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4243788 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-9
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Fortaleça sua voz: Dia Mundial e Nacional da Voz
        O Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril, teve início, no Brasil, em 1999 como uma data comemorativa em âmbito nacional, resultado de uma iniciativa mista de médicos, fonoaudiólogos e professores de canto.
        A campanha anual tem como principais objetivos aumentar a conscientização pública sobre a importância da voz e alertar sobre os problemas vocais. A voz é o som que acompanha os indivíduos em todas as fases da vida, desde o nascimento, por meio do choro.
        Ao longo do tempo, a voz se modifica naturalmente, pois acontecem mudanças na frequência fundamental, que é o número de vezes por segundo em que as pregas vocais vibram. Essas alterações ocorrem em virtude das transformações da maturação e do envelhecimento das estruturas responsáveis pela produção vocal.
        Por meio da voz, revelam-se diversas características individuais que possibilitam identificar e reconhecer pessoas, suas emoções, sua personalidade, sua intenção e até mesmo suas características físicas. Ela é considerada “o tato a distância”, sendo, muitas vezes, descrita como aveludada, áspera, crepitante, macia, brilhante, colorida, metálica, entre outras qualidades.
        A voz é a principal ferramenta de comunicação e o instrumento de trabalho para muitos profissionais. Apesar de exercer um importante papel no dia a dia, nem sempre recebe a atenção e os cuidados adequados.
Atos como gritar, falar em excesso, pigarrear e não se hidratar são alguns comportamentos que prejudicam a capacidade vocal. Sintomas de alteração vocal, como cansaço, ardor ou dor ao falar, falhas na voz, mudança de tom, pigarro e rouquidão que durem mais de duas ou três semanas, merecem ser avaliados por um profissional de saúde.
        Estima-se que em torno de 20% da população apresente algum tipo de alteração nas pregas vocais, a maior parte benigna e de fácil solução clínica ou cirúrgica. Os problemas benignos mais comuns são nódulos, pólipos, cistos vocais e edemas.
        No Brasil, o Dia Nacional da Voz foi instituído oficialmente pela Lei nº 11.704/2008. Em alusão à data, a Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa) promove a campanha anual Amigos da Voz, que, em 2025, completou 20 anos, trazendo como tema “Sua Voz Informa”, cujo objetivo foi enfatizar o papel fundamental da voz na comunicação humana e nas interações cotidianas.
Internet:<bvsms.saude.gov.br>  (com adaptações).

Acerca do texto e de seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

O trecho “Apesar de exercer um importante papel no dia a dia, nem sempre recebe a atenção e os cuidados adequados” poderia ser reescrito, com preservação do sentido original e da correção gramatical, da seguinte forma: Conquanto exerça um importante papel no dia a dia, nem sempre recebe a atenção e os cuidados adequados.

 

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4243787 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-9
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Fortaleça sua voz: Dia Mundial e Nacional da Voz
        O Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril, teve início, no Brasil, em 1999 como uma data comemorativa em âmbito nacional, resultado de uma iniciativa mista de médicos, fonoaudiólogos e professores de canto.
        A campanha anual tem como principais objetivos aumentar a conscientização pública sobre a importância da voz e alertar sobre os problemas vocais. A voz é o som que acompanha os indivíduos em todas as fases da vida, desde o nascimento, por meio do choro.
        Ao longo do tempo, a voz se modifica naturalmente, pois acontecem mudanças na frequência fundamental, que é o número de vezes por segundo em que as pregas vocais vibram. Essas alterações ocorrem em virtude das transformações da maturação e do envelhecimento das estruturas responsáveis pela produção vocal.
        Por meio da voz, revelam-se diversas características individuais que possibilitam identificar e reconhecer pessoas, suas emoções, sua personalidade, sua intenção e até mesmo suas características físicas. Ela é considerada “o tato a distância”, sendo, muitas vezes, descrita como aveludada, áspera, crepitante, macia, brilhante, colorida, metálica, entre outras qualidades.
        A voz é a principal ferramenta de comunicação e o instrumento de trabalho para muitos profissionais. Apesar de exercer um importante papel no dia a dia, nem sempre recebe a atenção e os cuidados adequados.
Atos como gritar, falar em excesso, pigarrear e não se hidratar são alguns comportamentos que prejudicam a capacidade vocal. Sintomas de alteração vocal, como cansaço, ardor ou dor ao falar, falhas na voz, mudança de tom, pigarro e rouquidão que durem mais de duas ou três semanas, merecem ser avaliados por um profissional de saúde.
        Estima-se que em torno de 20% da população apresente algum tipo de alteração nas pregas vocais, a maior parte benigna e de fácil solução clínica ou cirúrgica. Os problemas benignos mais comuns são nódulos, pólipos, cistos vocais e edemas.
        No Brasil, o Dia Nacional da Voz foi instituído oficialmente pela Lei nº 11.704/2008. Em alusão à data, a Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa) promove a campanha anual Amigos da Voz, que, em 2025, completou 20 anos, trazendo como tema “Sua Voz Informa”, cujo objetivo foi enfatizar o papel fundamental da voz na comunicação humana e nas interações cotidianas.
Internet:<bvsms.saude.gov.br>  (com adaptações).

Acerca do texto e de seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No fragmento “Ela é considerada ‘o tato a distância’”, a expressão “o tato a distância” constitui uma metonímia, pois transfere para a voz uma propriedade do sentido do tato, estabelecendo relação de proximidade entre eles.

 

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4243786 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-9
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Fonoaudiologia está entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA
        Em meio ao avanço acelerado da inteligência artificial em diferentes áreas da saúde, um levantamento da ISE Business School chama a atenção para um ponto fora da curva: a fonoaudiologia figura entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA. O motivo vai além da técnica e passa, sobretudo, pela natureza humana do cuidado envolvido no desenvolvimento da comunicação ao longo da vida.
        Para a fonoaudióloga Christiane Nicodemo, a explicação está na própria origem da linguagem. “A comunicação humana não nasce do digital. Ela se constrói a partir do vínculo, do toque e da escuta. É um processo analógico, relacional e afetivo – algo que nenhuma tecnologia consegue reproduzir integralmente”, afirma.
        Esse conjunto de estímulos – sensoriais, motores, emocionais e afetivos – forma a base da cognição e da linguagem. “É nesse cuidado inicial em que se estrutura o hardware humano da comunicação. O digital pode funcionar como um software complementar, mas nunca substituir essa base relacional”, destaca Christiane.
        Apesar disso, a fonoaudióloga reforça que a IA tem papel importante quando bem aplicada. “Hoje contamos com dispositivos cada vez mais sofisticados para a avaliação auditiva, reabilitação, estímulos cognitivos e terapias assistidas. A tecnologia amplia possibilidades, favorece a neuroplasticidade e pode acelerar resultados”, afirma.
        O ponto central, segundo ela, está no discernimento. “A IA não substitui o fonoaudiólogo. Ela complementa o cuidado quando utilizada no momento adequado, com indicação correta e interpretação clínica qualificada. Para isso, é indispensável um profissional atualizado, capaz de integrar a tecnologia sem perder a dimensão humana do atendimento.”.
        Para a especialista, confiar exclusivamente em soluções tecnológicas pode gerar lacunas importantes. “Quando o cuidado com comunicação, voz e audição não é conduzido por um fonoaudiólogo, perdem-se a escuta sensível, a adaptação às necessidades individuais e a compreensão do contexto emocional e social do paciente.”.
        Em um mundo cada vez mais mediado por telas, automações e respostas rápidas, esse aspecto tende a se tornar ainda mais relevante. “O cuidar exige tempo, gentileza, presença e vínculo. A tecnologia pode apoiar, mas não substituir essa relação. Por isso, a fonoaudiologia segue essencial e insubstituível.”.
Internet:<hospitalpaulista.com.br>  (com adaptações).

Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No trecho “Quando o cuidado com comunicação, voz e audição não é conduzido por um fonoaudiólogo”, a substituição de “é conduzido” por fosse conduzido preservaria o sentido original do período.

 

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4243785 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-9
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Fonoaudiologia está entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA
        Em meio ao avanço acelerado da inteligência artificial em diferentes áreas da saúde, um levantamento da ISE Business School chama a atenção para um ponto fora da curva: a fonoaudiologia figura entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA. O motivo vai além da técnica e passa, sobretudo, pela natureza humana do cuidado envolvido no desenvolvimento da comunicação ao longo da vida.
        Para a fonoaudióloga Christiane Nicodemo, a explicação está na própria origem da linguagem. “A comunicação humana não nasce do digital. Ela se constrói a partir do vínculo, do toque e da escuta. É um processo analógico, relacional e afetivo – algo que nenhuma tecnologia consegue reproduzir integralmente”, afirma.
        Esse conjunto de estímulos – sensoriais, motores, emocionais e afetivos – forma a base da cognição e da linguagem. “É nesse cuidado inicial em que se estrutura o hardware humano da comunicação. O digital pode funcionar como um software complementar, mas nunca substituir essa base relacional”, destaca Christiane.
        Apesar disso, a fonoaudióloga reforça que a IA tem papel importante quando bem aplicada. “Hoje contamos com dispositivos cada vez mais sofisticados para a avaliação auditiva, reabilitação, estímulos cognitivos e terapias assistidas. A tecnologia amplia possibilidades, favorece a neuroplasticidade e pode acelerar resultados”, afirma.
        O ponto central, segundo ela, está no discernimento. “A IA não substitui o fonoaudiólogo. Ela complementa o cuidado quando utilizada no momento adequado, com indicação correta e interpretação clínica qualificada. Para isso, é indispensável um profissional atualizado, capaz de integrar a tecnologia sem perder a dimensão humana do atendimento.”.
        Para a especialista, confiar exclusivamente em soluções tecnológicas pode gerar lacunas importantes. “Quando o cuidado com comunicação, voz e audição não é conduzido por um fonoaudiólogo, perdem-se a escuta sensível, a adaptação às necessidades individuais e a compreensão do contexto emocional e social do paciente.”.
        Em um mundo cada vez mais mediado por telas, automações e respostas rápidas, esse aspecto tende a se tornar ainda mais relevante. “O cuidar exige tempo, gentileza, presença e vínculo. A tecnologia pode apoiar, mas não substituir essa relação. Por isso, a fonoaudiologia segue essencial e insubstituível.”.
Internet:<hospitalpaulista.com.br>  (com adaptações).

Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

Na construção “É nesse cuidado inicial em que se estrutura o hardware humano da comunicação”, o termo “hardware” é empregado em sentido denotativo, referindo-se ao conjunto físico de componentes eletrônicos presentes no cérebro humano.

 

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4243784 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-9
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Fonoaudiologia está entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA
        Em meio ao avanço acelerado da inteligência artificial em diferentes áreas da saúde, um levantamento da ISE Business School chama a atenção para um ponto fora da curva: a fonoaudiologia figura entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA. O motivo vai além da técnica e passa, sobretudo, pela natureza humana do cuidado envolvido no desenvolvimento da comunicação ao longo da vida.
        Para a fonoaudióloga Christiane Nicodemo, a explicação está na própria origem da linguagem. “A comunicação humana não nasce do digital. Ela se constrói a partir do vínculo, do toque e da escuta. É um processo analógico, relacional e afetivo – algo que nenhuma tecnologia consegue reproduzir integralmente”, afirma.
        Esse conjunto de estímulos – sensoriais, motores, emocionais e afetivos – forma a base da cognição e da linguagem. “É nesse cuidado inicial em que se estrutura o hardware humano da comunicação. O digital pode funcionar como um software complementar, mas nunca substituir essa base relacional”, destaca Christiane.
        Apesar disso, a fonoaudióloga reforça que a IA tem papel importante quando bem aplicada. “Hoje contamos com dispositivos cada vez mais sofisticados para a avaliação auditiva, reabilitação, estímulos cognitivos e terapias assistidas. A tecnologia amplia possibilidades, favorece a neuroplasticidade e pode acelerar resultados”, afirma.
        O ponto central, segundo ela, está no discernimento. “A IA não substitui o fonoaudiólogo. Ela complementa o cuidado quando utilizada no momento adequado, com indicação correta e interpretação clínica qualificada. Para isso, é indispensável um profissional atualizado, capaz de integrar a tecnologia sem perder a dimensão humana do atendimento.”.
        Para a especialista, confiar exclusivamente em soluções tecnológicas pode gerar lacunas importantes. “Quando o cuidado com comunicação, voz e audição não é conduzido por um fonoaudiólogo, perdem-se a escuta sensível, a adaptação às necessidades individuais e a compreensão do contexto emocional e social do paciente.”.
        Em um mundo cada vez mais mediado por telas, automações e respostas rápidas, esse aspecto tende a se tornar ainda mais relevante. “O cuidar exige tempo, gentileza, presença e vínculo. A tecnologia pode apoiar, mas não substituir essa relação. Por isso, a fonoaudiologia segue essencial e insubstituível.”.
Internet:<hospitalpaulista.com.br>  (com adaptações).

Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

Considerando o período “A IA não substitui o fonoaudiólogo. Ela complementa o cuidado quando utilizada no momento adequado”, é correto afirmar que o texto defende a substituição gradual do fonoaudiólogo pela inteligência artificial, desde que a IA seja utilizada no momento adequado.

 

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4243783 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-9
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Fonoaudiologia está entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA
        Em meio ao avanço acelerado da inteligência artificial em diferentes áreas da saúde, um levantamento da ISE Business School chama a atenção para um ponto fora da curva: a fonoaudiologia figura entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA. O motivo vai além da técnica e passa, sobretudo, pela natureza humana do cuidado envolvido no desenvolvimento da comunicação ao longo da vida.
        Para a fonoaudióloga Christiane Nicodemo, a explicação está na própria origem da linguagem. “A comunicação humana não nasce do digital. Ela se constrói a partir do vínculo, do toque e da escuta. É um processo analógico, relacional e afetivo – algo que nenhuma tecnologia consegue reproduzir integralmente”, afirma.
        Esse conjunto de estímulos – sensoriais, motores, emocionais e afetivos – forma a base da cognição e da linguagem. “É nesse cuidado inicial em que se estrutura o hardware humano da comunicação. O digital pode funcionar como um software complementar, mas nunca substituir essa base relacional”, destaca Christiane.
        Apesar disso, a fonoaudióloga reforça que a IA tem papel importante quando bem aplicada. “Hoje contamos com dispositivos cada vez mais sofisticados para a avaliação auditiva, reabilitação, estímulos cognitivos e terapias assistidas. A tecnologia amplia possibilidades, favorece a neuroplasticidade e pode acelerar resultados”, afirma.
        O ponto central, segundo ela, está no discernimento. “A IA não substitui o fonoaudiólogo. Ela complementa o cuidado quando utilizada no momento adequado, com indicação correta e interpretação clínica qualificada. Para isso, é indispensável um profissional atualizado, capaz de integrar a tecnologia sem perder a dimensão humana do atendimento.”.
        Para a especialista, confiar exclusivamente em soluções tecnológicas pode gerar lacunas importantes. “Quando o cuidado com comunicação, voz e audição não é conduzido por um fonoaudiólogo, perdem-se a escuta sensível, a adaptação às necessidades individuais e a compreensão do contexto emocional e social do paciente.”.
        Em um mundo cada vez mais mediado por telas, automações e respostas rápidas, esse aspecto tende a se tornar ainda mais relevante. “O cuidar exige tempo, gentileza, presença e vínculo. A tecnologia pode apoiar, mas não substituir essa relação. Por isso, a fonoaudiologia segue essencial e insubstituível.”.
Internet:<hospitalpaulista.com.br>  (com adaptações).

Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

Em “Apesar disso, a fonoaudióloga reforça que a IA tem papel importante quando bem aplicada”, a expressão “Apesar disso” estabelece um sentido de oposição em relação às ideias apresentadas anteriormente no texto, introduzindo uma ressalva sobre a utilidade da inteligência artificial.

 

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4243782 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-9
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Fonoaudiologia está entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA
        Em meio ao avanço acelerado da inteligência artificial em diferentes áreas da saúde, um levantamento da ISE Business School chama a atenção para um ponto fora da curva: a fonoaudiologia figura entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA. O motivo vai além da técnica e passa, sobretudo, pela natureza humana do cuidado envolvido no desenvolvimento da comunicação ao longo da vida.
        Para a fonoaudióloga Christiane Nicodemo, a explicação está na própria origem da linguagem. “A comunicação humana não nasce do digital. Ela se constrói a partir do vínculo, do toque e da escuta. É um processo analógico, relacional e afetivo – algo que nenhuma tecnologia consegue reproduzir integralmente”, afirma.
        Esse conjunto de estímulos – sensoriais, motores, emocionais e afetivos – forma a base da cognição e da linguagem. “É nesse cuidado inicial em que se estrutura o hardware humano da comunicação. O digital pode funcionar como um software complementar, mas nunca substituir essa base relacional”, destaca Christiane.
        Apesar disso, a fonoaudióloga reforça que a IA tem papel importante quando bem aplicada. “Hoje contamos com dispositivos cada vez mais sofisticados para a avaliação auditiva, reabilitação, estímulos cognitivos e terapias assistidas. A tecnologia amplia possibilidades, favorece a neuroplasticidade e pode acelerar resultados”, afirma.
        O ponto central, segundo ela, está no discernimento. “A IA não substitui o fonoaudiólogo. Ela complementa o cuidado quando utilizada no momento adequado, com indicação correta e interpretação clínica qualificada. Para isso, é indispensável um profissional atualizado, capaz de integrar a tecnologia sem perder a dimensão humana do atendimento.”.
        Para a especialista, confiar exclusivamente em soluções tecnológicas pode gerar lacunas importantes. “Quando o cuidado com comunicação, voz e audição não é conduzido por um fonoaudiólogo, perdem-se a escuta sensível, a adaptação às necessidades individuais e a compreensão do contexto emocional e social do paciente.”.
        Em um mundo cada vez mais mediado por telas, automações e respostas rápidas, esse aspecto tende a se tornar ainda mais relevante. “O cuidar exige tempo, gentileza, presença e vínculo. A tecnologia pode apoiar, mas não substituir essa relação. Por isso, a fonoaudiologia segue essencial e insubstituível.”.
Internet:<hospitalpaulista.com.br>  (com adaptações).

Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No trecho “É um processo analógico, relacional e afetivo – algo que nenhuma tecnologia consegue reproduzir integralmente”, a substituição de “consegue” por conseguirá alteraria o sentido original do período, introduzindo uma perspectiva temporal futura incompatível com o caráter atemporal da afirmação original.

 

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4243781 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-9
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Fonoaudiologia está entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA
        Em meio ao avanço acelerado da inteligência artificial em diferentes áreas da saúde, um levantamento da ISE Business School chama a atenção para um ponto fora da curva: a fonoaudiologia figura entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA. O motivo vai além da técnica e passa, sobretudo, pela natureza humana do cuidado envolvido no desenvolvimento da comunicação ao longo da vida.
        Para a fonoaudióloga Christiane Nicodemo, a explicação está na própria origem da linguagem. “A comunicação humana não nasce do digital. Ela se constrói a partir do vínculo, do toque e da escuta. É um processo analógico, relacional e afetivo – algo que nenhuma tecnologia consegue reproduzir integralmente”, afirma.
        Esse conjunto de estímulos – sensoriais, motores, emocionais e afetivos – forma a base da cognição e da linguagem. “É nesse cuidado inicial em que se estrutura o hardware humano da comunicação. O digital pode funcionar como um software complementar, mas nunca substituir essa base relacional”, destaca Christiane.
        Apesar disso, a fonoaudióloga reforça que a IA tem papel importante quando bem aplicada. “Hoje contamos com dispositivos cada vez mais sofisticados para a avaliação auditiva, reabilitação, estímulos cognitivos e terapias assistidas. A tecnologia amplia possibilidades, favorece a neuroplasticidade e pode acelerar resultados”, afirma.
        O ponto central, segundo ela, está no discernimento. “A IA não substitui o fonoaudiólogo. Ela complementa o cuidado quando utilizada no momento adequado, com indicação correta e interpretação clínica qualificada. Para isso, é indispensável um profissional atualizado, capaz de integrar a tecnologia sem perder a dimensão humana do atendimento.”.
        Para a especialista, confiar exclusivamente em soluções tecnológicas pode gerar lacunas importantes. “Quando o cuidado com comunicação, voz e audição não é conduzido por um fonoaudiólogo, perdem-se a escuta sensível, a adaptação às necessidades individuais e a compreensão do contexto emocional e social do paciente.”.
        Em um mundo cada vez mais mediado por telas, automações e respostas rápidas, esse aspecto tende a se tornar ainda mais relevante. “O cuidar exige tempo, gentileza, presença e vínculo. A tecnologia pode apoiar, mas não substituir essa relação. Por isso, a fonoaudiologia segue essencial e insubstituível.”.
Internet:<hospitalpaulista.com.br>  (com adaptações).

Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

Considerando o trecho “a fonoaudiologia figura entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA”, é correto afirmar que essa é a profissão mais resistente à substituição pela inteligência artificial.

 

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4243780 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-9
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Fonoaudiologia está entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA
        Em meio ao avanço acelerado da inteligência artificial em diferentes áreas da saúde, um levantamento da ISE Business School chama a atenção para um ponto fora da curva: a fonoaudiologia figura entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA. O motivo vai além da técnica e passa, sobretudo, pela natureza humana do cuidado envolvido no desenvolvimento da comunicação ao longo da vida.
        Para a fonoaudióloga Christiane Nicodemo, a explicação está na própria origem da linguagem. “A comunicação humana não nasce do digital. Ela se constrói a partir do vínculo, do toque e da escuta. É um processo analógico, relacional e afetivo – algo que nenhuma tecnologia consegue reproduzir integralmente”, afirma.
        Esse conjunto de estímulos – sensoriais, motores, emocionais e afetivos – forma a base da cognição e da linguagem. “É nesse cuidado inicial em que se estrutura o hardware humano da comunicação. O digital pode funcionar como um software complementar, mas nunca substituir essa base relacional”, destaca Christiane.
        Apesar disso, a fonoaudióloga reforça que a IA tem papel importante quando bem aplicada. “Hoje contamos com dispositivos cada vez mais sofisticados para a avaliação auditiva, reabilitação, estímulos cognitivos e terapias assistidas. A tecnologia amplia possibilidades, favorece a neuroplasticidade e pode acelerar resultados”, afirma.
        O ponto central, segundo ela, está no discernimento. “A IA não substitui o fonoaudiólogo. Ela complementa o cuidado quando utilizada no momento adequado, com indicação correta e interpretação clínica qualificada. Para isso, é indispensável um profissional atualizado, capaz de integrar a tecnologia sem perder a dimensão humana do atendimento.”.
        Para a especialista, confiar exclusivamente em soluções tecnológicas pode gerar lacunas importantes. “Quando o cuidado com comunicação, voz e audição não é conduzido por um fonoaudiólogo, perdem-se a escuta sensível, a adaptação às necessidades individuais e a compreensão do contexto emocional e social do paciente.”.
        Em um mundo cada vez mais mediado por telas, automações e respostas rápidas, esse aspecto tende a se tornar ainda mais relevante. “O cuidar exige tempo, gentileza, presença e vínculo. A tecnologia pode apoiar, mas não substituir essa relação. Por isso, a fonoaudiologia segue essencial e insubstituível.”.
Internet:<hospitalpaulista.com.br>  (com adaptações).

Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No trecho “perdem-se a escuta sensível, a adaptação às necessidades individuais e a compreensão do contexto emocional e social do paciente”, a reescrita de “perdem-se” por são perdidas mantém a correção gramatical do período.

 

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4243779 Ano: 2026
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Banca: QUADRIX
Orgão: CREFONO-9
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Fonoaudiologia está entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA
        Em meio ao avanço acelerado da inteligência artificial em diferentes áreas da saúde, um levantamento da ISE Business School chama a atenção para um ponto fora da curva: a fonoaudiologia figura entre as profissões menos suscetíveis à substituição por IA. O motivo vai além da técnica e passa, sobretudo, pela natureza humana do cuidado envolvido no desenvolvimento da comunicação ao longo da vida.
        Para a fonoaudióloga Christiane Nicodemo, a explicação está na própria origem da linguagem. “A comunicação humana não nasce do digital. Ela se constrói a partir do vínculo, do toque e da escuta. É um processo analógico, relacional e afetivo – algo que nenhuma tecnologia consegue reproduzir integralmente”, afirma.
        Esse conjunto de estímulos – sensoriais, motores, emocionais e afetivos – forma a base da cognição e da linguagem. “É nesse cuidado inicial em que se estrutura o hardware humano da comunicação. O digital pode funcionar como um software complementar, mas nunca substituir essa base relacional”, destaca Christiane.
        Apesar disso, a fonoaudióloga reforça que a IA tem papel importante quando bem aplicada. “Hoje contamos com dispositivos cada vez mais sofisticados para a avaliação auditiva, reabilitação, estímulos cognitivos e terapias assistidas. A tecnologia amplia possibilidades, favorece a neuroplasticidade e pode acelerar resultados”, afirma.
        O ponto central, segundo ela, está no discernimento. “A IA não substitui o fonoaudiólogo. Ela complementa o cuidado quando utilizada no momento adequado, com indicação correta e interpretação clínica qualificada. Para isso, é indispensável um profissional atualizado, capaz de integrar a tecnologia sem perder a dimensão humana do atendimento.”.
        Para a especialista, confiar exclusivamente em soluções tecnológicas pode gerar lacunas importantes. “Quando o cuidado com comunicação, voz e audição não é conduzido por um fonoaudiólogo, perdem-se a escuta sensível, a adaptação às necessidades individuais e a compreensão do contexto emocional e social do paciente.”.
        Em um mundo cada vez mais mediado por telas, automações e respostas rápidas, esse aspecto tende a se tornar ainda mais relevante. “O cuidar exige tempo, gentileza, presença e vínculo. A tecnologia pode apoiar, mas não substituir essa relação. Por isso, a fonoaudiologia segue essencial e insubstituível.”.
Internet:<hospitalpaulista.com.br>  (com adaptações).

Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.

No fragmento “Esse conjunto de estímulos – sensoriais, motores, emocionais e afetivos – forma a base da cognição e da linguagem”, a inserção de uma vírgula imediatamente após o segundo travessão estaria correta gramaticalmente, uma vez que o trecho intercalado pelos travessões exerce função explicativa em relação ao sujeito da oração.

 

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