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3885500 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CRECI-11
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Ler um grande livro é um privilégio. Ler um

livro ruim, porém inesquecível, é um trauma de elite.

E sim — há livros que ultrapassam a barreira do

aceitável e adentram um território misterioso, onde o

constrangimento se mistura ao fascínio. Você

continua virando as páginas não porque está preso à

trama, mas porque quer ver até onde o autor vai. E ele

vai. Vai longe. E, às vezes, leva você junto — amarrado,

confuso e murmurando baixinho: “isso não pode estar

acontecendo”.

Alguns desses livros são escritos por gente

brilhante. Outros, por gente bem-intencionada. Há

neles a tentativa sincera de dizer algo — e é

justamente aí que mora o perigo. Porque, quando a

intenção é maior que o talento, o resultado costuma

ser… memorável. E não da maneira que o autor

esperava.

O curioso é que essas leituras deixam marcas.

Não pela beleza — que, convenhamos, passa longe —

mas pela coragem. Há um tipo de audácia em

escrever frases como se o mundo fosse acabar no

parágrafo seguinte. Um tipo de heroísmo em insistir

numa metáfora esticada até o limite do bom senso. E

um certo tipo de genialidade involuntária em

acreditar que a literatura pode, de fato, salvar o leitor

— mesmo que ele não tenha pedido ajuda.

Claro, há momentos em que você quer jogar

o livro pela janela. Ou usá-lo como apoio para a mesa

bamba. Mas então surge uma imagem, uma frase, um

desvio de lógica tão absurdo que você ri. E segue.

Porque, no fundo, todo leitor tem um pouco de

masoquista. E todo livro ruim — mas honestamente

ruim — carrega o dom secreto de nos lembrar por que

os bons são tão raros. E tão preciosos.

No final, você não recomenda a leitura. Mas

também não esquece. E isso — de certo modo — já é

uma vitória literária.

Internet: https://www.revistabula.com (com adaptações).

No trecho “E não da maneira que o autor esperava” (linhas 16 e 17), o vocábulo “E” tem sentido

 

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3885499 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CRECI-11
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Ler um grande livro é um privilégio. Ler um

livro ruim, porém inesquecível, é um trauma de elite.

E sim — há livros que ultrapassam a barreira do

aceitável e adentram um território misterioso, onde o

constrangimento se mistura ao fascínio. Você

continua virando as páginas não porque está preso à

trama, mas porque quer ver até onde o autor vai. E ele

vai. Vai longe. E, às vezes, leva você junto — amarrado,

confuso e murmurando baixinho: “isso não pode estar

acontecendo”.

Alguns desses livros são escritos por gente

brilhante. Outros, por gente bem-intencionada. Há

neles a tentativa sincera de dizer algo — e é

justamente aí que mora o perigo. Porque, quando a

intenção é maior que o talento, o resultado costuma

ser… memorável. E não da maneira que o autor

esperava.

O curioso é que essas leituras deixam marcas.

Não pela beleza — que, convenhamos, passa longe —

mas pela coragem. Há um tipo de audácia em

escrever frases como se o mundo fosse acabar no

parágrafo seguinte. Um tipo de heroísmo em insistir

numa metáfora esticada até o limite do bom senso. E

um certo tipo de genialidade involuntária em

acreditar que a literatura pode, de fato, salvar o leitor

— mesmo que ele não tenha pedido ajuda.

Claro, há momentos em que você quer jogar

o livro pela janela. Ou usá-lo como apoio para a mesa

bamba. Mas então surge uma imagem, uma frase, um

desvio de lógica tão absurdo que você ri. E segue.

Porque, no fundo, todo leitor tem um pouco de

masoquista. E todo livro ruim — mas honestamente

ruim — carrega o dom secreto de nos lembrar por que

os bons são tão raros. E tão preciosos.

No final, você não recomenda a leitura. Mas

também não esquece. E isso — de certo modo — já é

uma vitória literária.

Internet: https://www.revistabula.com (com adaptações).

Na afirmação “o resultado costuma ser… memorável” (linhas 15 e 16), o autor expressa

 

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3885498 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CRECI-11
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Ler um grande livro é um privilégio. Ler um

livro ruim, porém inesquecível, é um trauma de elite.

E sim — há livros que ultrapassam a barreira do

aceitável e adentram um território misterioso, onde o

constrangimento se mistura ao fascínio. Você

continua virando as páginas não porque está preso à

trama, mas porque quer ver até onde o autor vai. E ele

vai. Vai longe. E, às vezes, leva você junto — amarrado,

confuso e murmurando baixinho: “isso não pode estar

acontecendo”.

Alguns desses livros são escritos por gente

brilhante. Outros, por gente bem-intencionada. Há

neles a tentativa sincera de dizer algo — e é

justamente aí que mora o perigo. Porque, quando a

intenção é maior que o talento, o resultado costuma

ser… memorável. E não da maneira que o autor

esperava.

O curioso é que essas leituras deixam marcas.

Não pela beleza — que, convenhamos, passa longe —

mas pela coragem. Há um tipo de audácia em

escrever frases como se o mundo fosse acabar no

parágrafo seguinte. Um tipo de heroísmo em insistir

numa metáfora esticada até o limite do bom senso. E

um certo tipo de genialidade involuntária em

acreditar que a literatura pode, de fato, salvar o leitor

— mesmo que ele não tenha pedido ajuda.

Claro, há momentos em que você quer jogar

o livro pela janela. Ou usá-lo como apoio para a mesa

bamba. Mas então surge uma imagem, uma frase, um

desvio de lógica tão absurdo que você ri. E segue.

Porque, no fundo, todo leitor tem um pouco de

masoquista. E todo livro ruim — mas honestamente

ruim — carrega o dom secreto de nos lembrar por que

os bons são tão raros. E tão preciosos.

No final, você não recomenda a leitura. Mas

também não esquece. E isso — de certo modo — já é

uma vitória literária.

Internet: https://www.revistabula.com (com adaptações).

O vocábulo “aí” (linha 14) remete a

 

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3885497 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CRECI-11
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Ler um grande livro é um privilégio. Ler um

livro ruim, porém inesquecível, é um trauma de elite.

E sim — há livros que ultrapassam a barreira do

aceitável e adentram um território misterioso, onde o

constrangimento se mistura ao fascínio. Você

continua virando as páginas não porque está preso à

trama, mas porque quer ver até onde o autor vai. E ele

vai. Vai longe. E, às vezes, leva você junto — amarrado,

confuso e murmurando baixinho: “isso não pode estar

acontecendo”.

Alguns desses livros são escritos por gente

brilhante. Outros, por gente bem-intencionada. Há

neles a tentativa sincera de dizer algo — e é

justamente aí que mora o perigo. Porque, quando a

intenção é maior que o talento, o resultado costuma

ser… memorável. E não da maneira que o autor

esperava.

O curioso é que essas leituras deixam marcas.

Não pela beleza — que, convenhamos, passa longe —

mas pela coragem. Há um tipo de audácia em

escrever frases como se o mundo fosse acabar no

parágrafo seguinte. Um tipo de heroísmo em insistir

numa metáfora esticada até o limite do bom senso. E

um certo tipo de genialidade involuntária em

acreditar que a literatura pode, de fato, salvar o leitor

— mesmo que ele não tenha pedido ajuda.

Claro, há momentos em que você quer jogar

o livro pela janela. Ou usá-lo como apoio para a mesa

bamba. Mas então surge uma imagem, uma frase, um

desvio de lógica tão absurdo que você ri. E segue.

Porque, no fundo, todo leitor tem um pouco de

masoquista. E todo livro ruim — mas honestamente

ruim — carrega o dom secreto de nos lembrar por que

os bons são tão raros. E tão preciosos.

No final, você não recomenda a leitura. Mas

também não esquece. E isso — de certo modo — já é

uma vitória literária.

Internet: https://www.revistabula.com (com adaptações).

A vírgula seguinte ao termo “Outros” (linha 12) tem o papel de

 

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3885496 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CRECI-11
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Ler um grande livro é um privilégio. Ler um

livro ruim, porém inesquecível, é um trauma de elite.

E sim — há livros que ultrapassam a barreira do

aceitável e adentram um território misterioso, onde o

constrangimento se mistura ao fascínio. Você

continua virando as páginas não porque está preso à

trama, mas porque quer ver até onde o autor vai. E ele

vai. Vai longe. E, às vezes, leva você junto — amarrado,

confuso e murmurando baixinho: “isso não pode estar

acontecendo”.

Alguns desses livros são escritos por gente

brilhante. Outros, por gente bem-intencionada. Há

neles a tentativa sincera de dizer algo — e é

justamente aí que mora o perigo. Porque, quando a

intenção é maior que o talento, o resultado costuma

ser… memorável. E não da maneira que o autor

esperava.

O curioso é que essas leituras deixam marcas.

Não pela beleza — que, convenhamos, passa longe —

mas pela coragem. Há um tipo de audácia em

escrever frases como se o mundo fosse acabar no

parágrafo seguinte. Um tipo de heroísmo em insistir

numa metáfora esticada até o limite do bom senso. E

um certo tipo de genialidade involuntária em

acreditar que a literatura pode, de fato, salvar o leitor

— mesmo que ele não tenha pedido ajuda.

Claro, há momentos em que você quer jogar

o livro pela janela. Ou usá-lo como apoio para a mesa

bamba. Mas então surge uma imagem, uma frase, um

desvio de lógica tão absurdo que você ri. E segue.

Porque, no fundo, todo leitor tem um pouco de

masoquista. E todo livro ruim — mas honestamente

ruim — carrega o dom secreto de nos lembrar por que

os bons são tão raros. E tão preciosos.

No final, você não recomenda a leitura. Mas

também não esquece. E isso — de certo modo — já é

uma vitória literária.

Internet: https://www.revistabula.com (com adaptações).

Assinale a alternativa em que é apresentada uma reescrita gramaticalmente correta, conforme a norma padrão da língua portuguesa, para o seguinte trecho do texto, sem prejudicar a coerência textual: “leva você junto” (linha 8).

 

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3885495 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CRECI-11
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livro ruim, porém inesquecível, é um trauma de elite.

E sim — há livros que ultrapassam a barreira do

aceitável e adentram um território misterioso, onde o

constrangimento se mistura ao fascínio. Você

continua virando as páginas não porque está preso à

trama, mas porque quer ver até onde o autor vai. E ele

vai. Vai longe. E, às vezes, leva você junto — amarrado,

confuso e murmurando baixinho: “isso não pode estar

acontecendo”.

Alguns desses livros são escritos por gente

brilhante. Outros, por gente bem-intencionada. Há

neles a tentativa sincera de dizer algo — e é

justamente aí que mora o perigo. Porque, quando a

intenção é maior que o talento, o resultado costuma

ser… memorável. E não da maneira que o autor

esperava.

O curioso é que essas leituras deixam marcas.

Não pela beleza — que, convenhamos, passa longe —

mas pela coragem. Há um tipo de audácia em

escrever frases como se o mundo fosse acabar no

parágrafo seguinte. Um tipo de heroísmo em insistir

numa metáfora esticada até o limite do bom senso. E

um certo tipo de genialidade involuntária em

acreditar que a literatura pode, de fato, salvar o leitor

— mesmo que ele não tenha pedido ajuda.

Claro, há momentos em que você quer jogar

o livro pela janela. Ou usá-lo como apoio para a mesa

bamba. Mas então surge uma imagem, uma frase, um

desvio de lógica tão absurdo que você ri. E segue.

Porque, no fundo, todo leitor tem um pouco de

masoquista. E todo livro ruim — mas honestamente

ruim — carrega o dom secreto de nos lembrar por que

os bons são tão raros. E tão preciosos.

No final, você não recomenda a leitura. Mas

também não esquece. E isso — de certo modo — já é

uma vitória literária.

Internet: https://www.revistabula.com (com adaptações).

Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita gramaticalmente correta e com o mesmo sentido do seguinte trecho do texto: “Ler um livro ruim, porém inesquecível, é um trauma de elite.” (linhas 1 e 2).

 

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3885494 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CRECI-11
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Ler um grande livro é um privilégio. Ler um

livro ruim, porém inesquecível, é um trauma de elite.

E sim — há livros que ultrapassam a barreira do

aceitável e adentram um território misterioso, onde o

constrangimento se mistura ao fascínio. Você

continua virando as páginas não porque está preso à

trama, mas porque quer ver até onde o autor vai. E ele

vai. Vai longe. E, às vezes, leva você junto — amarrado,

confuso e murmurando baixinho: “isso não pode estar

acontecendo”.

Alguns desses livros são escritos por gente

brilhante. Outros, por gente bem-intencionada. Há

neles a tentativa sincera de dizer algo — e é

justamente aí que mora o perigo. Porque, quando a

intenção é maior que o talento, o resultado costuma

ser… memorável. E não da maneira que o autor

esperava.

O curioso é que essas leituras deixam marcas.

Não pela beleza — que, convenhamos, passa longe —

mas pela coragem. Há um tipo de audácia em

escrever frases como se o mundo fosse acabar no

parágrafo seguinte. Um tipo de heroísmo em insistir

numa metáfora esticada até o limite do bom senso. E

um certo tipo de genialidade involuntária em

acreditar que a literatura pode, de fato, salvar o leitor

— mesmo que ele não tenha pedido ajuda.

Claro, há momentos em que você quer jogar

o livro pela janela. Ou usá-lo como apoio para a mesa

bamba. Mas então surge uma imagem, uma frase, um

desvio de lógica tão absurdo que você ri. E segue.

Porque, no fundo, todo leitor tem um pouco de

masoquista. E todo livro ruim — mas honestamente

ruim — carrega o dom secreto de nos lembrar por que

os bons são tão raros. E tão preciosos.

No final, você não recomenda a leitura. Mas

também não esquece. E isso — de certo modo — já é

uma vitória literária.

Internet: https://www.revistabula.com (com adaptações).

O texto apresentado dedica-se principalmente a

 

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3768583 Ano: 2025
Disciplina: TI - Ciência de Dados e BI
Banca: Ibest
Orgão: CRECI-11
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Assinale a alternativa que contém a função e o papel de um Data Lake dentro da arquitetura de dados corporativa.

 

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3768582 Ano: 2025
Disciplina: TI - Ciência de Dados e BI
Banca: Ibest
Orgão: CRECI-11
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Os chatbots têm sido amplamente utilizados em serviços automatizados de atendimento ao cliente, sistemas de suporte e interfaces conversacionais. Há diferentes abordagens de implementação, como bots baseados em regras, NLP e modelos de linguagem. Assinale a alternativa correta em relação aos chatbots.

 

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Assinale a alternativa que apresenta princípio(s) ou valor(es) que deve(m) nortear a atuação ética do servidor público no exercício de suas funções.

 

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