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Foram encontradas 50 questões.

1444123 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-MT

Para responder às questões de 6 a 10, leia a tirinha a seguir.


Enunciado 3380154-1

Enunciado 3380154-2


(www.fotofrases.com.br)

A palavra “jacaré-de-papo-amarelo”:

 

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1444122 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-MT

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.


Direitos dos animais: história do conceito


O debate sobre direitos dos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles escreveu, no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía que os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos.

O filósofo Ramon Bogéa, no século XV, afirmava que os animais deveriam ter direitos como os humanos. No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumentou que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumentou, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade".

Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumentou que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", argumentava ele, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.

Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania". Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio deve ser a medida para como nós tratamos outros seres.

No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais.

(Adaptado de wikipedia.org.br)

Sobre a forma verbal “têm”, que aparece destacada no último parágrafo do texto, assinale a afirmativa correta.

 

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1444121 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-MT

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.


Direitos dos animais: história do conceito


O debate sobre direitos dos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles escreveu, no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía que os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos.

O filósofo Ramon Bogéa, no século XV, afirmava que os animais deveriam ter direitos como os humanos. No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumentou que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumentou, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade".

Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumentou que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", argumentava ele, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.

Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania". Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio deve ser a medida para como nós tratamos outros seres.

No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais.

(Adaptado de wikipedia.org.br)

Observe a seguinte passagem do texto:

“Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e

não a capacidade de raciocínio deve ser a medida para

como nós tratamos outros seres.”

Agora, assinale a alternativa em que a passagem tenha sido reescrita sem significativa alteração de sentido e respeitando a Norma Culta da língua.

 

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1444120 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-MT

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.


Direitos dos animais: história do conceito


O debate sobre direitos dos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles escreveu, no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía que os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos.

O filósofo Ramon Bogéa, no século XV, afirmava que os animais deveriam ter direitos como os humanos. No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumentou que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumentou, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade".

Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumentou que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", argumentava ele, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.

Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania". Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio deve ser a medida para como nós tratamos outros seres.

No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais.

(Adaptado de wikipedia.org.br)

Analise as afirmativas seguintes, a respeito do texto.

I. As ideias de vegetarianismo, segundo o texto, têm suas origens no século XX.

II. Segundo John Oswald, a brutalização do homem não permite que ele compreenda a importância da ingestão de carnes de animais para seu desenvolvimento fisiológico.

III. O britânico Jeremy Bentham defende a ideia de que os sentimentos dos animais devem ser preteridos em relação aos dos humanos, já que estes têm apenas sensações irreais.

Está correto o que se afirma em:

 

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1444119 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-MT

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.


Direitos dos animais: história do conceito


O debate sobre direitos dos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles escreveu, no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía que os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos.

O filósofo Ramon Bogéa, no século XV, afirmava que os animais deveriam ter direitos como os humanos. No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumentou que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumentou, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade".

Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumentou que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", argumentava ele, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.

Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania". Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio deve ser a medida para como nós tratamos outros seres.

No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais.

(Adaptado de wikipedia.org.br)

De acordo com o texto, pode-se afirmar corretamente que:

 

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1444118 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-MT

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.


Direitos dos animais: história do conceito


O debate sobre direitos dos animais no século XX pode ser traçado no passado, na história dos primeiros filósofos. No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas. Aristóteles escreveu, no século IV a.C., argumentando que os animais estavam distantes dos humanos na Grande Corrente do Ser ou escala natural. Alegando irracionalidade, concluía que os animais não teriam interesse próprio, existindo apenas para benefício dos Seres Humanos.

O filósofo Ramon Bogéa, no século XV, afirmava que os animais deveriam ter direitos como os humanos. No século XVII, o filósofo francês René Descartes argumentou que animais não têm almas, logo não pensam e não sentem dor. Contra isso, Jean-Jacques Rousseau argumentou, no prefácio do seu Discursos sobre a Desigualdade (1754), que os seres humanos são animais, embora ninguém "exima-se de intelecto e liberdade".

Um contemporâneo de Rousseau, o escritor escocês John Oswald, que morreu em 1793, no livro The Cry of Nature or an Appeal to Mercy and Justice on Behalf of the Persecuted Animals, argumentou que um Ser Humano é naturalmente equipado de sentimentos de misericórdia e compaixão. "Se cada Ser Humano tivesse que testemunhar a morte do animal que ele come", argumentava ele, "a dieta vegetariana seria bem mais popular". A divisão do trabalho, no entanto, permite que o homem moderno coma carne sem passar pela experiência que Oswald chama de alerta para as sensibilidades naturais do Ser Humano, enquanto a brutalização do homem moderno faz dele um acomodado com essa falta de sensibilidade.

Mais tarde, no século XVIII, um dos fundadores do utilitarismo moderno, o filósofo britânico Jeremy Bentham, argumenta que a dor animal é tão real e moralmente relevante como a dor humana e que "talvez chegue o dia em que o restante da criação animal venha a adquirir os direitos dos quais jamais poderiam ter sido privados, a não ser pela mão da tirania". Bentham argumenta ainda que a capacidade de sofrer e não a capacidade de raciocínio deve ser a medida para como nós tratamos outros seres.

No século XIX, Arthur Schopenhauer argumenta que os animais têm a mesma essência que os humanos, a despeito da falta da razão. Embora considere o vegetarianismo como uma boa causa, não o considera moralmente necessário e assim posiciona-se contra a vivissecção, como uma expansão da consideração moral para os animais.

(Adaptado de wikipedia.org.br)

Sobre o conectivo “pois”, em “No século VI a.C., Pitágoras, filósofo e matemático, já falava sobre respeito animal, pois acreditava na transmigração de almas”, pode-se afirmar corretamente que:

 

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1444117 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-MT

A barragem de Fundão, pertencente à Samarco, cujas donas são a Vale e a BHP Billiton, se rompeu no dia 5 de novembro de 2015, destruindo o distrito de Bento Rodrigues e deixando centenas de desabrigados.

A lama gerada pelo rompimento atravessou o Rio Doce e chegou ao mar do Espírito Santo. No percurso do rio, cidades tiveram de cortar o abastecimento de água para a população em razão dos rejeitos. Dezenove pessoas morreram.

(http://g1.globo.com/minas-gerais/desastre-ambiental-emmariana/

noticia/2016/06/ibama-teme-que-dique-da-samarco-chegue-aolimite- antes-das-chuvas.html)

Sobre as ações emergenciais e reparações dos danos ambientais que estão sendo tomadas pela mineradora, leia as afirmativas seguintes.

I. A construção do dique S4 logo abaixo do local onde existia Bento Rodrigues, distrito destruído pelo “mar de lama”, está em fase avançada.

II. A previsão é que outros três diques sejam construídos ao longo do Rio Gualaxo do Norte.

III. A Samarco pretende reflorestar as margens dos rios Gualaxo, Carmo e Doce, recuperar afluentes, conter sedimentos nas margens dos rios.

Pode-se afirmar que:

 

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1444116 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-MT

Em decisão histórica, que tem potencial para mudar o rumo da geopolítica mundial pelas próximas décadas, os britânicos decidiram em referendo deixar a União Europeia (UE). A opção de "sair" venceu a de permanecer no bloco europeu por mais de 1,2 milhão de votos de diferença, em resultado divulgado por volta das 3h do dia 24 de junho.

(http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/06/reino-unido-decide-deixar

uniao-europeia-em-referendo.html)

Com base no texto acima e em seus conhecimentos, analise as afirmativas.

I. O referendo derrubou também o primeiro-ministro britânico, David Cameron, assumindo em seu lugar a vice-ministra da Energia do Reino Unido, Andrea Leadsom, que será a segunda mulher no posto de primeiro-ministro britânico depois de Margaret Thatcher.

II. O Reino Unido começou a fazer parte da União Europeia em janeiro de 1973. No entanto, não faz parte da zona do euro – formada pelos países que têm o euro como moeda oficial. Os britânicos continuam usando a libra esterlina.

III. Até então, nunca um país membro havia deixado a união política e econômica dos países que formam a União Europeia.

Pode-se afirmar que:

 

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1444115 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-MT

Onze meses depois de o presidente Nicolás Maduro ordenar o fechamento unilateral e por tempo indefinido da fronteira entre a Venezuela e a Colômbia, milhares de venezuelanos a atravessaram neste domingo, com o consentimento das autoridades de Caracas, em busca de comida e medicamentos. Embora o fechamento da passagem fronteiriça tenha ocorrido em agosto de 2015 para evitar a fuga para a Colômbia de produtos subsidiados de consumo básico, agora, quase um ano depois, trata-se de que os consumidores venezuelanos tenham acesso a esses bens.

(http://brasil.elpais.com/brasil/2016/07/10/internacional/1468158142_09

5096.html)

Sobre a situação da Venezuela, considere as afirmativas a seguir e assinale a incorreta.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1444114 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRMV-MT

Na Amazônia, a previsão de falta de chuvas e a consequente secura do solo nunca foram tão extremos, mostra novo estudo. A consequência dessa combinação pode ser a maior temporada de queimadas já registradas.

A pesquisa foi comandada por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Irvine (EUA) e os resultados se baseiam em um modelo matemático que leva em conta uma previsão meteorológica de médio prazo – de como será o tempo nos próximos meses. Espera-se que os próximos três meses (julho, agosto e setembro) sejam particularmente secos na região.

(...)

No estudo americano foi calculado o risco de queimadas em dez regiões diferentes da mata em três países, Brasil, Peru e Bolívia.

(http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2016/07/1790015-forte-secapode-

fazer-amazonia-ter-recorde-de-queimadas.shtml)

Com base no texto acima, leia as afirmativas.

I. O provável culpado, segundo a Nasa, que disponibilizou dados para o estudo, pode ser o El Niño, fenômeno climático que bagunça também o clima amazônico. As temperaturas anormais do oceano Pacífico entram na conta que fez disparar o alarme dos cientistas. A primeira grande estiagem desse tipo foi em 2005 e houve outra em 2010. A de 2016 promete ser a pior de todas.

II. A região de Mato Grosso é que sustenta o título de campeã de queimadas (entre 2001 e 2014, o Mato Grosso apresentou uma média de 46,1 mil focos de incêndio na mata por milhão de hectares (área equivalente à de um quadrado de 100 km de lado).

III. Um tipo de queimada que vem crescendo é a queima de resíduos de plantações. No tempo seco, é fácil que o fogo se alastre, causando prejuízo à biodiversidade e lançando material particulado e gás carbônico na atmosfera, contribuindo com o efeito-estufa e o aquecimento global.

Pode-se afirmar que:

 

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