Foram encontradas 60 questões.
A avaliação psicológica para fins de seleção de candidatos(as) é um processo sistemático, de levantamento e síntese de informações, com base em procedimentos científicos que permitem identificar aspectos psicológicos do(a) candidato(a) compatíveis com o desempenho das atividades e profissiografias do cargo. Acerca da Resolução CFP 002/2016 que regulamenta a avaliação psicológica em Concurso Público e processos seletivos de natureza pública e privada, marque a alternativa INCORRETA:
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2522548
Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Crescer
Orgão: CRP-21
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Crescer
Orgão: CRP-21
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O Conselho Nacional de Educação, através da Resolução Nº 05, de 15 de março de 2011, define como possibilidades de ênfases para os cursos de Psicologia, EXCETO:
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
De acordo com o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, Decreto nº 171/94, é NÃO vedado ao servidor público:
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Assinale a alternativa correta acerca dos Documentos Escritos Produzidos pelo Psicólogo, decorrentes de Avaliação Psicológica.
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Os notebooks são exemplos de computadores conhecidos como:
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No Word 2010, o atalho Ctrl+[ realiza qual das funções abaixo?
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São princípios Fundamentais apresentados pelo Código de Ética Profissional do Psicólogo, EXCETO:
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Responda verdadeiro (V) ou falso (F) e assinale a alternativa que traz a sequência correta:
A maneira como os instrumentos são usados pelo psicólogo na avaliação psicológica é de importância fundamental para que a área seja vista como profissional e cientificamente responsável perante a sociedade. A Psicologia deve ser capaz de certificar que seus membros, na atividade de avaliação psicológica e no uso dos testes:
(__) Ajam de maneira ética e profissional.
(__) Façam uso competente dos testes.
(__) Não assumam responsabilidade pelo uso dos testes.
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Ainda sobre ocupar escolas
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) precisou ser adiado em pelo menos 304 locais de prova, prejudicando 191 mil estudantes em 19 estados. Por quê? Porque as escolas estavam ocupadas por adolescentes que protestavam contra!$ ^{A)} !$ a proposta de reforma do ensino preparada pelo governo - e também contra a Proposta de Emenda Constitucional que limita os gastos públicos, a famigerada PEC 241.
Essa meninada tem razão? É muito fácil dizer que não tem. Os argumentos que apresenta são pouco elaborados, desinformados, mal fundamentados. Você pode dizer que o ensino médio precisa, sim, de uma reforma em regra, de alto a baixo, e já!$ ^{B)} !$. Você também pode dizer que os militantes do movimento estudantil repetem bordões panfletários e mal sabem o que vem a ser esta sigla, PEC. O próprio presidente Michel Temer disse isso, na terça-feira passada, ao discursar num seminário em Brasília.
Você sabe o que é uma PEC? - ele perguntou, num diálogo imaginário dele consigo mesmo. Ao responder, valeu-se de uma ironia cruel:
- É uma Proposta de Ensino Comercial.
E concluiu:
- As pessoas não leem o texto. Não estou dizendo as que ocupam ou não ocupam, estou dizendo em geral. As pessoas debatem sem discutir ou!$ ^{C)} !$ ler o texto.
Tecnicamente, Michel Temer está coberto de razão. Não são só os estudantes que "debatem sem ler o texto". Neste país, as autoridades assinam documentos sem ler, os parlamentares votam sem conhecer a matéria e os eleitores na rua não têm a menor ideia do que é um agravo regimental ou um habeas corpus. Estamos num país que cassou o mandato de uma presidente da República por decretos de suplementação orçamentária sem autorização do Congresso Nacional e, até!$ ^{D)} !$ agora, ninguém deu conta de explicar para as pessoas comuns, as que não são juristas, que crime de responsabilidade foi esse. Diante disso, o presidente da República tem toda a razão. "As pessoas debatem sem ler."
Mesmo assim!$ ^{E)} !$, é o caso de perguntar ao presidente e aos seus ministros se eles, senhores, sabem o que leva um adolescente a enfrentar tantos riscos para se instalar com roupa de cama e toalha de banho dentro do prédio em que estuda. O governo tem ideia do sentimento que leva um garoto ou uma garota a ocupar a sua escola?
Não estamos falando aqui de algo sem relevância, de um protesto desprezível. Em outubro, a Ubes chegou a cravar um número de 1.072 unidades de ensino ocupadas pelo Brasil. (E quantos ministros sabem que a Ubes é a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas?) Talvez fosse uma cifra exagerada, mas há, sim, uma revolta enorme na alma dessa geração. Ela tem um futuro incerto no tal "mercado de trabalho", a educação que recebe é de péssima qualidade, seus professores ganham uma miséria e são desprestigiados o tempo todo pelas autoridades.
No mesmo discurso de terça-feira passada, Temer declarou: "Nós precisamos aprender no país a respeitar as instituições". Precisamos mesmo. Estamos de acordo com isso. Mas será que os governos (o federal, os estaduais e os municipais) respeitam a instituição da educação? Respeitam a dignidade pessoal de um professor?
Claro que não. E tem sido assim há décadas. Há boas escolas públicas, há professores que são heróis, santos que são iluminados, mas, francamente, na média acachapante, os prédios escolares parecem ruínas de guerra, a violência come solta nos corredores, o crime campeia, o descalabro é vergonhoso e total. A escola pública é um lugar onde os pais abandonam os filhos ao abandono do Estado.
Aí, quando a garotada vai lá e ocupa, eis que se levanta a voz do bom-senso (dos que nunca frequentaram uma escola pública) para pedir moderação, juízo e domínio escorreito dos trâmites insondáveis do processo legislativo brasiliense. Quanta insensibilidade.
Um adolescente, quando ocupa a sua escola, não é massa de manobra dos partidos políticos. Não é um "inocente útil", como diziam os torturadores no tempo da ditadura militar. É alguém que, mesmo sem ter consciência, se apossa do que deveria ser seu desde o início, dando um sentido humano para um prédio desumano. É alguém que bate na porta da vida adulta e pede ingresso na maioridade política. E como esse adolescente é recebido? Com ponderações esnobes e reprovações indiferentes.
Esses meninos e essas meninas precisam aprender o que é uma PEC, sem a menor dúvida. Mas, antes, os governantes precisam aprender o que eles sentem, o que eles carregam na alma, com que esperanças destroçadas negociam para se manter íntegros. O ensino brasileiro, agora, não precisa tanto de quem tem razão. Precisa mais de quem tem coração.
Ainda sobre ocupar escolas, Eugênio Bucci. ÉPOCA, 14 de novembro de 2016. Opinião. p.24
A alternativa em que está devidamente indicada a relação estabelecida, no texto, pela palavra transcrita à esquerda é
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Ainda sobre ocupar escolas
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) precisou ser adiado em pelo menos 304 locais de prova, prejudicando 191 mil estudantes em 19 estados. Por quê? Porque as escolas estavam ocupadas por adolescentes que protestavam contra a proposta de reforma do ensino preparada pelo governo - e também contra a Proposta de Emenda Constitucional que limita os gastos públicos, a famigerada PEC 241.
Essa meninada tem razão? É muito fácil dizer que não tem. Os argumentos que apresenta são pouco elaborados, desinformados, mal fundamentados. Você pode dizer que o ensino médio precisa, sim, de uma reforma em regra, de alto a baixo, e já. Você também pode dizer que os militantes do movimento estudantil repetem bordões panfletários e mal sabem o que vem a ser esta sigla, PEC. O próprio presidente Michel Temer disse isso, na terça-feira passada, ao discursar num seminário em Brasília.
Você sabe o que é uma PEC? - ele perguntou, num diálogo imaginário dele consigo mesmo. Ao responder, valeu-se de uma ironia cruel:
- É uma Proposta de Ensino Comercial.
E concluiu:
- As pessoas não leem o texto. Não estou dizendo as que ocupam ou não ocupam, estou dizendo em geral. As pessoas debatem sem discutir ou ler o texto.
Tecnicamente, Michel Temer está coberto de razão. Não são só os estudantes que "debatem sem ler o texto". Neste país, as autoridades assinam documentos sem ler, os parlamentares votam sem conhecer a matéria e os eleitores na rua não têm a menor ideia do que é um agravo regimental ou um habeas corpus. Estamos num país que cassou o mandato de uma presidente da República por decretos de suplementação orçamentária sem autorização do Congresso Nacional e, até agora, ninguém deu conta de explicar para as pessoas comuns, as que não são juristas, que crime de responsabilidade foi esse. Diante disso, o presidente da República tem toda a razão. "As pessoas debatem sem ler."
Mesmo assim, é o caso de perguntar ao presidente e aos seus ministros se eles, senhores, sabem o que leva um adolescente a enfrentar tantos riscos para se instalar com roupa de cama e toalha de banho dentro do prédio em que estuda. O governo tem ideia do sentimento que leva um garoto ou uma garota a ocupar a sua escola?
Não estamos falando aqui de algo sem relevância, de um protesto desprezível. Em outubro, a Ubes chegou a cravar um número de 1.072 unidades de ensino ocupadas pelo Brasil. (E quantos ministros sabem que a Ubes é a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas?) Talvez fosse uma cifra exagerada, mas há, sim, uma revolta enorme na alma dessa geração. Ela tem um futuro incerto no tal "mercado de trabalho", a educação que recebe é de péssima qualidade, seus professores ganham uma miséria e são desprestigiados o tempo todo pelas autoridades.
No mesmo discurso de terça-feira passada, Temer declarou: "Nós precisamos aprender no país a respeitar as instituições". Precisamos mesmo. Estamos de acordo com isso. Mas será que os governos (o federal, os estaduais e os municipais) respeitam a instituição da educação? Respeitam a dignidade pessoal de um professor?
Claro que não. E tem sido assim há décadas. Há boas escolas públicas, há professores que são heróis, santos que são iluminados, mas, francamente, na média acachapante, os prédios escolares parecem ruínas de guerra, a violência come solta nos corredores, o crime campeia, o descalabro é vergonhoso e total. A escola pública é um lugar onde os pais abandonam os filhos ao abandono do Estado.
Aí, quando a garotada vai lá e ocupa, eis que se levanta a voz do bom-senso (dos que nunca frequentaram uma escola pública) para pedir moderação, juízo e domínio escorreito dos trâmites insondáveis do processo legislativo brasiliense. Quanta insensibilidade.
Um adolescente, quando ocupa a sua escola, não é massa de manobra dos partidos políticos. Não é um "inocente útil", como diziam os torturadores no tempo da ditadura militar. É alguém que, mesmo sem ter consciência, se apossa do que deveria ser seu desde o início, dando um sentido humano para um prédio desumano. É alguém que bate na porta da vida adulta e pede ingresso na maioridade política. E como esse adolescente é recebido? Com ponderações esnobes e reprovações indiferentes.
Esses meninos e essas meninas precisam aprender o que é uma PEC, sem a menor dúvida. Mas, antes, os governantes precisam aprender o que eles sentem, o que eles carregam na alma, com que esperanças destroçadas negociam para se manter íntegros. O ensino brasileiro, agora, não precisa tanto de quem tem razão. Precisa mais de quem tem coração.
Ainda sobre ocupar escolas, Eugênio Bucci. ÉPOCA, 14 de novembro de 2016. Opinião. p.24
Os termos "sim" e "mas" expressam, respectivamente, ideia de
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