que posso explicar assim esse fenômeno: — o sono, eliminando a necessidade de uma alma exterior, deixava atuar a alma interior. Nos sonhos, fardava-me, orgulhosamente, no meio da família e dos amigos, que me elogiavam o garbo, que me chamavam alferes; vinha um amigo de nossa casa, e prometia-me o posto de tenente, outro o de capitão ou major; e tudo isso fazia-me viver. Mas quando acordava, dia claro, esvaía-se com o sono a consciência do meu ser novo e único, — porque a alma interior perdia a ação exclusiva, e ficava dependente da outra, que teimava em não tornar...Não tornava. Eu saía fora, a um lado e outro, a ver se descobria algum sinal de regresso.

Considerando as vozes do verbo, em Nos sonhos, fardava-me, orgulhosamente, no meio da família e dos amigos, tem-se:
 

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2162833 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: CREA-SC
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A questão se refere ao fragmento do conto “O Espelho”, de Machado de Assis, apresentado a seguir.

Tinha uma sensação inexplicável. Era como um defunto andando, um sonâmbulo, um boneco mecânico. Dormindo, era outra coisa. O sono dava-me alívio, não pela razão comum de ser irmão da morte, mas por outra. Acho que posso explicar assim esse fenômeno: — o sono, eliminando a necessidade de uma alma exterior, deixava atuar a alma interior. Nos sonhos, fardava-me, orgulhosamente, no meio da família e dos amigos, que me elogiavam o garbo, que me chamavam alferes; vinha um amigo de nossa casa, e prometia-me o posto de tenente, outro o de capitão ou major; e tudo isso fazia-me viver. Mas quando acordava, dia claro, esvaía-se com o sono a consciência do meu ser novo e único, — porque a alma interior perdia a ação exclusiva, e ficava dependente da outra, que teimava em não tornar...Não tornava. Eu saía fora, a um lado e outro, a ver se descobria algum sinal de regresso.

Sobre a classe gramatical dos verbos, leia as assertivas:

I. Em Não tornava, o verbo está conjugado no pretérito imperfeito do indicativo.

II. Os verbos andando e explicar, considerando a forma nominal, estão, respectivamente, no gerúndio e no infinitivo.

III. O verbo perdia, quanto à transitividade, pode ser classificado como transitivo direto.

Pode-se afirmar que:

 

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2162832 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: IESES
Orgão: CREA-SC
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Uma mercadoria é vendida com margem de lucro de 25%. Qual seria o custo da mercadoria vendida sabendo-se que o preço de venda é de $ 160,00?
 

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2155719 Ano: 2022
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: CREA-SC
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Uma aplicação financeira de $ 1100,00 é realizada por um semestre a taxa de juros simples de 3% ao mês. Determine o valor dos juros aproximados obtidos nessa aplicação.
 

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2147740 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IESES
Orgão: CREA-SC
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Três pedreiros constroem uma casa em 15 dias. Se for acrescentado mais dois pedreiros a uma obra igual em quantos dias essa casa ficará pronta?
 

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2147738 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: CREA-SC
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A questão se refere ao fragmento do conto “O Espelho”, de Machado de Assis, apresentado a seguir.

Tinha uma sensação inexplicável. Era como um defunto andando, um sonâmbulo, um boneco mecânico. Dormindo, era outra coisa. O sono dava-me alívio, não pela razão comum de ser irmão da morte, mas por outra. Acho que posso explicar assim esse fenômeno: — o sono, eliminando a necessidade de uma alma exterior, deixava atuar a alma interior. Nos sonhos, fardava-me, orgulhosamente, no meio da família e dos amigos, que me elogiavam o garbo, que me chamavam alferes; vinha um amigo de nossa casa, e prometia-me o posto de tenente, outro o de capitão ou major; e tudo isso fazia-me viver. Mas quando acordava, dia claro, esvaía-se com o sono a consciência do meu ser novo e único, — porque a alma interior perdia a ação exclusiva, e ficava dependente da outra, que teimava em não tornar...Não tornava. Eu saía fora, a um lado e outro, a ver se descobria algum sinal de regresso.

Na frase Era como um defunto andando, um sonâmbulo, um boneco mecânico, as vírgulas foram empregadas para:
 

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2147737 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: IESES
Orgão: CREA-SC
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Qual é o resultado de 110 + (3 . 8 – 4 . 3) . 3 ?
 

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370127 Ano: 2022
Disciplina: Design Gráfico
Banca: IESES
Orgão: CREA-SC
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A roda de cores é uma ferramenta essencial para o design gráfico. Com ela é possível selecionar uma paleta de cores harmoniosa para a criação gráfica, com combinações que produzem o efeito especificado no projeto. A partir da roda, podem ser utilizados diversos métodos para selecionar um conjunto adequado de cores. Assinale a afirmativa que especifica corretamente o método indicado:
 

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370125 Ano: 2022
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IESES
Orgão: CREA-SC
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É certo afirmar:

I. Os direitos de autoria de um plano ou projeto de engenharia, arquitetura ou agronomia, respeitadas as relações contratuais expressas entre o autor e outros interessados, são do profissional que os elaborar, cabendo ao profissional que os tenha elaborado os prêmios ou distinções honoríficas concedidas a projetos, planos, obras ou serviços técnicos. As alterações do projeto ou plano original só poderão ser feitas pelo profissional que o tenha elaborado. Estando impedido ou recusando-se o autor do projeto ou plano original a prestar sua colaboração profissional, comprovada a solicitação, as alterações ou modificações deles poderão ser feitas por outro profissional habilitado, a quem caberá a responsabilidade pelo projeto ou plano modificado.

II. Enquanto durar a execução de obras, instalações e serviços de qualquer natureza, é obrigatória a colocação e manutenção de placas visíveis e legíveis ao público, contendo o nome do autor e coautores do projeto, em todos os seus aspectos técnicos e artísticos, assim como os dos responsáveis pela execução dos trabalhos, a desatenção a esta obrigação enseja abertura de procedimento de infração ético-disciplinar de competência do Conselho Federal.

III. Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo: a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços público ou privado reservados aos profissionais de que trata a lei 5194/66 e que não possua registro nos Conselhos Regionais; b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro; c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas; d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade.

IV. As qualificações de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo só podem ser acrescidas à denominação de pessoa jurídica desde que dentre seus sócios haja ao menos um profissional que possua tais títulos.

Analisando as proposições, pode-se afirmar:

 

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