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Foram encontradas 50 questões.

O dono de um estacionamento pretende duplicar sua área, ampliando x metros na largura e x metros no comprimento de seu terreno, como mostrado na ilustração.

enunciado 727977-1

Nesse caso, a medida x, em metros, deve ser, aproximadamente,

Dados:

Use √28 = 5,3

 

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Nas balanças abaixo, ambas equilibradas, estão representados queijos de mesma massa e pacotes de farinha idênticos, além de três pesos de metal.

enunciado 727976-1

As relações representadas no desenho permitem concluir que a massa de um desses pacotes de farinha é, em kg,

 

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“O fator de correção de alimentos é uma constante (diferente para cada tipo de alimento) que é utilizada para determinar a quantidade certa de alimentos a serem comprados bem como avaliar seu preço real, considerando as perdas que ocorrem durante o preparo.

O fator de correção (FC) é a razão entre o peso bruto (PB) e o peso líquido (PL) do ingrediente: FC = PB/PL. Por exemplo, quando descascamos 1.000 g de maçã (PB), obtemos 800 g de polpa (PL) e 200 g de cascas e miolos. Para a maçã, temos, portanto, FC = 1,25.”

(Adaptado de: Fator de Correção de Alimentos. Mundo Cozinha. Disponível em: <http://mundocozinha.blogspot.com.br. Acesso em:

15 out. 2016)

Suponha que, para fazer determinada receita, sejam necessários 800 g de camarões limpos (sem cabeça e sem casca), ou seja, 800 g é o peso líquido demandado. Observe a tabela:

enunciado 727975-1

Com a ajuda da tabela, pode-se calcular a quantidade correta de camarão inteiro ou de camarão sem cabeça a ser comprada. Então, levando em conta os preços dessas duas opções, para se fazer a receita, pode-se concluir que é mais barato comprar o camarão

 

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A tabela abaixo representa o gasto mensal com conta de luz em uma residência em determinado semestre:

enunciado 727974-1

Dentre os gráficos abaixo, aquele que melhor representa a variação do valor da conta de luz em função dos meses descritos na tabela é

 

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Atenção: Utilize o texto abaixo para responder a questão.
Outro dia, em busca de determinada informação, caiu-me às mãos um calendário de 1866. Por força do hábito, examinei-o pelo avesso e descobri um panorama encantador. Como todos antes dele, foi um ano cheio de domingos. Nasceu e morreu gente. Declararam-se guerras e fizeram-se as pazes, não necessariamente nessa ordem. O barco a vapor, o telégrafo e a fotografia eram as grandes novidades, e já havia no ar um xodó pela tecnologia. Mas não adiantava: aquele mundo de 150 anos atrás continuava
predominantemente literário.
Eram tempos em que, flanando pelas grandes cidades, os mortais podiam cruzar com os escritores nas ruas — poetas, romancistas, pensadores —, segui-los até seus cafés, sentar-se à mesa do lado, ouvir o que eles diziam e, quem sabe, puxá-los pela manga e oferecer-lhes fogo. Talvez em nenhuma outra época tantos gênios morassem nas mesmas cidades, quem sabe até em bairros vizinhos. E todos em idade madura, no auge de suas vidas ativas e criativas.
Na Paris de 1866, por exemplo, roçavam cotovelos Alexandre Dumas, Victor Hugo, Baudelaire. Em Lisboa, Antero de Quental, Camilo Castelo Branco, Eça de Queiroz. E, no Rio, bastava um pulinho à rua do Ouvidor para se estar diante de Machado de Assis e José de Alencar.
Que viagem, a 1866.
(Adaptado de: CASTRO, Ruy. Viagem a 1866. Disponível em: www.folha.uol.com.br)
Um trecho do texto está reescrito corretamente, em conformidade com a norma-padrão da língua e com o sentido preservado em linhas gerais, em:
 

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Atenção: Utilize o texto abaixo para responder a questão.
É preciso ser taxativo: seu planejamento financeiro familiar não será eficiente se você não tiver equilíbrio orçamentário, o que se traduz em gastar menos do que ganha e investir a diferença com regularidade. Alcançar e manter o equilíbrio orçamentário mês a mês é fundamental para viabilizar a realização de seus sonhos, já que os sonhos têm custo.
Não é difícil detectar o desequilíbrio orçamentário ao analisar seu comportamento familiar de consumo. Se você tem o hábito de gastar enquanto o saldo no banco permite, a constatação é imediata: o uso do dinheiro em sua família é irresponsável, pois negligencia a necessidade de reservas no futuro. Se, por outro lado, você procura manter algum tipo de disciplina com os gastos ao controlar suas dívidas, mas não controla o suficiente para viabilizar sobras regulares, a situação é ainda pior. Você apenas tem mais trabalho para conduzir a vida de maneira descuidada. O controle, por si só, não passa de perda de tempo.
(CERBASI, Gustavo. Como organizar sua vida financeira: inteligência financeira pessoal na prática. São Paulo, Elsevier, 2009, p. 25)
O trecho do texto cuja palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, pela expressão que está entre parênteses é:
 

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Atenção: Utilize o texto abaixo para responder a questão.
É preciso ser taxativo: seu planejamento financeiro familiar não será eficiente se você não tiver equilíbrio orçamentário, o que se traduz em gastar menos do que ganha e investir a diferença com regularidade. Alcançar e manter o equilíbrio orçamentário mês a mês é fundamental para viabilizar a realização de seus sonhos, já que os sonhos têm custo.
Não é difícil detectar o desequilíbrio orçamentário ao analisar seu comportamento familiar de consumo. Se você tem o hábito de gastar enquanto o saldo no banco permite, a constatação é imediata: o uso do dinheiro em sua família é irresponsável, pois negligencia a necessidade de reservas no futuro. Se, por outro lado, você procura manter algum tipo de disciplina com os gastos ao controlar suas dívidas, mas não controla o suficiente para viabilizar sobras regulares, a situação é ainda pior. Você apenas tem mais trabalho para conduzir a vida de maneira descuidada. O controle, por si só, não passa de perda de tempo.
(CERBASI, Gustavo. Como organizar sua vida financeira: inteligência financeira pessoal na prática. São Paulo, Elsevier, 2009, p. 25)
Segundo o autor, o equilíbrio orçamentário
 

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Atenção: Utilize o texto abaixo para responder a questão.
O Dia do Médico, celebrado em 18 de outubro, foi a data escolhida pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) para o lançamento de uma campanha pela humanização da Medicina. Com o mote “O calor humano também cura”, a ação pretende enaltecer a vocação humanitária do médico e fortalecer a relação entre esses profissionais e seus pacientes, um dos pilares da Medicina.
As peças da campanha ressaltam, por meio de filmes, anúncios e banners, que o médico é especialista em pessoas e que o toque, o olhar e a conversa são tão essenciais para a Medicina quanto a evolução tecnológica.
(No Dia do Médico, Cremesp lança campanha pela humanização da Medicina. Disponível em: www.cremesp.org.br)
A partir da leitura do texto, entende-se que a
 

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Atenção: Utilize o texto abaixo para responder a questão.
O Dia do Médico, celebrado em 18 de outubro, foi a data escolhida pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) para o lançamento de uma campanha pela humanização da Medicina. Com o mote “O calor humano também cura”, a ação pretende enaltecer a vocação humanitária do médico e fortalecer a relação entre esses profissionais e seus pacientes, um dos pilares da Medicina.
As peças da campanha ressaltam, por meio de filmes, anúncios e banners, que o médico é especialista em pessoas e que o toque, o olhar e a conversa são tão essenciais para a Medicina quanto a evolução tecnológica.
(No Dia do Médico, Cremesp lança campanha pela humanização da Medicina. Disponível em: www.cremesp.org.br)
Levando em conta a linguagem, o formato e a finalidade do texto, conclui-se que se trata de
 

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Atenção: Utilize o texto abaixo para responder a questão.
Outro dia, em busca de determinada informação, caiu-me às mãos um calendário de 1866. Por força do hábito, examinei-o pelo avesso e descobri um panorama encantador. Como todos antes dele, foi um ano cheio de domingos. Nasceu e morreu gente. Declararam-se guerras e fizeram-se as pazes, não necessariamente nessa ordem. O barco a vapor, o telégrafo e a fotografia eram as grandes novidades, e já havia no ar um xodó pela tecnologia. Mas não adiantava: aquele mundo de 150 anos atrás continuava
predominantemente literário.
Eram tempos em que, flanando pelas grandes cidades, os mortais podiam cruzar com os escritores nas ruas — poetas, romancistas, pensadores —, segui-los até seus cafés, sentar-se à mesa do lado, ouvir o que eles diziam e, quem sabe, puxá-los pela manga e oferecer-lhes fogo. Talvez em nenhuma outra época tantos gênios morassem nas mesmas cidades, quem sabe até em bairros vizinhos. E todos em idade madura, no auge de suas vidas ativas e criativas.
Na Paris de 1866, por exemplo, roçavam cotovelos Alexandre Dumas, Victor Hugo, Baudelaire. Em Lisboa, Antero de Quental, Camilo Castelo Branco, Eça de Queiroz. E, no Rio, bastava um pulinho à rua do Ouvidor para se estar diante de Machado de Assis e José de Alencar.
Que viagem, a 1866.
(Adaptado de: CASTRO, Ruy. Viagem a 1866. Disponível em: www.folha.uol.com.br)
Uma característica do gênero crônica que pode ser observada no texto é a presença de uma linguagem
 

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