Foram encontradas 35 questões.
Leia atentamente a letra de música, cuja composição é de Nelson Motta:
Uma Onda
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
Para o desenvolvimento do texto, o compositor faz uso de vários recursos, EXCETO de:
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O que ainda vem por aí
RIO DE JANEIRO - Em fins dos anos 40, o cineasta Billy Wilder, grande inteligência a serviço de Hollywood, exultou: “Já não somos o meio mais barato, vulgar e vagabundo de entretenimento. Acabam de inventar a televisão!”.
Era uma “blague” de Billy, mas profética: comparado à televisão, o cinema acabou sendo promovido à categoria de arte. Décadas se passaram e, com a mediocrização do entorno, a própria televisão, com alguns cliques, ganhou certa nobreza e até melhorou. Mais algumas décadas, chegamos aos nossos dias e, apesar de tudo, se não há muitos motivos para admirar a produção cultural mais recente, chegou a hora de rever certos conceitos.
Desde 2008, na Inglaterra, a indústria de videogames superou em rendimentos o cinema, a música, o teatro, a literatura e a televisão. Eu disse Inglaterra. Significa que os ingleses passam hoje mais tempo diante de um console de jogos eletrônicos do que ouvindo música em CD ou ao vivo, assistindo a filmes em DVD, indo ao cinema ou ao teatro, lendo livros ou mesmo vendo TV. E os responsáveis por isto não são os adolescentes, mas gente entre 25 e 34 anos – faixa que se classifica de “adulta”.
Não é preciso ser intelectual para admitir que qualquer livro, filme, peça ou disco, de razoável para cima, para não falar dos documentários da BBC, deve ser mais enriquecedor para o espírito do que joguinhos envolvendo tiroteios, combates, velocidade ou puzzles. Não me deixo enganar. Mas posso estar errado. Como já parecia previsto, para milhões de ingleses, hoje em dia, Shakespeare, Jonathan Swift, Jane Austen, Charles Dickens, Bernard Shaw, Oscar Wilde, P.G. Wodehouse, Noël Coward, Graham Greene, Laurence Olivier, Michael Powell e o Monty Python não pegam nem aspirante diante de jogos como “Red Dead Revolver” e “Farmville”.
Assustador? Não. O que me preocupa é o que ainda vem por aí e nos fará lamentar que esteja desbancando os videogames.
(CASTRO, Ruy. O que vem por aí. Folha de S. Paulo, 29 abr. 2011 – Texto adaptado)
Na frase “E os responsáveis por isto não são os adolescentes, mas gente entre 25 e 34 anos – faixa que se classifica de “adulta”, o uso do travessão assinala:
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Assinale a opção, que indica uma postura CORRETA diante do cliente:
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Leia atentamente a letra de música, cuja composição é de Nelson Motta:
Uma Onda
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
O título da letra “UMA ONDA” se adequa à função de linguagem:
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O que ainda vem por aí
RIO DE JANEIRO - Em fins dos anos 40, o cineasta Billy Wilder, grande inteligência a serviço de Hollywood, exultou: “Já não somos o meio mais barato, vulgar e vagabundo de entretenimento. Acabam de inventar a televisão!”.
Era uma “blague” de Billy, mas profética: comparado à televisão, o cinema acabou sendo promovido à categoria de arte. Décadas se passaram e, com a mediocrização do entorno, a própria televisão, com alguns cliques, ganhou certa nobreza e até melhorou. Mais algumas décadas, chegamos aos nossos dias e, apesar de tudo, se não há muitos motivos para admirar a produção cultural mais recente, chegou a hora de rever certos conceitos.
Desde 2008, na Inglaterra, a indústria de videogames superou em rendimentos o cinema, a música, o teatro, a literatura e a televisão. Eu disse Inglaterra. Significa que os ingleses passam hoje mais tempo diante de um console de jogos eletrônicos do que ouvindo música em CD ou ao vivo, assistindo a filmes em DVD, indo ao cinema ou ao teatro, lendo livros ou mesmo vendo TV. E os responsáveis por isto não são os adolescentes, mas gente entre 25 e 34 anos – faixa que se classifica de “adulta”.
Não é preciso ser intelectual para admitir que qualquer livro, filme, peça ou disco, de razoável para cima, para não falar dos documentários da BBC, deve ser mais enriquecedor para o espírito do que joguinhos envolvendo tiroteios, combates, velocidade ou puzzles. Não me deixo enganar. Mas posso estar errado. Como já parecia previsto, para milhões de ingleses, hoje em dia, Shakespeare, Jonathan Swift, Jane Austen, Charles Dickens, Bernard Shaw, Oscar Wilde, P.G. Wodehouse, Noël Coward, Graham Greene, Laurence Olivier, Michael Powell e o Monty Python não pegam nem aspirante diante de jogos como “Red Dead Revolver” e “Farmville”.
Assustador? Não. O que me preocupa é o que ainda vem por aí e nos fará lamentar que esteja desbancando os videogames.
(CASTRO, Ruy. O que vem por aí. Folha de S. Paulo, 29 abr. 2011 – Texto adaptado)
Analise atentamente as assertivas seguintes a respeito desta passagem extraída do texto:
“Era uma “blague” de Billy, mas profética: comparado à televisão, o cinema acabou sendo promovido à categoria de arte. Décadas se passaram e, com a mediocrização do entorno, a própria televisão, com alguns cliques, ganhou certa nobreza e até melhorou. Mais algumas décadas, chegamos aos nossos dias e, apesar de tudo, se não há muitos motivos para admirar a produção cultural mais recente, chegou a hora de rever certos conceitos.”
I. No plano morfológico e sintático, considera-se a expressão “Apesar de tudo” como uma locução conjuntiva coordenativa; no plano semântico, ela expressa uma finalidade.
II. O termo “mediocrização” é um neologismo, mas, se muito utilizado com maior frequência pela comunidade linguística, pode se estabelecer de vez no idioma e se tornar parte do léxico.
III. O vocábulo “cliques” admite como variante linguística “kliques”.
IV. A palavra “blague” pode ser substituída pelo termo “piada”, sem se alterar o sentido original do texto.
Estão CORRETAS:
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Leia atentamente a letra de música, cuja composição é de Nelson Motta:
Uma Onda
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
Classifica-se o texto “Uma Onda“, como, predominantemente
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Sobre o recebimento de correspondências com destinatário devidamente identificado – compreendendo cartas, postais, impressos, encomendas e similares – a recepcionista pode:
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Leia atentamente a letra de música, cuja composição é de Nelson Motta:
Uma Onda
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
Com o verso “A vida vem em ondas como o mar” o compositor obtém os seguintes efeitos figurativos:
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O que ainda vem por aí
RIO DE JANEIRO - Em fins dos anos 40, o cineasta Billy Wilder, grande inteligência a serviço de Hollywood, exultou: “Já não somos o meio mais barato, vulgar e vagabundo de entretenimento. Acabam de inventar a televisão!”.
Era uma “blague” de Billy, mas profética: comparado à televisão, o cinema acabou sendo promovido à categoria de arte. Décadas se passaram e, com a mediocrização do entorno, a própria televisão, com alguns cliques, ganhou certa nobreza e até melhorou. Mais algumas décadas, chegamos aos nossos dias e, apesar de tudo, se não há muitos motivos para admirar a produção cultural mais recente, chegou a hora de rever certos conceitos.
Desde 2008, na Inglaterra, a indústria de videogames superou em rendimentos o cinema, a música, o teatro, a literatura e a televisão. Eu disse Inglaterra. Significa que os ingleses passam hoje mais tempo diante de um console de jogos eletrônicos do que ouvindo música em CD ou ao vivo, assistindo a filmes em DVD, indo ao cinema ou ao teatro, lendo livros ou mesmo vendo TV. E os responsáveis por isto não são os adolescentes, mas gente entre 25 e 34 anos – faixa que se classifica de “adulta”.
Não é preciso ser intelectual para admitir que qualquer livro, filme, peça ou disco, de razoável para cima, para não falar dos documentários da BBC, deve ser mais enriquecedor para o espírito do que joguinhos envolvendo tiroteios, combates, velocidade ou puzzles. Não me deixo enganar. Mas posso estar errado. Como já parecia previsto, para milhões de ingleses, hoje em dia, Shakespeare, Jonathan Swift, Jane Austen, Charles Dickens, Bernard Shaw, Oscar Wilde, P.G. Wodehouse, Noël Coward, Graham Greene, Laurence Olivier, Michael Powell e o Monty Python não pegam nem aspirante diante de jogos como “Red Dead Revolver” e “Farmville”.
Assustador? Não. O que me preocupa é o que ainda vem por aí e nos fará lamentar que esteja desbancando os videogames.
(CASTRO, Ruy. O que vem por aí. Folha de S. Paulo, 29 abr. 2011 – Texto adaptado)
No texto acima, o autor
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Um profissional de recepção estará preparado para suas funções se, EXCETO:
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