Foram encontradas 50 questões.
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Como visto na planilha, na célula D2 foi colocada uma fórmula que se deseja replicar a multiplicação (cada multiplicação equivalente nas células de sua respectiva linha) até a célula D6. Para isso, deve-se
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Ana e Márcia foram admitidas em 30 de junho em seus atuais empregos, mas não no mesmo ano. Há exatamente 5 anos, da data de hoje, o tempo de serviço de Ana, nesse atual emprego, era igual ao dobro do tempo de serviço de Márcia, também no seu atual emprego.
Se hoje a soma dos tempos de serviço dessas duas pessoas, nos seus atuais empregos, é de 19 anos, então é correto afirmar que o tempo, em anos, em que Ana trabalha no seu atual emprego, é igual a
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Em uma reunião de gestão participativa, em determinado município, a razão entre o número de homens e o número de mulheres presentes era de 3/4 . Se nessa reunião havia, no total, 56 pessoas, sendo 4 homens e 3 mulheres os representantes da gestão do município, e as demais pessoas, representantes dos munícipes, então é correto afirmar que o número de mulheres representantes dos munícipes excedia o número de homens representantes dos munícipes em
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O gráfico apresenta informações sobre o número de reclamações registradas nos meses de junho e julho deste ano, a respeito dos produtos A e B.

Sabendo-se que em junho foi registrado um total de 200 reclamações, e, em julho, 300, é correto afirmar que o número de reclamações registradas do produto B, em julho, correspondeu, do número de reclamações registradas do mesmo produto, em junho, a
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Leia o texto para responder à questão.
Torneira seca
Um de cada três domicílios do país não tem acesso à rede de esgoto, informou o IBGE. Um de cada dez não tem fornecimento de água garantido todo dia, mesmo quando as torneiras estão conectadas ao sistema de abastecimento.
Os novos dados do instituto revelam que a situação piorou em dez estados nos últimos anos. Eles mostram que os investimentos têm sido insuficientes não só para ampliar o acesso dos brasileiros ao saneamento básico, mas também para manter em bom estado a rede implantada.
É evidente que o poder público perdeu a capacidade de lidar com o problema sozinho há muito tempo – e que não haverá solução sem mecanismos inteligentes para atrair a participação da iniciativa privada, atualmente responsável por fatia pequena dos serviços.
No ano passado, ao editar medida provisória (MP) com novas regras para o setor, o governo abriu caminho para que se fizesse isso.
A MP logo perderá a validade se não for aprovada pelos parlamentares. Mas, no exíguo tempo que resta, poucos se empenham na articulação dos interesses em jogo, e o governo já indicou estar prestes a jogar a toalha.
Na Câmara dos Deputados, sugeriu-se como alternativa a apresentação de um projeto de lei nos moldes da proposta enviada originalmente ao Congresso. Mas os sinais de que os participantes da discussão perderam o sentido de urgência são preocupantes.
A medida provisória busca desfazer alguns dos principais nós do setor ao concentrar na Agência Nacional de Águas a definição de normas e diretrizes, evitando a desorganização causada hoje pela atuação de prefeituras e agências locais.
Além disso, o novo modelo obrigaria os municípios a abrir licitação sempre que vencerem seus contratos com as empresas estaduais que hoje atendem à maior parte da população, assim estimulando a entrada do capital privado.
Governadores que se opõem à iniciativa dizem temer que os investidores só se interessem em prestar serviços em regiões ricas, deixando o resto para as concessionárias públicas.
Com a iminente expiração da MP, caberá ao governo e ao Congresso encontrar a melhor forma de promover as mudanças necessárias para destravar o saneamento, com a presteza que as intoleráveis carências do país requerem.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 28.02.2019. Adaptado)
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