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Foram encontradas 130 questões.

1337318 Ano: 2011
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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Assinale a opção que completa a frase: “A dicção é a ciência que propicia a excelência na comunicação ______________”:
 

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1337114 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
Leia atentamente a letra de música, cuja composição é de Nelson Motta:
Uma Onda
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
A idéia central do texto demonstra que:
 

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1336908 Ano: 2011
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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Sempre se espera muita empatia de uma recepcionista. Assinale a afirmativa que contraria o conceito do que seja EMPATIA.
 

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1336855 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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O judeu de Bethesda
Último dia de aula na escola Walt Whitman. Situada em Bethesda, um bairro intelectualmente sofisticado da região de Washington (DC.), é uma das melhores dos Estados Unidos. O pimpolho volta para casa. Poderia estar sonhando com três meses de vadiagem, longe dos livros. Mas o sonho duraria pouco. Ao fim da tarde, depois de mais de duas horas, chega o pai judeu, carregando uma sacola de livros recém-comprados. Chama o filho, esparrama os livros na mesa da sala e começa a montar o cronograma de leituras, incluindo a cobrança periódica do que terá sido lido. Ignoro quantos pais judeus passaram também nas livrarias. Mas imagino que não foram poucos.
Ler livros, glorificar livros, eis uma tradição judaica milenar. Vem de longe e não se buscam muitas explicações científicas para ela. Não obstante, Karl Alexander, da Universidade Johns Hopkins, somando aos 39 estudos sobre o assunto, completou uma pesquisa com alunos do ensino fundamental. Concluiu que, das vantagens acadêmicas acumuladas pelos alunos mais ricos até a 9ª série, dois terços advêm de atividades de leitura mais intensas durante as férias. Segundo a Secretaria de Educação americana, as perdas dos mais pobres nas férias são “devastadoras”. Um pai judeu, sem perder a linham provavelmente diria: ora bolas, é o que sempre pensei. [...]
Pais interessados e comprometidos com a educação dos seus filhos podem fazer o mesmo que os judeus de Bethesda. Mas, vamos nos lembrar, se livro fosse cultura, os cupins seriam os seres mais cultos do globo. Só livro lido é cultura. Portanto, cobranças sem dó nem piedade. Mas seria só empurrar livros e mais livros goela abaixo dos filhos? Jamais! É preciso desenvolver o prazer da leitura, e o bom exemplo é essencial. À força, pode sair o tiro pela culatra.
Que livros? Não adianta comprar Hegel, Spinoza ou Camões, se as leituras favoritas ainda não passaram muito da Turma da Mônica. É fracasso garantido. Os livros devem andar muito próximo do interesse e da capacidade de compreensão dos leitores, sempre puxando um pouco para cima.
Desviando parcialmente do assunto, quero sugerir aos pais que façam manifestações, que acampem em frente à casa dos prefeitos, até que se mude uma situação vergonhosa. Uma pesquisa recente com as bibliotecas públicas brasileiras pôs a descoberto que (além de fecharem às 6 da tarde.) apenas 20% delas abrem aos sábados e só 1% aos domingos. Como é possível que, nas horas e dias de folga das escolas, as bibliotecas permaneçam fechadas? No caso das leituras de férias, são os únicos dias em que muitos pais poderiam ir à biblioteca para escolher livros com os filhos.
A biblioteca é um centro ativo da aprendizagem. Deve ser vista como um núcleo ligado ao esforço pedagógico institucional e não como um apêndice das escolas. É cenário de visitação. Nela os livros não constituem apenas enfeites, precisam ser manuseados pelos leitores.
Para aqueles que cuidam da educação como ofício, as implicações da pesquisa da Johns Hopkins não são menos revolucionárias. Mostram ser preciso fazer alguma coisa, somente para conseguir não andar para trás nas férias. Por exemplo, programas públicos de leitura. Não são programas caros nem complicados, basta criar monitorias para garantir que as leituras sejam feitas. A leitura é um bem cultural afeto não só aos leitores, senão a toda a comunidade escolar.
Em um nível mais ambicioso, sobretudo para alunos mais vulneráveis, poderiam ser criados cursos de férias. Não se trata de fazer a mesma coisa que no período letivo, pois seria repetir um ensino aborrecido e pouco produtivo. Precisamos de projetos intelectualmente desafiadores, atividades que estimulem os miolos, jogos e muitas outras coisas. O que precisa ser aprendido não é muito diferente, mas viria vestido com roupas mais alegres. E, como sabemos que cabeça vazia é oficina do diabo, essas atividades podem até mesmo ter outras consequências benéficas, por evitar rumos pouco recomendáveis em que se desaguam as amplas energias desses jovens.
(MOURA CASTRO, Cláudio de. Revista Veja, 18/6/2010 – Texto adaptado)
O articulador sintático estabelece a relação semântica indicada corretamente em:
 

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1336842 Ano: 2011
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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Os índices de revocação e o coeficiente de precisão são recursos que possibilitam avaliar a qualidade do processo de indexação. Os fatores que mais influenciam tais recursos são:
 

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1336728 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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O homo semântico
Antônio Barreto
Jarbinhas, poeta, passou a vida inteira escrevendo discursos. Redator aposentado, depois de viúvo, conversava com os chinelos. Botava pijama e lia os livros que deixara para saborear na idade da sabedoria. Porém, vez ou outra, baixava nele aquela saudade do passado rebordado de metrificadas glórias.
Saudara Murilo Rubião com multiversos hendecassílabos. Cultivara, com os melhores adubos da metáfora, o gênero epistolar de Murilo Mendes. Levara uma flor gramática para Henriqueta Lisboa (sua recôndita paixão).
De modo que dessas requentadas recordações Jarbinhas se socorria quando a solidão apertava por demais o gogó das noites mais velozes. Até que um dia o telefone tocou. E o Lemos (ex-colega de repartição, que nunca havia lido nada, a não ser o livro de ponto) convidou Jarbinhas para uma festa qualquer, em homenagem a um jovem deputado que iria tomar posse em Brasília. Detalhe: o discurso de saudação seria dele, Jarbas Augusto da Silva, o Tinhosão, o culto.
Glória das glórias! Nosso herói passou o resto da tarde lapidando as idéias, montando o esqueleto que sustentaria seus melhores verbetes. Palavras têm vida própria, ele sabia. Por isso caprichou na oficina, empinando substantivos, lustrando adjetivos, engraxando verbos, lixando artigos e parafusando pronomes. De madrugada, já cansado, burilou pela última vez o texto, colocando umas borboletas sirigaitas nos advérbios de tempo, para que a memória dos ouvintes registrasse lato sensu, a eternidade daquele momento.
Mesmo não conhecendo o jovem destinatário de sua peça oratória, não importava o lustro: ele, Jarbinhas, sabia como não ser mendace nessas horas. E foi dormir com uma frase: “ Os velhos tempos voltaram...”
Dia seguinte, vestiu o terno azul marinho, botou no pulso o Patek Phillipe, beijou a medalhinha de São Judas protetor e se mandou para o aeroporto da Pampulha, com PTA na mão.
No hotel, com um banho frio, se recompôs. E, na horinha marcada, nosso britânico herói já adentrava o Salão Nobre do próprio hotel, lugar escolhido para a festa.
Como detestava postergações! Cheio de retóricas na alma, já foi logo procurando pelo Lemos no abelhal zunzunzum de gente e outros bichos. (Aqui, diga-se de passagem: a maioria composta por jovens mensageiros ambulantes da língua de Hamlet, o que já vinha estampado nas camisetas e no boné virado.) Mas havia também barbicarecas de brinco, cabeloiros pintados, hunos nasaltrespassados, visigodos tatuados e bárbaras moçoilas vestidas de nadaquase. Democraticamente, todos dançavam o mesmo “ba-be-bi-bo-bu”, algo bem da moda. Confuso, assustado, Jarbinhas foi salvo pelo Lemos, que apareceu com um “cabelos amarrados na nuca” a tiracolo. E apresentou:
Esse é o nosso novo e digníssimo deputado, Jarbas. Filho de Ronivon e Valdirene. Irmão de Onaireves Filho, Jerry Wanderley e Cheroques Júnior... Neto de Alceni com Cameli. Todos na política, mas cada um por seu partido. Não é uma beleza?
Ao que o guapo e amistoso mancebo deputado respondeu, perguntando (ou perguntou, respondendo, tanto faz) e estendendo a mão:
E aí vovô? É o senhor então que veio detonar o lero? Muito prazer. Eu sou o Xobas Farias Maltas. Qualquer azarão pro seu lado é só me bater um grambel, falô? Transo tudo numa boa. E a galera é massa! Pega leve... Comigo num tem boné! Rá!
Salvo novamente pelo Lemos, que era o mestre de cerimônias da tribo, Jarbinhas se dirigiu ao microfone para a saudação, mas já sem nenhum plural. Tirou do paletó as oito laudas de seu impecável arrazoado linguístico e teve um súbito. E lascou:
“Senhor deputado! Tu és o quelso do pental ganírio saltando as rimpas do ferrim calério, carpindo as taipas do furor salírio nos rubios calos do pijom sidério! És o bartólio do bocal empírico que ruge e passa no festim, em ticoteios de partano estírio, rompendo as gâmbias do hortomogenério! Rá, eu tô maluco! God save the King-Kong! Alea jacta est! E tenho dito!” ─ E encerrou o papo por aí.
Sem entender por quê, foi aplaudido, apupado, ovacionado e urrado. Minutos depois, convidado oficialmente, Jarbinhas assumiu o posto de Redator dos Improvisos do nobre deputado.
Os novos tempos voltaram. E, naquela noite, Jarbinhas semancou.
SETTE, Graça (Org.) Transversais do mundo. Leitura de um tempo. Crônicas de Antônio Barreto. Belo Horizonte: Editora Lê, 1999.
VOCABULÁRIO
Alea jacta est!: A sorte está lançada (frase em Latim)
arrazoado: discurso com que defende uma causa
ba-be-bi-bo-bu: verso de letra de música
God save the King-Kong: Deus salve o King-Kong
guapo: bonito, garboso
hendecassílabos: versos de 11 sílabas métricas
homo: homem
hunos, visigodos, bárbaros: povos rudes
lato sensu: sentido amplo
língua de Hamlet: língua inglesa
lustro: polimento, refinamento
mendace: falso, hipócrita
postergações: atrasos
tinhosão: teimosão
verbetes: palavra ou expressão dicionarizada
A informalidade da linguagem só NÃO está presente em:
 

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1336725 Ano: 2011
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
Provas:
Atender apenas o cliente satisfeito com o serviço prestado não traz mérito para a recepcionista. Há inúmeros casos em que os clientes procuram a empresa para fazer reclamações. Neste tipo de atendimento, são imprescindíveis alguns cuidados. Assinale a opção que contraria as informações acima:
 

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1336645 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
O que ainda vem por aí
RIO DE JANEIRO - Em fins dos anos 40, o cineasta Billy Wilder, grande inteligência a serviço de Hollywood, exultou: “Já não somos o meio mais barato, vulgar e vagabundo de entretenimento. Acabam de inventar a televisão!”.
Era uma “blague” de Billy, mas profética: comparado à televisão, o cinema acabou sendo promovido à categoria de arte. Décadas se passaram e, com a mediocrização do entorno, a própria televisão, com alguns cliques, ganhou certa nobreza e até melhorou. Mais algumas décadas, chegamos aos nossos dias e, apesar de tudo, se não há muitos motivos para admirar a produção cultural mais recente, chegou a hora de rever certos conceitos.
Desde 2008, na Inglaterra, a indústria de videogames superou em rendimentos o cinema, a música, o teatro, a literatura e a televisão. Eu disse Inglaterra. Significa que os ingleses passam hoje mais tempo diante de um console de jogos eletrônicos do que ouvindo música em CD ou ao vivo, assistindo a filmes em DVD, indo ao cinema ou ao teatro, lendo livros ou mesmo vendo TV. E os responsáveis por isto não são os adolescentes, mas gente entre 25 e 34 anos – faixa que se classifica de “adulta”.
Não é preciso ser intelectual para admitir que qualquer livro, filme, peça ou disco, de razoável para cima, para não falar dos documentários da BBC, deve ser mais enriquecedor para o espírito do que joguinhos envolvendo tiroteios, combates, velocidade ou puzzles. Não me deixo enganar. Mas posso estar errado. Como já parecia previsto, para milhões de ingleses, hoje em dia, Shakespeare, Jonathan Swift, Jane Austen, Charles Dickens, Bernard Shaw, Oscar Wilde, P.G. Wodehouse, Noël Coward, Graham Greene, Laurence Olivier, Michael Powell e o Monty Python não pegam nem aspirante diante de jogos como “Red Dead Revolver” e “Farmville”.
Assustador? Não. O que me preocupa é o que ainda vem por aí e nos fará lamentar que esteja desbancando os videogames.
(CASTRO, Ruy. O que vem por aí. Folha de S. Paulo, 29 abr. 2011 – Texto adaptado)
“... os ingleses passam hoje mais tempo diante de um console de jogos eletrônicos do que [...] assistindo a filmes na TV”
O verbo que apresenta o mesmo tipo de regência encontrado na frase é:
 

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1336535 Ano: 2011
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
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Assinale V para verdadeiro e F para falso nas afirmativas abaixo e marque a opção que corresponda à ORDEM CORRETA de cima para baixo:
I O exercício da profissão de Técnico em Prótese Dentária, em todo o território nacional, somente será permitido aos profissionais inscritos no Conselho Regional de Odontologia da jurisdição em que exerçam a profissão.
II A inscrição no CRO de Técnico em Prótese Dentária será deferida ao profissional que apresentar certificado de habilitação profissional, em nível superior, no curso de Prótese Dentária, conferido por estabelecimento oficial ou reconhecido.
III A Carteira de identidade profissional Técnico em Prótese Dentária não tem fé pública por se tratar de uma profissão técnica e o CRO só pode expedir carteira para os cirurgiões-dentistas pois cabe ao Conselho Federal o controle de sua confecção e distribuição.
IV Não há isenção de pagamento de anuidade dos laboratórios de prótese dentária sujeitos à administração federal, estadual e municipal.
 

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1336531 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: CRO-MG
O que ainda vem por aí
RIO DE JANEIRO - Em fins dos anos 40, o cineasta Billy Wilder, grande inteligência a serviço de Hollywood, exultou: “Já não somos o meio mais barato, vulgar e vagabundo de entretenimento. Acabam de inventar a televisão!”.
Era uma “blague” de Billy, mas profética: comparado à televisão, o cinema acabou sendo promovido à categoria de arte. Décadas se passaram e, com a mediocrização do entorno, a própria televisão, com alguns cliques, ganhou certa nobreza e até melhorou. Mais algumas décadas, chegamos aos nossos dias e, apesar de tudo, se não há muitos motivos para admirar a produção cultural mais recente, chegou a hora de rever certos conceitos.
Desde 2008, na Inglaterra, a indústria de videogames superou em rendimentos o cinema, a música, o teatro, a literatura e a televisão. Eu disse Inglaterra. Significa que os ingleses passam hoje mais tempo diante de um console de jogos eletrônicos do que ouvindo música em CD ou ao vivo, assistindo a filmes em DVD, indo ao cinema ou ao teatro, lendo livros ou mesmo vendo TV. E os responsáveis por isto não são os adolescentes, mas gente entre 25 e 34 anos – faixa que se classifica de “adulta”.
Não é preciso ser intelectual para admitir que qualquer livro, filme, peça ou disco, de razoável para cima, para não falar dos documentários da BBC, deve ser mais enriquecedor para o espírito do que joguinhos envolvendo tiroteios, combates, velocidade ou puzzles. Não me deixo enganar. Mas posso estar errado. Como já parecia previsto, para milhões de ingleses, hoje em dia, Shakespeare, Jonathan Swift, Jane Austen, Charles Dickens, Bernard Shaw, Oscar Wilde, P.G. Wodehouse, Noël Coward, Graham Greene, Laurence Olivier, Michael Powell e o Monty Python não pegam nem aspirante diante de jogos como “Red Dead Revolver” e “Farmville”.
Assustador? Não. O que me preocupa é o que ainda vem por aí e nos fará lamentar que esteja desbancando os videogames.
(CASTRO, Ruy. O que vem por aí. Folha de S. Paulo, 29 abr. 2011 – Texto adaptado)
Observe a frase:
“Não me deixo enganar.”
Empregou-se a colocação proclítica do pronome átono pelo mesmo motivo por que ela foi empregada na citação acima em:
 

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