Foram encontradas 120 questões.
Texto para o item.
Brasileiros desconhecem países que falam português
Há 30 anos, foi criada a Comunidade dos Países
de Língua Portuguesa (CPLP). A organização internacional,
agora com nove países integrantes, tem como missão
usar o idioma comum para aproximar os países-membros,
incentivar a cooperação, aumentar a inserção mundial e
beneficiar suas populações.
Apesar das três décadas de existência, só agora
se fez, pela primeira vez, uma ampla pesquisa de opinião
abrangendo os países da CPLP. Trata-se do Barômetro
da Lusofonia, que ouviu 5,7 mil pessoas em oito dos
países-membros.
O levantamento revelou que, embora os países
de língua portuguesa estejam espalhados por quatro
continentes, não façam fronteira entre si e estejam
em diferentes níveis de desenvolvimento humano, os
problemas que suas populações enxergam, em seus
territórios, são muito parecidos.
O Barômetro identificou que, de forma
geral, os países que falam português conhecem
consideravelmente bem uns aos outros. A exceção é
o Brasil. Segundo o Barômetro, não se trata apenas
de desconhecimento – também há desinteresse e
distanciamento. Dos entrevistados brasileiros, 38% afirmam
não ter nenhuma curiosidade por manifestações culturais
de outras nações de língua portuguesa.
Virgílio Arraes, da UnB, explica que, se conhecesse
melhor os países lusófonos da África, o Brasil passaria a
compreender, com mais profundidade, sua própria história,
já que a maior parte da população é negra e a escravidão
de origem africana foi, por muito tempo, a base da
economia brasileira. Ele ainda avalia que o isolamento é um
“contrassenso”, pois o Brasil é o maior país da CPLP e, como
tal, deveria ser o condutor do processo de integração. Para
ele, trata-se de uma falha estrutural do país.
O Brasil precisa avançar no reconhecimento de
diplomas, ampliar a cooperação entre universidades,
incentivar pesquisas conjuntas e abrir mais espaço para
empresas dentro da comunidade. Também é essencial
conhecer melhor a produção cultural e científica dos demais
países. Essa troca vai além da cultura e envolve pesquisa,
formação de profissionais, inovação e experiências em
áreas como saúde, educação e agricultura. Quanto mais
os países trabalharem juntos, maior será o aprendizado
coletivo. Afinal, já existe um recurso poderoso que facilita
essa integração: a língua portuguesa.
Internet: <www12.senado.leg.br> (com adaptações).
Com base nos dados apresentados no texto, infere-se que uma parcela superior a um terço dos entrevistados brasileiros declara não ter curiosidade por manifestações culturais provenientes de outros países que têm o português como língua oficial.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaEmprego do Hífen
Texto para o item.
Brasileiros desconhecem países que falam português
Há 30 anos, foi criada a Comunidade dos Países
de Língua Portuguesa (CPLP). A organização internacional,
agora com nove países integrantes, tem como missão
usar o idioma comum para aproximar os países-membros,
incentivar a cooperação, aumentar a inserção mundial e
beneficiar suas populações.
Apesar das três décadas de existência, só agora
se fez, pela primeira vez, uma ampla pesquisa de opinião
abrangendo os países da CPLP. Trata-se do Barômetro
da Lusofonia, que ouviu 5,7 mil pessoas em oito dos
países-membros.
O levantamento revelou que, embora os países
de língua portuguesa estejam espalhados por quatro
continentes, não façam fronteira entre si e estejam
em diferentes níveis de desenvolvimento humano, os
problemas que suas populações enxergam, em seus
territórios, são muito parecidos.
O Barômetro identificou que, de forma
geral, os países que falam português conhecem
consideravelmente bem uns aos outros. A exceção é
o Brasil. Segundo o Barômetro, não se trata apenas
de desconhecimento – também há desinteresse e
distanciamento. Dos entrevistados brasileiros, 38% afirmam
não ter nenhuma curiosidade por manifestações culturais
de outras nações de língua portuguesa.
Virgílio Arraes, da UnB, explica que, se conhecesse
melhor os países lusófonos da África, o Brasil passaria a
compreender, com mais profundidade, sua própria história,
já que a maior parte da população é negra e a escravidão
de origem africana foi, por muito tempo, a base da
economia brasileira. Ele ainda avalia que o isolamento é um
“contrassenso”, pois o Brasil é o maior país da CPLP e, como
tal, deveria ser o condutor do processo de integração. Para
ele, trata-se de uma falha estrutural do país.
O Brasil precisa avançar no reconhecimento de
diplomas, ampliar a cooperação entre universidades,
incentivar pesquisas conjuntas e abrir mais espaço para
empresas dentro da comunidade. Também é essencial
conhecer melhor a produção cultural e científica dos demais
países. Essa troca vai além da cultura e envolve pesquisa,
formação de profissionais, inovação e experiências em
áreas como saúde, educação e agricultura. Quanto mais
os países trabalharem juntos, maior será o aprendizado
coletivo. Afinal, já existe um recurso poderoso que facilita
essa integração: a língua portuguesa.
Internet: <www12.senado.leg.br> (com adaptações).
Considerando o que dispõe o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa vigente, os vocábulos “contrassenso”, “Lusofonia” e “países-membros” foram empregados no texto em estrita conformidade com as regras ortográficas.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para o item.
Tecnologia sem regulação, ética e privacidade
pode expor usuários a riscos graves
Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é
essencial para garantir que a inovação respeite direitos
fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia.
O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios
éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar
desigualdades, manipular comportamentos e expor
usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o
desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos,
como privacidade, segurança e autonomia dos usuários,
porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver
mais força bate mais e quem for menor simplesmente
se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma
abordagem que priorize a privacidade, pois começa
por ela”.
Para o docente, leis como a Lei Geral de
Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais,
mas precisam ser acompanhadas de educação digital
para que as pessoas saibam se proteger e usar as
ferramentas com consciência. As empresas devem assumir
a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e
adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As
pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e
de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso
saber proteger suas informações, reconhecer tentativas
de golpe (principalmente de forma on-line) e entender as
configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
A inteligência artificial (IA), assim como qualquer
ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para
o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar
transparência e colocar o ser humano no centro das
decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é
avanço – é perigo.
Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).
No trecho “A inteligência artificial (IA), assim como qualquer ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para o mal”, os vocábulos “bem” e “mal.” exercem, no período, o papel de adjetivos, caracterizando os efeitos da aplicação tecnológica.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para o item.
Tecnologia sem regulação, ética e privacidade
pode expor usuários a riscos graves
Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é
essencial para garantir que a inovação respeite direitos
fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia.
O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios
éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar
desigualdades, manipular comportamentos e expor
usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o
desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos,
como privacidade, segurança e autonomia dos usuários,
porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver
mais força bate mais e quem for menor simplesmente
se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma
abordagem que priorize a privacidade, pois começa
por ela”.
Para o docente, leis como a Lei Geral de
Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais,
mas precisam ser acompanhadas de educação digital
para que as pessoas saibam se proteger e usar as
ferramentas com consciência. As empresas devem assumir
a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e
adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As
pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e
de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso
saber proteger suas informações, reconhecer tentativas
de golpe (principalmente de forma on-line) e entender as
configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
A inteligência artificial (IA), assim como qualquer
ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para
o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar
transparência e colocar o ser humano no centro das
decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é
avanço – é perigo.
Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).
Considerando o emprego das palavras e a adequação vocabular no texto, a forma verbal utilizada no segmento “salienta Radfahrer” funciona como um verbo de elocução empregado como sinônimo perfeito de ratifica.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para o item.
Tecnologia sem regulação, ética e privacidade
pode expor usuários a riscos graves
Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é
essencial para garantir que a inovação respeite direitos
fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia.
O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios
éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar
desigualdades, manipular comportamentos e expor
usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o
desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos,
como privacidade, segurança e autonomia dos usuários,
porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver
mais força bate mais e quem for menor simplesmente
se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma
abordagem que priorize a privacidade, pois começa
por ela”.
Para o docente, leis como a Lei Geral de
Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais,
mas precisam ser acompanhadas de educação digital
para que as pessoas saibam se proteger e usar as
ferramentas com consciência. As empresas devem assumir
a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e
adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As
pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e
de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso
saber proteger suas informações, reconhecer tentativas
de golpe (principalmente de forma on-line) e entender as
configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
A inteligência artificial (IA), assim como qualquer
ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para
o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar
transparência e colocar o ser humano no centro das
decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é
avanço – é perigo.
Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).
A correção gramatical seria mantida caso o trecho “sem princípios éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar desigualdades, manipular comportamentos e expor usuários a riscos graves.” fosse reescrito da seguinte maneira: caso não haja princípios éticos nem regulação adequada, a tecnologia poderá reforçar desigualdades, manipular comportamentos e expor usuários a riscos graves.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para o item.
Tecnologia sem regulação, ética e privacidade
pode expor usuários a riscos graves
Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é
essencial para garantir que a inovação respeite direitos
fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia.
O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios
éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar
desigualdades, manipular comportamentos e expor
usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o
desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos,
como privacidade, segurança e autonomia dos usuários,
porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver
mais força bate mais e quem for menor simplesmente
se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma
abordagem que priorize a privacidade, pois começa
por ela”.
Para o docente, leis como a Lei Geral de
Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais,
mas precisam ser acompanhadas de educação digital
para que as pessoas saibam se proteger e usar as
ferramentas com consciência. As empresas devem assumir
a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e
adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As
pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e
de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso
saber proteger suas informações, reconhecer tentativas
de golpe (principalmente de forma on-line) e entender as
configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
A inteligência artificial (IA), assim como qualquer
ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para
o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar
transparência e colocar o ser humano no centro das
decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é
avanço – é perigo.
Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).
No trecho “Afinal, tecnologia sem ética não é avanço – é perigo.”, o travessão poderia ser substituído, sem prejuízo para a correção gramatical e para a coerência do texto, pela conjunção adversativa “mas” antecedida de uma vírgula, escrevendo-se: Afinal, tecnologia sem ética não é avanço, mas perigo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para o item.
Tecnologia sem regulação, ética e privacidade
pode expor usuários a riscos graves
Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é
essencial para garantir que a inovação respeite direitos
fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia.
O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios
éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar
desigualdades, manipular comportamentos e expor
usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o
desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos,
como privacidade, segurança e autonomia dos usuários,
porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver
mais força bate mais e quem for menor simplesmente
se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma
abordagem que priorize a privacidade, pois começa
por ela”.
Para o docente, leis como a Lei Geral de
Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais,
mas precisam ser acompanhadas de educação digital
para que as pessoas saibam se proteger e usar as
ferramentas com consciência. As empresas devem assumir
a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e
adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As
pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e
de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso
saber proteger suas informações, reconhecer tentativas
de golpe (principalmente de forma on-line) e entender as
configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
A inteligência artificial (IA), assim como qualquer
ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para
o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar
transparência e colocar o ser humano no centro das
decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é
avanço – é perigo.
Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).
Em “Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é essencial”, a oração que atua como sujeito da forma verbal “é” apresenta um núcleo representado pelo substantivo “ética”.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Texto para o item.
Tecnologia sem regulação, ética e privacidade
pode expor usuários a riscos graves
Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é
essencial para garantir que a inovação respeite direitos
fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia.
O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios
éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar
desigualdades, manipular comportamentos e expor
usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o
desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos,
como privacidade, segurança e autonomia dos usuários,
porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver
mais força bate mais e quem for menor simplesmente
se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma
abordagem que priorize a privacidade, pois começa
por ela”.
Para o docente, leis como a Lei Geral de
Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais,
mas precisam ser acompanhadas de educação digital
para que as pessoas saibam se proteger e usar as
ferramentas com consciência. As empresas devem assumir
a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e
adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As
pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e
de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso
saber proteger suas informações, reconhecer tentativas
de golpe (principalmente de forma on-line) e entender as
configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
A inteligência artificial (IA), assim como qualquer
ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para
o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar
transparência e colocar o ser humano no centro das
decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é
avanço – é perigo.
Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).
Na oração “vira uma lei da selva”, o segmento é empregado em sentido conotativo, constituindo uma metáfora para figurar um cenário de desordem e prevalência do mais forte na ausência de regulamentação tecnológica.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para o item.
Tecnologia sem regulação, ética e privacidade
pode expor usuários a riscos graves
Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é
essencial para garantir que a inovação respeite direitos
fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia.
O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios
éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar
desigualdades, manipular comportamentos e expor
usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o
desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos,
como privacidade, segurança e autonomia dos usuários,
porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver
mais força bate mais e quem for menor simplesmente
se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma
abordagem que priorize a privacidade, pois começa
por ela”.
Para o docente, leis como a Lei Geral de
Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais,
mas precisam ser acompanhadas de educação digital
para que as pessoas saibam se proteger e usar as
ferramentas com consciência. As empresas devem assumir
a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e
adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As
pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e
de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso
saber proteger suas informações, reconhecer tentativas
de golpe (principalmente de forma on-line) e entender as
configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
A inteligência artificial (IA), assim como qualquer
ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para
o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar
transparência e colocar o ser humano no centro das
decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é
avanço – é perigo.
Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).
No fragmento “expor usuários a riscos graves”, o emprego do sinal indicativo de crase no vocábulo “a” seria obrigatório caso o substantivo “riscos” fosse substituído pelo termo equivalente ameaças, escrevendo-se expor usuários à ameaças graves.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto para o item.
Tecnologia sem regulação, ética e privacidade
pode expor usuários a riscos graves
Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é
essencial para garantir que a inovação respeite direitos
fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia.
O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios
éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar
desigualdades, manipular comportamentos e expor
usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o
desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos,
como privacidade, segurança e autonomia dos usuários,
porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver
mais força bate mais e quem for menor simplesmente
se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma
abordagem que priorize a privacidade, pois começa
por ela”.
Para o docente, leis como a Lei Geral de
Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais,
mas precisam ser acompanhadas de educação digital
para que as pessoas saibam se proteger e usar as
ferramentas com consciência. As empresas devem assumir
a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e
adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As
pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e
de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso
saber proteger suas informações, reconhecer tentativas
de golpe (principalmente de forma on-line) e entender as
configurações de privacidade”, salienta Radfahrer.
A inteligência artificial (IA), assim como qualquer
ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para
o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar
transparência e colocar o ser humano no centro das
decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é
avanço – é perigo.
Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).
No trecho “cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar transparência e colocar o ser humano no centro das decisões tecnológicas.”, a forma verbal “cabe” é transitiva direta e indireta, pois exige, simultaneamente, um objeto direto e um objeto indireto.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container